odezhda dlya sobak mylovelypet.ru magazin odezhdy dlya sobak, kupit osheynik anti lay mozhno tut - osheynik-anti-lay

Tag Archive | "sustentabilidade"

Natal mais sustentável de Portugal decorre até 4 de Janeiro (com VÍDEO)


Pelo segundo ano, o Natal mais sustentável de Portugal decorre na aldeia de Cabeça, em Seia. “[Esta] é uma festa única no país e 100% sustentável em termos de decoração, [uma vez que] todos os materiais usados são retirados da natureza. Mas é também um exemplo pelo trabalho em comunidade, porque todo o trabalho é feito pelos moradores da aldeia. As pessoas dedicaram horas dos seus dias e noites para preparar a decoração, num trabalho comunitário realizado em espaço próprio”, explica a câmara de Seia em comunicado.

Giestas, videiras, musgo ou pinheiros são apenas algumas das matérias-primas usadas para enfeitar da aldeia, que tem o visual completo com a utilização de luzes. É que Cabeça também é a primeira aldeia LED de Portugal, como pode recordar neste vídeo.

Outra das características marcantes da festa é o facto de, durante o evento, os moradores da aldeia abrirem as portas das suas casas para receber os visitantes. Mercado de Natal, Presépios, uma exposição que mostra como se vive o Natal numa Casa de Montanha, Casa do Chocolate, oficinas de cozinha, passeios temáticos pela aldeia e a oficina de Natal, local onde se pode comprar o pinheiro e outros enfeites de Natal “criados pelas mãos hábeis dos habitantes da aldeia” são algumas das muitas sugestões do que ver e fazer na Aldeia Natal.

Na sua primeira edição, a festa levou milhares de pessoas à aldeia. Neste ano, que decorre até 4 de Janeiro, a organização aposta num crescimento do número de visitantes.

Publicado em Interior do País, PortugalComments (0)

Empresas devem incorporar desenvolvimento sustentável no seu plano de negócios


O Capital Natural é o valor da natureza para as pessoas, a sociedade, as empresas e a economia. É o stock de recursos físicos e biológicos e a capacidade dos ecossistemas fornecerem um conjunto de serviços que contribuem para o bem-estar humano e para o desenvolvimento sustentável, afirmou Rabab Fayad, directora da Rede Global do WBCSD  (World Business Council for Sustainable Development).

A representante da organização esteve em Portugal para falar da importância dos recursos naturais, no âmbito da conferência “Portugal, Capital Natural – agricultura, mar e florestas” que decorreu na segunda-feira passada, em Lisboa.

Para explicar melhor o que é o capital natural e a sua importância para os negócios, Fayad, partilhou a mensagem do Pitch for Nature, iniciativa lançada pelo WBCSD que mostra como as organizações devem olhar para a sua cadeia de abastecimento e de comercialização, de forma a terem uma verdadeira noção do seu impacto na natureza.

Segundo a responsável, as empresas que têm capital natural nos seus negócios vão estar melhor equipadas para gerir os riscos, como também serão melhores a capitalizar o mercado, oportunidades de produtos e serviços e reduzir os custos para melhores decisões de investimento.

Durante a sua intervenção, Fayad referiu que a crescente degradação dos ecossistemas e dos serviços fornecidos pelos ecossistemas constitui um sério risco para o capital natural, ameaçando o bem-estar de todos, incluindo a viabilidade das empresas, em especial daquelas cuja actividade é baseada nos recursos naturais.

Por isso, adiantou, o WBCSD procura promover o desenvolvimento de projectos de valorização do capital natural e melhorar a investigação nas actividades económicas.

Em 2013, O WBCSD definiu a  Visão 2050 , com o objectivo de traçar directrizes para o caminho que as empresas devem percorrer até 2050, rumo ao desenvolvimento sustentável. Para que os resultados da Visão 2050 sejam alcançados, o WBCSD desenvolveu a Acção 2020 que vai reunir, em cada país, os esforços das empresas nas dimensões económica, ambiental e social.

São propostas 35 soluções que podem abarcar áreas tão diversas como alterações climáticas, mobilidade ou empregabilidade, e incluem medidas como recuperação de recifes de coral e reflorestação – os recifes e florestas funcionam como sumidouros de carbono -, recuperação de 12 milhões de hectares de solo arável por ano ou aumento da protecção das zonas costeiras em 10%.

O BCSD Portugal adaptou a Visão 2050 à realidade portuguesa, através da Acção 2020. O seu foco é na definição das acções intermédias que garantem a tangibilidade dos objectivos para 2020 e nos seis caminhos com maior relevância para o desenvolvimento sustentável de Portugal: desenvolvimento social, economia, capital natural, energia, cidades e infraestruturas, indústria e materiais.

Publicado em EmpresasComments (0)

Inovação dinamarquesa permite aquecer apenas a água que precisamos (com FOTOS)


Quando aquecemos água numa chaleira ou jarro de água eléctrico, é muito provável que muita dessa água seja desperdiçada – e, no processo, toda a energia que foi despendida para a aquecer. Para mitigar este problema, uma dupla de designers criou a Miito, uma chaleira que aquece apenas a água que queremos.

A Miito, que aquece a água por indução, é uma base que contém um electroíman e se liga à corrente. A base funciona com uma haste fina de metal com um grande pé redondo e uma ponta revestida de plástico. Para ferver o líquido, a haste é colocada no interior do recipiente, que fica sobre a base. A indução electromagnética aquece a haste de metal, e esta aquece a água.

Ao utilizar este processo, apenas a água do recipiente é aquecida. Não há excesso de água aquecida nem energia perdida – é ideal para aquecer chá, por exemplo. Para além de eficiente, o processo é bastante rápido, explica o Gizmag.

“A indução é uma forma muito eficiente de transferir energia”, explicou Nils Chudy, que desenvolveu o Miito com Jasmina Grase. “Acreditamos que uma chávena possa aquecer num minuto, mas ainda estamos a desenvolver [o aparelho]”, continuou.

Assim que o líquido começa a ferver, o Miito volta à arrefecer. Depois, a haste é retirada, limpa e colocada de volta no seu local, na base. Ainda não existe nenhuma data oficial de lançamento, mas os dois designers dizem que ela será enviada, a todos interessados, por email.

Publicado em InovaçãoComments (1)

Lavar loiça à máquina ou à mão: o que é mais sustentável?


É comum dizer-se que lavar a loiça à máquina gasta menos água do que fazê-lo à mão – apesar de gastar mais energia – e essa ideia é verdadeira. De acordo com um artigo do Planeta Sustentável, que cita a Sabesp (companhia de abastecimento de São Paulo) e o professor Bruno Gianelli, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), lavar os utensílios manualmente com a torneira semi-aberta – durante 15 minutos – chega a gastar uma média de 117 litros de água.

Poe outro lado, lavar a loiça na máquina consome até 40 litros de água, dependendo da tamanho e qualidade do electrodoméstico. “Alguns estudos indicam que a redução do consumo de água pode ser até seis vezes maior do que a lavagem manual. Mas [há que ter] em conta o impacto ambiental decorrente do fabrico dessas máquinas”, explicou Gianelli.

De acordo com o jornalista Afonso Capelas Jr, tudo depende também da forma como se lava a louça manualmente. É desnecessário e dispendioso manter a torneira aberta enquanto se está a lavar os copos, pratos e tachos. “Eu, por exemplo, passo detergente na louça com a torneira devidamente fechada para, depois, enxaguar tudo de uma vez”, ensina o académico.

Existem ainda outras técnicas para lavar a louça com mais eficiência e sem desperdício. Depois de passar o detergente todo com a torneira fechada, deixe as panelas e os pratos dentro da pia enquanto enxagua os copos e talheres. Desta forma, a água já estará a enxaguar as panelas e pratos.

Caso seja proprietário de um bar, restaurante ou pastelaria, deve optar por uma máquina. “Além de possuírem maior capacidade de carga, os seus ciclos de lavagem serão optimizados”.

Foto: jim212jim / Creative Commons

Publicado em Recursos NaturaisComments (0)

Toronto: autocarro remodelado leva vegetais frescos a zonas sem comércio (com FOTOS)


Com 5,5 milhões de habitantes, a área metropolitana de Toronto é uma das maiores da América do Norte. Com esta dimensão, é normal que existam áreas da cidade sem comércio, o que obriga os residentes a pegarem no carro e circularem vários quilómetros para fazerem compras banais.

Para piorar o cenário, muitos dos subúrbios da cidade foram desenhados nos anos 50 – como o de centenas de cidades do continente, na verdade –, assumindo que as pessoas poderiam rapidamente chegar a grandes superfícies, através do seu carro.

Com o crescimento populacional, muitas destas áreas ficaram isoladas em termos de acesso a comércio, sendo que muitos dos residentes confiam nos transportes públicos para fazerem as suas compras, o que não é muito prático.

Para contornar o problema, explica o Inhabitat, a cidade autorizou a colocação de autocarros remodelados que vendem vegetais e frutas. Denominados Food Share, estes autocarros gozam de grande mobilidade e podem acabar com as longas e estafantes viagens dos cidadãos até aos supermercados.

Os autocarros foram doados pela Toronto Transit Commission e remodelados pela LGA Architectural. Os alimentos são orgânicos – podem ser mais caros, mas existe a garantia de que são deliciosos e nutritivos. Conheça os autocarros – poderá esta ideia ser replicável, por exemplo, em Lisboa ou Porto?

Fotos: Laura Berman / Architecture Lab

Publicado em Agricultura BiológicaComments (0)

Ministra da Agricultura e Mar abre 5ª conferência do Green Project Awards


A ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, será responsável pela abertura da 5ª conferência do Green Project Awards, que se realiza no dia 1 de Dezembro, segunda-feira, e será dedicada ao capital natural português – a agricultura, o mar e as florestas.

A conferência arranca às 9h no Grande Auditório do ISCTE – IUL, em Lisboa, e é realizada em parceria com a EDIA (Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva) e o BCSD Portugal (Conselho Empresarial para Desenvolvimento Sustentável) – o objectivo é fomentar o debate sobre a gestão sustentável do capital natural em Portugal, divulgar as boas práticas e o seu contributo para a competitividade da economia nacional.

Durante a parte da manhã, destaque ainda para a apresentação do prémio GPA Edia – Boas Práticas em Alqueva e a intervenção de Augusto Mateus, ex-ministro da Economia. A conferência prolonga-se pela parte da tarde e será encerrada por Paulo Lemos, secretário de Estado do Ambiente.

A inscrição na conferência é gratuita, mas terá de ser feita neste link.

Veja o programa completo.

 

1 DE DEZEMBRO | ISCTE

Alinhamento Geral

09h15 Acreditação
09h30 Sessão de aberturaMinistra da Agricultura e do Mar | Assunção Cristas
10h00  O valor do Capital Natural para as empresas – A perspetiva do WBCSD

Rabab Fayad | Global Network Director – WBCSD (World Business Council for Sustainable Development

10h30 Coffee Break
10h45 “Capital Natural, Inovação e Crescimento Económico – O valor da água em Alqueva”Moderador: Rosália Amorim | Exame

 

Adolfo Mesquita Nunes | Secretário de Estado do Turismo

Augusto Mateus | Augusto Mateus & Associados

Francisco Gomes da Silva | ISA

João Coimbra | Anpromis

 

João Machado | CAP

 

João Roquette | Esporão

20 minutos reservados a perguntas do público

12h30 Apresentação Prémio GPA EDIAJosé Pedro Salema | Presidente da EDIA
13h00 Almoço livre
15h00 “O Capital Natural como vantagem competitiva para Portugal – MAR”Moderador: Luís Ferreira Lopes | SIC

Filipa Saldanha | Iniciativa Gulbenkian Oceanos

Helena Abreu | Algaplus

Isabel Guerra | Docapesca

Tiago Andrade e Sousa | REN (ENONDAS)

20 minutos reservados a perguntas do público

16h45 Coffee Break
17h00 O Capital Natural como vantagem competitiva para Portugal – valorização de recursos florestais e crescimento económico Moderador: a definir

 

Carlos Tavares Ferreira | Sonae Indústria

João Gonçalves | Centro Pinus

Maria João Veiga Gomes| AICEP

Paulo Bessa | Corticeira Amorim

A definir |Portucel Soporcel

20 minutos reservados a perguntas do público

18h45 EncerramentoSecretário de Estado do Ambiente, Paulo Lemos

 

Publicado em Eventos, PortugalComments (0)

Recomendações

Blogroll