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Tag Archive | "sustentabilidade"

Águeda distinguida internacionalmente pelas boas práticas de sustentabilidade (com VÍDEO)


Águeda foi um dos 32 concelhos do país que foram distinguidos com o galardão EcoXXI, um prémio da Associação Bandeira Azul da Europa, que tem por objectivo reconhecer as boas práticas de sustentabilidade.

“É um corolário de tudo aquilo que fomos fazendo ao longo dos anos no sentido de tornar e de mostrar que estamos a ter atitudes de sustentabilidade e ter práticas que sejam adequadas aos dias de hoje e aos dias futuros”, conta o presidente da Câmara Municipal de Águeda (CMA), Gil Nadais, ao Economia Verde.

Foi a pensar nos aguedenses que surgiu a beAgueda, uma bicicleta eléctrica, que ainda está em fase de testes, que torna mais fáceis e económicos os trajectos pela cidade. “São empresas locais que produzem as bicicletas e CMA cede o espaço. Depois temos as pessoas que nos dão as duas impressões sobre a forma como utilizaram e se gostaram ou não da experiência”, indica Gil Nadais.

Carla Couceiro é uma das munícipes que usa estas bicicletas regularmente nas deslocações urbanas. “Custa utilizar bicicletas em Águeda porque a cidade tem vários declives, mas a bicicleta eléctrica facilita muito nessas subidas. Não gastamos tanta energia nem ficamos tão cansados. Neste momento temos uma avenida remodelada com uma ciclovia que dá para fazer um trajecto e é óptimo”, explica Carla Couceiro.

A iluminação LED de baixo consumo e elevada eficiência é outro dos pontos importantes para a distinção de Águeda, que tem em conta as várias parcerias com empresas da região.

Igualmente importante para o concelho é a Pateira de Fermentelos, a maior lagoa natural da Península Ibérica. “A pateira tem recantos belíssimos e grandes potencialidades de exploração turística na área da observação de aves”, indica o presidente da CMA.

Este ano, foram distinguidos 32 municípios com o galardão EcoXXI por se terem destacado em 2013 na concretização de políticas e medidas em prol do ambiente e do desenvolvimento sustentável.

O Economia Verde foi conhecer melhor Águeda e os seus projectos de sustentabilidade. Veja o episódio 341 aqui.

Foto: CidonioRinaldi / Creative Commons

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Neya Lisboa: o hotel que incentiva funcionários e hóspedes a utilizarem a bicicleta (com VÍDEO)


Situado no centro de Lisboa, na Estefânia, o Neya é um dos vários hotéis da capital a pôr em prática vários princípios sustentáveis. O incentivo ao uso da bicicleta é um deles. Além de sensibilizar os próprios funcionários para o uso das duas rodas, o hotel possui ainda um espaço para o parqueamento destes veículos, condições que levaram à obtenção do selo Empresa Amiga das Bicicletas, concedido pela MUBI – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta.

“Tentamos que o nosso pessoal tenha a mínima pegada ecológica a deslocar-se diariamente entre as suas casas e o hotel. Para isso sensibilizamos o nosso pessoal a vir para o hotel de bicicleta e temos uma zona de parqueamento segura e coberta onde arrumam as bicicletas”, explica Pedro Teixeira, responsável pela Qualidade, Ambiente e Segurança do Neya, ao Economia Verde.

As bicicletas estão também à disposição dos hóspedes para que possam apreciar a cidade sem impacto ambiental. A redução da pegada ecológica no Neya passa também pela iluminação maioritariamente em LEDs, pelo uso de painéis solares térmicos, papel com certificação florestal e pela separação rigorosa dos resíduos.

“Desde a gestão dos consumos energéticos, ao consumo da água, da gestão dos resíduos, medições de ruído, mobilidade, etc, tentamos cumprir todos os requisitos associados ao ambiente para atingir o nosso público-alvo e o nosso objectivo, que são as certificações”, indica Pedro Teixeira. A Green Key, 5-Leaf e Eco Líder são algumas das certificações de sustentabilidade já arrecadadas pelo Neya.

A política de sustentabilidade do hotel inclui ainda projectos sociais de envolvimento com o meio local. “Damos alojamento aos pais que vêm da outra ponta do país para ter uma consulta no Dona Estefânia ou para uma estadia mais curta ou mais longa com os filhos no hospital. A Casa Ronald McDonald não pode oferecer quartos porque está cheia e, por isso, vêm ter connosco. Nós oferecemos não só o quarto como também o acompanhamento desde o primeiro ao último dia aqui no hotel”, indica Francisco Lorite, director-geral do Neya.

Além da vertente ambiental e social o Neya privilegia ainda a utilização de produtos nacionais e sempre que é possível são adquiridos bens produzidos em Portugal, desde os géneros alimentícios ao mobiliário.

Para conhecer melhor as práticas de sustentabilidade do Neya Lisboa veja o episódio 333 do Economia Verde aqui.

Foto: Neya Lisboa

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ONG vai usar madeira certificada para construir moradias de emergência no Brasil


O FSC (Forest Stewardship Council) e a organização Teto Brasil, que actua em comunidades carentes de países latino-americanos, formaram uma parceria para que todas as casas construídas pela organização no Brasil sejam feitas com madeira certificada. A parceria entre as duas instituições reforça a preocupação com a sociedade e o ambiente.

“Quando um projecto social que garante direito à moradia escolhe, no seu processo de construção, produtos que também garantem direitos sociais, ambientais e económicos, isso é muito importante. Essa é a força da parceria: duas formas de lutas se fortalecendo: FSC Brasil e Teto. Estamos muito felizes em fazer parte disso”, explicou em comunicado Fabíola Zerbini, secretária-executiva do FSC Brasil.

Entre Abril de 2013 e Agosto deste ano, foram construídas no Brasil 468 casas de emergência com madeira certificada FSC. O entrave, actualmente, é a falta de fornecedores em alguns estados do país – e um dos objetivos da parceria é ampliar essa rede e garantir 100% dos materiais certificados.

“Melhorar a qualidade e durabilidade da moradia que construímos é um grande objectivo do Teto. Contar com parcerias como a do FSC é fundamental. Usar madeira certificada, além de nos trazer tranquilidade sobre o ambiente, traz-nos credibilidade e garantia de um bom trabalho com as comunidades em longo prazo”, afirma Denis Pacheco, director de construções da Teto Brasil.

A Teto está presente em 19 países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai, Nicarágua, República Dominicana e Venezuela.

Em 17 anos, e graças ao apoio de voluntários e parceiros, a ONG construiu mais de 100 mil moradias de emergência e mobilizou mais de 610 mil voluntários em todo o continente.

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Arquitecto português desenvolve novo conceito de penthouse sustentável (com FOTOS)


O arquitecto português Tiago Barros e a designer 3D Marisa Marques desenvolveram um novo conceito de penthouse sustentável, um projecto que visualiza uma nova solução para viver no topo dos prédios, num ambiente urbano. “Há andares de topo que se encontram esquecidos, nas cidades, e podem ser repensados e readpatados”, explicou ao Green Savers Tiago Barros.

Os profissionais propõem um apartamento com janelas inclinadas e que formam um ângulo perfeito, oferecendo uma vista de 360 graus sobre a cidade. As janelas estão ligadas por uma telhado verde ligeiramente curvado.

O terraço tem múltiplas funções: pode absorver a água da chuva, providenciar isolamento para o apartamento, reduzir a temperatura do ar urbano e criar um habitat de aves na cidade. Ele é composto por lajes de cimento pré-fabricado, membranas à prova de água, uma camada da drenagem e um sistema de auto-irrigação e plantas vivas.

Dentro da penthouse há três espaços diferentes, um para relaxamento, uma área de refeição e um quarto. Todos têm o mesmo tamanho e as paredes divisórias dispõem de todos os equipamentos necessários à vida no dia-a-dia, desde máquinas para a cozinha, armazenamento e cabos. O acesso ao apartamento faz-se pelo edifício pré-existente.

“Estas tipologias urbanas podem ser instsaladas em vários terraços em toda a cidade. As penthouses sustentáveis podem ser essenciais à vida animal na cidade e ajudar a melhorar o ambiente e condições de bem-estar dos seus cidadãos”, concluiu Tiago Barros.

Tiago Barros é já um arquitecto conhecido no Green Savers. Recorde a sua entrevista de 2011 e outros dos seus projectos. O Lofty Corner, o Digital Revolution, o Passing Cloud e o Sky Network.

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Greenfest: o evento que mostra o que de melhor se faz em Portugal ao nível da sustentabilidade (com VÍDEO)


Pedro Norton de Matos, gestor, lançou há sete anos uma iniciativa que pretende promover o desenvolvimento sustentável: o Greenfest. A edição deste ano, decorrida entre 8 e 11 de Outubro, voltou a marcar presença no Centro de Congressos do Estoril.

“São quatro dias de muitas actividades para muitos públicos. Estamos falar de famílias, empresas e autarquias e da sociedade civil. É algo muito diversificado”, explica Pedro Norton de Matos ao Economia Verde.

Quase a fechar a década da Nações Unidas para a Educação para o Desenvolvimento Sustentável, o tema escolhido para a edição de 2014 foi precisamente “Educar para a Sustentabilidade”. Ateliers, workshops, exposições e palestras são algumas das actividades onde as empresas podem mostrar o que fazem nas áreas de responsabilidade ambiental e social. “Um consumidor informado coloca uma pressão sobre os produtos e serviços que compram, exigindo que as marcas incorporem valores ligados à sustentabilidade”, indica o mentor do Greenfest.

Desde 2008, o evento cresceu e atraiu cada vez mais visitantes e organizações. Uma das entidades que marcou presença este ano foi a Santa Casa da Misericórdia, que através de actividades de reciclagem e reutilização de revistas mostrou um pouco do trabalho que faz com os utentes nesta área. “Nos últimos três anos temos tentado promover a eficiência energética na Santa Casa. Temos muitos estabelecimentos por toda a Lisboa e, como tal, temos um impacto ambiental que é decorrente da nossa actividade e achamos que nos devemos empenhar em diminuir a nossa pegada ecológica”, afirma Sónia Silva, responsável da Santa Casa para a Sustentabilidade e Inovação.

Para o mentor do Greenfest, o evento é também uma oportunidade de criar laços, conhecer novas pessoas e novos projectos que podem resultar em novas parcerias futuras ligadas à sustentabilidade.

O Greenfest regressa em 2015 com a promessa de mostrar o que de melhor se faz em Portugal ao nível da sustentabilidade.

Fique a saber mais sobre a edição deste ano do Greenfest no episódio 330 do Economia Verde.

Foto: Restart/Greenfest

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Empresa que detém Timberland, Vans ou Reef publica primeiro relatório de sustentabilidade


A VR Corporation, empresa que detém marcas como a Timberland, Vans, Reef, Eastpack, Lee Jeans, Nautica, Wrangler ou North Face, acabou de publicar o seu primeiro relatório de sustentabilidade, anunciando novos objectivos extensivos a toda a companhia e detalhando as iniciativas sustentáveis.

O primeiro projecto de sustentabilidade de empresa foi lançado em 2012 e levou a colecção Earthkeepers, desenhada com critérios específicos ligados à reciclagem, têxteis orgânicos, materiais renováveis e adesivos baseados em água, a mais de 1.500 produtos amigos do ambiente. A colecção foi tão bem recibida, explica a VR Corporation, que a Timberland anunciou que irá desenhar muitos dos seus novos artigos com estas especificidades.

Por outro lado, a marca North Face estabeleceu o objectivo de utilizar 100% de poliéster reciclado até 2106. O material virá, sobretudo, de garrafas de plástico usadas.

Na área da energia, explica o relatório, a VR Corporation tem muito a melhorar. Cerca de 98% da energia primária da empresa provém dos combustíveis fósseis, o que levou à emissão directa e indirecta de 1.449.581 toneladas de CO2 em 2013. Este total foi reduzido – apenas – em 0,2% durante esse ano. Ainda assim, este número não leva em conta as fábricas dos fornecedores da VF, ao contrário do que já acontece com os relatórios de sustentabilidade dos seus concorrentes.

Para 2015, o objectivo será reduzir as emissões de CO2 em 5%.

Ainda em 2013, e comparado com 2009, a VF reduziu a utilização de electricidade em 4,5% e a utilização de gás natural em 2,8%. Todas as suas 30 fábricas instalaram iluminação LED, sensores de movimento e temporais e controladores de velocidade variável para as máquinas de tingimento.

Em relação aos resíduos, a VF envia 142.000 toneladas para a lixeira, reciclando 148.000 toneladas. Entre 2010 e 2013, a empresa reduziu os seus resíduos de fabrico em 0,93%, para os 11,91%.

Para combater esta inércia, a VF está a tentar reduzir o envio dos resíduos para a lixeira em 40% até 2020, comparando com a base de 2013. Duas das alternativas serão investir na compostagem e imprimir em duas faces.

“As nossas marcas estão a trabalhar na One VF, uma forma de criarmos inovação na sustentabilidade em casa, desde as áreas do design a forma como gerimos os recursos e materiais às maneiras como damos apoio aos parceiros e comunidades nas quais operamos”, explicou Eric Wiseman, vice-presidente da empresa. Ainda assim, a VF Corporation ainda tem de mudar bastante, se quer ser uma empresa liderada pela sustentabilidade.

Foto: Alberto Ziveri / Creative Commons

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