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Tag Archive | "sustentabilidade"

Ministra da Agricultura e Mar abre 5ª conferência do Green Project Awards


A ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, será responsável pela abertura da 5ª conferência do Green Project Awards, que se realiza no dia 1 de Dezembro, segunda-feira, e será dedicada ao capital natural português – a agricultura, o mar e as florestas.

A conferência arranca às 9h no Grande Auditório do ISCTE – IUL, em Lisboa, e é realizada em parceria com a EDIA (Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva) e o BCSD Portugal (Conselho Empresarial para Desenvolvimento Sustentável) – o objectivo é fomentar o debate sobre a gestão sustentável do capital natural em Portugal, divulgar as boas práticas e o seu contributo para a competitividade da economia nacional.

Durante a parte da manhã, destaque ainda para a apresentação do prémio GPA Edia – Boas Práticas em Alqueva e a intervenção de Augusto Mateus, ex-ministro da Economia. A conferência prolonga-se pela parte da tarde e será encerrada por Paulo Lemos, secretário de Estado do Ambiente.

A inscrição na conferência é gratuita, mas terá de ser feita neste link.

Veja o programa completo.

 

1 DE DEZEMBRO | ISCTE

Alinhamento Geral

09h15 Acreditação
09h30 Sessão de aberturaMinistra da Agricultura e do Mar | Assunção Cristas
10h00  O valor do Capital Natural para as empresas – A perspetiva do WBCSD

Rabab Fayad | Global Network Director – WBCSD (World Business Council for Sustainable Development

10h30 Coffee Break
10h45 “Capital Natural, Inovação e Crescimento Económico – O valor da água em Alqueva”Moderador: Rosália Amorim | Exame

 

Adolfo Mesquita Nunes | Secretário de Estado do Turismo

Augusto Mateus | Augusto Mateus & Associados

Francisco Gomes da Silva | ISA

João Coimbra | Anpromis

 

João Machado | CAP

 

João Roquette | Esporão

20 minutos reservados a perguntas do público

12h30 Apresentação Prémio GPA EDIAJosé Pedro Salema | Presidente da EDIA
13h00 Almoço livre
15h00 “O Capital Natural como vantagem competitiva para Portugal – MAR”Moderador: Luís Ferreira Lopes | SIC

Filipa Saldanha | Iniciativa Gulbenkian Oceanos

Helena Abreu | Algaplus

Isabel Guerra | Docapesca

Tiago Andrade e Sousa | REN (ENONDAS)

20 minutos reservados a perguntas do público

16h45 Coffee Break
17h00 O Capital Natural como vantagem competitiva para Portugal – valorização de recursos florestais e crescimento económico Moderador: a definir

 

Carlos Tavares Ferreira | Sonae Indústria

João Gonçalves | Centro Pinus

Maria João Veiga Gomes| AICEP

Paulo Bessa | Corticeira Amorim

A definir |Portucel Soporcel

20 minutos reservados a perguntas do público

18h45 EncerramentoSecretário de Estado do Ambiente, Paulo Lemos

 

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C&A reduz pegada de carbono em 8% em dois anos


De 2011 a 2013, a multinacional têxtil C&A reduziu a sua pegada de carbono, na Europa, em 8%, de acordo com o seu mais recente relatório de sustentabilidade, publicado este mês. O relatório, que resume todos os sucessos sustentáveis da marca em 2012 e 2013, indica que o algodão orgânico representa já 38% do total de vendas da C&A – em 2020, a marca espera que chegar aos 100% -; e anuncia o lançamento de uma equipa de Cadeia de Fornecimento Sustentável, que será integrada com as equipas de aquisição e em conformidade, para partilharem objectivos de responsabilidade social.

Ainda de acordo com o relatório, que pode ser visto na íntegra aqui – abrir PDF – estão actualmente em curso iniciativas para apoiar o compromisso da C&A para alcançar uma cadeia de fornecimento isenta de descargas de químicos perigosos até 2020. Existem ainda parcerias com terceiros que partilham a mesma visão da C&A, como a Iniciativa de Comércio Ético (ETI) e o Acordo de Segurança para Edifícios e Incêndios em Bangladesh, para “ajudar a promover condições de trabalho seguras e salários dignos”.

Finalmente, a marca garante que tem o seu foco em “assegurar relações produtivas de longo prazo” com parceiros que partilham os mesmos valores e compromissos da C&A, rumo a uma indústria da moda sustentável.

“Através dos esforços conjuntos de empresas têxteis, fornecedores, autoridades políticas e ONGs, [as] melhorias abrangentes podem ser bem-sucedidas na indústria da moda. A C&A está disponível e recetiva ao diálogo com todos o stakeholders em prol deste objectivo”, explicou no relatório Ploos van Amstel, co-CEO da C&A Europa.

Visão para 2020

Tal como centenas de outras empresas de várias áreas de actividade, também a C&A definiu o ano de 2020 como central na sua política de sustentabilidade. Assim, a marca tem como objetivo oferecer produtos duradouros e de qualidade, produzidos com recurso a materiais e processos de produção que protejam os recursos naturais e sejam seguros para as pessoas.

A empresa assegura que irá construir uma rede de fornecimento responsável e transparente que contribua de forma positiva para o desenvolvimento social, económico e ambiental nos locais de onde provêm os seus produtos. Finalmente, em 2020, a C&A terá iniciado uma comunicação com todos os seus fornecedores sobre programas que melhoram as condições  de vida  dos trabalhadores e proporcionar condições de trabalho mais seguras. “Serão também iniciados outros programas e parcerias que têm um impacto positivo nas vidas das pessoas, no trabalho e nas comunidades locais”, assegura a empresa.

A C&A tem mais de 1575 lojas em 21 países europeus e mais de 35.000 colaboradores. A empresa recebe mais de dois milhões de visitantes por dia, na Europa. Saiba mais sobre a política de sustentabilidade da empresa e recorde o episódio 280 do Economia Verde, que explica a estratégia de investimento da C&A em algodão orgânico.

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Águeda distinguida internacionalmente pelas boas práticas de sustentabilidade (com VÍDEO)


Águeda foi um dos 32 concelhos do país que foram distinguidos com o galardão EcoXXI, um prémio da Associação Bandeira Azul da Europa, que tem por objectivo reconhecer as boas práticas de sustentabilidade.

“É um corolário de tudo aquilo que fomos fazendo ao longo dos anos no sentido de tornar e de mostrar que estamos a ter atitudes de sustentabilidade e ter práticas que sejam adequadas aos dias de hoje e aos dias futuros”, conta o presidente da Câmara Municipal de Águeda (CMA), Gil Nadais, ao Economia Verde.

Foi a pensar nos aguedenses que surgiu a beAgueda, uma bicicleta eléctrica, que ainda está em fase de testes, que torna mais fáceis e económicos os trajectos pela cidade. “São empresas locais que produzem as bicicletas e CMA cede o espaço. Depois temos as pessoas que nos dão as duas impressões sobre a forma como utilizaram e se gostaram ou não da experiência”, indica Gil Nadais.

Carla Couceiro é uma das munícipes que usa estas bicicletas regularmente nas deslocações urbanas. “Custa utilizar bicicletas em Águeda porque a cidade tem vários declives, mas a bicicleta eléctrica facilita muito nessas subidas. Não gastamos tanta energia nem ficamos tão cansados. Neste momento temos uma avenida remodelada com uma ciclovia que dá para fazer um trajecto e é óptimo”, explica Carla Couceiro.

A iluminação LED de baixo consumo e elevada eficiência é outro dos pontos importantes para a distinção de Águeda, que tem em conta as várias parcerias com empresas da região.

Igualmente importante para o concelho é a Pateira de Fermentelos, a maior lagoa natural da Península Ibérica. “A pateira tem recantos belíssimos e grandes potencialidades de exploração turística na área da observação de aves”, indica o presidente da CMA.

Este ano, foram distinguidos 32 municípios com o galardão EcoXXI por se terem destacado em 2013 na concretização de políticas e medidas em prol do ambiente e do desenvolvimento sustentável.

O Economia Verde foi conhecer melhor Águeda e os seus projectos de sustentabilidade. Veja o episódio 341 aqui.

Foto: CidonioRinaldi / Creative Commons

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Neya Lisboa: o hotel que incentiva funcionários e hóspedes a utilizarem a bicicleta (com VÍDEO)


Situado no centro de Lisboa, na Estefânia, o Neya é um dos vários hotéis da capital a pôr em prática vários princípios sustentáveis. O incentivo ao uso da bicicleta é um deles. Além de sensibilizar os próprios funcionários para o uso das duas rodas, o hotel possui ainda um espaço para o parqueamento destes veículos, condições que levaram à obtenção do selo Empresa Amiga das Bicicletas, concedido pela MUBI – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta.

“Tentamos que o nosso pessoal tenha a mínima pegada ecológica a deslocar-se diariamente entre as suas casas e o hotel. Para isso sensibilizamos o nosso pessoal a vir para o hotel de bicicleta e temos uma zona de parqueamento segura e coberta onde arrumam as bicicletas”, explica Pedro Teixeira, responsável pela Qualidade, Ambiente e Segurança do Neya, ao Economia Verde.

As bicicletas estão também à disposição dos hóspedes para que possam apreciar a cidade sem impacto ambiental. A redução da pegada ecológica no Neya passa também pela iluminação maioritariamente em LEDs, pelo uso de painéis solares térmicos, papel com certificação florestal e pela separação rigorosa dos resíduos.

“Desde a gestão dos consumos energéticos, ao consumo da água, da gestão dos resíduos, medições de ruído, mobilidade, etc, tentamos cumprir todos os requisitos associados ao ambiente para atingir o nosso público-alvo e o nosso objectivo, que são as certificações”, indica Pedro Teixeira. A Green Key, 5-Leaf e Eco Líder são algumas das certificações de sustentabilidade já arrecadadas pelo Neya.

A política de sustentabilidade do hotel inclui ainda projectos sociais de envolvimento com o meio local. “Damos alojamento aos pais que vêm da outra ponta do país para ter uma consulta no Dona Estefânia ou para uma estadia mais curta ou mais longa com os filhos no hospital. A Casa Ronald McDonald não pode oferecer quartos porque está cheia e, por isso, vêm ter connosco. Nós oferecemos não só o quarto como também o acompanhamento desde o primeiro ao último dia aqui no hotel”, indica Francisco Lorite, director-geral do Neya.

Além da vertente ambiental e social o Neya privilegia ainda a utilização de produtos nacionais e sempre que é possível são adquiridos bens produzidos em Portugal, desde os géneros alimentícios ao mobiliário.

Para conhecer melhor as práticas de sustentabilidade do Neya Lisboa veja o episódio 333 do Economia Verde aqui.

Foto: Neya Lisboa

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ONG vai usar madeira certificada para construir moradias de emergência no Brasil


O FSC (Forest Stewardship Council) e a organização Teto Brasil, que actua em comunidades carentes de países latino-americanos, formaram uma parceria para que todas as casas construídas pela organização no Brasil sejam feitas com madeira certificada. A parceria entre as duas instituições reforça a preocupação com a sociedade e o ambiente.

“Quando um projecto social que garante direito à moradia escolhe, no seu processo de construção, produtos que também garantem direitos sociais, ambientais e económicos, isso é muito importante. Essa é a força da parceria: duas formas de lutas se fortalecendo: FSC Brasil e Teto. Estamos muito felizes em fazer parte disso”, explicou em comunicado Fabíola Zerbini, secretária-executiva do FSC Brasil.

Entre Abril de 2013 e Agosto deste ano, foram construídas no Brasil 468 casas de emergência com madeira certificada FSC. O entrave, actualmente, é a falta de fornecedores em alguns estados do país – e um dos objetivos da parceria é ampliar essa rede e garantir 100% dos materiais certificados.

“Melhorar a qualidade e durabilidade da moradia que construímos é um grande objectivo do Teto. Contar com parcerias como a do FSC é fundamental. Usar madeira certificada, além de nos trazer tranquilidade sobre o ambiente, traz-nos credibilidade e garantia de um bom trabalho com as comunidades em longo prazo”, afirma Denis Pacheco, director de construções da Teto Brasil.

A Teto está presente em 19 países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai, Nicarágua, República Dominicana e Venezuela.

Em 17 anos, e graças ao apoio de voluntários e parceiros, a ONG construiu mais de 100 mil moradias de emergência e mobilizou mais de 610 mil voluntários em todo o continente.

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Arquitecto português desenvolve novo conceito de penthouse sustentável (com FOTOS)


O arquitecto português Tiago Barros e a designer 3D Marisa Marques desenvolveram um novo conceito de penthouse sustentável, um projecto que visualiza uma nova solução para viver no topo dos prédios, num ambiente urbano. “Há andares de topo que se encontram esquecidos, nas cidades, e podem ser repensados e readpatados”, explicou ao Green Savers Tiago Barros.

Os profissionais propõem um apartamento com janelas inclinadas e que formam um ângulo perfeito, oferecendo uma vista de 360 graus sobre a cidade. As janelas estão ligadas por uma telhado verde ligeiramente curvado.

O terraço tem múltiplas funções: pode absorver a água da chuva, providenciar isolamento para o apartamento, reduzir a temperatura do ar urbano e criar um habitat de aves na cidade. Ele é composto por lajes de cimento pré-fabricado, membranas à prova de água, uma camada da drenagem e um sistema de auto-irrigação e plantas vivas.

Dentro da penthouse há três espaços diferentes, um para relaxamento, uma área de refeição e um quarto. Todos têm o mesmo tamanho e as paredes divisórias dispõem de todos os equipamentos necessários à vida no dia-a-dia, desde máquinas para a cozinha, armazenamento e cabos. O acesso ao apartamento faz-se pelo edifício pré-existente.

“Estas tipologias urbanas podem ser instsaladas em vários terraços em toda a cidade. As penthouses sustentáveis podem ser essenciais à vida animal na cidade e ajudar a melhorar o ambiente e condições de bem-estar dos seus cidadãos”, concluiu Tiago Barros.

Tiago Barros é já um arquitecto conhecido no Green Savers. Recorde a sua entrevista de 2011 e outros dos seus projectos. O Lofty Corner, o Digital Revolution, o Passing Cloud e o Sky Network.

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