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Tag Archive | "tecnologia"

O que fazer aos velhos telefones públicos?


Todas as grandes cidades têm uma rede de telefones públicos na maioria das suas ruas – absolutamente cruciais para o funcionamento das cidades há alguns anos, mas completamente obsoletos na era dos smartphones.

O Reino Unido, conhecido pelas suas cabines telefónicas vermelhas tem reconvertido os espaços obsoletos. Desde 2009 que mais de 1.500 cabines foram transformadas em floristas, pontos de informação, pequenas galerias de arte e até mesmo em pequenas bibliotecas. A British Telecom permite mesmo ao público adoptar uma destas cabines por apenas uma libra.

Parece que todas as grandes cidades estão a considerar o problema das cabines telefónicas obsoletas. A África do Sul vai transformar todas as suas 79.000 cabines telegónicas em pontos de wi-fi. A China está a fazer o mesmo desde 2011, refere o City Lab.

Em Nova Iorque, existem ainda 9.000 telefones públicos funcionais, mas o contrato destes telefones pagos termina em 2015 e a cidade ainda não sabe o que fazer às cabines ou que nova geração de telefones públicos virá. A cidade está à espera de receber propostas sobre a nova geração de telefones públicos.

Corre o rumor que a Google está entre as empresas interessadas em instalar a nova geração de telefones públicos em Nova Iorque, mas que tem intenção de transformar as cabines em algo mais que pontos de distribuição de wi-fi. Também a IBM, Samsung e a Cisco estiveram presentes nas sessões de esclarecimento sobre o futuro dos telefones públicos de Nova Iorque e poderá ser aqui que venha a nascer a nova geração de telefones públicos mundiais.

Foto: bubuninha / Creative Commons

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Ecrãs de safira do iPhone 6 serão fabricados com energia solar


Há pouco tempo, a Apple estava na mira dos activistas ambientais pela sua dependência dos combustíveis fósseis, mas esta imagem parece pertencer já ao passado. A multinacional norte-americana converteu todos os seus centros de dados às energias limpas e está a preparar-se para utilizar energia solar para fabricar os ecrãs de safira para o iPhone 6, numa fábrica do estado norte-americano do Arizona.

“Sabemos que os nossos clientes esperam que façamos as coisas certas sobre estes assuntos”, explicou ao jornal Guardian a vice-presidente de iniciativas ambientais, Lisa Jackson, que já foi a número 1 de Barack Obama para o ambiente.

Como é sabido, os centros de dados requerem uma enorme utilização de electricidade para manter as condições climatéricas perfeitas. Segundo Lisa Jackson, os clientes da empresa podem ter a garantia de que as novas centrais solares permitirão à Apple não prejudicar o ambiente nestas infra-estruturas.

“Se estiver a usar o seu iPhone, iPad, Siri ou a fazer o download de uma música, não precisa de se preocupar com as alterações climáticas – a Apple já o pensou por si. Estamos a utilizar energias limpas”, esclareceu.

Para fabricar os ecrãs de safira, a empresa está a instalar uma produção solar e geotérmica em Mesa, no Arizona. “Sabemos que quase 70% da nossa pegada de carbono está na cadeia de fornecimento, e estamos a trabalhar nas instalações que temos nos Estados Unidos”, concluiu Jackson.

Estas iniciativas já foram elogiadas pela própria Greenpeace, que durante anos atacou a Apple pela sua insustentabilidade ambiental. “Agora estão no topo das iniciativas ambientais. Há muitos centros de dados na Carolina do Norte e nenhum foi tão rápido a abraçar as energias renováveis como o da Apple”, garantiu David Pomerantz, director da Greenpeace.

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Fios de cobre podem substituir baterias dos carros eléctricos ou telemóveis


Investigadores da Universidade da Florida Central, Estados Unidos, descobriram uma forma de transformar fios eléctricos de cobre em condutores e armazenadores de energia, o que lhes permite passarem a ser utilizados para substituir baterias comuns em  carros eléctricos, telemóveis ou veículos espaciais.

No caso dos carros eléctricos e veículos especiais, esta inovação implicaria a não-utilização de baterias pesadas e de alto consumo e, com isso, todo o um novo design de produto. Os carros podem ser mais leves e mais eficientes e utilizar o lugar das baterias para outra qualquer coisa útil, avança o site da universidade. Por seu lado, os veículos espaciais precisariam de menos combustível e os seus lançamentos seriam mais baratos.

O estudo foi publicado na Advanced Materials e na Nature. “É uma ideia interessante,” explicou Jayan Thomas, professor de nanotecnologia, citado pelo Planeta Sustentável. “Quando fizemos as experiências e começámos a falar sobre elas, todos diziam: Pois, nunca pensei nisso.”

Os fios de cobres são apenas o começo. Com o tempo e a evolução da tecnologia, diz Thomas, poderão ser desenvolvidas fibras especiais com nanoestruturas para a condução e armazenamento de energia.

Se forem utilizadas células solares flexíveis junto destas fibras, o resultado pode ser, por exemplo, um casaco que alimentaria telemóveis. “É muito animador. Eu adoro ir para o laboratório e ver o que vamos fazer de seguida. Por vezes não funciona, mas mesmo os fracassos ensinam-nos muitas coisas,” revelou Thomas ao site da universidade.

Foto:  ab9kt / Creative Commons

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Cientista norte-americano cria pâncreas biónico para filho com diabetes


Quando tinha apenas 11 meses, David foi diagnosticado com diabetes do tipo 1. A doença afecta as células do pâncreas que produzem insulina (hormona que transforma hidratos de carbono como o açúcar em energia para o corpo). Treze anos depois, o seu pai, Ed Damiano, está perto de criar um gadget que pode mudar sua vida.

Trata-se de um pâncreas biónico, que está a ser desenvolvido pela equipa do engenheiro biomédico na Universidade de Boston, nos Estados Unidos. De acordo com o Planeta Sustentável, o dispositivo foi o tema de um artigo publicado na última edição da New England Journal of Medicine, respeitada publicação da área de ciência e medicina.

Neste pâncreas biónico, um sensor fica responsável por medir a quantidade de glicose no corpo. Depois, este indicador é processado por um app para iPhone, que determina a libertação de açúcar ou insulina por uma bomba acoplada ao paciente, a cada cinco minutos.

Segundo a equipa de investigação, o dispositivo tem apresentando melhores performances do que as tecnologias hoje usadas para controlar a glicémia.

Os estudos para o desenvolvimento do pâncreas biónico começaram em 2005, tendo a tecnologia sido testada em 2008. “Temos de submeter o dispositivo à aprovação do governo norte-americano no próximo ano e esperamos tê-lo aprovado até 2017”, explicou Damiano no texto sobre a pesquisa. Ele espera que o filho possa usar o pâncreas biónico quando estiver na faculdade.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a diabetes afeta cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo. Por ano, a doença causa três milhões de mortes. Segundo a OMS, a diabetes tornar-se-á na sétima maior causa de óbitos no mundo até 2030.

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Utilizadores queixam-se da nova app da EMEL


A EMEL, empresa de mobilidade e estacionamento de Lisboa, acabou de lançar uma nova forma de pagamento de estacionamento, que utiliza o smartphone para “tornar mais cómodo” este acto.

No entanto, dezenas de utilizadores têm-se queixado de que a app não funciona. “Ao fim de dois updates continuam a não ser possível registar”, escreveu hoje João Rosa. Veja também a app e as dezenas de queixas dos utilizadores, qua afirmam não se conseguirem registar.

“Depois da actualização continua sem funcionar”, explicou Paulo Alburquerque. “Parece-me uma excelente aplicação, mas não me consigo registar”, adianta Ana Alves.

A fase de lançamento decorre até Julho e abrange cerca de 10 mil lugares. Segundo a EMEL, quem instalar a app ePark terá um saldo de €10 para gastar. “É uma oferta limitada a um registo por pessoa”, explicou a empresa.

Veja quais os estacionamentos abrangidos por esta primeira fase do projecto.

“[Com esta app] acaba-se a preocupação de ir ao parquímetro, de ter sempre moedas e oferece-se ao utilizador a possibilidade de pagar apenas e só o tempo que estiver efectivamente estacionado, pois pode terminar o seu estacionamento a qualquer momento”, explicou João Dias, administrador de EMEL.

O registo na ePark deveria demora um minuto – basta colocar o email de utilizador e palavra-passe. A validação da conta é feita no momento e, de imediato, começa a utilizar-se o serviço. A app permite ao utilizador receber alertar quando o tempo que escolheu estiver a chegar ao fim, podendo, nessa altura, prolongar o estacionamento. A conta pode ser carregada através do multibanco ou paypal – é possível ainda ter mais do que uma viatura na mesma conta.

A app foi desenvolvida para os sistemas operativos Android, Windows Phone e IOS, estando já disponível para a loja Android. Quem tiver Windows Phone e IOS terá de esperar até Julho para fazer o download.

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Sensor desenvolvido por cientista portuguesa permite detectar bactérias perigosas de origem alimentar


Todos os anos milhões de pessoas são afectadas por doenças provocadas por bactérias de origem alimentar e algumas delas acabam mesmo por morrer. Uma das principais bactérias de origem alimentar que provoca estas mortes e doenças é a listéria, que dá origem à listeriose.

Contudo, investigadores da Universidade de Southampton, liderados pela portuguesa Salomé Gião, estão a testar um novo dispositivo que detecta a causa mais comum de listeriose, directamente, em superfícies onde os alimentos são preparados, sem necessidade de enviar amostras para serem testadas em laboratório.

A listeriose é causada pela bactéria Listera monocytogenes e afecta principalmente os recém-nascidos, os idosos, grávidas e doentes com imunodeficiência, embora seja uma doença rara. Os sintomas incluem febre, vómitos e diarreia. Se não for tratada, a bactéria pode espalhar-se pelo corpo e provocar doenças mais perigosas, como a meningite. Habitualmente a bactéria entra no organismo através de alimentos como o leite, queijo, peixe, carne e vegetais.

Porém, este novo sensor pode vir a evitar muitas complicações clínicas provocadas pela bactéria. O sensor está incorporado num dispositivo que utiliza ar comprimido e água para isolar as células da superfície a testar e em seguida coloca-as em contacto com um anticorpo especificamente preparado para a detecção, refere o Gizmag. Se a bactéria estiver presente o anticorpo via tornar-se fluorescente e esta fluorescência vai ser detectada por uma câmara concebida especificamente para o aparelho.

“Pesquisámos biofilmes em diferentes ambientes para procurara a pressão certa para remover as células de diferentes superfícies, sem prejudicar as próprias células”, explicou Salomé Gião, licenciada em Engenharia Biológica pela Universidade do Minho. “Também descobrimos que os biofilmes podem formar-se nas superfícies, mesmo se estão cobertos de água”.

Actualmente, as técnicas de detecção da bactéria baseiam-se em testes laboratoriais, que podem levar dias até se saber o resultado. Adicionalmente, apesar de os testes correntes identificarem todos os tipos de células, estes não discriminam as células vivas e perigosas e as células mortas e inofensivas. O novo dispositivo está concebido para ultrapassar estes problemas, com a capacidade de acumular e detectar o agente patogénico no local dentro de três a quatro horas. Veja uma foto da equipa da Universidade de Southampton – Salomé Gião está em primeiro plano.

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