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Tag Archive | "tecnologia"

Inovação dinamarquesa permite aquecer apenas a água que precisamos (com FOTOS)


Quando aquecemos água numa chaleira ou jarro de água eléctrico, é muito provável que muita dessa água seja desperdiçada – e, no processo, toda a energia que foi despendida para a aquecer. Para mitigar este problema, uma dupla de designers criou a Miito, uma chaleira que aquece apenas a água que queremos.

A Miito, que aquece a água por indução, é uma base que contém um electroíman e se liga à corrente. A base funciona com uma haste fina de metal com um grande pé redondo e uma ponta revestida de plástico. Para ferver o líquido, a haste é colocada no interior do recipiente, que fica sobre a base. A indução electromagnética aquece a haste de metal, e esta aquece a água.

Ao utilizar este processo, apenas a água do recipiente é aquecida. Não há excesso de água aquecida nem energia perdida – é ideal para aquecer chá, por exemplo. Para além de eficiente, o processo é bastante rápido, explica o Gizmag.

“A indução é uma forma muito eficiente de transferir energia”, explicou Nils Chudy, que desenvolveu o Miito com Jasmina Grase. “Acreditamos que uma chávena possa aquecer num minuto, mas ainda estamos a desenvolver [o aparelho]”, continuou.

Assim que o líquido começa a ferver, o Miito volta à arrefecer. Depois, a haste é retirada, limpa e colocada de volta no seu local, na base. Ainda não existe nenhuma data oficial de lançamento, mas os dois designers dizem que ela será enviada, a todos interessados, por email.

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Tecnologia limpa transforma água em combustível


A Sunfire, empresa de tecnologias limpas alemã, desenvolveu uma plataforma que converte H2O e CO2 (dióxido de carbono) em gasolina sintética, diesel e querosene – também conhecidos como hidrocarbonetos líquidos.

Segundo o Planeta Sustentável, a técnica é baseada no processo de Fischer-Tropsch juntamente a células eletrolisadoras de óxido sólido (SOECs, na sigla em inglês). Os SOECs são usados para converter energia elétrica – fornecida por fontes renováveis, como a eólica e solar – em vapor. Depois, o oxigémio é removido deste vapor para produzir hidrogénio.

Será esse hidrogénio que é utilizado para reduzir o CO2 – captado da atmosfera, precipitado de biogás ou recolhido utilizando processamento de resíduos de gás – em monóxido de carbono (CO); e o H2 e o CO resultantes são então sintetizados em combustível de alta pureza utilizando o processo de Fischer-Tropsch. O excesso de calor do processo é depois utilizado para criar mais vapor. Assim, garante a Sunfire, a taxa de eficiência chega aos 70%.

A capacidade de reciclagem de CO2 do equipamento atualmente é de 3,2 toneladas por dia, produzindo um barril de combustível durante o mesmo período. “Este equipamento permite-nos provar a viabilidade técnica em escala industrial”, explicou Christian von Olshausen, CTO da Sunfire.

“Agora é uma questão de factores regulatórios acertarem-se de modo a darem aos investidores um nível suficiente de segurança no planeamento. Assim que tal acontecer, será possível dar início à substituição, passo-a-passo, de combustíveis fósseis. Se queremos alcançar a autonomia de combustível no longo prazo, precisamos de começar hoje”, concluiu.

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ITeCons, universidades do Minho e Aveiro criam plataforma para valorização sustentável dos resíduos


O Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico em Ciências da Construção (ITeCons), juntamente com a TecMinho/ Universidade do Minho e a Universidade de Aveiro, criou uma plataforma de estímulo e divulgação para a valorização sustentável de resíduos, a Shared Wasted Solutions (SWS), explicou ao Green Savers César Cardoso, investigador do projecto.

Numa época em que a fragilidade económica e ambiental coloca novos desafios ao sector produtivo, esta plataforma representa um projecto inovador na definição de estratégias para a sustentabilidade dos programas de valorização resíduos da indústria”, explicou o responsável.

De acordo com César Cardoso, um maior aproveitamento possível dos processos produtivos é hoje factor de diferenciação e de competitividade para as empresas, como forma de suprimir o custo económico-ambiental associado à eliminação de resíduos.

“Apesar do esforço que tem sido efectuado no sistema nacional de gestão de resíduos, identificaram-se com esta plataforma várias oportunidades de melhoria”, continua César Cardoso. Assim, ele permite credibilizar e divulgar eficazmente as soluções de valorização de resíduos que não encontram espaço no mercado sem esse impulso; apoiar os produtores de resíduos na sustentação de pedidos de reclassificação de resíduos em subprodutos; e criar um fórum que concilie o interesse das entidades produtoras de resíduos com a capacidade técnica do sistema científico e tecnológico, num esforço coordenado para a construção de soluções sustentáveis de gestão de resíduos.

A plataforma é composta por um “moderno sistema de informação” e uma rede de contactos que, no seu conjunto, servirão de veículo de cooperação entre empresas e entidades do sistema científico e tecnológico, tornando o conhecimento e experiências mais acessíveis e ao alcance de todos.

“Pretende-se envolver empresas que detenham resíduos, instituições do sistema científico que possuam conhecimento científico ou tecnológico passíveis de serem incorporados na valorização de resíduos ou instituições interessadas em utilizar soluções sustentáveis e com isso desenvolver o mercado de produtos com elevado valor acrescentado de baixo impacto ambiental”, concluiu o professor. “A gestão eficiente de resíduos representa um momento de oportunidade”, concluiu.

O projecto é co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional – FEDER, através do Programa Operacional Factores de Competitividade Sistema de Apoio a Acções Colectivas – SIAC.

Conheça melhor o projecto.

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O aquário inteligente que se limpa sozinho (com FOTOS)


Limpar aquários é uma tarefa que aborrece muitos donos de peixes. Mas esta pode ser uma tarefa do passado, pois uma jovem designer britânica inventou um aquário que nunca precisa de limpeza, assim como também não é necessário mudar a água nem o filtro. É apenas necessário repor a água que vai evaporando naturalmente e alimentar os peixes.

Este é o conceito criado pela estudante da Loughborough University, Suzy Shelley. O aquário chama-se Avo e tem uma capacidade de 15 litros, estando equipado com uma tecnologia que permite aos peixes, plantas e bactérias trabalhar em conjunto para criar um ecossistema equilibrado.

O fundo do aquário está em constante movimento, o que permite reciclar as velhas bactérias em alimento para as plantas que crescem no aquário, criando espaço para as novas bactérias prosperarem. “A amónia, nitrito e nitrato são naturalmente removidos da água, o que significa que a água nunca necessita de ser mudada”, indica a estudante, citada pelo Daily Mail.

O aquário possui uma lâmpada LED inteligente optimizada para a fotossíntese e crescimento das plantas, que permitem manter a água limpa. A lâmpada torna-se vermelho suave de manhã, branca durante o dia e azul à noite. O aquário foi concebido para peixes tropicais, com uma temperatura de água constante, 27 graus Celsius. As plantas estão dispostas em sete vasos para que sejam de fácil manutenção e movimentação, o que permite mudar o visual do tanque.

Suzy Shelley demorou mais de quatro anos para desenvolver o aquário, que está agora em fase de angariação de fundos numa plataforma de crowdfunding. O aquário pode ser pré-encomendado por €190 mais portes de envio e deverá começar a ser entregue em Julho de 2015.

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Munique quer 100% de energia limpa até 2025


Dentro de onze anos, a terceira cidade alemã, Munique, quer deixar de depender de combustíveis fósseis. O desafio é praticamente impossível – a Stadtwerke München, empresa municipal de electricidade, terá de produzir 7,5 mil milhões de kilowwats hora de energia verde, para uma população de mais de um milhão de pessoas –, mas a cidade da Baviera acredita que lá poderá chegar.

Entre os diversos projectos já em andamento para alcançar a meta destaque para a instalação de uma central hidreléctrica instalada no Rio Isar. O funcionamento da centrla garantiu o abastecimento de energia de fonte limpa a quatro mil casas da cidade alemã. E no zoológico de Munique, o esterco de elefante é convertido em biocombustível.

Segundo o Planeta Sustentável a Stadtwerke München também tem investido em projectos renováveis noutros países europeus, como uma central solar na Andaluzia, na Espanha, e em quintas eólicas no Mar do Norte, entre a Inglaterra e a Escandinávia. A electricidade produzida nestes lugares alimenta a rede integrada da Europa. Muitas empresas e comerciantes locais também estão a fazendo a sua parte, ao optar por energia limpa junto às suas companhias de eletricidade.

É certo que a Alemanha é um dos países mais avançados do mundo no que toca a iniciativas de sustentabilidade e tecnologias verdes, mas nem mesmo esta liderança conseguirá levar Munique para a auto-suficiência energética sustentável até 2025.

Foto: Mihai Dragan / Creative Commons

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EMEL oferece €10 em estacionamento até terça-feira


A Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa (EMEL) está a lançar uma aplicação para facilitar o pagamento do tarifário de estacionamento através de smartphone, a ePark, e oferece €10 a todos os utilizadores que a instalarem até 30 de Setembro, terça-feira – sim, leu bem, oferece.

De acordo com o Menos Um Carro, a aplicação permite uma “melhor gestão dos gastos”,  já que o utilizador “apenas paga pelo tempo efectivo de estacionamento”. Ao estacionar, o utilizador deve aceder à aplicação, seleccionar a opção ‘Iniciar’ e o tempo começa a contar até ao período máximo permitido nessa zona. Quando regressa ao carro, basta seleccionar a opção ‘Terminar’ e concluir o pagamento.

É ainda possível controlar o período de estacionamento, reduzindo ou aumentando remotamente o mesmo sempre que necessário, ou seja, se está longe do carro e o tempo que tinha pago terminar, pode prolongá-lo recorrendo à aplicação; se, pelo contrário, demorar menos tempo do que tinha pago inicialmente, pode parar a contagem e “só o valor correspondente ao período real que o carro esteve estacionado lhe é debitado”.

A aplicação ePark da EMEL foi testada num projecto-piloto que arrancou em Junho deste ano em algumas zonas de Lisboa e foi agora ampliada a toda a área metropolitana. A aplicação ePark está também disponível para os dispositivos Android e iOS.

A empresa anunciou recentemente também o lançamento de um projecto que avisa onde há lugares vagos de estacionamento. Esta aplicação, lançada com o objectivo de facilitar a procura de lugares para estacionar os automóveis, já foi testada na Avenida da Praia da Vitória (junto ao Saldanha) e funciona através de sensores colocados no alcatrão.

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