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Tag Archive | "tecnologia"

5 locais remotos nunca antes vistos (com FOTOS)


A empresa chinesa Tencent, uma espécie de Google Street do gigante asiático, lançou o maior projecto de imagens territoriais daquele país, que cobre as principais cidades mas também, ao contrário do que se poderia esperar, várias áreas remotas.

Como colosso geográfico, a China esconde belezas inimagináveis, muitas delas remotas e praticamente impossíveis de lá chegar. É aqui que o projecto se torna mais interessante, uma vez que há pelo menos cinco regiões pouco ou nada conhecidas que foram alvo da reportagem fotográfica.

A Tencent Maps afirma que catalogou partes do país que os chineses nunca terão a oportunidade de ver. E se os próprios chineses não conhecerão, o que dizer do resto da população global? Veja cinco dos locais mais remotos do mundo, provavelmente pela primeira vez.

1.Ilhas Diaoyu / Senkaku

Os chineses chamam-lhe ilhas Diaoyu, os japoneses Senkaku, mas o local é o mesmo e disputado pelas duas nações. O mapa da Tencent inclui imagens de satélite das ilhas e permite ao utilizador passear por cada uma delas.

2. (fotos 2 a 5) Yueyaquan, um oásis no deserto

O lago Yueyaquan encontra-se situado no deserto de Gansu, no norte chinês. Com 218 metros de comprimentos, ele foi em tempos um dos locais mais importantes da rota da seda, por razões óbvias. Hoje, ironicamente, é um local remoto.

3. (fotos 6 a 9) Montanhas do Grande Khingan

A montanha do Grande Khingan é uma elevação entre 1.200 a 1.300 metros e local de origem das minorias étnicas do nordeste chinês, como os oroqen – que ainda lá vivem, aliás.

4. (fotos 10 a 13) O rio Yarlung

O mapa permite aos utilizadores navegarem ao longo deste rio que nasce no Tibete e chega até à Índia.

5. (foto 14).Base do Monte Evereste

Há tempos, o Google lançou mapas dos quatro maiores picos do mundo. A Tencent seguiu a mesma estratégia e enviou fotógrafos ao campo base do Evereste, no Tibete. Como o Google Street não foi autorizado a entrar na China, esta é outra novidade disponibilizada pelo Tencent.

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A ferramenta online que poupa tempo e dinheiro ao sector do ambiente (com VÍDEO)


Joana Custódio e João Silva trabalham na Câmara Municipal de Rio Maior e monitorizam a qualidade da água do concelho. Para simplificarem o registo dos valores utilizam a Earth Indicators, uma nova ferramenta – e plataforma web – que vem colmatar a falta de tecnologia no sector ambiental.

“O objectivo é reduzir o tempo entre o levantamento de dados e a sua análise. Pretendemos que os nossos clientes consigam tomar decisões mais informadas e atempadas”, explicou ao Economia Verde Nuno Boavida, da Earth Indicators.

A ferramenta pode ser utilizada em qualquer sector que precise de monitorização ambiental – sendo uma plataforma online, ela pode transmitir dados em tempo real para qualquer parte do mundo, facilitando a tomada de decisões com base nos indicadores introduzidos.

“Há semanas de trabalho que podem ser esmagadas”, explicou João Santos, também da Earth Indicators. “O tempo de resposta a situações de emergência [também será menor]”.

Um dos sectores que já utiliza a Earth Indicators é o das salinas. “A partir do momento em que fazemos a recolha da água teríamos de a analisar, e só vários dias depois é que os dados chegavam até nós. A produção é agora mais eficiente”, explica Luís Lopes, produtor de sal em Rio Maior.

“Estamos a acrescentar inovação ao processo da evaporação. Esta é uma tecnologia importantíssima para percebermos as alterações [na produção]”, continuou o responsável.

Nuno Boavista, João Santos e Nuno Freire têm um passado ligado à engenharia informática, ambiental e civil e o Earth Indicators é o seu passaporte para pôr de lado a ideia de rumar ao estrangeiro, à procura do incerto, e fixar-se definitivamente em Portugal. E é também por isso que o episódio 298 do Economia Verde é – também – tão importante.

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A app portuguesa que cuida das plantas por nós (com VÍDEO)


Gonçalo Cabrita adora hortas urbanas e sempre teve uma na varanda. “Sempre quis ter coisas frescas para cozinhar, mas comecei a ter falta de espaço, sempre fui um pouco preguiçoso para cuidar das plantas”, confessou ao Economia Verde.

Preguiçoso para cuidar das plantas mas não para conceber um sistema que mecanicamente o faz, ou não tivesse Gonçalo formação em robótica. Depois de desenvolver o conceito, Gonçalo percebeu que ele tinha tudo para ser comercializado e foi aí que nasceu a Coolfarm.

Esta aplicação permite cuidar de plantas à distância pelo tablet ou smartphone. “Temos uma valência muito grande da robótica e estamos a usar isso para criar um sistema revolucionário e inteligente, que está depois ligado à nossa cloud, onde armazenamos todos os dados necessários ao crescimento saudável da planta”, continuou Gonçalo Cabrita.

É na cloud que estão todas as informações que permitem à Coolfarm tratar das plantas da melhor maneira. A aplicação utiliza a técnica da hidroponia, que permite o cultivo de plantas sem solo – as raízes recebem os nutrientes através da água.

Segundo Gonçalo, o projecto é perfeito para as grandes estufas, e os primeiros contactos estão já a ser feitos. “Temos também bastantes agricultores interessados em testar o nosso produto. Eles serão os nossos primeiros clientes, irão ajudar a testar o produto e torná-lo robusto para depois nos podermos internacionalizar e crescer lá fora.

As grandes culturas hidropónicas encontram-se na Holanda, um mercado onde a Coolfarm pretende estar presente. “Queremos criar um sistema de alimentação sustentável. Os nossos solos estão a ficar gastos, devido à industrialização da agricultura, e a hidroponia resolve esse problema, uma vez que é altamente sustentável, consome menos água e recursos”, concluiu Gonçalo Cabrita, que fundou o projecto em Coimbra com três outros sócios.

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Células solares transparentes podem converter janelas em painéis fotovoltaicos


A ideia de painéis solares completamente transparentes sempre foi encarada como uma espécie de sonho. A existência de tal tecnologia significaria que seria possível converter as janelas em geradores de energia e produzir telemóveis e outros dispositivos electrónicos com ecrãs que se auto-carregassem.

Porém, esta realidade pode estar mais próxima do que se imagina pois uma equipa de investigadores da Michigan State University desenvolveu recentemente um novo tipo de célula solar transparente, escreve o Grist. Chamada “concentrador solar luminescente transparente”, a nova tecnologia utiliza pequenas moléculas orgânicas que absorvem os raios solares e canalizam-nos para as células solares.

No passado, os cientistas conseguiram criar células solares parcialmente transparentes, mas nunca células completamente translúcidas. Estas células trazem novas possibilidades de aplicação, como grandes edifícios com muitas janelas e qualquer tipo de dispositivo móvel.

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O que fazer aos velhos telefones públicos?


Todas as grandes cidades têm uma rede de telefones públicos na maioria das suas ruas – absolutamente cruciais para o funcionamento das cidades há alguns anos, mas completamente obsoletos na era dos smartphones.

O Reino Unido, conhecido pelas suas cabines telefónicas vermelhas tem reconvertido os espaços obsoletos. Desde 2009 que mais de 1.500 cabines foram transformadas em floristas, pontos de informação, pequenas galerias de arte e até mesmo em pequenas bibliotecas. A British Telecom permite mesmo ao público adoptar uma destas cabines por apenas uma libra.

Parece que todas as grandes cidades estão a considerar o problema das cabines telefónicas obsoletas. A África do Sul vai transformar todas as suas 79.000 cabines telegónicas em pontos de wi-fi. A China está a fazer o mesmo desde 2011, refere o City Lab.

Em Nova Iorque, existem ainda 9.000 telefones públicos funcionais, mas o contrato destes telefones pagos termina em 2015 e a cidade ainda não sabe o que fazer às cabines ou que nova geração de telefones públicos virá. A cidade está à espera de receber propostas sobre a nova geração de telefones públicos.

Corre o rumor que a Google está entre as empresas interessadas em instalar a nova geração de telefones públicos em Nova Iorque, mas que tem intenção de transformar as cabines em algo mais que pontos de distribuição de wi-fi. Também a IBM, Samsung e a Cisco estiveram presentes nas sessões de esclarecimento sobre o futuro dos telefones públicos de Nova Iorque e poderá ser aqui que venha a nascer a nova geração de telefones públicos mundiais.

Foto: bubuninha / Creative Commons

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Ecrãs de safira do iPhone 6 serão fabricados com energia solar


Há pouco tempo, a Apple estava na mira dos activistas ambientais pela sua dependência dos combustíveis fósseis, mas esta imagem parece pertencer já ao passado. A multinacional norte-americana converteu todos os seus centros de dados às energias limpas e está a preparar-se para utilizar energia solar para fabricar os ecrãs de safira para o iPhone 6, numa fábrica do estado norte-americano do Arizona.

“Sabemos que os nossos clientes esperam que façamos as coisas certas sobre estes assuntos”, explicou ao jornal Guardian a vice-presidente de iniciativas ambientais, Lisa Jackson, que já foi a número 1 de Barack Obama para o ambiente.

Como é sabido, os centros de dados requerem uma enorme utilização de electricidade para manter as condições climatéricas perfeitas. Segundo Lisa Jackson, os clientes da empresa podem ter a garantia de que as novas centrais solares permitirão à Apple não prejudicar o ambiente nestas infra-estruturas.

“Se estiver a usar o seu iPhone, iPad, Siri ou a fazer o download de uma música, não precisa de se preocupar com as alterações climáticas – a Apple já o pensou por si. Estamos a utilizar energias limpas”, esclareceu.

Para fabricar os ecrãs de safira, a empresa está a instalar uma produção solar e geotérmica em Mesa, no Arizona. “Sabemos que quase 70% da nossa pegada de carbono está na cadeia de fornecimento, e estamos a trabalhar nas instalações que temos nos Estados Unidos”, concluiu Jackson.

Estas iniciativas já foram elogiadas pela própria Greenpeace, que durante anos atacou a Apple pela sua insustentabilidade ambiental. “Agora estão no topo das iniciativas ambientais. Há muitos centros de dados na Carolina do Norte e nenhum foi tão rápido a abraçar as energias renováveis como o da Apple”, garantiu David Pomerantz, director da Greenpeace.

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