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Tag Archive | "tecnologia"

Fios de cobre podem substituir baterias dos carros eléctricos ou telemóveis


Investigadores da Universidade da Florida Central, Estados Unidos, descobriram uma forma de transformar fios eléctricos de cobre em condutores e armazenadores de energia, o que lhes permite passarem a ser utilizados para substituir baterias comuns em  carros eléctricos, telemóveis ou veículos espaciais.

No caso dos carros eléctricos e veículos especiais, esta inovação implicaria a não-utilização de baterias pesadas e de alto consumo e, com isso, todo o um novo design de produto. Os carros podem ser mais leves e mais eficientes e utilizar o lugar das baterias para outra qualquer coisa útil, avança o site da universidade. Por seu lado, os veículos espaciais precisariam de menos combustível e os seus lançamentos seriam mais baratos.

O estudo foi publicado na Advanced Materials e na Nature. “É uma ideia interessante,” explicou Jayan Thomas, professor de nanotecnologia, citado pelo Planeta Sustentável. “Quando fizemos as experiências e começámos a falar sobre elas, todos diziam: Pois, nunca pensei nisso.”

Os fios de cobres são apenas o começo. Com o tempo e a evolução da tecnologia, diz Thomas, poderão ser desenvolvidas fibras especiais com nanoestruturas para a condução e armazenamento de energia.

Se forem utilizadas células solares flexíveis junto destas fibras, o resultado pode ser, por exemplo, um casaco que alimentaria telemóveis. “É muito animador. Eu adoro ir para o laboratório e ver o que vamos fazer de seguida. Por vezes não funciona, mas mesmo os fracassos ensinam-nos muitas coisas,” revelou Thomas ao site da universidade.

Foto:  ab9kt / Creative Commons

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Cientista norte-americano cria pâncreas biónico para filho com diabetes


Quando tinha apenas 11 meses, David foi diagnosticado com diabetes do tipo 1. A doença afecta as células do pâncreas que produzem insulina (hormona que transforma hidratos de carbono como o açúcar em energia para o corpo). Treze anos depois, o seu pai, Ed Damiano, está perto de criar um gadget que pode mudar sua vida.

Trata-se de um pâncreas biónico, que está a ser desenvolvido pela equipa do engenheiro biomédico na Universidade de Boston, nos Estados Unidos. De acordo com o Planeta Sustentável, o dispositivo foi o tema de um artigo publicado na última edição da New England Journal of Medicine, respeitada publicação da área de ciência e medicina.

Neste pâncreas biónico, um sensor fica responsável por medir a quantidade de glicose no corpo. Depois, este indicador é processado por um app para iPhone, que determina a libertação de açúcar ou insulina por uma bomba acoplada ao paciente, a cada cinco minutos.

Segundo a equipa de investigação, o dispositivo tem apresentando melhores performances do que as tecnologias hoje usadas para controlar a glicémia.

Os estudos para o desenvolvimento do pâncreas biónico começaram em 2005, tendo a tecnologia sido testada em 2008. “Temos de submeter o dispositivo à aprovação do governo norte-americano no próximo ano e esperamos tê-lo aprovado até 2017”, explicou Damiano no texto sobre a pesquisa. Ele espera que o filho possa usar o pâncreas biónico quando estiver na faculdade.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a diabetes afeta cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo. Por ano, a doença causa três milhões de mortes. Segundo a OMS, a diabetes tornar-se-á na sétima maior causa de óbitos no mundo até 2030.

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Utilizadores queixam-se da nova app da EMEL


A EMEL, empresa de mobilidade e estacionamento de Lisboa, acabou de lançar uma nova forma de pagamento de estacionamento, que utiliza o smartphone para “tornar mais cómodo” este acto.

No entanto, dezenas de utilizadores têm-se queixado de que a app não funciona. “Ao fim de dois updates continuam a não ser possível registar”, escreveu hoje João Rosa. Veja também a app e as dezenas de queixas dos utilizadores, qua afirmam não se conseguirem registar.

“Depois da actualização continua sem funcionar”, explicou Paulo Alburquerque. “Parece-me uma excelente aplicação, mas não me consigo registar”, adianta Ana Alves.

A fase de lançamento decorre até Julho e abrange cerca de 10 mil lugares. Segundo a EMEL, quem instalar a app ePark terá um saldo de €10 para gastar. “É uma oferta limitada a um registo por pessoa”, explicou a empresa.

Veja quais os estacionamentos abrangidos por esta primeira fase do projecto.

“[Com esta app] acaba-se a preocupação de ir ao parquímetro, de ter sempre moedas e oferece-se ao utilizador a possibilidade de pagar apenas e só o tempo que estiver efectivamente estacionado, pois pode terminar o seu estacionamento a qualquer momento”, explicou João Dias, administrador de EMEL.

O registo na ePark deveria demora um minuto – basta colocar o email de utilizador e palavra-passe. A validação da conta é feita no momento e, de imediato, começa a utilizar-se o serviço. A app permite ao utilizador receber alertar quando o tempo que escolheu estiver a chegar ao fim, podendo, nessa altura, prolongar o estacionamento. A conta pode ser carregada através do multibanco ou paypal – é possível ainda ter mais do que uma viatura na mesma conta.

A app foi desenvolvida para os sistemas operativos Android, Windows Phone e IOS, estando já disponível para a loja Android. Quem tiver Windows Phone e IOS terá de esperar até Julho para fazer o download.

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Sensor desenvolvido por cientista portuguesa permite detectar bactérias perigosas de origem alimentar


Todos os anos milhões de pessoas são afectadas por doenças provocadas por bactérias de origem alimentar e algumas delas acabam mesmo por morrer. Uma das principais bactérias de origem alimentar que provoca estas mortes e doenças é a listéria, que dá origem à listeriose.

Contudo, investigadores da Universidade de Southampton, liderados pela portuguesa Salomé Gião, estão a testar um novo dispositivo que detecta a causa mais comum de listeriose, directamente, em superfícies onde os alimentos são preparados, sem necessidade de enviar amostras para serem testadas em laboratório.

A listeriose é causada pela bactéria Listera monocytogenes e afecta principalmente os recém-nascidos, os idosos, grávidas e doentes com imunodeficiência, embora seja uma doença rara. Os sintomas incluem febre, vómitos e diarreia. Se não for tratada, a bactéria pode espalhar-se pelo corpo e provocar doenças mais perigosas, como a meningite. Habitualmente a bactéria entra no organismo através de alimentos como o leite, queijo, peixe, carne e vegetais.

Porém, este novo sensor pode vir a evitar muitas complicações clínicas provocadas pela bactéria. O sensor está incorporado num dispositivo que utiliza ar comprimido e água para isolar as células da superfície a testar e em seguida coloca-as em contacto com um anticorpo especificamente preparado para a detecção, refere o Gizmag. Se a bactéria estiver presente o anticorpo via tornar-se fluorescente e esta fluorescência vai ser detectada por uma câmara concebida especificamente para o aparelho.

“Pesquisámos biofilmes em diferentes ambientes para procurara a pressão certa para remover as células de diferentes superfícies, sem prejudicar as próprias células”, explicou Salomé Gião, licenciada em Engenharia Biológica pela Universidade do Minho. “Também descobrimos que os biofilmes podem formar-se nas superfícies, mesmo se estão cobertos de água”.

Actualmente, as técnicas de detecção da bactéria baseiam-se em testes laboratoriais, que podem levar dias até se saber o resultado. Adicionalmente, apesar de os testes correntes identificarem todos os tipos de células, estes não discriminam as células vivas e perigosas e as células mortas e inofensivas. O novo dispositivo está concebido para ultrapassar estes problemas, com a capacidade de acumular e detectar o agente patogénico no local dentro de três a quatro horas. Veja uma foto da equipa da Universidade de Southampton – Salomé Gião está em primeiro plano.

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Jovem de 15 anos das Filipinas cria palmilha que ajuda a carregar iPod com os pés (com FOTOS)


O jovem Angelo Casimiro, de apenas 15 anos, inventou uma palmilha de sapato capaz de produzir electricidade suficiente para carregar pequenos dispositivos USB, como um iPod. Para tal, basta ao utilizador do aparelho caminhar. Apenas caminhar.

O aparelho é composto de materiais piezoeléctricos que, segundo Casimiro, conseguem gerar energia eléctrica quando pressionados. Durante os testes da palmilha, o jovem das Filipinas descobriru que correr por oito horas seguidas pode carregar uma bateria Li-ion de 400 mAh. Depois de inventar a palmilha, o jovem até fez um tutorial sobre como criar este carregador.

Angelo Casimiro inscreveu o seu projecto na Google Science Fair, a feira de inovação e tecnologia online para jovens entre os 13 e os 18 anos – e é por isso que a notícia chegou até nós. O vencedor irá conhecer a base de lançamentos da Virgin Galactic, nos Estados Unidos, e estará entre os primeiros a cumprimentar os astronautas, quando estes voltarem à Terra, entre outros prémios.

“Isto pode fornecer energia para aparelhos pessoais, sobretudo se vivermos em áreas remotas, sem electricidade. Pode carregar lanternas, rádios, telemóveis ou outro qualquer dispositivo USB”, explicou Angelo neste vídeo.

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ONG chinesa desenvolve aplicação que monitoriza poluição nas cidades


Todos os dias surgem novas críticas à forma como o Governo chinês está a ignorar a poluição nas cidades – muitas delas, é verdade, podem ser consideradas estranhas ou pouco ortodoxas. Não é o caso desta notícia, porém, que aborda a aplicação para telemóvel desenvolvida pelo Instituto de Assuntos Públicos e Ambientais, que irá monitorizar a qualidade do ar em 190 cidades daquele País.

Segundo o Washington Post, a aplicação desta ONG fornece actualizações, a cada hora, das emissões de gases de efeito estufa de 370 grandes empresas no país. Elas são obrigadas a informar as autoridades locais sobre as suas emissões – o ministério do ambiente chinês exige estes números a 15.000 empresas –  pelo esta é a fonte dos dados.

A app foi lançada anteontem, cerca de um mês depois de o Parlamento chinês ter revisto a lei de proteção ambiental, para dar aos grupos não-governamentais mais poder de penalizar as empresas que excedam os novos limites de poluentes.

“Quando sujeitos ao exame público, dados não razoáveis ou ilógicos podem ser identificados por grupos ambientais ou especialistas com conhecimentos e habilidades profissionais”, explicou Wang Yan, director do National Resources Defense Council para a China.

Recorde-se que ainda há três anos as autoridades chinesas decidiram manter em segredo suas informações sobre as PM2.5, pequenas partículas no ar consideradas perigosas para a saúde – e um bom elemento para avaliar a qualidade do ar.

Aparentemente, o combate à poluição tornou-se na nova prioridade da agenda do Partido Comunista, que durante anos promoveu um rápido crescimento económico, mas com pouca preocupação com o impacto ambiental.

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