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Tag Archive | "União Europeia"

Inovação europeia vai pôr veículos eléctricos a estacionarem-se sozinhos


Investigadores da Alemanha, Itália, Reino Unido e Suíça estão a desenvolver um sistema que permite que veículos eléctricos sem condutor possam navegar sozinhos em parques de estacionamento ou pontos de carregamento. Denominado V-CHARGE, o projecto é financiado em €5,6 milhões pela União Europeia e estará disponível nos próximos anos.

O sistema é pioneiro e permitirá aos condutores deixarem o seu carro em frente de um parque de estacionamento, utilizando uma aplicação para smartphone, para começar o sistema de estacionamento. O veículo irá então ligar-se ao servidor do parque de estacionamento e circular sozinho até ao local de estacionamento escolhido por este.

Outra das ideias do projecto é programar o carro para, estando numa garagem particular, circular sozinho até um posto de carregamento. Também neste caso, o veículo pode começar a circular a partir de uma aplicação para smartphone – o carro regressa sozinho à garagem, ficando imediatamente pronto para arrancar noutra viagem, agora com o seu condutor e proprietário.

“Queremos utilizar a tecnologia para darmos à pessoas uma melhor mistura de transporte público e privado”, explicou o gestor do projecto, Paul Furgale, ao site de ambiente da União Europeia.

Furgale, que trabalha no Instituto de Tecnologia de Zurique, acredita que a mesma tecnologia poderá ser utilizada para desenvolver um sistema autónomo de estacionamento de veículos eléctricos nas ruas das vilas e cidades. “O desafio será maior, mas se os mapas estiverem correctos, o resto da tecnologia acompanhará [a inovação]”, continuou.

A primeira versão deste sistema foi apresentada no aeroporto de Estugarda, em Abril, e deverá estar concluída em 2015. Ainda não há data, porém, para ela ser posta em prática.

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Reino Unido pede à UE para manter uma das centrais a carvão mais poluentes da Europa


O Governo britânico está a tentar convencer a Comissão Europeia para manter em actividade uma das mais poluentes centrais de carvão do velho continente, apesar de as suas emissões de óxido de nitrogénio excederem cinco vezes os limites legais.

A central de Aberthaw situa-se no sul de gales e está em 23º lugar na lista das 30 centrais a carvão mais poluentes da Europa. Para agravar esta questão, as emissões de óxido de nitrogénio, que causam problemas respiratórios e doenças pulmonares, são extremamente altas.

A fábrica foi desenhada especificamente para queimar carvão nesta área, uma vez que este é invulgarmente difícil de inflamar e precisa de um químico para tal efeito. Este processo origina emissões de óxido de nitrogénio na ordem dos 1.000 mg / Nm3 – o limite da União Europeia é de 200 mg / Nm3, pelo que a fábrica terá de ser encerrada até 2016.

Segundo o Business Green, o Governo britânico acredita que esta central pode ser a excepção que foge à regra dos desmantelamentos devido a excesso de poluição e já reiterou que não pensa fechar a fábrica.

“O facto de [o departamento de ambiente britânico] estar a tentar manter uma das centrais mais poluentes da Europa é uma paródia. Se o pedido do Governo for bem sucedido, Aberthaw continuará a produzir emissões tóxicas e a piorar a saúde das pessoas para os próximos ano”, explicou Jimmy Aldridge, analista de energia da Greenpeace.

Na lista das 30 centrais a carvão mais poluentes da Europa, Sines está pouco abaixo de Aberthaw, no 27º lugar. Será que também vai fazer lóbi para evitar o encerramento em 2106? Ou tornar-se-á mais limpa?

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UE: venda de carros eléctricos aumenta para o dobro em 2013


A venda de veículos eléctricos na União Europeia aumentou para o dobro em 2013. Foram vendidos cerca de 50.000 destes veículos. Em 2012, o número de carros vendidos foi apenas de 22.000. Um dos principais motivos para o aumento das vendas foi a introdução de novos modelos de marcas diferentes no mercado automóvel.

Contudo, apesar do aumento, o número de carros eléctricos vendidos ainda é uma pequena percentagem do total de automóveis. Em cada 250 carros vendidos, apenas um é eléctrico.

“Os carros eléctricos estão a crescer consistentemente. Mas a verdade é que ainda são muito caros para a maioria das pessoas considerar a sua compra”, indica Greg Archer, da European Federation for Transport and Environment, cita o Guardian. “Os preços vão descer com o tempo, mas esta é uma mudança que vai levar tempo”, afirma.

Os três modelos de carros eléctricos que dominaram as vendas em 2013 foram o Renault Zoe, o Mitsubishi Outlander e o Volvo V60 plug-in.

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União Europeia proíbe importação de peixe proveniente de pesca ilegal do Belize, Camboja e Guiné


A União Europeia (UE) vai impor pela primeira vez restrições à importação de peixe proveniente da pesca ilegal em três países. Assim, os Estados-membros vão estar impedidos de importar peixe do Belize, Camboja e Guiné. Adicionalmente, os barcos europeus vão também deixar de poder navegar nas águas destes três países. A imposição depois de a comunidade europeia considerar que o Belize, Camboja e Guiné falharam no combate à pesca ilegal.

Estes três países fazem parte de uma lista de oito nações, identificadas em Novembro de 2012 pela Comissão Europeia, que são acusadas de monitorizarem inadequadamente as suas frotas pesqueiras, não imporem sanções aos praticantes de pesca ilegal e não apresentarem leis para esta situação.

De acordo com a comissária europeia para a Pesca e Assuntos Marítimos, Maria Damanaki, estas medidas “históricas” indicam que a UE deu mais um passo no combate à pesca ilegal. Segundo a comissária, cerca de 11 a 26 milhões de toneladas de peixe são retiradas anualmente do mar de forma ilegal, destruindo os stocks de peixe e causando prejuízos na ordem dos €7.000 milhões a €17.000 milhões.

“Quero que os cidadãos europeus saibam que o peixe que consomem é sustentável, independentemente de onde vem. Estamos a dar passos firmes nessa direcção”, frisou a comissária, citada pelo Business Green. “Espero que esta lista negra sirva de catalisador para o Belize, Camboja e Guiné reforçarem os esforços e trabalharem com a comunidade internacional para acabar com a pesca ilegal”.

Em Novembro de 2013, a Comissão Europeia avisou o Gana, Ilha de Curaçao e Coreia do Sul de que poderiam sofrer de restrições ao comércio se não cooperassem e estabelecessem medidas para acabar com a pesca não regulada.

Foto:  A.Davey / Creative Commons

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Lixo poderá representar 16% da energia da União Europeia até 2030


Os resultados de um novo estudo concluem que os biocombustíveis sustentáveis têm um enorme potencial em reduzir as emissões e importações de combustíveis fósseis, impulsionando a economia rural em €11 mil milhões, revela o The Guardian.

De acordo com um relatório conjunto do sector e de organizações não-governamentais, os combustíveis feitos a partir de materiais residuais poderão substituir 16% de todos os combustíveis fósseis usados nas estradas europeias no ano de 2030.

A pesquisa – apoiada pela British Airways, Novozymes, World Wide Fund for Nature e Virgin Airways – revela que há um potencial ainda inexplorado para que os desperdícios sustentáveis provenientes de explorações agrícolas, florestas, residências e da indústria possam ser transformados em combustível.

A investigação rejeita a ideia de que há quantidades insuficientes de material orgânico que possam contribuir significativamente e a baixo custo para a satisfação da procura de combustíveis para os transportes.

Os investigadores calcularam que os europeus geram 900 milhões de toneladas de papel usado, alimentos, madeira e material vegetal todos os anos, aproximadamente um quarto dos quais – cerca de 220 milhões de toneladas – está disponível para o consumo de energia, desde que medidas de sustentabilidade sejam postas em prática.

A análise indica ainda que esta grande quantidade de resíduos poderá produzir combustível suficiente para substituir 37 milhões de toneladas de petróleo importado por ano até 2030, criando uma indústria que em plena capacidade conseguiria ter 300 mil postos de trabalho e poupar de forma significativa os gases de efeito estufa.

Foto: Editor B / Creative Commons

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Energia da União Europeia custa o dobro da norte-americana


A diferença entre o custo da energia na União Europeia (UE) e seus principais parceiros comerciais está a aumentar cada vez mais. A conclusão é de um relatório que será divulgado pela Comissão Europeia esta semana e que indica que os custos da electricidade na zona comunitária ultrapassam o dobro dos preços praticados nos Estados Unidos e excedem em 20% os preços verificados na China.

Os preços do gás industrial são entre três a quatro vezes superiores aos preços norte-americanos e russos, sendo ainda de 12% superiores aos da China, aponta o relatório da Comissão a que o Financial Times teve acesso.

“Apesar de a Europa nunca ter sido um local de preços energéticos baratos, nos últimos anos a diferença de custos entre a UE e os principais parceiros económicos tem aumentado”, lê-se no relatório. O documento, que deverá ser divulgado esta semana, faz parte do pacote energético e climático que irá moldar o uso da energia no espaço europeu até 2030.

O novo pacote de medidas tem promovido o debate um pouco por todos os Estados-membros sobre a possibilidade de as políticas energéticas e climáticas, que vigoram até 2020, estarem a afectar a competitividade do bloco europeu.

Quanto aos factores que estão a potenciar este aprofundamento das diferenças de preços entre a UE e os Estados Unidos, o documento não é muito específico, indicando apenas que as diferenças aumentaram devido a várias razões, entre as quais se incluem os subsídios domésticos de alguns países produtores e o aumento da exploração do gás de xisto no território norte-americano.

Outra das conclusões referidas no relatório de Bruxelas é a possível estabilização dos preços da energia depois de 2020, seguido de uma ligeira redução, à medida que as energias renováveis vão substituindo os combustíveis fósseis.

O Financial Times indica que a Comissão deverá anunciar ainda esta semana as metas para a redução das emissões de gases com efeito estufa até 2030, bem como apresentar regulação para a exploração de gás e petróleo de xisto.

Foto:  EdinburghGreens / Creative Commons

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