Como a inovação pode combater as alterações climáticas



A Inovação e a transferência do conhecimento produzido na academia são temas que acompanham a carreira científica de Carlos Costa, professor emérito da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e investigador do laboratório associado ALICE. Temas aos quais mantém, ainda hoje, uma forte ligação.

A sua experiência como presidente do Instituto Empresarial do Tâmega, que também funciona como incubadora de startup’s, diz-lhe que o sucesso empresarial depende, em grande medida, da capacidade de inovação. Particularmente, no caso das novas empresas que vão para o mercado, essa capacidade inovadora é decisiva.

De um ponto de vista tecnológico, a inovação na química pode contribuir para resolver algumas das questões mais urgentes com que a Humanidade se defronta. Para o investigador Carlos Costa, é expectável que surjam importantes desenvolvimentos e novas tecnologias para a mitigação das alterações climáticas. A captura do excesso de dióxido de carbono na atmosfera, e a sua utilização para outros fins, é disso um bom exemplo. Mas podem também surgir avanços decisivos noutras áreas, como na Saúde.

A sustentabilidade e a economia circular são, atualmente, dois importantes focos da inovação. Não se trata agora de inovar por inovar, mas sim de criar conhecimento, tecnologias e produtos que possam ser usados no bem-estar da Humanidade, garantindo que deixamos às gerações vindouras um planeta mais vivo e saudável.

Por Paulo Caetano

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