Bacias hidrográficas com mais água do que no final de 2017

Ainda assim, a maior parte das bacias hidrográficas em Portugal tinha, no final de dezembro, menos água do que a média das últimas três décadas.

Rogério Junior

A maioria das bacias hidrográficas registou, no último dia de 2018, mais água armazenada do que no final do ano anterior, revelam os dados da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), divulgados pela Lusa.

Porém, a maior parte das bacias hidrográficas portuguesas contabilizou menos água do que a média das últimas três décadas, havendo uma quantidade inferior em nove das 12, quando comparando com a média desde 1990/1991.

A 31 de dezembro de 2018, face ao mês anterior, o volume de água armazenada subiu em seis bacias monitorizadas (Ave, Douro, Ribeiras do Oeste, Sado, Guadiana e Barlavento) e desceu em outras seis (Lima, Cávado, Mondego, Tejo, Mira e Arade).

De acordo com a informação da APA, avançada pela agência noticiosa, o Sado representa um dos casos mais drásticos, onde quatro barragens estão a menos de 40%.

“As barragens com menos de 40% da capacidade correspondem a 18% do total de albufeiras avaliadas e são as de Vilar-Tabuaço (bacia do Douro), com 38%, a de Vale do Rossim (bacia do Mondego), com 22%, e as de Divor e Cabril, na bacia do Tejo, a primeira a 24% e a segunda a 38%”, explica a Lusa.

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