Exercício físico é um dos melhores antídotos para a demência

O estudo da Universidade da Califórnia em São Francisco, encontrou resultados benéficos em pacientes com proteínas associadas a doenças como o Alzheimer.

Rita de Oliveira Grossinho

O exercício físico é recomendado em todas as idades graças aos inúmeros benefícios que tem para a saúde. Mas é nas pessoas idosas, a quem começa a aparecer mais doenças, que este se torna ideal para garantir um envelhecimento saudável.

Um estudo da Universidade da Califórnia em São Francisco, afirma que quando as pessoas mais velhas se mantém ativas, o seu cérebro aumenta o nível de proteínas que facilitam a conexão entre os neurónios, garantindo benefícios cognitivos. Mesmo em pacientes com proteínas tóxicas associadas a doenças neurodegenerativas como o Alzheimer, foram encontrados resultados benéficos.

Em adultos mais velhos, a grande presença de proteínas associadas à integridade sináptica é também associada a uma menor exposição às substâncias tóxicas que originam o Alzheimer.

“Manter a integridade dessas conexões entre os neurónios pode ser vital para combater a demência, já que a sinapse é realmente o local onde a cognição acontece”, explica a autora principal do estudo, Kaitlin Casaletto. “A atividade física – uma ferramenta prontamente disponível – pode ajudar a impulsionar este funcionamento sináptico.”

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