“Fenómenos como a Depressão Ingrid demonstram que estes eventos deixaram de ser excecionais”

A Soprema alerta para os impactos da Depressão Ingrid, que tem vindo a afetar Portugal continental com períodos prolongados de precipitação intensa, descidas acentuadas de temperatura e episódios de vento forte.

Green Savers Redação

A Soprema alerta para os impactos da Depressão Ingrid, que tem vindo a afetar Portugal continental com períodos prolongados de precipitação intensa, descidas acentuadas de temperatura e episódios de vento forte. Este fenómeno meteorológico extremo “pode provocar situações de cheias, inundações urbanas e um agravamento do desconforto térmico nas habitações, trazendo novamente para o centro do debate a capacidade de o parque edificado responder a uma nova realidade climática marcada por eventos cada vez mais severos”, avisa em comunicado.

Segundo a mesma fonte, a precipitação persistente e, muitas vezes, concentrada em curtos períodos de tempo, 2coloca uma pressão significativa sobre as coberturas, fachadas e sistemas de drenagem. Impermeabilizações degradadas ou inadequadas tornam-se rapidamente pontos críticos de infiltração de água, comprometendo o isolamento térmico, dando origem a humidades, bolores, condensações, degradação estrutural e perdas de valor do edificado”. A impermeabilização das coberturas “assume, assim, um papel determinante como primeira linha de defesa dos edifícios, protegendo pessoas, património e investimentos”.

Os episódios de cheias e inundações associados à Depressão Ingrid evidenciam também a “necessidade de repensar a gestão da água da chuva nas cidades”. Soluções como as coberturas verdes “permitem reter e atrasar o escoamento da água, reduzindo a sobrecarga dos sistemas de drenagem urbana e contribuindo para mitigar inundações”. Para além disso, estas soluções 2aumentam a durabilidade das impermeabilizações, melhoram o comportamento térmico dos edifícios e contribuem para uma construção mais sustentável e resiliente”, lê-se na nota.

A mesma fonte acrescenta que a descida das temperaturas expõe outra fragilidade comum no edificado: a falta de isolamento térmico eficaz. Edifícios mal isolados “exigem maior consumo de energia para aquecimento, traduzindo-se em gastos financeiros elevados, desconforto térmico e menor eficiência energética. Investir em soluções de isolamento adequadas é hoje essencial para reduzir custos, melhorar o desempenho energético e responder às exigências climáticas atuais”.

Segundo Miguel Maia, Diretor Técnico da Soprema, “fenómenos como a Depressão Ingrid demonstram que estes eventos deixaram de ser excecionais. A correta identificação dos riscos, chuvas intensas, inundações e frio, e a aplicação de soluções técnicas adequadas são fundamentais para aumentar a resiliência dos edifícios e reduzir custos a médio e longo prazo”.

 

 

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