GSK reforça o seu compromisso com a saúde do planeta e das pessoas



A GSK – GlaxoSmithKline acaba de anunciar que vai reforçar o seu compromisso com a saúde do planeta e das pessoas. A poluição atmosférica, as doenças zoonóticas, a segurança hídrica e as alterações climáticas são para a multinacional biofarmacêutica questões atuais e globais “com potencial para minar décadas de progresso”, mas possíveis de combater.

“A proteção do nosso planeta não é apenas uma questão ambiental. É, sobretudo, um imperativo de saúde pública. Precisamos de um planeta saudável para que as pessoas também o sejam”, afirma Maurizio Borgatta, Diretor-Geral da GSK Portugal. “Estamos empenhados em tudo fazer pela proteção do planeta Terra, com as nossas ações e as parcerias em curso, colocando a saúde e o bem-estar da comunidade no centro desta problemática”.

Como tal, a GSK tem em curso um plano de ação composto por seis estratégias para melhorar a saúde do planeta:

Combater à poluição atmosféricaas emissões de carbono impactam negativamente a saúde da população e estão associadas a doenças como a hipertensão, asma, doença pulmonar obstrutiva crónica, bronquite e vários tipos de cancro. Desde 2010, a GSK já reduziu em 34% as emissões de carbono, em 78% o desperdício enviado para aterros sanitários e em 31% a utilização de água. Até 2030, a empresa compromete-se a ter um impacto nulo no ambiente, limitando as emissões de gases de efeito de estufa e a ter um impacto positivo na natureza, através de uma melhor gestão do uso e qualidade da água, do desperdício de materiais e do impacto nos ecossistemas.

Assegurar a qualidade e segurança dos recursos hídricos: as alterações climáticas e a perda de recursos naturais estão a exacerbar a crise da água destruindo zonas húmidas, aumentando a contaminação deste recurso, intensificando as inundações e prolongando as secas. A multinacional diz estar ativamente empenhada em melhorar a disponibilidade de água, a sua qualidade e a sua acessibilidade, através de vários objetivos.

Investir na proteção das florestas: as florestas são os pulmões do planeta e fundamentais para combater as alterações climáticas e a perda de biodiversidade. São, também, vitais na salvaguarda da saúde humana, através da limpeza da água e do ar e a sua destruição aumenta o risco de pandemias. Para combater este flagelo, a GSK faz parte da Coligação LEAF, uma iniciativa público-privada projetada para parar e reverter a desflorestação tropical até 2030 e acelerar a ação climática.

Fomentar a resiliência dos sistemas de saúde: os sistemas de saúde, em todo o mundo, estão hoje a enfrentar pressões sem precedentes resultantes das alterações climáticas. Tendo em conta as disparidades globais relativas à capacidade de responder a estes desafios, é necessário agir rapidamente para fomentar a resiliência nos sistemas de saúde e desenvolver parcerias para proporcionar cuidados onde eles são mais necessários. Assim, a multinacional e a associação “Save the Children” têm estado a trabalhar em projetos de imunização de crianças na Etiópia para reduzir as elevadas taxas de mortalidade infantil que atingem aquela região do globo.

Aliviar o fardo das doenças provocadas pelas alterações climáticas: é necessário agir já para nos prepararmos para o aparecimento de novas doenças, bem como a expansão de doenças já existentes. Ao fazê-lo, estamos a prevenir futuras crises humanitárias e económicas, como a que vivemos devido à COVID-19. A GSK está comprometida com a melhoria da saúde a nível mundial e tem investido em centros de investigação na área da prevenção de doenças infeciosas e desenvolvimento de vacinas.

Promover o bem-estar físico e mental através do contacto com a natureza: o contacto com a natureza é fundamental para a promoção e manutenção da saúde física e mental e, por isso, a GSK está a trabalhar na proteção da biodiversidade nas regiões onde opera, procurando impactar de forma positiva a natureza e a saúde dos seus colaboradores e das comunidades em que se insere.



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