Indústria de Carvão ultrapassada pelas Energias Renováveis

Com o Coronavírus, deu-se uma queda no consumo de eletricidade, e muitas empresas optaram por pôr de parte a indústria do carvão. Como explica o The Guardian, só na Europa, as importações de carvão tiveram com um decréscimo de dois terços, níveis inéditos em 30 anos.

O carvão foi em tempos uma matéria-prima essencial na produção de energia, mas na atualidade, as energias renováveis como a solar e eólica têm vindo a ganhar terreno. As desvantagens deste recurso passam não só pela poluição que trás para atmosfera, prejudicial para o ambiente e para a saúde pública, como pelo facto de ser mais caro que os restantes recursos. Além do mais, a crise climática e as preocupações ambientais estão a ganhar importância numa altura em que se apela a recuperação económica verde.

Unindo as metas defendidas pelas Nações Unidas para um futuro mais sustentável e descarbonizado, às diferenças notórias observadas no Planeta durante o confinamento social, a pressão que já existia anteriormente no setor só vai continuar a aumentar. A indústria vai deixar de ser apoiada por grandes instituições financeiras, como por exemplo o BNP Paribas e do Norges Bank.

Recentemente vários países europeus decidiram fechar as centrais termoelétricas a carvão, como é o caso da Bélgica, Aústria e Suécia. Já Portugal, procura seguir o seu exemplo até 2023. Durante este período, o país registou uma paragem de quase dois meses no setor.

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