Nova série de animação da RTP2 aborda temas ligados ao desenvolvimento sustentável

A nova série de animação da RTP2, VisioKids, vai abordar vários temas ligados ao desenvolvimento sustentável, mobilidade, nutrição e inclusão social, avançou ao Green Savers um responsável da Insizium – a produtora da série –, Amadeu Silva.

“A série aborda questões como a sustentabilidade, o desenvolvimento sustentável, a mobilidade, a nutrição e a inclusão social”, avançou o responsável.

Com estreia marcada para dia 23 de Setembro no programa Zig Zag, a série destina-se ao público infantil entre os seis e os dez anos. Foram desenvolvidos 65 episódios de dois minutos, que estarão no ar até meados de Dezembro.

Segundo a Insizium, a série vai divulgar a ciência de modo “informal e divertido”, nas mais diversas abordagens. Nela, cada uma das personagens é especialista em áreas de conhecimento: Atómico (odisseia da matéria (energia, luz, química e novos materiais)), Bit (informática e robótica), Cassiopeia (geografia, animais, plantas e ambiente), Cósmico (astronomia e astrofísica) e Vita (corpo humano, ADN e vida).

Cada episódio aborda um tema e, à sexta-feira, é sugerida às crianças a realização de uma experiência científica, que pode ser feita em casa. Os ambientes em que as acções decorrem podem ser de laboratório, jardim ou num sótão, conforme o desenrolar da aventura em que os cinco amigos participam.

“[Esta série] resulta do facto de a Insizium ser uma empresa cada vez mais preocupada em divulgar o conhecimento de forma mais apelativa. Por isso, em paralelo com a série televisiva, também haverá no Visionarium aplicações com as personagens dos Visiokids em 3D stereo, nos equipamentos de realidade virtual ali instalados. Desde que começou a ser produzida, em 2012, esta produção envolveu cerca de uma dezena de colaboradores em contínuo”, explicou João Vieira, chairman da empresa.

O Visiokids é um conceito do Visionarium, encomendado à Insizium, sendo os conteúdos científicos da responsabilidade do Visionarium, com a consultoria científica da Universidade do Porto. A série tem o apoio do COMPETE-Programa Operacional Factores de Competitividade.

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