#ReflorestarPedrógão, o novo projecto de investimento socialmente responsável da CGD

Sob o mote #ReflorestarPedrógão, a CGD e a Caixagest propõem-se contribuir para a reflorestação do concelho de Pedrógão Grande, procurando incentivar a sociedade portuguesa a apoiar esta causa e a ajudar a economia local e as populações afectadas.

Por cada três mil euros subscritos no Fundo Caixagest Investimento Socialmente Responsável, até dia 31 de Dezembro de 2017, uma árvore será plantada na região afectada pelo incêndio de Pedrógão Grande.

O Fundo Caixagest Investimento Socialmente Responsável foi lançado este ano, sendo o primeiro fundo gerido em Portugal, cuja estratégia de investimento procura basear-se na selecção de empresas com as melhores práticas ao nível social. Falamos, por exemplo, de áreas como o bem-estar social, a sustentabilidade ambiental ou as boas regras de governação corporativa.

O lançamento deste fundo insere-se num contexto onde os consumidores estão cada vez mais sensibilizados para estas temáticas e exigentes face às suas decisões de investimento. Por isso, este fundo procura excluir empresas cuja actividade esteja associada a sectores com impacte social ou ambiental negativos, como o jogo, tabaco, armamento ou energia nuclear.

Mas o que é o investimento socialmente responsável (ISR)? Em termos históricos, teve início nos anos 20, com a Lei Seca, onde alguns investidores procuravam evitar o investimento em empresas ligadas ao álcool, jogo e ao tabaco. Nos anos 50 emerge do clima político o conceito de “socialmente responsável” evocando igualdade para mulheres, direitos civis e questões laborais. Na década de 60, a sensibilidade para questões sociais como o Apartheid leva a que seja feito o embargo a determinadas empresas por questões sociais. Nos anos 70, a cobertura de guerras, como a do Vietname, efectuada pelos media, originou o embargo a empresas que lucravam com a guerra, e mais recentemente no final do século passado, o Investimento Socialmente Responsável alarga o seu âmbito às mudanças climáticas e ao aquecimento global.

A iniciativa agora lançada enquadra-se no Programa Floresta Caixa, projecto já com dez anos, que fomenta a preservação do património florestal português, valorizando a plantação, a reflorestação e a recuperação de zonas ardidas com espécies autóctones.

Além disso, este programa promove acções de sensibilização ambiental e monitoriza as árvores plantadas, durante 30 anos. Em vários concelhos do País, são já mais de 220 mil espécies autóctones plantadas, como o carvalho, o castanheiro, o sobreiro, entre outras.

Foto: via Creative Commons

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