Relatório de Sustentabilidade 2020: como o Facebook está a ajudar no combate às alterações climáticas

O Facebook acaba de lançar o seu Relatório de Sustentabilidade de 2020, um documento onde a rede social demonstra o que tem vindo a adaptar para ajudar no combate às alterações climáticas.

Atualmente, a empresa alcançou dois dos seus objetivos: atingir as zero emissões líquidas de carbono e a energia das suas operações ser 100% renovável. Foi também possível reduzir reduzir as emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE) em 94%, comparativamente aos níveis de 2017, o que ultrapassou o objetivo previsto de redução de 75%.

No ano de 2020, o Facebook destacou-se por diferentes medidas:

  • O uso de energias renováveis ultrapassou os 5.9 gigawatts em projetos de energia solar e energia eólica, e a empresa aumentou o uso operacional destas energias para mais de 2,8 gigawatts, abrangendo a Europa, a Ásia, e quinze Estados norte-americanos;
  • Restaurou estruturas naturais de aproximadamente 5.8 milhões de metros cúbicos de água em regiões com problemas de gestão deste recurso natural;

  • Lançou o Centro de Informação de Ciências Climáticas, uma página com informações relevantes sobre a temática, provenientes das principais fontes científicas;

  • Investiu em projetos de captura de carbono que permitiram remover 145 mil toneladas de carbono da atmosfera;

  • Atualmente partilha com os utilizadores o seu percurso face aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas e também partilha os seus tópicos prioritários de ESG (Environmental, Social, and Corporate Governance).

O Facebook anuncia agora um novo objetivo a atingir até 2030, o de alcançar zero emissões líquidas em toda a cadeia de valor da empresa.

Mike Schroepfer, CTO do Facebook, afirma que esta é uma oportunidade “de tornar todo um ecossistema mais sustentável”. “Temos o objetivo de chegar às zero emissões líquidas na nossa cadeia de valor até ao fim desta década, o que significa mesmo tudo, desde o cimento usado para construir as fundações de um data center até às fábricas usadas para montar o nosso hardware.”

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