Wallapop: A plataforma de venda de bens em segunda mão já chegou a Portugal



A Wallapop acaba de chegar a Portugal com o objetivo de se tornar a plataforma líder em consumo sustentável. Os clientes portugueses vão conseguir dar uma segunda vida aos seus bens vendendo-os através da plataforma Wallapop, disponível através de app (App Store e Google Play) ou site.

Através da Wallapop, a compra e venda de artigos é facilitada por métodos de entrega acessíveis, tanto em mão como por envios à distância. Numa primeira fase, os portugueses vão ter a oportunidade de comprar e vender dentro de Portugal e também comprar produtos de Espanha, sublinha a plataforma em comunicado.

Segundo a mesma fonte, a Wallapop disponibiliza aos clientes portugueses as mais diversas categorias de produtos em segunda mão com destaque para eletrónicos, artigos de casa e jardim, livros,  música, moda e carros. Terá ainda disponíveis categorias que permitem listar itens relacionados com serviços e imobiliário, desde serviços de construção, reparações ou limpeza, até arrendamentos de imóveis.

Utilizadores podem listar artigos e vendê-los sem custos

Os utilizadores portugueses poderão listar os seus artigos e vendê-los sem custos, independentemente de se encontrarem pessoalmente com o comprador ou de lhes enviarem o artigo através dos Envios Wallapop. O custo deste serviço, que variará de acordo com o peso do item e a escolha da entrega, será pago diretamente pelos compradores.

Uma das principais características da Wallapop está  precisamente nos envios. A plataforma permite saber a localização do vendedor e comprador, o que possibilita entregas em mão, evitando custos de envio. Para transações à distância, os utilizadores podem recorrer aos Envios Wallapop, que oferecem uma garantia de proteção para todos os envolvidos.

Os utilizadores têm medidas de segurança específicas, incluindo métodos de pagamento seguros e cobertura através do centro de litígios da marca.

“Apostar em Portugal como o próximo passo na internacionalização da Wallapop vai permitir-nos dar mais um passo na construção de um ecossistema de inventário único na Europa, que faça dos produtos reutilizados a opção de compra preferencial”, explica Rob Cassedy, CEO da Wallapop, citado no comunicado.



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