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Tag Archive | "áfrica"

O que acontece quando 100 hipopótamos se encontram com 100 crocodilos? (com FOTOS)


Hipopótamos e crocodilos são dois dos mais temidos animais de África – e do mundo – partilhando inclusive o mesmo território, a água. Em teoria, o mamífero ganhava vantagem num confronto directo, mas não foi isso que aconteceu, recentemente, num rio do Parque Nacional de South Luangwa, na Zâmbia.

Segundo conta Marc Mol através das suas fotografias, uma manada de hipopótamos teve de recuar quando encontrou cerca de cem crocodilos, perto da margem do rio. Os crocodilos devoravam um hipopótamo, provavelmente morto com anthrax, substância que há muitos anos se mantém adormecida neste território, voltando quando as épocas secas são mais extensas.

“Estava num helicóptero, por cima do rio, quando vi 100 crocodilos a comer um hipopótamo. Estava um dia quente, mas o hipopótamo deverá ter morrido de anthrax”, explicou Mol.

“O que achei mais interessante foi o facto de os crocodilos terem sido os únicos animais preocupados com o aparelho aéreo”, explicou Mol. Veja algumas das fotos do confronto.

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Leões da África Ocidental estão à beira da extinção


Durante seis anos, uma equipa do programa de conservação de leões da organização Panthera dedicou-se ao estudo do leão da áfrica ocidental, uma espécie de leão africano pouco estudada.

No início de 2005, quando o estudo começou, os investigadores acreditavam que os leões da áfrica ocidental habitavam em 21 áreas protegidas diferentes. Porém, um artigo científico sobre o estudo vem agora confirmar que esta espécie de leão africano existe apenas em quatro destes 21 locais. Adicionalmente, os investigadores acreditam que a população total destes leões ascende apenas a 400 animais, incluindo pouco mais de 250 indivíduos adultos em idade de reprodução, o que os coloca em perigo de extinção.

Os leões da áfrica ocidental – historicamente referidos como a subespécie Panthera leo senegalensis, embora esta designação taxonómica esteja em desuso – são mais pequenos e geneticamente diferentes dos leões da áfrica do sul e da áfrica oriental, cuja população está também a diminuir e existem apenas 35 mil elementos. Testes genéticos recentes revelam que o leão da áfrica ocidental é mais próximo do leão-da-barbária da áfrica do norte, já extinto em ambiente natural, e do leão asiático, em perigo de extinção – a população ascende a apenas 450 animais, refere o Huffington Post.

Apesar de chocante, os dados de que esta espécie de leões está à beira da extinção não devem ser recebidos com surpresa, dado o contexto da região. As populações de outros felinos estão a diminuir. Entre 1970 e 2005, as populações destes animais diminuíram 85% na áfrica ocidental, devido à caça furtiva e ao comércio ilegal das peles e dos próprios animais.

Cerca de 11 países da áfrica ocidental estão entre as nações mais pobres do globo e seis destes países integram o leque das nações menos desenvolvidas. Os países da região não possuem meios nem dinheiro para a conservação. Uma das conclusões do estudo é que a maior parte das áreas protegidas, situada nos territórios destes países, onde era esperado encontrar esta espécie de leão, não possuíam vigilância ou gestão. Os parques nacionais são frequentemente invadidos por dezenas de milhares de exemplares de gado doméstico.

De acordo com os investigadores, a maior parte dos leões da áfrica ocidental encontra-se em W-Arly-Pendjari, um complexo de parques que atravessa o Benim, Burkina Faso e Níger, com cerca de 350 felinos. Outros três locais, no Senegal e Nigéria, são habitados por menos de 50 leões.

Foto:  Leszek.Leszczynski / Creative Commons

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Rapaz de 14 anos cria moinho de vento que fornece energia para a família


Quando os €58,5 de propina anual tornaram-se insustentáveis para os seus pais, o jovem William Kamkwamba, de 14 anos, não teve outra alternativa senão estudar por conta própria, numa biblioteca com apenas três estantes em Masitala, Kasungo, no Malawi.

Estávamos em 2002 e a decisão acabou por influenciar de forma muito intensa a família Kamkwamba. É que, apesar dos poucos livros disponíveis para estudar, entre eles estava um manual de instruções básicas sobre utilização de energia.

O jovem socorreu-se do livro para começar uma série de investigações sobre energia limpa, que o levaram a construir um moinho que, hoje, gera energia para as quatro lâmpadas e dois dos rádios da família.

Como William não tinha os equipamentos para replicar as sugestões do livro, ele começou a recolher sucata na rua, para adaptar um moinho de vento às próprias possibilidades. A verdade é que o moinho funciona.

O projecto é ainda mais relevante quando se sabe que, no Malawi, só 2% da população rural tem electricidade.

Quando a façanha do jovem ser tornou pública, ele foi convidado para uma das conferências TED em Arusha, Tanzânia. Hoje, William estuda em Joanesburgo, na África do Sul, na African Leadership Academy, uma escola que pretende treinar a próxima geração de líderes do continente africano. E até tem um página na Wikipedia sobre a sua vida, aqui.

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Quénia vai colocar microchips em rinocerontes para reduzir a caça furtiva


Os rinocerontes do Quénia estão prestes a receber um acessório de alta tecnologia. Como parte de um esforço contínuo pela redução da caça furtiva, as autoridades do país planeiam equipar todos os rinocerontes com um microchip que lhes permita monitorizar os animais.

Segundo um anúncio feito por elementos do governo, este acredita que a nova aposta tecnológica permitirá uma maior fiscalização da acção dos caçadores. “Os caçadores estão a tornar-se mais sofisticados na sua abordagem”, afirmou Paul Udoto, porta-voz do Kenya Wildlife Service. “Por isso, é vital que os esforços de conservação também acompanhem e adoptem o uso da tecnologia mais sofisticada para combater a matança de animais selvagens.”

Ao incorporar um microchip minúsculo nos chifres dos rinocerontes, o Kenya Wildlife Service será não só capaz de localizar e recuperar chifres retirados aos animais, como também ligar essas provas a caçadores suspeitos em tribunal.

Segundo o Huffington Post, a organização internacional de conservação World Wildlife Fund já se ofereceu para fornecer mais de 1.000 microchips e cinco scanners para ajudar o Quénia a implementar o sistema de monitorização.

Nos últimos anos, vários países africanos têm registado um aumento drástico da caça ilegal de rinocerontes. Na África do Sul, por exemplo, já cerca de 700 animais foram sacrificados este ano até agora, segundo dados do governo.

Como a caça ilegal se está a tornar cada vez mais dominante, as autoridades têm aumentado as punições para os criminosos e desenvolvido formas mais criativas de combate à prática – como a injecção de veneno tóxico para humanos nos chifres dos animais.

Recentemente, o ministro dos recursos naturais e turismo da Tanzânia sugeriu mesmo que os caçadores sejam atingidos a tiro no local do crime.

Foto: Sob licença Creative Commons

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Marca de roupa sustentável de Bono Vox perdeu €5,9 milhões em 2012


Está cada vez mais difícil a sustentabilidade da EDUN, marca de roupa fundada por Bono Vox e a sua mulher, Ali Hewson, em 2005. A marca, que se inspira na cultura africana e promove as práticas éticas e sustentáveis, não pára de perder dinheiro, acumulando perdas de €40,8 milhões (R$ 130 milhões) desde o seu lançamento.

Segundo o Irish Times, que teve acesso ao relatório do Companies Registration Office irlandês, a marca tinha já perdido €6,3 milhões (R$ 20,3 milhões) em 2011. Em 2009, quando a Louis Vuitton Moët Hennessy comprou 49% da marca, os prejuízos rondavam os €8,2 milhões (R$ 26,3 milhões).

Ainda assim, e de acordo com Bono e Ali, o futuro da marca não está em risco. No último relatório, o casal assume-se “muito satisfeito com os progressos feitos em 2012, que estão em linha com as projecções do plano estratégico a cinco anos”.

“Tem sido difícil e acho que fomos um pouco ingénuos sobre os desafios, quando começámos. Não estamos a ganhar dinheiro, mas sobrevivemos a uma recessão. Ainda estamos no jogo e a crescer, é um compromisso a longo prazo”, admitiu, porém, Ali Hewson.

A EDUN pretende mudar as relações comerciais actuais das empresas com o continente africano, promovendo a sua cultura e indústria da moda. Cerca de 90% das roupas são feitas em países em desenvolvimento, como o Peru, Tunísia e Lesoto. Tanzânia, Quénia, Madagáscar, Marrocos, Uganda e China também foram escolhidos.

Em 2005, Ali dizia que outro dos objectivos era provar ao mundo ser possível ganhar dinheiro numa cadeia de fornecimento em que todos são bem tratados. O casal já reconheceu que parte do fracasso se deve ao foco na missão da marca, em vez da própria marca. Isto apesar de ela ter, como fundador, uma das pessoas mais conhecidas no mundo, o músico Bono Vox, dos U2.

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Google investe no seu primeiro projecto de energia solar em África


A ambição do Google para criar mais energia renovável para o exercício das suas funções deu mais um gigante passo em frente – a empresa investiu no seu primeiro projecto de energia solar africano.

Rick Needham, director de energia e sustentabilidade da Google, disse que a empresa investiu €9,2 milhões no Jasper Power Project, de 96 MW, na África do Sul. O projecto está a ser desenvolvido por um consórcio de investidores americanos e africanos e conta com um investimento total de €200 milhões.

Uma vez concluído, espera-se que o projecto Jasper seja uma das maiores instalações solares do continente africano – vai ajudar a abastecer mais de 30 mil casas sul-africanas e ajudar o governo a atingir a sua meta de geração de 18 GW de energia renovável até 2030.

“Jasper (…) tem o potencial de transformar a rede de energia sul-africana”, escreveu Needham. “E, dada a posição da África do Sul enquanto potência económica em África, uma rede mais verde pode ser um exemplo para todo o continente.”

O projecto está a ser desenvolvido por meio do Renewable Energy Independent Power Producer Procurement Program da África do Sul, onde os projectos competem com base em custos e na contribuição para a economia local para serem então premiados com um contracto com a concessionária de energia estatal do país, a Eskom.

Este projecto utiliza 29.808 módulos solares fotovoltaicos. Crê-se que comece a fornecer energia à rede em Novembro, avança o Business Green.

 

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