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Tag Archive | "áfrica"

Caça furtiva de rinocerontes pode atingir o pico da última década em 2014


A caça furtiva aos rinocerontes extrapola os valores realmente conhecidos e, apesar dos esforços para proteger os animais, 2014 encaminha-se para ser o pior ano da última década no que toca ao número de animais mortos pelos caçadores.

Desde o início do ano, os caçadores já mataram mais de 500 rinocerontes, maioritariamente na África do Sul. Em 2013, foram mortos 1.004 rinocerontes, o valor anual mais elevado desde 2006, refere o Inhabitat. Os rinocerontes são caçados pelos seus chifres, que são populares em vários países asiáticos, onde as crenças populares indicam que o chifre de rinoceronte em pó aumenta o desempenho sexual.

Desde 2007 que caça furtiva aumentou cerca de 5000%, apesar dos esforços de conservação de vários países e organizações. Mais de 80% dos rinocerontes do mundo vivem na África do Sul e existem apenas 25.000 animais em estado selvagem. A maioria das mortes já contabilizadas este ano ocorreu no Kruger National Park, na África do Sul, um parque popular pelos seus safaris e onde morreram 351 rinocerontes desde Janeiro.

Foto: davisesq212 / Creative Commons

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Primeira casa africana feita a partir de garrafas de plástico fica na Nigéria


Com uma séria escassez de habitações, mas com abundância de garrafas de plástico que poluem as ruas, a Development Association for Renewable Energies – uma organização não-governamental sedeada na Nigéria – decidiu construir um bungalow com dois quartos feitos a partir de garrafas de plástico.

Apesar do cepticismo inicial dos habitantes de Kaduna, a habitação que está quase concluída é à prova de bala, de fogo e resistente a terramotos e consegue manter uma temperatura interior constante de 17,8 graus Celsius durante todo o ano, refere o Inhabitat.

Centenas de garrafas de plástico foram enchidas com areia, sendo posteriormente interligadas numa teia de fios sustentadores. Depois foram empilhadas, como se de tijolos se tratassem, com uma combinação de lama e cimento, criando um material que a ONG afirma ser mais forte que os blocos de cimento.

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Imigrante portuguesa lança projecto para ajudar crianças do maior bairro de lata de África (com FOTOS)


Natalia Jidovanu é Moldava e vive em Portugal há 12 anos. No último ano, resolveu deixar o seu emprego como psicóloga, em Lisboa, ir viver para África e ajudar quem mais necessita. Agora, Natalia lançou um projecto fotográfico de crowdfunding – My First Camera – através do qual pretende ajudar as crianças de Kibera, o maior bairro de lata de África.

O objectivo do projecto é oferecer câmaras fotográficas, formação em fotografia e narrativas fotográficas às crianças de Kibera, proporcionando-lhes assim uma oportunidade artística e educacional. Estas serão as primeiras câmaras das crianças de Kibera e Natalia espera que possam ser uma arma que lhes dê voz no mundo. No final, será feita uma selecção das fotografias tiradas pelas crianças, que serão editadas em livro e expostas em galerias, como forma de alertar para os direitos das crianças de Kibera.

Kibera é um bairro de lata nos subúrbios da capital do Quénia, Nairobi, que alberga cerca de um milhão de pessoas. Os residentes sobrevivem com menos de €0,73 por dia e travam uma luta diária para satisfazer as suas necessidades básicas. Comem apenas uma refeição por dia, não têm trabalho e não têm rendimentos nem dinheiro para pagar rendas ou assistência médica. A água potável é escassa, não há electricidade, saneamento, iluminação pública nem estradas.

“Viver em África tem sido uma jornada intensa e cheia de imprevistos, onde sou constantemente inspirada por pessoas. Entrar em Kibera pela primeira vez foi uma das experiências mais emocionalmente desafiadoras que já tive”, conta Natalia.

“Acredito que a fotografia pode abrir uma porta para os sonhos. Criar arte aumenta a capacidade destas crianças interagirem com o mundo à sua volta e vai dar-lhes novas ferramentas para a auto-expressão e comunicação, tornando-as mais criativas e confiantes. Ao passo que o projecto vai proporcionar uma visão única do que é Kibera, para as crianças vai ser uma experiência desafiante e uma oportunidade de valor para se expressarem através das lentes sobre os seus próprios direitos, medos e desigualdade social”, afirma Natália.

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Terra reclamada pelos investidores estrangeiros poderia alimentar 550 milhões de pessoas


Os terrenos apropriados por investidores estrangeiros e privados em alguns dos países mais pobres do mundo poderiam alimentar cerca de 550 milhões de pessoas, revela um novo estudo.

As plantações cultivadas nestas terras – retiradas à vida selvagens e nativos – são frequentemente exportadas ou utilizadas para produzir biocombustíveis, mas este novo estudo indica que poderia acabar com a subnutrição se as terras fossem utilizadas para cultivar alimentos para as populações locais.

Desde 2000, pelo menos 31 milhões de hectares de terra foram adquiridos por investidores estrangeiros, que procuram assegurar garantir o abastecimento de alimentos para os países desenvolvidos ou para aumentar a produção dos seus negócios. A maioria destes territórios reclamados situa-se em África, especialmente no Sudão. Mas a Indonésia e Papua Nova Guiné também são locais procurados, refere o Guardian.

Os compradores argumentam que o investimento estrangeiro pode aumentar os rendimentos daqueles países, fomentar o desenvolvimento e criar postos de trabalho. Contudo, os opositores a estas aquisições indicam que na maioria dos casos a compra se dá sem o consentimento das populações que lá vivem.

“Crucial para este debate é o conhecimento da magnitude do fenómeno: quantas pessoas poderiam ser alimentadas”, indica Maria Cristina Rulli, professora do Instituto Politécnico de Milão e autora do estudo. O estudo considerou que mesmo com as terras que são utilizadas para a produção de biocombustíveis, os terrenos comprados poderiam suportar entre 300 a 500 milhões de pessoas se os retornos oferecidos pela terra fossem aumentados para os níveis da agricultura industrializada ocidental. Mesmo sem essa melhoria, cerca de 190 a 370 milhões de pessoas poderiam ser alimentadas.

Foto: hdptcar / Creative Commons

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O que acontece quando 100 hipopótamos se encontram com 100 crocodilos? (com FOTOS)


Hipopótamos e crocodilos são dois dos mais temidos animais de África – e do mundo – partilhando inclusive o mesmo território, a água. Em teoria, o mamífero ganhava vantagem num confronto directo, mas não foi isso que aconteceu, recentemente, num rio do Parque Nacional de South Luangwa, na Zâmbia.

Segundo conta Marc Mol através das suas fotografias, uma manada de hipopótamos teve de recuar quando encontrou cerca de cem crocodilos, perto da margem do rio. Os crocodilos devoravam um hipopótamo, provavelmente morto com anthrax, substância que há muitos anos se mantém adormecida neste território, voltando quando as épocas secas são mais extensas.

“Estava num helicóptero, por cima do rio, quando vi 100 crocodilos a comer um hipopótamo. Estava um dia quente, mas o hipopótamo deverá ter morrido de anthrax”, explicou Mol.

“O que achei mais interessante foi o facto de os crocodilos terem sido os únicos animais preocupados com o aparelho aéreo”, explicou Mol. Veja algumas das fotos do confronto.

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Leões da África Ocidental estão à beira da extinção


Durante seis anos, uma equipa do programa de conservação de leões da organização Panthera dedicou-se ao estudo do leão da áfrica ocidental, uma espécie de leão africano pouco estudada.

No início de 2005, quando o estudo começou, os investigadores acreditavam que os leões da áfrica ocidental habitavam em 21 áreas protegidas diferentes. Porém, um artigo científico sobre o estudo vem agora confirmar que esta espécie de leão africano existe apenas em quatro destes 21 locais. Adicionalmente, os investigadores acreditam que a população total destes leões ascende apenas a 400 animais, incluindo pouco mais de 250 indivíduos adultos em idade de reprodução, o que os coloca em perigo de extinção.

Os leões da áfrica ocidental – historicamente referidos como a subespécie Panthera leo senegalensis, embora esta designação taxonómica esteja em desuso – são mais pequenos e geneticamente diferentes dos leões da áfrica do sul e da áfrica oriental, cuja população está também a diminuir e existem apenas 35 mil elementos. Testes genéticos recentes revelam que o leão da áfrica ocidental é mais próximo do leão-da-barbária da áfrica do norte, já extinto em ambiente natural, e do leão asiático, em perigo de extinção – a população ascende a apenas 450 animais, refere o Huffington Post.

Apesar de chocante, os dados de que esta espécie de leões está à beira da extinção não devem ser recebidos com surpresa, dado o contexto da região. As populações de outros felinos estão a diminuir. Entre 1970 e 2005, as populações destes animais diminuíram 85% na áfrica ocidental, devido à caça furtiva e ao comércio ilegal das peles e dos próprios animais.

Cerca de 11 países da áfrica ocidental estão entre as nações mais pobres do globo e seis destes países integram o leque das nações menos desenvolvidas. Os países da região não possuem meios nem dinheiro para a conservação. Uma das conclusões do estudo é que a maior parte das áreas protegidas, situada nos territórios destes países, onde era esperado encontrar esta espécie de leão, não possuíam vigilância ou gestão. Os parques nacionais são frequentemente invadidos por dezenas de milhares de exemplares de gado doméstico.

De acordo com os investigadores, a maior parte dos leões da áfrica ocidental encontra-se em W-Arly-Pendjari, um complexo de parques que atravessa o Benim, Burkina Faso e Níger, com cerca de 350 felinos. Outros três locais, no Senegal e Nigéria, são habitados por menos de 50 leões.

Foto:  Leszek.Leszczynski / Creative Commons

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