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Novo fóssil de hipopótamo com grandes lábios é baptizado em honra de Mick Jagger


Além de “Sir” uma das figuras mais importantes do panorama musical, Mick Jagger vai também ficar imortalizado nas Ciências Naturais, uma vez que uma equipa de cientistas baptizou uma nova espécie de fóssil em honra do vocalista dos Rolling Stones e dos seus proeminentes lábios.

O fóssil de uma nova espécie de um animal semelhante a um pequeno hipopótamo com grandes lábios foi descoberto no deserto do Egipto, área que na pré-história terá sido um delta com vegetação abundante rodeado por pântanos – entre outros fósseis encontrados no local encontram-se peixes-gato, tartarugas e aves marinhas.

Jaggermeryx naida foi o nome dado à nova espécie, que terá vivo em África há cerca de 19 milhões de anos. O animal seria provavelmente do tamanho de um veado moderno e o equivalente ao cruzamento entre um hipopótamo magro e um porco de pernas longas.

De acordo com os dados divulgados equipa de paleontologia da Wake Forest University, que descobriu o fóssil, a mandíbula do animal apresenta oito buracos de cada lado. Estas estruturas albergariam provavelmente nervos, dando à criatura lábios extremamente sensíveis que seriam utilizados para encontrar comida. O animal terá pertencido à família extinta dos antracoterídeos.

Jaggermeryx naida traduz para “ninfa aquática Jagger”, indica Elle Miller, paleoantropóloga que esteve envolvida na descoberta e estudo do fóssil, refere o Daily Mail. “Alguns dos meus colegas queriam baptizar a nova espécie com o nome de Angelina Jolie, também por causa dos seus lábios. Mas para mim tinha de ser em honra de Mick Jagger”, afirma a investigadora.

Foto: vermelho_cereja / Creative Commons

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África: caçadores mataram 100 mil elefantes entre 2010 e 2012 (com FOTOS)


A crescente procura de marfim levou a que cerca de 100 mil elefantes fossem caçados entre 2010 e 2012, só no continente africano. Estes números chocantes verificam-se, ironicamente, numa altura em que, mais do que nunca, centenas de organizações ambientais e outras entidades mediatizam as consequências da caça ilegal para a biodiversidade – e, paralelamente, dezenas de países elevam a luta contra este crime.

Segundo um novo estudo publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, a crescente procura de marfim na China e outros países asiáticos é a responsável por esta matança inacreditável. Assim, entre 2010 e 2012 cerca de 65% de mortes de elefantes deveram-se à caça ilegal, contra apenas 25% há uma década.

“Se esta caça ilegal persistir, a espécie será extinta”, explicou a Save the Elephants, co-autora do estudo, juntamente com o Serviço de Vida Selvagem do Quénia, com a MIKE (um grupo internacional que monitoriza a caça ilegal) e duas universidades.

O estudo avisa que estas mortes de elefantes não estão a acontecer à mesma velocidade em todo o continente, ou seja, não é um fenómeno uniforme. A maior taxa de mortes situa-se na África central, seguida da Tanzânia e do Quénia. A população de elefantes da reserva de Selous, na Tanzânia, decresceu de 40 para 13 mil nos últimos três anos.

No Botswana, por outro lado, a população de elefantes mantém-se estável ou, em alguns casos, está a crescer. Na África do Sul, os caçadores dedicam-se à morte de rinocerontes, mas poderão rapidamente virar-se para os ataques a elefantes.

Segundo o Huffington Post, a China é o maior mercado de marfim. Este mês, num gesto de boa vontade, o embaixador chinês no Quénia, Liu Xianfa, doou equipamento anti-caça às autoridades locais, tendo explicado, no processo, que o seu país está a aumentar a publicidade e educação no que toca à crescente compreensão do seu povo das consequências do comércio ilegal de marfim.

Apesar de tudo, George Wittemyer, da Universidade de Colorado, e Iain Douglas-Hamilton, da Save the Elephants, mostram-se optimistas em relação ao futuro deste animal. “Tenho de me manter optimista. Já passei por isto nos anos 70 e 80. Já conseguimos para a matança nas savanas [nos anos 70 e 80, quando o comércio ilegal seguia para o Japão]. Acho que o podemos fazer novamente”, concluiu Douglas-Hamilton.

Veja algumas fotos de elefantes africanos – como é possível que esta barbárie continue?

Fotos: hyper7pro / Brian Snelson / guido da rozze / Brian Snelson / U.S. Fish and Wildlife Serv / Matt MacGillivray / Jay Aremac / paulshaffner / flowcomm / Anita Ritenour / KevinMPringle / Creative Commons

 

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Cura para a Ébola poderá ter sido encontrada


Dois médicos norte-americanos que trabalhavam em missões no continente africano e que ficaram infectados com o vírus da Ébola terão sido salvos com um “tratamento miraculoso”. Esta “arma secreta” nunca tinha sido testada em seres humanos, apenas em macacos. Contudo, a Food and Drugs Administration (FDA), entidade reguladora norte-americana, terá aberto uma excepção ao abrigo de uma norma que autoriza a utilização de medicamentos não testados.

A CNN e a Atlantic relatam a história. Kent Brantly é médico e viu já centenas de pessoas a morrer com o vírus da Ébola. Como tal, houve uma presciência fria no seu diagnóstico feito na última semana: “Eu vou morrer”.

A condição deste médico norte-americano era grave e o seu destino mais provável teria sido a morte, tal como aconteceu a centenas de africanos. Contudo, no último sábado, as televisões norte-americanas mostraram o regresso de Brantly a Nova Iorque, para que pudesse receber uma melhor assistência. O que se viu foi o médico a regressar a solo norte-americano e a andar apenas com uma ajuda mínima, desde a ambulância até à unidade de isolação no Emory University Hospital.

“Um dos médicos disse que era um milagre”, afirmou Sanjay Gupta, que é médico no hospital de Emory e correspondente especial da CNN para assuntos médicos. “Não é um termo que os médicos gostem de utilizar levianamente”, frisou, cita a Atlantic.

Uma vez que a Ébola é uma doença sem cura e fatal em 90% dos casos, o caso de Kent Brantley é intrigante. Na reportagem para a CNN, Sanjay Gupta indicou que terá sido um soro secreto que salvou Brantley e Nancy Writebol, a outra médica norte-americana infectada com o vírus.

De acordo com o relato de Gupta, três frascos de um soro secreto experimental, armazenados a temperaturas negativas, foram enviados para a Libéria, onde estavam os médicos, na última semana, numa última tentativa de os salvar.

Brantly estava a trabalhar para a organização cristã de ajuda humanitária Samaritan’s Purse como director médico do Ebola Consolidation Case Management Center em Monrovia, Libéria. O grupo já confirmou que o médico recebeu o tratamento secreto antes de deixar o país e regressar aos Estados Unidos.

Brantly está quase recuperado graças ao tratamento secreto. Já a recuperação de Nancy Writebol não foi tão espantosa, mas a suficiente para também poder ser transportada para os Estados Unidos.

O soro secreto

O soro secreto utilizado é conhecido por zMapp e é produzido pela Mapp Biopharmaceutical. Contudo, o medicamento ainda não havia sido testado em humanos, apenas em macacos, e como tal ainda não tinha sido aprovado pela FDA. No entanto, ao abrigo de uma norma que possibilita a utilização de medicamentos não testados em humanos apenas em situações excepcionais, o medicamento pode ser administrado aos dois médicos infectados com o vírus da Ébola.

O medicamento secreto trata-se de um anticorpo monoclonal. A administração deste tipo de anticorpos está a tornar-se cada vez mais comum e o tempo tem demonstrado que é uma solução eficaz. Este tipo de anticorpos é produzido da seguinte forma: cobaias são expostas a um vírus e o seu sistema imunitário desenvolve anticorpos específicos contra o vírus. Posteriormente, os linfócitos são isolados em laboratório e multiplicados em culturas celulares. No caso do zMapp foram separadas três linhas celulares que produziram anticorpos específicos eficazes contra a Ébola. Os anticorpos foram depois adicionados a uma solução. De acordo com a farmacêutica que desenvolveu o medicamento, é possível produzir estes anticorpos em plantas de tabaco, o que acelera o processo o processo de produção, já que as culturas celulares são mais lentas.

Apesar de a aplicação do zMapp ter sido um sucesso, ainda pouco se sabe sobre o seu efeito nos humanos. Nos testes realizados com animais, a Mapp Biopharmaceutical administrou o medicamento a oito macacos com o vírus da Ébola que sobreviveram. Todos receberam o medicamento até 48 horas depois de terem sido infectados. Um macaco que foi tratado com o soro depois das 48 horas não sobreviveu. Tal significa que pouco se sabe sobre a segurança e eficácia deste tratamento – e que fora circunstâncias extremas como esta, a FDA não teria permitido a sua aplicação. Gupta suspeita que a FDA autorizou o uso do zMapp ao abrigo da isenção de uso compassivo.

O actual surto do vírus da Ébola é o maior na história da doença, tanto em termos do número de infectados como de mortes provocadas – cerca de 729 desde o final de 2013.

Foto: EU Humanitarian Aid and Civil Protection / Creative Commons

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Produtores africanos de cacau provam chocolate pela primeira vez


É um facto triste e indicador da desigualdade da sociedade global, já que muitos daqueles que trabalham nunca saboreiam os frutos do seu trabalho. Esta é a situação de muitos produtores africanos que nunca chegam a apreciar o que cultivam para que o seu rendimento possa ser maior.

Contudo, recentemente, um grupo de produtores de cacau da Costa do Marfim teve a oportunidade de provar os frutos do seu trabalho e puderam saborear chocolate pela primeira vez na vida. Um correspondente do canal televisivo Metropolis TV visitou estes agricultores e ofereceu-lhes barras de chocolate. A reacção dos agricultores pode ser vista aqui.

Embora seja um pequeno país da África Ocidental, a Costa do Marfim é o maior produtor de café do mundo e o cacau é também dos produtos mais cultivados. A plantação de cacau é feita há décadas, mas muitos dos agricultores nunca provaram chocolate. E porquê?

De acordo com uma reportagem da CNN, os produtores de cacau estão na base da cadeia de produção mundial de chocolate – que está fortemente contra os agricultores, quer seja na forma dos comerciantes, dos exportadores e dos fabricantes acima deles que exigem o maior lucro possível. Isto dá pouco ou nenhum poder de negociação e muito pouco dinheiro aos agricultores para sustentar as suas famílias, e muito menos para comprar chocolate.

Um dos agricultores entrevistados, que ganha pouco mais de €5 por dia, conta que não sabe qual é o destino dos seus grãos depois de deixarem a plantação e que não pode comprar uma barra de chocolate, que custa cerca de €2 na sua comunidade. Depois de ter provado chocolate pela primeira vez disse que “não sabia que o cacau era tão saboroso”. Depois, o agricultor repartiu a barra com os seus colegas que também provaram chocolate pela primeira vez. No final, o agricultor afirmou: “Queixamo-nos porque cultivar cacau é um trabalho duro. Agora pudemos apreciar o resultado. E que privilégio é poder prová-lo”, cita o Inhabitat.

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ONU: pior surto de Ébola de sempre foi provavelmente causado por carne de caça


O pior surto do vírus da Ébola de sempre já matou 660 pessoas desde o início de 2014 e a sua origem pode estar ligada à caça, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).

Segundo a organização, a fonte do surto terá sido um caçador que comeu ou vendeu um morcego da fruta na África Ocidental. O morcego da fruta é uma espécie que pode ser infectada com a Ébola e não apresentar quaisquer sinais da doença. O vírus pode ser transmitido através de fluídos corporais, como o sangue entre animais e humanos – que é conhecido por zoonose.

Apesar de os morcegos da fruta serem uma espécie propícia para a transmissão do vírus da Ébola, também outras espécies, nomeadamente os primatas e os roedores, podem transmitir o agente patogénico.

A Organização da ONU para a Alimentação e Agricultura divulgou já um comunicado onde alerta a população da África Ocidental para os riscos de contrair o vírus ao comer estas carnes de caça. Por carnes de caça subentende-se a carne de animais selvagens, como os primatas e roedores, caçados na África, Ásia e América do Sul. Actualmente, o termo utiliza-se para referir particularmente a carne dos animais da África Central e Ocidental.

Os habitantes da Guiné, Libéria e Serra Leoa, que lidam com os números mais elevados de contaminação estão particularmente em risco, refere o Dodo.

“Não estamos a sugerir que as pessoas deixem de caçar, porque isso é irrealista”, explica o chefe do departamento de veterinária da Organização da ONU para a Alimentação e Agricultura, Juan Lubroth. “Mas as comunidades necessitam claramente de informação sobre a necessidade de não tocar em animais mortos ou vender ou comer carne de animais que sejam encontrados já mortos. Devem também evitar caçar animais que estejam doentes ou se comportem de maneira anormal”, indica.

Os morcegos da fruta são frequentemente comidos em zonas áridas ou em sopas para suplementar as dietas. Estes animais são chamados de “espécie reservatório” para o vírus, embora a Ébola seja morta quando a carne é cozinhada a altas temperaturas. Mas qualquer pessoa que mexa no animal antes de estar cozinhado está em risco.

A Ébola é letal em 90% dos casos e não existe vacina eficaz contra o agente patogénico. Os primeiros casos do corrente surto foram detectados em Dezembro de 2013.

Foto: EU Humanitarian Aid and Civil Protection  / Creative Commons

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Pangolins estão a ser “comidos até à extinção”


Os pangolins estão a ser “comidos até à extinção” devido a uma procura elevada pela sua carne na China e no Vietnam e pelas suas escamas, que são utilizadas na medicina tradicional chinesa, alertam os grupos conservacionistas.

Uma actualização na última semana da lista de animais ameaçados de extinção acrescentou as oito sub-espécies de pangolins aos animais que correm risco de desaparecer do planeta. O pangolim é o único mamífero do mundo com escamas, recorrendo a este revestimento corporal para se proteger dos predadores.

De acordo com os peritos da Sociedade Zoológica de Londres, a procura por pangolins na Ásia é tão grande que os caçadores começaram agora a caçar em África, onde é possível encontrar quatro sub-espécies, refere o Guardian. Os especialistas indicam ainda que existem provas de um comércio ilegal intercontinental de pangolins, entre a África e a Ásia.

Estima-se que mais de um milhão destes animais tenha sido caçado ilegalmente ao longo da última década, o que faz do pangolim o animal mais ilegalmente comercializado no mundo.

Foto:  BTphotographic / Creative Commons

 

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