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Tag Archive | "água"

Nova Iorque: águas mais limpas estão a atrair mais baleias e tubarões


O número de baleias-jubarte e tubarões-brancos nas águas costeiras de Nova Iorque e do estado de Nova Jérsia durante este Verão está a aumentar para deleite dos ambientalistas, naturalistas, pescadores e até mesmo dos banhistas.

A quantidade de grandes criaturas marinhas que tem aparecido ao largo da costa da Grande Maçã não era vista há várias décadas e a principal causa para o aparecimento deste número anormal de baleias e tubarões na costa de uma cidade como Nova Iorque são as águas mais limpas.

Segundo Paul Sieswerda, director do Gotham Whale, um grupo de voluntários que monitoriza a vida marinha, as águas mais limpas terão atraído mais peixes e consequentemente mais baleias e tubarões. Sieswerda diz mesmo que é possível ver baleias a alimentarem-se com a silhueta de Nova Iorque como pano de fundo.

A Gotham Whale contabilizou 29 baleias, todas jubarte, nas águas de Nova Iorque desde o início da primavera até ao final de Julho. Juntando o número de baleias avistadas antes desse período e aquelas que provavelmente se avistaram, o número será superior às 43 vistas em 2013, às 25 de 2012 e às cinco de 2011, refere o Guardian.

A limpeza gradual do rio Hudson, que desagua no porto de Nova Iorque, traz agora para o mar nutrientes que estimulam o crescimento de plâncton, que alimenta os peixes e consequentemente as baleias e os tubarões. “O rio costumava não trazer nada além de poluição, mas nos últimos cinco anos água foi ficando mais limpa e mais nutrientes são transportados par ao mar”, indica Sieswerda, sublinhando ainda que também as medidas de protecção e conservação em outras regiões perto de Nova Iorque contribuíram para o aumento do número de cetáceos e tubarões.

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Águas de Portugal está à procura de oito “Repórteres da Água”


O Grupo Águas de Portugal está à procura de jovens entre os 17 e 25 anos para se juntarem às equipas de reportagem que vão acompanhar os trabalhos do Congresso Mundial da International Water Association (IWA), em Lisboa, entre 21 e 26 de Setembro.

O objectivo é proporcionar uma experiência única de reportagem e contacto com jornalistas de todo o mundo e simultaneamente dar notoriedade à temática da água nas diversas vertentes que irão ser debatidas no congresso mundial.

Os jovens com interesse na área dos media e em participar no Congresso como Repórteres da Água podem candidatar-se até 26 de Agosto, independentemente da nacionalidade, área de formação e profissão. Os requisitos são saber escrever de forma fluente português e inglês.

A participação no concurso “Repórter da Água” pode ser feita através de três formas: fotografia – reportagem fotográfica individual composta por um máximo de dez fotografias; vídeo – reportagem em vídeo, em inglês ou português com legendagem em inglês com a duração máxima de três minutos (a candidatura pode ser individual ou em grupos de dois elementos); e escrita – reportagem escrita em português com o mínimo de 500 e um máximo de 1.000 palavras e respectiva tradução em inglês (candidatura individual).

Os trabalhos devem ser subordinados a um dos seguintes temas do congresso: o futuro da água; água e energia; inovação no sector da água e preservação de recursos hídricos. O regulamento do concurso pode ser consultado aqui.

Além da experiência de reportagem e de contacto com os jornalistas, os vencedores do concurso vão poder participar em workshops de formação, saber como funciona a redacção de um jornal, visitar e saber mais sobre as estruturas que produzem água e tratam as águas residuais de Portugal, refere a Águas de Portugal em comunicado.

O Congresso Mundial da IWA é a maior iniciativa internacional de carácter técnico-científico no domínio da água, que se realiza bienalmente em diferentes locais do mundo. O tema do congresso deste ano é “Shaping our water future” e espera reunir mais de 5.000 participantes internacionais em debates e apresentações sobre temas relacionados com ciência, inovação, políticas, desafios e soluções para o sector da água.

Foto: heldertsantos  / Creative Commons

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Beber água à refeição engorda ou emagrece?


A proliferação dos mitos sobre a alimentação funciona da mesma forma que as lendas urbanas: um boato começa a passar de boca em boca, distorce-se e acaba por surgir como um facto que nós tomamos como verdadeiro. No livro “Comer ou não comer. Armadilhas e mitos na alimentação”, o jornalista espanhol Antonio Ortí e as especialistas em nutrição Ana Palencia e Raquel Bernacer exploram diversas crenças erróneas.

Segundo o  portal O Meu Bem Estar, os autores explicam, por exemplo, qual a função da água na nossa dieta e porque não tem sentido atribuirmos propriedade adelgaçantes ou de ganho de peso à sua ingestão. A água tem zero calorias quer seja ingerida no início, durante ou no final da refeição, apesar de existirem teorias que digam o contrário.

Por exemplo, existe uma crença popular de que a água engorda se ingerida durante as refeições, uma vez que provoca retenção de líquidos. Aparentemente, esta hipótese era seguida nos finais de 1950, com algumas pessoas que perderam peso durante aquela altura a afirmarem que, para não beberem água enquanto comiam, molhavam apenas os lábios num pano humedecido para diminuir a sensação de sede. No entanto, beber água não provoca retenção de líquidos, pelo contrário estimula o funcionamento dos rins e contribui para um bom equilíbrio hídrico.

Também as chamadas dietas dissociadas, que consistem em seguir una premissa básica e fundamental –  não misturar grupos de alimentos incompatíveis na mesma refeição -, não permitem beber água quando se ingerem hidratos de carbono, uma vez que consideram que “dificulta a digestão” e que leva a que as batatas, o pão, o arroz e outros alimentos ricos em hidratos de carbono façam os ponteiros da balança subir. Mas há que insistir que a água não aumenta o valor calórico de nenhum alimento, explicam os autores do livro.

No entanto, sabe-se que beber água antes de uma refeição pode enganar o estômago e fazer com que a pessoa coma menos. Um ensaio clínico publicado em 2010, que partiu desta hipótese apresentada na American Chemical Society, em Boston, concluiu que quem bebe dois copos de água de 230 mililitros antes de uma refeição consome entre 75 e 90 calorias menos durante a refeição.

Enquanto alguns autores recomendam beber um mililitro de água por cada caloria ingerida, outros preferem relacionar as calorias com o peso e apontam para os 45 mililitros por quilo no caso dos adultos e para valores mais elevados no caso das grávidas e crianças. Normalmente, é necessário ingerir entre dois a três litros por dia, mas isso não significa que tenha de beber os dois litros. O ideal é beber entre um litro e um litro e meio de água e satisfazer a restante necessidade com a água que os alimentos contêm.

Foto:  Boyan Photography / Creative Commons

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Cientistas alertam para uma crise “intransponível” de água em 2040


Um novo estudo alerta que, em menos de três décadas, o planeta vai enfrentar uma grande crise de água caso a maneira como a electricidade é gerada (maioritariamente a partir da energia hídrica) não seja alterada.

À medida que a população aumenta também aumenta o consumo de água e a utilização de energia. A menos que comecem a ser utilizadas outras fontes alternativas para produzir electricidade até 2030, as necessidades de água podem aumentar para um ponto onde exista uma falha entre a procura e os recursos de água disponíveis, o que conduzirá a uma crise de água global.

Segundo o estudo elaborado pela CNA Corporation, a procura de água aumentou seis vezes e a população apenas três vezes mais ao longo do último século. Se a tendência continuar, haverá uma falha de 40% entre a procura e os recursos existentes. A lei básica da procura e da oferta dita que quando a procura excede a oferta aumenta o preço do produto. Contudo, com um recurso como a água, a lei da procura e da oferta não pode funcionar desta forma.

Apesar de muita da água utilizada para gerar energia ser devolvida ao ambiente, alguma perde-se durante o processo ou fica contaminada, refere o Inhabitat. Com o aumento da procura por parte das populações é evidente que a água se vai tornar num bem cada vez mais precioso, que não nos podemos dar ao luxo de desperdiçar.

Foto:  miguelvinagre / Creative Commons

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As cidades mundiais com o maior stress hídrico


O Nature Conservancy publicou recentemente uma base de dados global sobre mais de 500 cidades mundiais para determinar os níveis de stress hídrico. O stress hídrico ocorre quando a procura de água por habitante é superior à capacidade de oferta de um corpo hídrico.

Os dados, que foram compilados em estudo, baseiam-se na quantidade de água disponível para cada cidade e os resultados revelam como a globalização tem exacerbado os impactos das alterações climáticas no quotidiano.

Tóquio é a cidade que ocupa o primeiro lugar da lista. “Tóquio é uma pequena ilha que está a utilizar uma grande fracção da água pluvial como água para o abastecimento público”, indica Rob McDonald, cientista da Nature Conservancy, cita o Inhabitat. O cientista aponta que uma das soluções para estas cidades sob grande stress hídrico será a construção de infra-estruturas de dessalinização.

No global, o estudo concluiu que uma em quatro cidades mundiais está sob stress hídrico.

As 20 cidades com os maiores níveis de stress hídrico:

  1. Tóquio, Japão
  2. Nova Deli, Índia
  3. Cidade do México, México
  4. Xangai, China
  5. Pequim, China
  6. Calcutá, Índia
  7. Karachi, Paquistão
  8. Los Angeles, Estados Unidos
  9. Rio de Janeiro, Brasil
  10. Moscovo, Rússia
  11. Istambul, Turquia
  12. Shenzhen, China
  13. Chongqing, China
  14. Lima, Peru
  15. Londres, Inglaterra
  16. Wuhan, China
  17. Tianjin, China
  18. Chennai, Índia
  19. Bangalore, Índia
  20. Hyderabad, Índia

Foto:  TeresalaLoba / Creative Commons

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Os 10 países com a água filtrada mais cara do mundo (com LISTA)


Para nós, portugueses, a água potável chega-nos de forma tão fácil que nem sonhamos o quão difícil é tê-la na maioria dos outros países do mundo. Cerca de 780 milhões de pessoas em todo o mundo – quase o dobro da população dos Estado Unidos – não têm acesso a água segura e de qualidade, segundo as Nações Unidas.

E mesmo os que têm redes de água de esgotos adequados podem ter de comprar sistemas de filtração domésticos para garantir uma melhor água e reduzir as substâncias usadas no processo de tratamento urbano, como o cloro.

Todas estas afirmações são já sobejamente conhecidas, mas a Bloomberg quis ir mais longe e perceber quais os países onde é mais caro ter água filtrada, com base nas horas de trabalho necessárias para comprar um sistema doméstico de purificação padrão de 2,5 litros – com um custo de manutenção de um ano.

Segundo o site, o país mais caro para se ter um sistema de purificação de água é a Ucrânica, onde é preciso trabalhar 57 horas para conseguir adquirir um filtro – no Luxemburgo, para termos uma noção, este número cai para as duas horas.

Para calcular o PIB por hora, o PIB per capita foi dividido por 2.000, o número de horas em média que uma pessoa trabalha por ano, com base nas 40 horas por semana e 50 semanas por ano. Assim, veja os dez países onde é mais caro ter água filtrada por ano.

Como pode ver aqui, o índice é composto por 30 países, mas Portugal não está presente.

1. Ucrânia
2. Tailândia
3. China
4. Índia
5. República Checa
6. África do Sul
7. Letónia
8. Polónia
9. Singapura
10. Japão

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