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Tag Archive | "água"

As cidades mundiais com o maior stress hídrico


O Nature Conservancy publicou recentemente uma base de dados global sobre mais de 500 cidades mundiais para determinar os níveis de stress hídrico. O stress hídrico ocorre quando a procura de água por habitante é superior à capacidade de oferta de um corpo hídrico.

Os dados, que foram compilados em estudo, baseiam-se na quantidade de água disponível para cada cidade e os resultados revelam como a globalização tem exacerbado os impactos das alterações climáticas no quotidiano.

Tóquio é a cidade que ocupa o primeiro lugar da lista. “Tóquio é uma pequena ilha que está a utilizar uma grande fracção da água pluvial como água para o abastecimento público”, indica Rob McDonald, cientista da Nature Conservancy, cita o Inhabitat. O cientista aponta que uma das soluções para estas cidades sob grande stress hídrico será a construção de infra-estruturas de dessalinização.

No global, o estudo concluiu que uma em quatro cidades mundiais está sob stress hídrico.

As 20 cidades com os maiores níveis de stress hídrico:

  1. Tóquio, Japão
  2. Nova Deli, Índia
  3. Cidade do México, México
  4. Xangai, China
  5. Pequim, China
  6. Calcutá, Índia
  7. Karachi, Paquistão
  8. Los Angeles, Estados Unidos
  9. Rio de Janeiro, Brasil
  10. Moscovo, Rússia
  11. Istambul, Turquia
  12. Shenzhen, China
  13. Chongqing, China
  14. Lima, Perú
  15. Londres, Inglaterra
  16. Wuhan, China
  17. Tianjin, China
  18. Chennai, Índia
  19. Bangalore, Índia
  20. Hyderabad, Índia

Foto:  TeresalaLoba / Creative Commons

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Os 10 países com a água filtrada mais cara do mundo (com LISTA)


Para nós, portugueses, a água potável chega-nos de forma tão fácil que nem sonhamos o quão difícil é tê-la na maioria dos outros países do mundo. Cerca de 780 milhões de pessoas em todo o mundo – quase o dobro da população dos Estado Unidos – não têm acesso a água segura e de qualidade, segundo as Nações Unidas.

E mesmo os que têm redes de água de esgotos adequados podem ter de comprar sistemas de filtração domésticos para garantir uma melhor água e reduzir as substâncias usadas no processo de tratamento urbano, como o cloro.

Todas estas afirmações são já sobejamente conhecidas, mas a Bloomberg quis ir mais longe e perceber quais os países onde é mais caro ter água filtrada, com base nas horas de trabalho necessárias para comprar um sistema doméstico de purificação padrão de 2,5 litros – com um custo de manutenção de um ano.

Segundo o site, o país mais caro para se ter um sistema de purificação de água é a Ucrânica, onde é preciso trabalhar 57 horas para conseguir adquirir um filtro – no Luxemburgo, para termos uma noção, este número cai para as duas horas.

Para calcular o PIB por hora, o PIB per capita foi dividido por 2.000, o número de horas em média que uma pessoa trabalha por ano, com base nas 40 horas por semana e 50 semanas por ano. Assim, veja os dez países onde é mais caro ter água filtrada por ano.

Como pode ver aqui, o índice é composto por 30 países, mas Portugal não está presente.

1. Ucrânia
2. Tailândia
3. China
4. Índia
5. República Checa
6. África do Sul
7. Letónia
8. Polónia
9. Singapura
10. Japão

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Índia: escassez de água obriga autoridades a fecharem fábrica da Coca-Cola


Uma fábrica da Coca-Cola em Uttar Pradesh, norte da Índia, foi obrigada a fechar pelo Governo local, depois de agricultores se queixarem da grande quantidade de água utilizada pela empresa. Há algum tempo que a Coca-Cola está sob pressão no mercado indiano, devido à escassez de água no país.

Em Junho de 2013, a Coca-Cola tinha solicitado à Autoridade Central das Águas Subterrâneas da Índia permissão para lançar uma nova linha de engarrafamento na fábrica de Medhigani. Na sequência deste pedido, milhares de agricultores protestaram junto do Governo, acusando a Coca-Cola de causar escassez de água na região.

Esta nova notícia vem colocar pressão nas multinacionais a operar em regiões com faltas de água crónica, como o norte indiano. “Esta é uma grande vitória para a comunidade local, que agora sabe que pode vencer os grandes negócios multinacionais”, explicou ao Financial Times Nandlal Master, um dos responsáveis por esta luta contra a multinacional norte-americana.

A Coca-Cola reagiu negativamente à decisão, alegando que as acusações de má utilização da água são falsas. “Utilizamos a água de forma responsável, porque partilhamos o interesse na sustentabilidade dos recursos aquáticos”, explicou a fábrica da Coca-Cola em comunicado.

A Coca-Cola afirma que a Índia poderá ser um dos cinco maiores mercados mundiais durante os próximos dois anos. No entanto, alguns analistas referem que os problemas cada vez mais graves de escassez de água no país poderão representar um entrave aos planos ambiciosos de empresas como a Coca-Cola – e outras.

As águas subterrâneas têm sofrido uma grande escassez em toda a Índia, devido sobretudo à sua sobreutilização por parte dos agricultores. Empresas como a Coca-Cola ou Pepsi têm-se tornado alvos fáceis para os agricultores, apoiado também por activistas anti-globalização.

Em Novembro de 2012, as autoridades indianas de água anunciaram novas restrições à utilização de águas subterrâneas na indústria – agora, estas estão ligadas a condições como qualidade de água corrente, tipo de indústria e comprometimento das empresas com os planos de reciclagem e investir na qualidade de água.

Foto:  Meanest Indian / Creative Commons

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Um chuveiro que recicla água em tempo real – e poupa €490 por ano


A água é um dos nossos bens mais essenciais. Ainda asism, será um chuveiro que custa €4.300 (R$ 13.000) a solução mais económica para reduzir o gasto deste bem? É isso que vamos tentar perceber nesta notícia.

É do conhecimento geral que a humanidade tem um problema ao nível dos recursos de água. Como resposta, a Ofwat, entidade que regula os serviços de água no Reino Unido quer que este chuveiro reciclador de água esteja obrigatoriamente implementado em todas as casas até 2020.

Mas o que é que torna este chuveiro que recicla água tão especial? O dispositivo foi desenvolvido pela empresa australiana Cintep, que ambiciona que o chuveiro ajude a poupar mais de mil milhões de litros de água até 2017. Por cada litro de água que entre no sistema do chuveiro, saem mais de três litros de água. Tendo em conta os resultados, a tecnologia pode parecer bastante complexa, mas na verdade é simples.

A água entra no sistema do chuveiro, como em qualquer objecto do tipo, mas à medida que vai caindo, ela é recolhida. Posteriormente, a água é bombeada para uma série de filtros. O processo é feito em tempo real, para assegurar que a água continua quente, não demorando mais de 30 segundos. De acordo com a Cinetp, o chuveiro reciclador permite reduzir as emissões de dióxido de carbono em 500 quilogramas por ano e a energia em 960 quilowatts. Dependendo da utilização e do número de utilizadores, o dispositivo tem o potencial para poupar €492 por ano, com base numa média de banhos de oito minutos.

Para os mais cépticos em relação ao modo como a água é reciclada, o chuveiro possui um sistema de pasteurização que eleva a temperatura da água até 72 graus Celsius para remover 99,99% das bactérias, refere o Guardian. Posteriormente, não é necessário esperar pela água fria para temperar a água quente. O sistema está ainda munido de um sistema digital que assegura a temperatura e pressão da água de forma eficiente ao longo da utilização e que pode ser ajustado via internet.

Segundo a empresa australiana, é apenas necessário vender 2.500 unidades do chuveiro reciclador para que se poupe mil milhões de litros de água até 2017.

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Reino Unido: vestígios de cocaína estão a contaminar a água potável


O consumo de cocaína no Reino Unido está a atingir níveis desmesurados. Vestígios da droga foram encontrados recentemente nas casas de banho do Parlamento; um dos principais clubes da Premier League, principal campeonato de futebol, está envolvido num escândalo com a droga; e um proeminente banqueiro foi recentemente acusado por posse de cocaína.

A cocaína, ao contrário de muitos outros bens, é mais barata no Reino Unido do que em qualquer outro país da Europa Ocidental. Assim, o Governo estima que 4,4% da população entre os 25 e os 29 anos consome cocaína em pó.

O consumo de drogas no Reino Unido é tão elevado que afectou já a água potável. As autoridades sanitárias descobriram recentemente vestígios de benzoilecgonina – a forma metabolizada da droga – em quatro estações de tratamento de água.

A droga foi encontrada durante testes que estavam a ser realizados para avaliar os factores de risco que envolvem a possibilidade dos medicamentos poluírem a água potável. Os vestígios de cocaína foram identificados na água já tratada, pronta a abastecer as casas dos britânicos. Contudo, a concentração de droga encontrada não é suficiente para afectar quem a consumiu.

As autoridades não sabem ainda a origem da contaminação. “Não especulámos sobre a fonte dos vestígios e a investigação não cobriu esse aspecto”, afirmou Sue Pennison, inspectora, ao Washington Post. Além da cocaína, a droga mais consumida entre os britânicos é a marijuana.

Foto:  tanjila / Creative Commons

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São Paulo: quem aumentar consumo de água vai ser multado


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou na segunda-feira que vai utilizar um terceiro manancial que abastece a Grande São Paulo para compensar a crise hídrica do Sistema Cantareira, confirmando que vai cobrar multas, ainda neste semestre, a quem aumentar o consumo de água.

Segundo Alckmin, o Sistema Rio Grande, que capta água de um braço da Represa Billings, na região do ABC, deverá ser usado para ajudar a abastecer bairros da capital que são atendidos pelo Cantareira. Hoje, a compensação da seca da Cantareira é feito com água dos sistemas Alto Tietê e Guarapiranga para cerca de 1,6 milhão de domicílios.

“Vai entrar também daqui a alguns meses o Rio Grande. Então, vamos substituir várias áreas por outros sistemas”, disse Alckmin em Franca, interior de São Paulo. Segundo o Planeta Sustentável, o Rio Grande abastece cerca de 1,6 milhão de pessoas nas cidades de Diadema, Santo André e São Bernardo.

A partir de maio, os moradores da região metropolitana abastecidos pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) deverão ser multados se aumentarem o consumo de água. Por outro lado, haverá um desconto de 30% para quem economizar pelo menos 20%. “Vamos estabelecer o ónus para quem gastar mais água”, disse o governante.

Mesmo com as novas medidas previstas, Alckmin voltou a afirmar que o racionamento de água não está descartado. “Se for necessário será feito”, afirmou. Na semana passada, o comité anti-crise que monitoriza o Cantareira recomendou que a Sabesp se planeie para captar menos água do manancial que abastece 47% da Grande São Paulo.

Alckmin disse ainda que, quando o Cantareira chegar a 6%, ele entra na reserva técnica. “Só pretendemos utilizar 190 dos 400 milhões de metros cúbicos de água”. Ele justificou a medida com o argumento de que o Cantareira está a viver a maior estiagem dos últimos 100 anos. “É para estes momentos de stress hídrico que existe a reserva técnica”, concluiu.

Foto:   Juanedc / Creative Commons

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