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Tag Archive | "água"

Estudantes criam membrana biodegradável para substituir garrafas de água (com FOTOS)


Uma membrana orgânica biodegradável, que consegue armazenar água, foi criada em Londres por três estudantes de design industrial. O objectivo é diminuir o uso de garrafas descartáveis.

Chamada de Ooho, a bolha é criada por um processo de “esferificação”, a mesma técnica popularizada pelo chef espanhol Ferran Adriá, que tornou célebre o restaurante elBulli, em Barcelona. Através deste método, o líquido é moldado em forma de esferas, que geram uma membrana dupla, protegendo a água e a mão de quem a está a beber.

A estrutura é composta por algas e cloreto de cálcio, que criam um gel ao redor da água.

Enquanto o invólucro é criado, a água está em estado sólido – como se estivesse congelada -, sendo possível, assim, gerar uma esfera maior, que mantém os ingredientes na membrana e separados da água.

De acordo com o criador da membrana, o objectivo é diminuir o uso de garrafas descartáveis pela sociedade. “Oitenta por cento das garrafas que usamos e deitamos fora não são recicladas. Esse consumismo reflecte a sociedade na qual vivemos”, afirma Rodrigo Garcia González, que desenvolveu a Ooho com seus colegas de faculdade, Pierre Paslier e Guillaume Couche.

Garcia afirma também que, além de ser ecologicamente correcta, a “bolha” irá reduzir custos, já que a maior parte do custo para produzir água vem da própria produção de garrafas.

A Ooho pode ser produzida por apenas €0,01 (R$ 0,04), de acordo com o Planeta Sustentável.

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Uma das luas de Saturno tem um oceano gelado que pode albergar vida


Os cientistas da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) descobriram um oceano escondido sob a superfície gelada de uma das luas de Saturno, a Encelado. Este oceano subterrâneo poderá  acolher formas de vida microbiana.

Os investigadores estavam anteriormente concentrados nas luas de Titã e Europa, estudando a possibilidade de estes corpos celestes albergarem vida microbiana, descartando a possibilidade de vida em Encelado. Em 2005, no entanto, a sonda Cassini detectou vapor de água a sair de vários buracos, perto da extremidade sul da lua. Agora, a mais recente passagem da sonda por esta lua revela dados que apontam para a existência de um oceano com cerca de 9,7 quilómetros de profundidade, sob uma camada de 40,2 quilómetros de gelo.

Segundo Linda Spilker, líder da missão Cassini, a água detectada pela sonda é salgada e contém moléculas orgânicas, “os ingredientes químicos elementares para formar vida”, refere o Inhabitat.

A sonda Cassini foi lançada em 2004 e tem-se dedicado ao estudo das maiores luas de Saturno. A missão é conduzida pela NASA, em colaboração com a Agência Espacial Europeia e italiana.

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Água vai ser a bebida embalada mais consumida do mundo em 2014


O número total de água engarrafada ao longo deste ano deverá ultrapassar os 300 mil milhões de litros. Desta forma, a água vai ultrapassar o chá e tornar-se a bebida embalada mais consumida do mundo em 2014.

Com o aumento da procura, os preços deverão igualmente subir. Porém, e  no que toca ao acesso à água potável, a realidade é diferente nos mercados emergentes, quando comparada com os mercados desenvolvidos.

Nos mercados emergentes, a mercantilização da água está em máximos, o que leva as empresas distribuidoras a reavaliar os seus produtos e a aumentar os preços. Esta mercantilização assume variadas formas, com os mercados emergentes da América Latina, Ásia, Médio Oriente e África a focarem-se no crescimento através da expansão da rede de distribuição e da venda unitária, refere o Euromonitor International.

Nestes mercados, a escassez de água potável torna a água engarrafada um bem de primeira necessidade, com maior valor do que outras bebidas, como os sumos, refrigerantes e outros refrescos. O preço do litro de água engarrafada reflecte esta mercantilização, oscilando entre €0,08 na Índia e €0,19 no México – o preço dos refrigerantes varia entre €0,44 e €0,92. O mesmo acontece no Médio Oriente e na África, onde o preço da água engarrafada tem crescido ao ritmo de dois dígitos anuais. Contudo, este valor não pode continuar a crescer a este ritmo, dado que o preço unitário está estagnado em €0,17 por litro.

Pagar mais para beber água

Os preços ainda baixos da unidade engarrafada devem-se à maneira como a água é embalada. Ao contrário dos mercados desenvolvidos, onde mais de 75% de toda a água engarrafada é vendida em garrafas com menos de dois litros, cerca de 60% de toda engarrafada em 2013 nos mercados emergentes foi vendida em embalagens de dois litros ou mais.

Contudo, com o aumento da procura de água engarrafada, devido à cada vez maior escassez da água potável em várias regiões do mundo, é provável que os preços da água nos mercados emergentes e pouco desenvolvidos aumentem.

Nos mercados desenvolvidos, como são os casos da América do Norte e da Europa, a realidade é diferente, uma vez que a maior parte da população tema acesso a água potável. Assim, as empresas que operam nestes mercados procuram o crescimento através do marketing e da renovação das marcas.

Nos países desenvolvidos, o comércio de água engarrafada baseia-se na qualidade e comodidade, em vez da segurança e expansão da rede de distribuição. Recentemente, a procura de água engarrafada aumentou devido a uma maior procura por parte dos cidadãos, que começaram a preferir a água mineral e natural a outras bebidas calóricas. Contudo, o tipo de água engarrafada consumida varia de região para região. A importância que a água mineral assume actualmente na Europa, ainda assim, é um indicador de que os consumidores estão dispostos a pagar mais por este tipo de água.

Sabendo-se que a grande maioria da água é embalada em garrafas de plástico, que implicações terá esta tendência na sustentabilidade ambiental?

Foto:  TheDigitel Myrtle Beach / Creative Commons

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Escassez de água adia planos da Coca-Cola na Índia


A multinacional norte-americana Coca-Cola foi obrigada, pela segunda vez, a não utilizar uma nova linha de engarrafamento indiana, um desafio para a empresa de refrigerantes que apostou €3,6 mil milhões (R$ 11, 9 mil milhões) num plano de expansão neste país asiático, diz o Financial Times.

Em Junho do ano passado, a Coca-Cola solicitou à Autoridade Central das Águas Subterrâneas da Índia permissão para começar a usufruir da nova linha de engarrafamento, avaliada em €17,6 milhões (57,2 milhões) – numa fábrica já a operar na localidade de Medhiganj, no norte do país. Contudo, os agricultores locais protestaram contra a fábrica e culparam a Coca-Cola por causar escassez de água na região.

O governo indiano ainda não deu o seu aval à empresa norte-americana, que quer colocar a funcionar uma nova linha de engarrafamento capaz de produzir até 600 garrafas por minuto, duplicando a actual produção da fábrica.

A Coca-Cola afirma que a Índia poderá ser um dos cinco maiores mercados mundiais durante os próximos dois anos. No entanto, alguns analistas referem que os problemas cada vez mais graves de escassez de água no país poderão representar um entrave aos planos ambiciosos de empresas como a Coca-Cola – e outras.

As águas subterrâneas têm sofrido uma grande escassez em toda a Índia, devido sobretudo à sua sobreutilização por parte dos agricultores. Empresas como a Coca-Cola ou Pepsi têm-se tornado alvos fáceis para os agricultores, apoiado também por activistas anti-globalização.

Em Novembro de 2012, as autoridades indianas de água anunciaram novas restrições à utilização de águas subterrâneas na indústria – agora, estas estão ligadas a condições como qualidade de água corrente, tipo de indústria e comprometimento das empresas com os planos de reciclagem e investir na qualidade de água.

Foto:  kulepind / Creative Commons

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Suecos criam máquina que permite transformar suor em água potável


Provavelmente nunca pensou poder ir ao ginásio e, depois do seu treino, hidratar-se com o seu próprio suor. Agora, porém, essa possibilidade existe. Inspirada pelos astronautas, que têm de reutilizar tudo o que utilizam durante as suas viagens espaciais, uma empresa sueca construiu uma máquina que transforma o suor humano em água potável.

A máquina do suor, como foi chamada, espreme o suor das roupas utilizadas durante o exercício físico e transforma-as em água própria para beber. O projecto foi desenvolvido por Andreas Hammar, engenheiro que concebeu a máquina, em parceria com a agência de publicidade Deportivo e com o apoio da UNICEF. Segundo o Inhabitat, a ideia é alertar para a escassez de água potável em algumas regiões do globo.

O principal componente tecnológico da máquina é o filtro, refere o Discovery News, que foi desenvolvido pelo Royal Institute of Tecnology de Estocolmo. O resto da máquina é composto por peças comuns, nomeadamente um secador de roupa.

Para extrair o suor da roupa, o vestuário é depositado no secador de roupa para espremer o suor. Depois, o suor – que é composto 99% por água – é aquecido, exposto a luz ultravioleta e passa pelo filtro de alta tecnologia para remover os sais e bactérias. Finalmente, a água passa for um filtro de café para remover as fibras de vestuário. O resultado é água destilada.

A máquina está actualmente em exposição no Gotha Cup, um torneio de futebol juvenil, onde as pessoas podem experimentar a máquina e provar a água.

Foto:  Speshul Ted / Creative Commons

 

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Louça que se lava sozinha pode poupar milhares de litros de água desperdiçada (com FOTOS)


Lavar a louça pode, em breve, ser uma tarefa do passado. Um atelier de designers suecos, Tomorrow Machine, desenvolveu louça que se lava sozinha. Assim, além de não ter de lavar todos os dias a louça, poupa milhares de litros de água por ano e, não menos importante, na factura da água.

Estes designers desenvolveram uma linha de louça e cobriram-na com uma camada impermeabilizante, que faz com que a comida não adira ao recipiente. Para o limpar, basta verter os restos para o lixo e a louça fica novamente limpa, refere o Inhabitat.

Para desenvolver esta louça que se lava sozinha, o ateliê Tomorrow Machine trabalhou com os investigadores do KTH Royal Institute of Technology, em Estocolmo. A camada impermeabilizante é feita de cera dissolvida a alta pressão e temperatura, que repele a água, gorduras e outras sujidades. A tecnologia permite ainda poupar electricidade –para limpar a gordura da louça, é normalmente necessário água quente – e detergente.

A ideia surgiu quando a equipa foi desafiada pela Federação Sueca das Indústrias Florestais a conceber um produto futurístico a partir da celulose extraída das árvores.

 

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