O rasto das armas nucleares no Cazaquistão

Uma área remota do Cazaquistão foi em tempos palco de vários testes nucleares. Apesar de não se falar nesse assunto, o impacto na população local e no ambiente foi devastador.

Green Savers

Uma área remota do Cazaquistão foi em tempos palco de vários testes nucleares. Apesar de não se falar nesse assunto, o impacto na população local e no ambiente foi devastador.

Lagos formados por explosões nucleares, esqueletos de edifícios. O cenário parece o de uma terra desabitada, mas a verdade é que naquele remoto canto do Cazaquistão, em plena estepe, ainda se encontra gente dramaticamente marcada pelas armas nucleares.

Vivem como sombras. Corpos e rostos deformados, um espectáculo que choca qualquer forasteiro que ali decida investigar quais as consequências dos testes que ali foram feitos até há cerca de 30 anos.

A verdade é que ainda hoje nascem crianças com deformações. O fotógrafo Phil Hatcher-Moore, ao serviço da conceituada revista National Geographic, passou dois meses a realizar um documentário sobre esta região e os seus documentos fotográficos dizem mais que mil palavras.

Foto: Phil Hatcher-Moore / via National Geographic 

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