África do Sul: um rinoceronte é morto a cada 20 horas

A recente polémica que se abateu sobre o rei de Espanha, Juan Carlos, por ter viajado ao Botswana para caçar elefantes, na semana passada – e que o levou a pedir desculpas ao povo espanhol – tem gerado toda uma onda de breve mediatismo na caça aos animais de grande porte.

Ontem foi o fundador e CEO da Virgin, o britânico Richard Branson, que publicou uma pequena nota no seu blog a dar conta que, na África do Sul, um rinoceronte é morto a cada 20 horas. “Incrivelmente, 448 rinocerontes foram mortos ilegalmente, na África do Sul, em 2011 – é um em cada 20 horas”, explicou o carismático gestor.

Segundo Branson, que cita dados de Peter Knights, da WildAid, existem agora menos de 5.000 rinocerontes pretos no Mundo, pelo que, a continuar esta matança ilegal, a espécie estará extinta em dez anos.

Os chifres de rinoceronte são muito procurados em países como a China e o Vietname, onde muitos lhes dão propriedades para curar doenças como o cancro ou até ressacas. “É mentira. O corno de rinoceronte não tem qualquer propriedade médica. E os líderes políticos, sociais e de saúde da China e Vietname precisam de passar rapidamente esta mensagem”, escreveu Branson.

Quer saber mais sobre este assunto? Visite o Wild Aid e descubra como a sua ajuda é importante – também – para colocar este tema na ordem do dia.

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