As abelhas que vivem nas cidades têm cérebros maiores



A rápida conversão de habitats naturais em paisagens criadas pelo homem ameaça os insetos polinizadores a nível mundial. No entanto, alguns polinizadores adaptam-se bem à conversão de habitats, uma questão mal compreendida.

A hipótese do amortecedor cognitivo, estabelecida em vertebrados mas não testada em insetos, sugere que as espécies com cérebros maiores apresentam maior flexibilidade comportamental para lidar com novos desafios, como os que surgem em ambientes urbanos.

Para explorar esta hipótese nos insetos, investigadores mediram o tamanho do cérebro de 89 espécies de abelhas e avaliámos a sua associação com o grau de ocupação do habitat.

Os resultados revelaram que as abelhas urbanas tinham cérebros maiores em relação ao seu tamanho corporal do que as encontradas em habitats florestais ou agrícolas. Este facto “apoia a hipótese do amortecedor cognitivo em invertebrados, implicando que cérebros de abelhas maiores oferecem uma vantagem comportamental para tolerar ambientes urbanos”.





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