Um mar diferente

Ray Collins trabalhva numa mina de carvão quando um problema num joelho lhe ditou a reforma precoce. O agora fotógrafo ultrapassou esta e outra dificuldade – é daltónico – para transformar as ondas que todos os dias vimos no Oceano em obra de arte.

Collins comprou a primeira máquina fotográfica há apenas oito anos, confessou o próprio ao Huffington Post, mas rapidamente começou a fotografar as ondas como se de outros fenómenos naturais se tratassem – como montanhas ameaçadoras.

“Consegui mostrar e partilhar a minha interpretação da luz, água e movimento, de forma íntima. Como artista acho que estamos sempre a redefinir o nosso trabalho, porque ele nos obriga a crescer”, explicou o fotógrafo.

“Nada sabe tão bem como estar no mar, depois de destruir pedra e evitar ser esmagado por túneis a cair durante 12 horas seguidas. Isto é a liberdade completa”, concluiu.