Como os cientistas estão a usar drones para estudar as baleias

Aprendemos muito mais sobre as baleias nas últimas décadas graças aos métodos de marcação que monitorizam o seu comportamento e saúde, mas colocar uma marca numa baleia é logisticamente desafiante e dispendioso.

Redação

Aprendemos muito mais sobre as baleias nas últimas décadas graças aos métodos de marcação que monitorizam o seu comportamento e saúde, mas colocar uma marca numa baleia é logisticamente desafiante e dispendioso.

Investigadores norte-americanos relatam uma nova abordagem “tap and go” (toque e siga) utilizando drones. Quando os testaram em cachalotes no Caribe, conseguiram colocar uma marca de sucção numa baleia em cerca de 75 segundos, em média.

Eles afirmam que esta é uma técnica mais rápida e menos invasiva, que não requer que os barcos se aproximem destes gigantes gentis.

“Este é definitivamente o futuro”, diz Jeremy Goldbogen, biólogo marinho da Universidade Stanford, que não participou na investigação.

Já Daniel Vogt, principal autor do estudo, sublinha que “sempre quisemos aprimorar esse método” e que “queremos reduzir a perturbação do animal e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade dos dados que coletamos.”

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