Daikin diz que as bombas de calor podem ajudar na descarbonização



O XVI Congresso Ibero-Americano de Ar Condicionado e Refrigeração, organizado pela EFRIARC – Associação Portuguesa dos Engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado e que contou com o apoio do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, r ealizou-se de 4 a 6 de maio em Lisboa.

A Daikin, marca que tem vindo a trabalhar no desenvolvimento e produção de equipamentos sustentáveis, mostrou no evento algumas das suas tecnologias mais recentes e inovadoras nas áreas de economia circular, sustentabilidade, descarbonização, qualidade do ar interior, serviços e formação.

Em palestra, Hervé Pierret, Section Manager Sales, Strategy & Marketing, Heating & Renewables SBU da Daikin Europe N.V., explicou porque as bombas de calor desempenharam um papel fundamental na estratégia descarbonização da União Europeia.

As estimativas apontam para a instalação de 4 milhões de bombas de calor na Europa em 2030, e o responsável Daikin recordou que existem atualmente cerca de 1 milhão de bombas de calor instaladas. Contudo, “é necessária a adoção maciça de bombas de calor em novas construções”, bem como a “duplicação da taxa de substituição dos sistemas de aquecimento até 2030”. Tendo em conta os recentes desenvolvimentos geopolíticos e a iniciativa RePowerEU, Hervé Pierret mostrou-se otimista quanto ao futuro, uma vez que as previsões indicam que o mercado anual de bombas de calor pode ultrapassar os 5 milhões.

Para que estas metas sejam uma realidade, Hervé Pierret sublinhou o papel dos decisores políticos no sentido de evitarem incentivos aos combustíveis fósseis, e garantirem que as tecnologias renováveis gozam de condições equitativas.

“As bombas de calor estão mais do que aptas para aceitar o desafio da descarbonização residencial, e desta forma tornarem-se o equipamento padrão tanto no mercado da nova construção como da renovação. Não são uma tecnologia do futuro, mas sim, uma solução estabelecida que está pronta para uma utilização generalizada no presente” sublinhou, garantindo que “Do ponto de vista da indústria das bombas de calor, onde se inclui a Daikin, há muito que trabalhamos para contribuir para as metas de descarbonização e alçarmos um mundo mais verde”.



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