Dilma Rousseff envolve-se directamente na privatização da EDP

Ainda que a Cemig já tenha ficado de fora da privatização da EDP, a Eletrobrás continua na corrida e jogou um trunfo de peso: a presidenta brasileira, Dilma Rousseff.

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A presidenta brasileira, Dilma Rousseff, envolveu-se directamente no negócio de privatização da EDP, de acordo com o Diário Económico. O negócio, com desfecho esta semana, terá duas candidatas brasileiras, a Cemig e a Electrobrás.

Segundo o Jornal de Negócios, todos os quatro candidatos têm hipóteses de vencerem a privatização, mas a alemã E.ON e a chinesa Three Gorges levarão vantagem sobre as empresas brasileiras.

O jornal português diz que o envolvimento de Dilma Rousseff terá como pano de fundo o facto de, caso a E.ON ou a Three Gorges entrarem na EDP, entrarem no mercado brasileiro, funcionando os 21,35% da EDP como “cavalo de Tróia” destas empresas no mercado brasileiro.

A proposta da Electrobrás pela EDP é de €2,5 mil milhões (R$ 6 mil milhões) em aquisições minoritárias de parques eólicos da EDP, e €2 mil milhões (R$ 4,8 mil milhões) de financiamento assegurado. Este financiamento será assegurado pelo BNDES.

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