Drones e inteligência artificial sofisticaram pesquisa no meio selvagem

Há ursos polares a serem vigiados por drones e baleias alvo da monitorização de dispositivos que utilizam inteligência artificial. Com estas ferramentas é possível aos investigadores obterem mais informação, mas com maior discrição.

Chegar demasiado perto da fauna selvagem, além de representar, em muitos casos, um risco para os investigadores também provoca comportamentos esquivos dos animais que estão sob observação.

As novas tecnologias estão a levar cada vez mais cientistas a pôr os antigos métodos de parte e a usar meios de investigação no terreno mais eficientes, seguros e até mais baratos.

O fotógrafo de renome Ole Jorgen Liodden foi um dos que se rendeu à utilização de drones. Com um modelo da Intel está a ajudar a rastrear comunidades de ursos polares, que através do seu comportamento também poderão fornecer indicações acerca da própria evolução do seu habitat face às alterações climáticas.

Também a organização Parley for the Oceans incorporou novas técnicas de investigação, desta feita, com base em Inteligência Artificial. O seu projecto Parley Snotbot está a seguir várias espécies de baleias no oceano. Discreta, esta tecnologia está a recolher, em tempo real, dados que permitem aos cientistas tomar decisões mais oportunas em campo e entender melhor a vida destes animais marinhos.

Foto: Markus Henkel / flickr

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