Economia circular: arroz produzido com borras de café

Das cápsulas recicladas é aproveitada a borra do café, depois transformada em fertilizante para terrenos de cultivo de arroz, na Herdade da Comporta, em Alcácer do Sal.

O arroz produzido ali é comprado pela Nespresso e doado ao Banco Alimentar. De Norte a Sul do País, há empresas parceiras a contribuir para que se consiga produzir arroz a partir da borra de café. A reciclagem das cápsulas acontece em Loures, o alumínio segue para Viana do Castelo, a borra de café para a Herdade da Comporta, em Alcácer do Sal e, no final, o arroz para a mesa de quem dele mais precisa.O êxito deste projeto fez que Itália e Espanha já o tivessem replicado.
Esta segunda-feira chegaram a Lisboa, ao Banco Alimentar (BA), em Lisboa, um de três camiões TIR que este ano são entregues ao BA pela Nespresso.

São 50 toneladas de arroz produzido em campos fertilizados com borra de cápsulas de café Nespresso. As cápsulas de café são separadas pelos portugueses e depois recicladas para dar origem a um projeto de economia circular, em que a borra do café é reutilizada para fertilizar campos de arroz na Herdade da Comporta, em Alcácer do Sal.
O arroz produzido aqui é comprado e doado aos Bancos Alimentares de Lisboa e Porto, chegando a mais de 80 instituições de solidariedade social. Isabel Jonet, presidente da Federação de Bancos Alimentares Contra a Fome, e Sandra Conceição, responsável de sustentabilidade da Nespresso, lideram o projecto “Reciclar é Alimentar”.
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