EUA querem ajudar a levar energia limpa a áreas rurais de Angola

A segunda sessão do diálogo entre Angola e Estados Unidos da América sobre questões energéticas decorreu terça-feira em Luanda. A parceria estratégica foi iniciada em Novembro de 2009, em Washington, sendo que um dos objectivos é a implementação de energia “limpa e acessível” nas zonas rurais angolanas, onde cerca de 70% da população não tem acesso à electricidade.

Há dois anos, Angola apresentou o interesse em desenvolver a capacidade no domínio das energias renováveis e, actualmente, o governo já tem em curso o programa “Aldeia Solar”, que leva energia solar a postos de saúde, escolas e edifícios administrativos. O conceito deverá ser alargado às residências particulares, mas, para isso, é preciso o apoio norte-americano, tanto a nível financeiro como político, esclarece o artigo do Jornal de Angola, que cita Rui Mangueira, secretário de Estado angolano das Relações Exteriores.

Desde o final da guerra, em 2002, as autoridades elaboraram um programa de reabilitação da capacidade destruída  da rede de energia eléctrica e a sua expansão. Actualmente, estão em curso trabalhos em Cabinda, Saurimo, Dundo, Caxito, Porto Amboim, Huambo, Cáala, Lubango, Namibe e Tômbua. Em Luanda, além da reabilitação do antigo sistema, foram adquiridas novas centrais térmicas para satisfazer as necessidades da capital.

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