Europa proíbe lâmpadas de halogénio a partir de 1 de setembro

A proibição chegou com dois anos de atraso, mas está finalmente aí. A partir do próximo dia 1 de setembro, passa a ser proibido vender lâmpadas de halogénio, devido à sua ineficiência energética. Os comerciantes podem vender o stock existente, mas novas vendas vão acabar.

A partir de agora, as opções para os consumidores passam exclusivamente pelas lâmpadas LED, que duram muito mais tempo e consomem apenas um 1/5 da energia consumida pelas lâmpadas de halogénio.

Apesar das vantagens, o The Guardiandá conta que os apoiantes do Brexit aproveitaram esta decisão para protestar contra a interferência de Bruxelas. O argumento? A velha história de tirar oportunidade de escolha ao consumidor final.  O porta-voz do UKIP, o partido separatista britânico, diz que “A tentativa da EU de banir lâmpadas de halogénio é errada porque os consumidores vão sofrer financeiramente e são sempre os mais pobres que sofrem com este tipo de políticas.”

A verdade é que a Philips diz que só os consumidores britânicos poupam 112 libras por ano (cerca de 125 euros) caso troquem as suas lâmpadas de halogénio por equivalentes LED, dado que estas lâmpadas não só duram muito mais tempo como consomem muito menos energia. Em média, uma lâmpada de halogénio dura dois anos, enquanto que uma LED equivalente dura entre 15 a 20 anos.