Maui. Acabaram-se as pranchas de bodyboard e os protetores solares nocivos ao ambiente



O governo do Maui está a implementar novas leis para acabar com a poluição de plástico descartável e com os danos nocivos ao ambiente. O objetivo é criar alternativas sustentáveis e ambientalmente seguras, que garantam o bem-estar da população e dos ecossistemas, e que promovam o turismo sustentável.

A partir desta terça-feira, dia 9 de agosto, a ilha havaiana passou a ter em vigor uma lei que proibe a venda, o aluguer e a distribuição de pranchas de bodyboard feitas de poliestireno. Além de serem de curta duração, estas pranchas partem-se facilmente e acabam por libertar pequenos fragmentos de espuma de poliestireno no mar e na praia. A ideia é limitar a utilização destas pranchas “descartáveis”, tanto aos habitantes como aos turistas, e incentivar a utilização de pranchas “duráveis”, ou seja, feitas de polietileno ou polipropileno de alta densidade.

Outra medida que entra em vigor já este ano, a 1 de outubro, exige que sejam apenas utilizados e vendidos protetores solares minerais, compostos por ingredientes como o óxido de zinco e o dióxido de titânio. Estes protetores são melhores para a saúde humana mas também para a saúde ambiental, dado que não prejudicam a vida marinha.



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