“我们的海洋,我们的未来”, “محيطاتنا هي مستقبلنا‘‘, “Наши океаны – наше будущее”, “Our oceans, our future”, “Nos océans, notre avenir”. Ou, em português, “Os nossos oceanos, o nosso futuro.”

Os oceanos cobrem cerca de dois terços da superfície terrestre e foi nos oceanos que a vida começou. A sua importância para este planeta – que não por acaso também se chama azul, nunca poderá ser subestimada. Os oceanos são o pulmão do planeta e providenciam a maior parte do oxigénio. São uma das principais fontes de alimentos e de recursos, incluindo para a medicina. Regulam o clima e absorvem a maior parte do dióxido de carbono. São a espinha dorsal do comércio internacional e fundamentais para o turismo. Infelizmente, a sua saúde está também sob enorme pressão da actividade humana.

É precisamente para esta terrível dicotomia – a importância dos oceanos para a saúde da humanidade vs. a importância da humanidade para a saúde dos oceanos – que o Dia Mundial dos Oceanos, que se celebra hoje, procura chamar a atenção. Em todas as línguas, em qualquer país. Como diria – hoje – David Bowie: “Planet earth is blue and there’s something I can do…”  

Foto The Ocean Conference, Nações Unidas

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