Silicon Valley projeta uma cidade flutuante para a polinésia francesa

A sua construção já está em marcha e deverá estar concluída em 2020. Os seus impulsionadores, gente de Silicon Valley, gostam de chamar-lhe “cidade startup”, pois nela se vai ensaiar muita coisa que poderá vir ser a paisagem urbana do planeta do futuro.

Orçado em 30 milhões, o projecto de Artisanapólis, a cidade flutuante que está a nascer no Pacífico, em águas internacionais, será o primeiro ensaio de uma futura colonização do mar.

Da responsabilidade do Seasteading Institute, fundado em 2008 pelo empresário de Silicon Valley Wayne Granlich e pelo engenheiro de software da Google Patri Friedman (neto do Prémio Nobel Milton Friedman), o plano para a construção desta cidade flutuante chamou a atenção do multimilionário Peter Thiel (cofundador do Pay Pal), que se tornou num dos seus mais importantes financiadores.

Já em fase de construção, Artisanapólis consiste num conjunto de plataformas flutuantes. Cada uma delas poderá mover-se com a ajuda de barcos rebocadores, mas também unir-se entre si, formando um vasto aglomerado.

Concebida para ser energeticamente sustentável através da energia eólica e solar e dotada de meios capazes de converter a água do mar em água própria para consumo, os seus construtores acreditam que esta cidade vai antecipar os modelos das urbes que no futuro vão viver da economia baseada no mar.

Foto: Seasteading Institute (via Facebook)

 

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