Steve Jobs deixou ontem à noite o cargo de CEO da Apple, um lugar que será assumido pelo número dois da empresa, Tim Cook.

Jobs, um dos gestores mais inovadores de sempre, é o rosto de sempre da Apple, tendo chefiado as equipas que trabalharam em produtos de sucesso como iPod, iTunes, iPhone ou, mais recentemente, o iPad, que são hoje verdadeiras ferramentas de inclusão social e união de comunidades.

Aos 56 anos, Jobs vai tornar-se presidente do conselho de administração da empresa, um cargo que significará o afastamento da gestão operacional da multinacional norte-americana.

Na verdade, o co-fundador da Apple estava de baixa médica desde Janeiro, por motivos não divulgados. Porém, sabe-se que Jobs se tem vindo a debater, nos últimos anos, com vários problemas de saúde, incluindo um cancro pancreático.

“Sempre disse que se chegasse o dia em que não conseguisse corresponder aos meus deveres e expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a dizer-vos. Infelizmente, esse dia chegou”, escreveu Jobs na carta de demissão, divulgada ontem à noite e dirigida ao conselho de administração e comunidade Apple.

Steve Jobs assumiu o cargo de CEO em 1997, depois de ter regressado no final do ano anterior à Apple, que abandonara em conflito com a restante administração. Nessa altura, resgatou a empresa de uma situação de quase falência e lançou uma bem sucedida linha de computadores Mac.

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