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10 alimentos que afastam o stress


Uma em cada quatro baixas laborais, em Espanha, em 2013, resultou do stress no trabalho, de acordo com um estudo da Associação Espanhola de Medicina do Trabalho (AEEMT). O stress no trabalho é um problema que afecta 40 milhões de europeus. Um momento de maior pressão ou uma discussão no trabalho podem pôr à prova os seus nervos a qualquer momento. Segundo o Huffington Post existem alimentos que o podem ajudar a acalmar o stress, sem ter de recorrer a medicamentos. Descubra-os neste artigo.

1. Leite

De acordo com um estudo publicado no British Food Journal, o leite contém fosfolípidos que actuam positivamente no estado de humor, na função cognitiva e na resposta a situações de stress. O estudo realizado pela Universidade de Trier, na Alemanha, que foi levado a cabo durante três semanas em 46 adultos, demonstrou que a ingestão diária de fosfolípidos traduziu-se numa melhoria da memória e numa maior capacidade tanto psicológica como endócrina para lidar com o stress.

2. Chocolate

Nos Estados Unidos comprovou-se que consumir 40 gramas de chocolate negro por dia durante duas semanas reduz os níveis de hormonas de stress em pessoas especialmente tensas. Outro estudo realizado pela Universidade de Adelaida, na Austrália, concluiu que o chocolate ajuda a reduzir a pressão arterial e a hipertensão.

3. Vinho

Segundo uma investigação realizada pela Universidade de Madrid, em Espanha, um copo de vinho tinto por dia ajuda a prevenir a depressão, a ansiedade e o stress. O vinho melhora a circulação sanguínea, reduz a pressão arterial, tem efeito anti-inflamatório e a ajuda a proteger dos radicais livres que causam stress oxidativo.

4. Pistachos

Os pistachos ajudam a baixar a pressão arterial e a controlar o stress diário e o colesterol. São estas as conclusões de um estudo da Universidade Estatal da Pensilvânia, publicado na Hypertension, a revista especializada da Associação Americana do Coração.

5. Nozes

Uma investigação publicada pelo Journal of the American College of Nutrition mostra que uma dieta rica em nozes pode ajudar o corpo a combater os efeitos biológicos relacionados com o stress. Bastam duas nozes por dia ao pequeno-almoço para comprovar os seus feitos.

6. Limões

Contêm grandes quantidades de antioxidantes, tais como vitamina C e antocianósidos, capazes de purificar e proteger as células do fígado, favorecendo a sua regeneração. Para purificar-se e desintoxicar-se, recomenda-se beber um sumo de limão de manhã em jejum.

7. Lentilhas

Contêm fibras que estimulam a saciedade, magnésio e cálcio que produz um efeito relaxante, reduzindo a ansiedade. Consumidas 3 ou 4 vezes por semana, contribuem para a desintoxicação do corpo e eliminação de toxinas causadas pelo stress. Uma porção deste alimento é igual a 4 colheres de sopa de legumes secos.

8. Couve lombarda  

Todas as frutas e os vegetais de cor roxa contêm anticianinas que protegem contra as doenças cardiovasculares, melhoram a função cognitiva, neutralizam o stress oxidativo e até ajudam a prevenir o cancro.

9. Tisana

Também é recomendado o consumo de plantas como camomila, valeriana, flor de laranjeira, erva-cidreira e malva.

10. Iogurte

Regenera a flora intestinal e favorece a produção de serotonina, a hormona que está relacionada com o bem-estar. Para aproveitar as vantagens das suas propriedades, é necessário ingerir 125 gramas de iogurte natural por dia.

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5 mitos e factos sobre a soja


Para muitos vegetarianos e vegan, a soja faz parte da alimentação diária, substituindo a carne como fonte de proteínas. Para outros, que são intolerantes à lactose, os produtos à base de soja, como o leite e a manteiga, são uma alternativa.

Lentamente, este grão foi integrando as dietas ocidentais, mas muitos mitos acerca deste alimento persistem. A soja é saudável para os homens? Qual a ligação entre a soja e cancro da mama? Conheça os mitos e verdades sobre este grão, segundo o portal o Meu Bem Estar.

Mito: a soja não é uma boa fonte de proteínas.

Facto: a soja é uma proteína completa, ou seja, contém todos os aminoácidos essenciais ao funcionamento do corpo humano e que apenas podem ser extraídos dos alimentos, já que o corpo não os produz. Uma taça de soja cozinhada contém 22 gramas de proteína, quase tanto como um bife de vaca. O tofu, no entanto, possui menos proteínas que a soja.

Mito: produtos à base de soja que imitam a carne são nutritivos porque são vegetarianos

Facto: dar consistência a algo que tem como origem a soja em qualquer coisa como um nugget de frango, uma salsicha ou um peito de peru requer grandes quantidades de processamento, o que se traduz em listas de ingredientes intermináveis. Muitos destes ingredientes são ricos em sódio e gordura, que são adicionados para dar sabor. Como tal, estes produtos não são tão saudáveis quanto aparentam.

Mito: a soja provoca cancro da mama

Facto: alguns tipos de cancro de mama desenvolvem-se na presença de estrogénio. A soja, possui na sua composição isoflavona, cuja estrutura química é semelhante ao estrogénio e actua de maneira semelhante, refere o Huffington Post. Contudo, não existe ligação directa entre o consumo de soja e o desenvolvimento de cancro da mama. Estudos feitos em humanos revelaram que não existe ligação entre a soja e cancro da mama, quer na sua promoção quer na sua redução.

Mito: se não gosta de tofu, os suplementos de proteína de soja são uma boa alternativa

Facto: devido às implicações para a saúde provocadas pelos suplementos de soja e que foram revelados por alguns estudos, a maioria dos especialistas desaconselha que a dieta normal seja suplementada com derivados de soja, até que mais estudos sejam feitos. A curto-prazo pode ser seguro, mas a longo-prazo, o uso das isoflavonas de soja ainda não está cientificamente comprovado como benéfico. Se quer tirar partido das propriedades nutricionais da soja, o melhor é mesmo comer soja natural e não recorrer a suplementos à base do grão.

Mito: os homens não devem comer soja

Facto: o facto de soja possuir componentes semelhantes aos estrogénios tem causado alguma preocupação de que os produtos de soja possam diminuir os níveis de testosterona nos homens. Contudo, estudos clínicos não comprovam este receio. Na verdade, os homens podem beneficiar do consumo de soja, já que o grão parece diminuir o risco de cancro da próstata.

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Supermercado francês combate desperdício alimentar com fruta e vegetais feios


Os vegetais e fruta mal formada são frequentemente vítimas dos padrões de beleza das mercearias e grandes superfícies comerciais. Desta forma, os consumidores gravitam em torno das frutas e vegetais mais perfeitos e muitas lojas tendem a gratificar este impulso.

Porém, esta tendência conduz a um grande desperdício de alimentos próprios para consumo. O desperdício ocorre ao longo de toda a cadeia de produção. Convencer as superfícies comerciais a vender frutas e vegetais feios e os consumidores a adquiri-los é a melhor maneira de reduzir o desperdício de comida.

Para combater esta tendência e desperdício, o Intermarché lançou uma nova campanha que incentiva os consumidores a comprarem fruta e vegetais feios a preços mais reduzidos.  Durante a nova acção de marketing, os preços desta fruta e legumes vão ser 30% mais baratos e foram espalhadas várias mensagens pelas lojas incentivando à compra destes alimentos. “Uma cenoura feia é uma sopa bonita”, é um exemplo, refere o Treehugger.

A campanha está já a produzir alguns resultados e a movimentação na secção de frutas e vegetais está a aumentar.

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Ingestão excessiva de fruta e vegetais é a chave para prevenir doenças crónicas


A ingestão abundante de fruta fresca, vegetais e grãos integrais ajuda a prevenir o desenvolvimento de mais de uma doença crónica – como a diabetes ou asma -, revela um novo estudo. A investigação feita pela Universidade de Adelaide examinou a ligação entre a dieta alimentar e 11 doenças crónicas e concluiu que quem consome mais fruta tem menor probabilidade de desenvolver doenças crónicas, enquanto quem ingere mais vegetais tem menos possibilidades de desenvolver mais de uma doença crónica.

O estudo, elaborado em conjunto com outras universidades e organizações de saúde da China e Canadá, foi publicado na revista científica Clinical Nutrition.

Embora a relação entre uma boa dieta alimentar e o desenvolvimento e prevenção de doenças esteja bem estabelecida e documentada, este é o primeiro estudo que estabeleceu uma ligação entre uma má nutrição e o desenvolvimento de várias doenças crónicas, refere o Daily Mail. Durante o estudo foram acompanhados mais de 1.000 cidadãos chineses durante um período de cinco anos.

De acordo com os investigadores, os participantes do estudo que não desenvolveram nenhuma doença crónica consumiram em média cerca de 57 gramas de fruta por dia. No entanto, este valor é bastante pequeno considerando o padrão europeu. O estudo revela ainda que os participantes saudáveis ingeriam uma maior variedade de grãos – além do arroz e trigo, estavam também presentes o milho, aveia, centeio, cevada, sorgo e quinoa.

Foto: heydrienne / Creative Commons

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Continente e CML distribuem cinco toneladas de alimentos a mais de 3.000 pessoas


O Continente e a Câmara Municipal de Lisboa (CML) distribuíram, no domingo, cerca de cinco toneladas de alimentos a mais de três mil pessoas, no Monte do Moinho do Penedo, em Monsanto. A acção de cariz social contou com a participação de 21 instituições, que irão distribuir os produtos alimentares pela população mais necessitada.

Leia tudo sobre o Mega Pic-Nic Continente e veja, abaixo, a lista das instituições que receberam os produtos alimentare.

Obra Social – Desafio Jovem

Comunidade Vida e Paz

AMCV/Casa Abrigo

APA/Casa Abrigo

CERCI

Elo Social

Re-Food

AMI

VITAE

Exército de Salvação

Lar Escola António Luís de Oliveira

Fundação Lar António Luís de Oliveira

Associação Infanta D. Mafalda

Crescer Ser

CPR – Conselho Português para os Refugiados

ACRAS

Centro de Dia do CS Musgueira

Casa de Proteção e Amparo de Sto. António

Associação de Santa Engrácia

Associação Guineense de Solidariedade Social

Junta de Freguesia de Sto. António

Ação Social Entrega Alimentos a

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7 dicas para emagrecer sem comprometer o ambiente


Quando os blogs e agregadores nos deixam dicas para emagrecer, estas são quase sempre focadas no exercício físico e alimentação saudável – e bem – mas por vezes parecem tão complexas que nos fazem torcer o nariz.

As dicas que lhe apresentamos nesta notícia não só são de fácil implementação como têm um bónus: todas elas ajudam a preservar o ambiente, nem que sejam através de pequenas acções como deixar o carro na garagem ou adquirir produtos locais.

As sugestões foram publicadas no agregador O Meu Bem Estar e baseiam-se nas dicas da escritora Blythe Copeland.

1. Conduza menos

Para a autora, não é preciso frequentar um ginásio para fazer exercício físico, basta apenas usar menos o carro. Por exemplo, ir a caminhar para o trabalho.

Para quem não pode deixar o carro em casa, Blythe sugere outras acções, como trocar o brunch de sábado ou de domingo por caminhadas ao final da tarde ou usar a bicicleta para pequenas deslocações.

“Mesmo que não se considere um atleta, pequenas caminhadas ou pedaladas suaves vão ajudá-lo a fazer com que as actividades físicas façam parte da sua rotina, enquanto diminuiu a pegada de carbono do seu meio transporte”, diz.

2. Adquira alimentos a produtores locais

“Inclua nas suas refeições alimentos super saudáveis, como brócolos, maçã e quinoa. E faça parte de um programa de apoio à agricultura comunitária para garantir que não irá voltar aos velhos hábitos”, propõe Blythe. Alimentos frescos, ricos em nutrientes e entregues semanalmente em sua casa vão ajudá-lo a descobrir novas receitas e a aprender a gostar de alimentos que nunca escolheria se fizesse compras num supermercado.

Esses alimentos também podem ser adquiridos directamente a produtores locais.

3. Faça refeições vegetarianas

Quem ainda tem dificuldade em incluir frutas e vegetais nas refeições diárias pode tentar uma terceira sugestão de Blythe. O conselho é fazer desses ingredientes os principais do prato, em vez de serem apenas acompanhamentos.

“Substitua a carne por vegetais de baixas calorias, feijão ou alternativas de soja para reduzir a cintura (e os gastos no orçamento) e, ao mesmo tempo, cortar as emissões produzidas pela indústria”, aconselha.

Para quem acha que não consegue comer uma refeição sem carne, a norte-americana sugere pratos suculentos, como uma lasanha vegetariana. Quando não tiver vontade de comer carne, Blythe sugere opções menos agressivas para o ambiente, como carne de animais criados em produtores locais.

4. Tenha cuidado com as calorias líquidas

De nada adianta comer mais vegetais e cortar nos alimentos mais calóricos da sua rotina se continuar a beber refrigerantes. Quando essas bebidas são processadas e vendidas em embalagens individuais, a pessoa ganha quilos a mais, mas também são geradas mais emissões de carbono para a atmosfera e resíduos.

“Em vez disso, opte por uma garrafa reutilizável de água e junte algumas rodelas limão para ter mais sabor”, sugere.

5. Inscreva-se num programa de voluntariado

Fazer parte de uma ONG não é uma das maneiras mais fáceis e rápidas de perder alguns quilos, garante Blythe. Mas as coisas podem ser bem diferentes quando opta por uma causa que requer grandes actividades externas, como plantar árvores, recolher lixo e fazer a manutenção de trilhos. “[Com esta atitude]você estará a ajudar a proteger o ambiente enquanto faz actividade física moderada”, lembra.

A iniciativa é ainda mais produtiva quando a pessoa conhece outras pessoas apaixonadas pela mesma causa, o que aumenta a probabilidade de fazer amigos e de se manter motivado para continuar com as actividades, “mesmo quando o sofá o chama para ver aquela maratona”, acrescenta.

6. Faça uma horta em casa

Outra opção para movimentar o corpo e ajudar o Planeta é fazer uma pequena horta caseira. “Enquanto economiza dinheiro, ainda pode consumir alimentos locais, sazonais e menos calóricos”, afirma a escritora. Isso sem contar as calorias que são gastas enquanto cuida do pequeno jardim.

7. Exercite-se ao ar livre

Quer faça ioga ou corra, o importante é fazer exercício físico ar livre. Isso significa que não irá precisar de gastar energia com máquinas, lâmpadas, ar-condicionado ou outro aparelho de ginásio.

Segundo Blythe, quanto mais tempo estiver em contacto com a mãe natureza, maior será a sua vontade para  protegê-la, já que se trata não apenas do Planeta dos seus netos, mas também do seu espaço de diversão.

Foto:  Kristine Paulus / Creative Commons

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