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Tag Archive | "alimentação"

Os quatro princípios básicos para manipular alimentos (com LISTA)


Limpar, separar, cozinhar e refrigerar. Estes são os quatro princípios básicos para manipular os alimentos segundo a Associação Portuguesa de Nutricionistas, que elaborou a lista no site Protege o que é Bom.

Segundo a APN, estes princípios são essenciais para evitar perigos desnecessários para a saúde, a partir do momento em que mexemos em alimentos. Cada um destes conselhos tem vários sub-conselhos (se assim os podemos chamar) associados. Leia-os em baixo.

Limpar

Lave as mãos com água morna e sabonete líquido antes e depois de manusear os alimentos.

Lave todos os utensílios, equipamentos e superfícies antes e depois de os colocar em contacto com os alimentos.

Os frutos e hortícolas devem ser sempre lavados com água corrente.

Separar (a fim de evitar contaminações cruzadas)

Separe sempre os alimentos cozinhados dos alimentos crus, especialmente carne, peixe, ovos e marisco.

Prepare os legumes em local separado da carne ou peixe.

Não utilize a mesma faca nem a mesma tábua de corte para preparar alimentos crus e alimentos já confecionados.

Cozinhar

Prepare e cozinhe os alimentos o mais perto possível da hora da refeição.

Diga “não” aos alimentos mal confecionados, por exemplo, carnes mal passadas. Não coma nenhum tipo de carne crua.

Cozinhe os ovos até que a gema e a clara se apresentem firmes. Prefira receitas em que os ovos são cozinhados ou aquecidos a temperaturas adequadas.

A melhor forma de assegurar a correta confeção é utilizar um termómetro para medir a temperatura interna dos alimentos cozinhados. Certifique-se que os alimentos são cozinhados até se atingir a temperatura interna mínima de 65-70º.

Dica para saber se a carne está assada: verifique a cor do molho. Se estiver claro (vestígios de sangue ou rosado) significa que o interior ainda está cru.

No frango ou aves inteiras, espete a zona mais espessa da carne com uma faca limpa até que saia o suco que não pode conter fragmentos avermelhados ou rosados.

Refrigerar

Tenha cuidado com alimentos deixados fora do frigorífico. Alimentos perecíveis, prontos-a-comer ou restos de comida nunca devem estar sujeitos à temperatura ambiente por mais de duas horas.

Mantenha o frigorífico a uma temperatura inferior a 5º e não o encha em demasia.

Se sobrar comida, guarde no frigorífico por tempo máximo de dois dias.

Os alimentos devem ser descongelados no frigorífico ou no microondas, nunca à temperatura ambiente. Os alimentos descongelados no microondas devem ser rapidamente cozinhados. Nunca volte a congelar um alimento descongelado;

Tenha sempre atenção ao prazo de validade e siga as indicações de conservação expressas nos rótulos.

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5 alimentos que protegem a pele dos danos do sol


A exposição constante e excessiva ao sol é um dos principais responsáveis por acelerar o envelhecimento da pele. A radiação ultravioleta promove alterações cutâneas que podem ir desde a atrofia da epiderme ou hiperqueratose a doenças como o cancro da pele. Além do uso de protectores solares (fotoprotectores externos), alguns nutrientes (fotoprotectores internos) podem ajudar a reduzir os riscos.

Uma dieta rica em alimentos que contenham vitaminas, minerais, antioxidantes e ingestão de água adequada, aliada a boas horas de sono e à prática de actividade física, pode reverter os danos causados pelo sol e melhorar a qualidade da pele. Conheça os alimentos que podem ajudá-lo a proteger a pele dos danos do sol, segundo o portal O Meu Bem Estar.

1. Chá verde

Fornece catequinas que bloqueiam os danos que a radiação ultravioleta produz no ADN, segundo os estudos realizados com pele humana.

2. Toranja

Rica em astaxantinas, poderosos antioxidantes que se encontram em outros alimentos com tom rosado. Estes pigmentos protegem eficazmente dos raios UV.

3. Chocolate negro

Ao contrário do chocolate de leite, o conteúdo do cacau preto apresenta uma alta composição em flavonóides que retardam o envelhecimento celular causado pela luz ultravioleta. Quanto mais conteúdo em cacau tem um chocolate e menos processado é, mais protege do sol.

4. Lagosta

Tal como a toranja rosa, a lagosta contém astaxantinas para não ficar com cor de lagosta. É um pigmento mais eficaz que o betacaroteno e a luteína no que se refere à protecção ultravioleta.

5. Cenoura

O alimento protector mais popular. A cenoura é rica em caratenóides tal como os brócolos, os agriões e as couves de Bruxelas, um pigmento que protege as plantas da exposição solar continuada e que faz o mesmo com a sua pele.

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Produtos orgânicos têm mais antioxidantes e menos pesticidas do que os convencionais


Acreditamos a pés juntos que os produtos provenientes de agricultura biológica são mais saudáveis e nutritivos que os convencionais. No entanto, a ciência tem-se revelado contraditória sobre esta questão. Por cada estudo que diz que os primeiros são mais saudáveis que os segundos, há outro que refuta qualquer hipótese.

Mas uma nova investigação – a maior alguma vez realizada até à data – comprovou que as frutas, legumes e outros produtos orgânicos têm mais antioxidantes e menos metais, pesticidas e fertilizantes do que os produzidos em modo convencional.

Na realidade, não se trata de um novo estudo, mas sim de uma meta-estudo. Cerca de 20 investigadores analisaram aproximadamente 350 trabalhos, que estudaram as diferenças de composição entre os produtos ecológicos e os cultivados de forma convencional. Apesar da sua heterogeneidade, os investigadores obtiveram argumentos válidos que vão agradar aos amantes da alimentação orgânica.

Em termos gerais, os produtos ecológicos – em especial as frutas e legumes – têm uma maior quantidade de antioxidantes como os polifenóis e de vitaminas. Segundo o trabalho e os produtos analisados, a produção orgânica apresenta entre 18% e 69%  mais destes metabolitos vegetais secundários, respectivamente.

O estudo, publicado na revista British Journal of Nutrition e citado pelo  portal O Meu Bem Estar, também concluiu que, em média, a produção orgânica apresenta níveis inferiores de três metais potencialmente perigosos para a saúde humana, como o arsénico, o plomo e o cadmio. No caso deste último metal, a sua presença é 48% menor nos produtos orgânicos.

Mais óbvio é o facto de os resíduos orgânicos terem menos fertilizantes químicos e pesticidas. Desde  que, em 1992, a União Europeia aprovou o regulamento relativo à produção biológica, estas substâncias são tabu na agricultura orgânica. As concentrações de nitrogénio, o fertilizante principal, são 10% mais baixas. No caso de pesticidas, a diferença é maior entre as frutas orgânicas e as convencionais, tendo estas até sete vezes mais de resíduos.

Os dois modos de produção aproximam-se apenas no fornecimento de macro-nutrientes, como proteínas, aminoácidos, hidratos de carbono e minerais. Excluindo os hidratos de carbono, os restantes macro-nutrientes tendem a ter melhores níveis nos produtos convencionais.

“Este estudo demonstra que optar por alimentos que cumprem as normais de produção ecológica pode significar um aumento da ingestão de antioxidantes nutricionalmente desejáveis ​​e uma menor exposição a metais pesados ​​tóxicos”, disse Carlo Leifert, professor da Universidade de Newcastle e director do estudo. “Este estudo constitui um dado adicional importante na informação actualmente disponível aos consumidores, que até à data tem sido confusa e, em alguns casos, até mesmo contraditória”, acrescentou.

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10 alimentos que afastam o stress


Uma em cada quatro baixas laborais, em Espanha, em 2013, resultou do stress no trabalho, de acordo com um estudo da Associação Espanhola de Medicina do Trabalho (AEEMT). O stress no trabalho é um problema que afecta 40 milhões de europeus. Um momento de maior pressão ou uma discussão no trabalho podem pôr à prova os seus nervos a qualquer momento. Segundo o Huffington Post existem alimentos que o podem ajudar a acalmar o stress, sem ter de recorrer a medicamentos. Descubra-os neste artigo.

1. Leite

De acordo com um estudo publicado no British Food Journal, o leite contém fosfolípidos que actuam positivamente no estado de humor, na função cognitiva e na resposta a situações de stress. O estudo realizado pela Universidade de Trier, na Alemanha, que foi levado a cabo durante três semanas em 46 adultos, demonstrou que a ingestão diária de fosfolípidos traduziu-se numa melhoria da memória e numa maior capacidade tanto psicológica como endócrina para lidar com o stress.

2. Chocolate

Nos Estados Unidos comprovou-se que consumir 40 gramas de chocolate negro por dia durante duas semanas reduz os níveis de hormonas de stress em pessoas especialmente tensas. Outro estudo realizado pela Universidade de Adelaida, na Austrália, concluiu que o chocolate ajuda a reduzir a pressão arterial e a hipertensão.

3. Vinho

Segundo uma investigação realizada pela Universidade de Madrid, em Espanha, um copo de vinho tinto por dia ajuda a prevenir a depressão, a ansiedade e o stress. O vinho melhora a circulação sanguínea, reduz a pressão arterial, tem efeito anti-inflamatório e a ajuda a proteger dos radicais livres que causam stress oxidativo.

4. Pistachos

Os pistachos ajudam a baixar a pressão arterial e a controlar o stress diário e o colesterol. São estas as conclusões de um estudo da Universidade Estatal da Pensilvânia, publicado na Hypertension, a revista especializada da Associação Americana do Coração.

5. Nozes

Uma investigação publicada pelo Journal of the American College of Nutrition mostra que uma dieta rica em nozes pode ajudar o corpo a combater os efeitos biológicos relacionados com o stress. Bastam duas nozes por dia ao pequeno-almoço para comprovar os seus feitos.

6. Limões

Contêm grandes quantidades de antioxidantes, tais como vitamina C e antocianósidos, capazes de purificar e proteger as células do fígado, favorecendo a sua regeneração. Para purificar-se e desintoxicar-se, recomenda-se beber um sumo de limão de manhã em jejum.

7. Lentilhas

Contêm fibras que estimulam a saciedade, magnésio e cálcio que produz um efeito relaxante, reduzindo a ansiedade. Consumidas 3 ou 4 vezes por semana, contribuem para a desintoxicação do corpo e eliminação de toxinas causadas pelo stress. Uma porção deste alimento é igual a 4 colheres de sopa de legumes secos.

8. Couve lombarda  

Todas as frutas e os vegetais de cor roxa contêm anticianinas que protegem contra as doenças cardiovasculares, melhoram a função cognitiva, neutralizam o stress oxidativo e até ajudam a prevenir o cancro.

9. Tisana

Também é recomendado o consumo de plantas como camomila, valeriana, flor de laranjeira, erva-cidreira e malva.

10. Iogurte

Regenera a flora intestinal e favorece a produção de serotonina, a hormona que está relacionada com o bem-estar. Para aproveitar as vantagens das suas propriedades, é necessário ingerir 125 gramas de iogurte natural por dia.

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5 mitos e factos sobre a soja


Para muitos vegetarianos e vegan, a soja faz parte da alimentação diária, substituindo a carne como fonte de proteínas. Para outros, que são intolerantes à lactose, os produtos à base de soja, como o leite e a manteiga, são uma alternativa.

Lentamente, este grão foi integrando as dietas ocidentais, mas muitos mitos acerca deste alimento persistem. A soja é saudável para os homens? Qual a ligação entre a soja e cancro da mama? Conheça os mitos e verdades sobre este grão, segundo o portal o Meu Bem Estar.

Mito: a soja não é uma boa fonte de proteínas.

Facto: a soja é uma proteína completa, ou seja, contém todos os aminoácidos essenciais ao funcionamento do corpo humano e que apenas podem ser extraídos dos alimentos, já que o corpo não os produz. Uma taça de soja cozinhada contém 22 gramas de proteína, quase tanto como um bife de vaca. O tofu, no entanto, possui menos proteínas que a soja.

Mito: produtos à base de soja que imitam a carne são nutritivos porque são vegetarianos

Facto: dar consistência a algo que tem como origem a soja em qualquer coisa como um nugget de frango, uma salsicha ou um peito de peru requer grandes quantidades de processamento, o que se traduz em listas de ingredientes intermináveis. Muitos destes ingredientes são ricos em sódio e gordura, que são adicionados para dar sabor. Como tal, estes produtos não são tão saudáveis quanto aparentam.

Mito: a soja provoca cancro da mama

Facto: alguns tipos de cancro de mama desenvolvem-se na presença de estrogénio. A soja, possui na sua composição isoflavona, cuja estrutura química é semelhante ao estrogénio e actua de maneira semelhante, refere o Huffington Post. Contudo, não existe ligação directa entre o consumo de soja e o desenvolvimento de cancro da mama. Estudos feitos em humanos revelaram que não existe ligação entre a soja e cancro da mama, quer na sua promoção quer na sua redução.

Mito: se não gosta de tofu, os suplementos de proteína de soja são uma boa alternativa

Facto: devido às implicações para a saúde provocadas pelos suplementos de soja e que foram revelados por alguns estudos, a maioria dos especialistas desaconselha que a dieta normal seja suplementada com derivados de soja, até que mais estudos sejam feitos. A curto-prazo pode ser seguro, mas a longo-prazo, o uso das isoflavonas de soja ainda não está cientificamente comprovado como benéfico. Se quer tirar partido das propriedades nutricionais da soja, o melhor é mesmo comer soja natural e não recorrer a suplementos à base do grão.

Mito: os homens não devem comer soja

Facto: o facto de soja possuir componentes semelhantes aos estrogénios tem causado alguma preocupação de que os produtos de soja possam diminuir os níveis de testosterona nos homens. Contudo, estudos clínicos não comprovam este receio. Na verdade, os homens podem beneficiar do consumo de soja, já que o grão parece diminuir o risco de cancro da próstata.

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Supermercado francês combate desperdício alimentar com fruta e vegetais feios


Os vegetais e fruta mal formada são frequentemente vítimas dos padrões de beleza das mercearias e grandes superfícies comerciais. Desta forma, os consumidores gravitam em torno das frutas e vegetais mais perfeitos e muitas lojas tendem a gratificar este impulso.

Porém, esta tendência conduz a um grande desperdício de alimentos próprios para consumo. O desperdício ocorre ao longo de toda a cadeia de produção. Convencer as superfícies comerciais a vender frutas e vegetais feios e os consumidores a adquiri-los é a melhor maneira de reduzir o desperdício de comida.

Para combater esta tendência e desperdício, o Intermarché lançou uma nova campanha que incentiva os consumidores a comprarem fruta e vegetais feios a preços mais reduzidos.  Durante a nova acção de marketing, os preços desta fruta e legumes vão ser 30% mais baratos e foram espalhadas várias mensagens pelas lojas incentivando à compra destes alimentos. “Uma cenoura feia é uma sopa bonita”, é um exemplo, refere o Treehugger.

A campanha está já a produzir alguns resultados e a movimentação na secção de frutas e vegetais está a aumentar.

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