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Tag Archive | "alimentação"

12 alimentos contra o stress


Dores de cabeça, mau humor, choros, esquecimentos, batimentos cardíacos muito acelerados, dores musculares e mãos frias e húmidas. Já sentiu alguns destes sintomas? Então, se calhar, você é mais uma vítima do stress, doença que tem o poder de nos deixar de cabelos em pé e que afecta quase a totalidade da população activa em todo o mundo.

Mais de metade da população activa passa, pelo menos, um quarto do seu dia de trabalho a realizar actividades a alta velocidade e com prazos curtos e rígidos. Se quer tentar começar o seu dia com menos stress, conheça os alimentos que o podem ajudar nesta tarefa, segundo o site espanhol Muy Interessante.

Saiba mais sobre alimentação e exercício físico no agregador O Meu Bem Estar.

1.Espargos

Os espargos são ricos em ácido fólico, que é essencial para manter a calma. Seja em saladas, grelhados ou assados​​, este alimento é também uma excelente fonte de fibras e vitamina B.

2.Laranjas

As laranjas são muito apreciadas pela sua abundância em vitamina C. No entanto, esta vitamina, além de estimular o sistema imunitário, retarda também os níveis de cortisol, a hormona do stress, o que torna as laranjas num excelente alimento anti-stress.

3.Iogurte

Consumir um iogurte natural todos os dias regenera a flora intestinal e promove a produção de serotonina, a hormona produzida pelo cérebro e que está relacionada com a regulação do estado de humor.  O iogurte também é um regulador do sono, já que proporciona um sono tranquilo, enquanto controla o nosso stress e a nossa temperatura corporal.

4.Aveia

A aveia é um hidrato de carbono complexo que ajuda a aumentar os níveis de serotonina no cérebro. A serotonina é um neurotransmissor responsável por impulsionar o estado de ânimo e ajudar a relaxar.  Apesar de todos os hidratos de carbono terem este efeito (incluindo doces, refrigerantes, doces ou batatas fritas), a aveia, além de ser mais saudável, leva mais tempo a digerir e, portanto, tem efeitos mais duradouros

5.Chocolate

Muitos estudos têm comprovado os benefícios do chocolate preto em vários aspectos, nomeadamente no nosso estado de espírito. Consumir uma pequena quantidade de chocolate preto por dia (40-50 gramas) reduz os níveis das hormonas do stress. Já para não falar da grande quantidade de antioxidantes que contém (mais do que as frutas).

6.Couve lombarda

Este repolho arredondado e de folhas lisas, à semelhança de todas as frutas e legumes de cor roxo (mirtilos, amoras, beringela, rabanete, cerejas …), contém antocianinas que protegem contra as doenças cardiovasculares e melhoram a saúde mental. Todas estas frutas e vegetais têm-se revelado úteis no combate ao stress.

7.Limões

Os limões contêm grandes quantidades de antioxidantes tão valiosos como a vitamina C e que são capazes de purificar e proteger as células do fígado. Se procurarmos pelo remédio mais natural que existe contra o stress, certamente será o sumo de limão. Consumido em jejum combate o stress, fadiga e o cansaço crónico.

8.Chá de camomila

O chá de camomila, juntamente com o tradicional leite morno, são os melhores aliados contra o stress antes de ir para a cama. Um estudo realizado pela Universidade da Pensilvânia demonstrou a eficácia de camomila num ensaio com pessoas com transtorno de ansiedade generalizada. Após oito semanas de tratamento, os pacientes tiveram uma diminuição significativa nos sintomas de ansiedade. Também são recomendadas ervas como valeriana ou flor de laranjeira.

9.Ostras

Apesar da fama de alimento afrodisíaco, os seus benefícios não ficam por aqui. Seis ostras têm mais de metade da dose diária recomendada de um mineral importante: o zinco. As ostras aumentam a resistência ao stress, combatem a fadiga e fornecem energia extra.

10.Queijo fresco

O queijo fresco tem baixo teor de gordura e é rico em proteínas e cálcio, ajudando a fortalecer e a relaxar o sistema nervoso, e a controlar o stress. O ácido pantoténico, também contido neste tipo de queijo, é uma vitamina que ajuda o corpo a responder ao stress e também auxilia as funções cerebrais.

 11.Vinho

Um copo de vinho tinto por dia ajuda a prevenir a depressão, ansiedade e o stress. O vinho melhora a circulação sanguínea e reduz a pressão arterial, entre outras coisas. O papel protector do álcool, especialmente do vinho tinto, branco e em menor medida da cerveja,  contra o stress é uma boa razão para tomar entre 2 e 7 copos de vinho por semana.

12.Caju

O caju é rico em magnésio (conhecido como o mineral anti-stress), que ajuda a relaxar o músculo liso dos vasos sanguíneos. O que causa esse efeito é o facto de o caju fornecer mais oxigénio para o cérebro, ajudando a evitar dores de cabeça e enxaquecas.

Foto: Derek Gavey / Creative Commons

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6 benefícios das framboesas para a saúde


Um grupo de investigadores norte-americanos concluiu que o consumo de framboesas promove a fertilidade nos homens e nas mulheres, aumentando significativamente as probabilidades de gravidez. A responsabilidade é do alto nível de antioxidantes presentes neste fruto, que protegem o esperma de stress oxidativo.

Mas, segundo o site Muy Interessante, citado pelo português O Meu Bem Estar, as framboesas frequentemente utilizadas em doces e compotas, traz muitos outros benefícios para a saúde.

1.Protegem a saúde do coração

Os flavonóides presentes nas framboesas reduzem o risco de morte por doença cardiovascular, mesmo em pequenas quantidades. O elevado teor de polifenóis das framboesas pode também reduzir o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, ao prevenir a acumulação de plaquetas e ao reduzir a pressão arterial através de mecanismos anti-inflamatórios. Um estudo realizado pela Escola de Saúde Pública de Harvard (EUA) mostrou que “o consumo regular de antocianinas presentes nas framboesas pode reduzir o risco de ataque cardíaco em 32% nas  mulheres jovens e de meia-idade.” Como se isso não bastasse, o potássio desta fruta também protege a saúde do coração.

2.Previnem o cancro

As framboesas contêm poderosos antioxidantes que actuam contra os radicais livres, inibindo o crescimento dos tumores e diminuindo a inflamação no corpo. Assim, os potentes polifenóis presentes nas framboesas podem proteger contra vários tipos de cancro, incluindo o do esófago, pulmão, boca, faringe, pâncreas, próstata e colón.

3.Controlam a diabetes

As  framboesas têm uma grande quantidade de pele e, portanto, de fibra, que ajuda a manter estável o açúcar no sangue. Diversos estudos demonstraram que as pessoas com diabetes tipo 1 que consomem dietas ricas em fibra têm níveis mais baixos de glucose; as pessoas com diabetes tipo 2 melhoram o seu nível de açúcar no sangue, os lípidos e os níveis de insulina, graças à ingestão de framboesas.

4.Potenciam a memória

Vários estudos em animais comprovaram que existe uma associação positiva entre a ingestão de flavonóides de frutos como as framboesas e a melhoria da memória, assim como uma redução do declínio da capacidade cognitiva relacionada com o envelhecimento.

5.Melhoram a saúde visual

Os alimentos ricos em vitamina C, como as framboesas, ajudam a manter os olhos saudáveis, proporcionando protecção contra os efeitos nefastos dos raios UV. Além disso, desempenham um papel protector na saúde dos olhos, reduzindo a  probabilidade de ocorrer degeneração macular associada à idade.

6.Auxiliam a digestão

O teor de fibra das framboesas ajuda a prevenir a prisão de ventre e a manter o sistema digestivo saudável, já que a fibra promove a regularidade, fundamental para eliminar as toxinas do corpo através da bílis e das fezes. Além disso, o consumo elevado de fibra está associado a um menor risco de Acidente Vascular Cerebral, hipertensão, diabetes, obesidade, doenças cardiovasculares e determinadas doenças gastrointestinais. Aumentar o consumo de fibra ajuda a reduzir a pressão arterial, os níveis de colesterol e a melhorar a perda de peso em pessoas obesas.

Foto: swong95765 / Creative Commons

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10 alimentos para activar a memória


O processo de envelhecimento físico dos seres humanos é irreversível – e isso não é mau, mas sim a natureza a funcionar. Mas a deterioração do cérebro e da memória pode ser dramático, pelo que uma das estratégias para lutar contra ele é ter uma alimentação saudável.

Conheça os alimentos que, segundo a Exame Brasil, ajudam a activar a memória – a dica é do O Meu Bem Estar, o nosso agregador irmão

1.Quinoa

Cultivada em países andinos, a quinoa é um superalimento, de acordo com Sonja Salles,  mestre em Nutrição Clínica e Imunologia pela Universidade de Surrey. Entre os seus nutrientes estão a proteína, o ferro, o cálcio, as vitaminas do complexo B e o ácido gordo ómega-3, que compõe a membrana externa das células cerebrais, “sendo essencial para uma troca rápida de mensagens no cérebro”.

“Com uma alimentação pobre em ómega-3, a pessoa esquece-se com facilidade e tem dificuldade em concentrar-se. O ómega-3 tem também um efeito anti-inflamatório e melhora a pressão arterial”, afirma a nutricionista. Além de contribuir para a memória, a quinoa fortalece o cabelo, unhas, pele e ajuda no controle da saciedade.

2.Linhaça

A linhaça costuma ser apontada como forte aliada do emagrecimento, graças ao poder de saciar quem a consome. No entanto, por ser rica em ómega-3, é também ideal para ajudar a combater a perda de memória. Deve ser consumida triturada ou germinada (depois de ficar de molho na água). A conservação deste alimento deve ser em vidros escuros e local fresco, para manter durante mais tempo as suas propriedades intrínsecas. Estudos recentes comprovaram que o uso regular de sementes de linhaça ajuda ainda a combater o cancro da mama. Também poderá ser útil contra o cancro do cólon, da próstata e do útero.

3.Chia

A chia, semente típica do México, contém mais ómega-3 que o salmão ou as sementes de linho; mais antioxidantes que os mirtilos, mais fibras que os flocos integrais e mais cálcio do que o leite gordo. Por também ser rica em fibras, cálcio e ferro, é uma grande aliada da dieta, no processo anti-inflamatório do corpo e na melhoria da concentração e memória. Esta semente não deve ser consumida por idosos e pessoas com problemas intestinais devido à sua riqueza em fibras. O óleo de chia é rico em antioxidantes naturais, impedindo a oxidação das gorduras, razão pela qual os ácidos gordos ómega-3 administrados através da chia são extremamente estáveis e podem ser conservados durante muito tempo.

4.Salmão

O salmão é uma óptima fonte de ómega-3 e, por isso, apresenta um grande potencial na melhoria do desempenho cognitivo e do funcionamento do cérebro. “Outros benefícios deste alimento são a redução dos níveis de colesterol, o combate às doenças cardiovasculares e o aumento na eficiência dos receptores de serotonina no cérebro, proporcionando bom humor”, explica a nutricionista.

5.Morango

Não é apenas o ómega-3 que ajuda a activar a memória. A fisetina, encontrada no morango, por exemplo, é outro nutriente que desempenha um papel importante na memória. Segundo pesquisas recentes, esta substância que existe naturalmente estimula mecanismos cerebrais que melhoram a memória a longo prazo.

6.Tomate

Assim como o morango, o tomate é rico em fisetina, o que contribui para a melhoria significativa da memória. Além deste nutriente, o tomate ainda possui licopeno, antioxidante que reduz os danos causados às células pelos radicais livres e previne doenças como o cancro. Outros benefícios deste fruto são a melhoria da qualidade do sono e o combate ao envelhecimento precoce.

7.Uva

Para os esquecidos, as uvas são frutas bastante benéficas, pois, além de terem fisetina, como o tomate, as uvas vermelhas e roxas são ricas em flavonóides. Ambas as substâncias são importantes porque protegem o sistema nervoso, influenciam na regulação da morte de neurónios e na regeneração dessas células. Os flavonóides, também presentes no sumo de uva, vinho tinto, cacau e amoras, são muito úteis para quem procura combater inflamações, hemorragias, alergias e prevenir o cancro.

8.Chá verde e vermelho

Outras opções de fontes de flavonóides, que ajudam no desenvolvimento e recuperação da memória, são os chás verde e vermelho. O chá verde é também uma boa opção para quem quer perder peso. O chá verde estimula a termogénese e a produção de calor pelo corpo através do gasto calórico – este efeito reforça a acção do CLA  (Ácido Linoleico Conjugado) na redução da massa gorda.

9.Carne de fígado

A vitamina B12 é um dos compostos indispensáveis para a formação do sangue, o bom desenvolvimento do sistema nervoso e na prevenção de doenças do coração e do cérebro. Tudo isto influencia a memória. Uma das principais fontes desta vitamina é a carne de fígado, mas também pode encontrar vitamina B12 na carne de porco, ovos, ostras e leite.

10.Ovo

Melhorar a saúde mental e a aprendizagem são alguns dos efeitos positivos da colina, substância presente na gema do ovo. Além desse benefício, a colina ainda é importante para a saúde dos olhos. Graças à sua riqueza em ácido fólico, o ovo actua no combate à anemia e na prevenção de doenças cardiovasculares e doença de Alzheimer.

Foto: Leonardo Rech / Creative Commons

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Os 8 alimentos que provocam mais alergias


Em Portugal meio milhão de pessoas tem alergias alimentares e algumas passam a vida inteira a tentar curá-las sem nunca chegar a perceber exactamente o que lhes faz mal. A agência que vigia os medicamentos e os alimentos nos Estados Unidos (Food and Drug Administration, FDA na sigla original) identificou os oito alimentos que provocam mais alergias.

De acordo com o O Meu Bem Estar, alguns são quase insuspeitos, como o leite, ovos, peixe (linguado e bacalhau) e o trigo, mas outros não surpreendem tanto, como é o caso dos mariscos, amendoins, soja e frutos de casca mais rija. Estes oito alimentos e todos os seus derivados são, de acordo com os especialistas, os que mais alergias provocam ao homem.

Porque nem sempre os sintomas de alergia se ficam pela urticária ou diarreia, a FDA alerta que estes alimentos podem provocar sintomas tão díspares como erupção cutânea, edema nos lábios ou no rosto, vómitos, cólicas, tosse, tonturas, inchaço nas cordas vocais e garganta, dificuldade em respirar e até mesmo perda de consciência. Fica o alerta: ao primeiro sinal de alergia procure imediatamente um médico.

Veja quais os alimentos que provocam mais alergias.

Fotos: Melissa Wiese / Thomas Kriese / mariuszpierog / S Khan / Iain Buchanan / Stacy Spensley / mr.bologna / United Soybean Board / Creative Commons

1.Leite

2.Ovos

3.Peixe (bacalhau e linguado)

4.Marisco

5.Frutos de casca rija (amêndoas, nozes, pecã)

6.Amendoins

7.Trigo

8.Soja

 

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Qual o pequeno-almoço de 10 crianças de países diferentes? (com FOTOS)


O que come o seu filho ao pequeno-almoço? É habitual lermos e ouvirmos dizer que o pequeno-almoço é a mais importante refeição do dia, mas muitos de nós – e os nossos filhos – acabamos por ignorar este conselho devido à falta de tempo para chegarmos ao trabalho e escola e, nos casos mais dramáticos, por dificuldades financeiras.

O The New York Times foi perceber o que comem ao pequeno-almoço 10 crianças de sete países e culturas que não a norte-americana e descobriu que as diferenças são maiores do que seria pensar, sobretudo num mundo tão globalizado e em que o leite com cereais, à partida, seria uma refeição-tipo para começar o dia.

Veja o que comem os mais novos ao pequeno-almoço em países como Japão, Turquia, França, Malawi, Holanda, Islândia e Brasil e, se puder, partilhe connosc0: o que comem os seus filhos ao pequeno-almoço?

1 e 2.

Saki Suzuki, 3 anos, Tóquio, Japão

3 e 4.

Doga Gunce Gursoy, 8 anos, Istambul, Turquia

5 e 6.

Nathanael Witschi Picard, 6 anos, Paris, França

7 e 8.

Phillip Kamtengo e Shelleen Kamtengo (4 anos), Chitedze, Malawi

9 e 10.

Koki Hayashi, 4 anos, Tóquio, Japão

11 e 12.

Viv Bourdrez, 5 anos, Amesterdão, Holanda

13 e 14.

Brita Gudrun Bryjarsdottir, 3 anos, Reiquejavique, Islândia

15 e 16.

Aricia Domenica Ferreira (4 anos) e Hakim Jorge Ferreira Gomes (2 anos), São Paulo, Brasil

17 e 18.

Emily Kathumba, 7 anos, Chitedze, Malawi

19 e 20.

Oyku Ozarslan, 9 anos, Istambul, Turquia

 

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Como a indústria da alimentação nos obriga a comer o que ela quer


Comprar alimentos produzidos localmente, escolher os certificados, reduzir o consumo de carne e a quantidade de lacticínios que comemos por dia. Ainda que importantes, estas quatro acções, por si só, não assegurarão que o sistema global de alimentação não acabe com o Planeta.

Por outras palavras: ainda que possamos, individualmente, combater o problema global da alimentação, a verdade é que é preciso que Governos, cadeias de fornecimento e negócios se empenhem em elementos invisíveis que são muitas vezes ignorados.

Em primeiro lugar, temos de ir além da conversa sobre as emissões de gases com efeito de estufa – sabendo que o sistema de alimentação representa entre 20 a 30% da emissão global destes gases.

Há outros problemas que são igualmente graves para o ambiente: a perda de biodiversidade devido às monoculturas; ameaças ao fornecimento de água devido à sobre-irrigação, resíduos e poluição devido ao processamento e embalagem de comida, e a quantidade incrível de energia usadas nas infra-estruturas de arrefecimento.

Hoje, de acordo com o The Guardian, estes quatro factores são ignorados: “Esqueçam a comida que é embalada de um sítio longínquo, irrigada em monoculturas e refrigerada durante dias até chegar aos consumidores: se o seu impacto de carbono não foi medido, não será considerado como tendo um custo ambiental”, explica o jornal.

Segundo explica Marion Nestle, professora de nutrição e saúde pública na NYU – e com um nome curioso para esta temática -, as políticas publicas, em todo o mundo, são influenciadas directamente e até idealizadas pela indústria alimentar.

Ou seja, as empresas acabam por influenciar directamente nas opções de consumo dos cidadãos, sobretudo nos últimos anos, com a consolidação do sector. Nos Estados Unidos, quatro empresas controlam 51% da indústria aviária; 65% da indústria de carnes suínas e 85% da carne bovina.

Por outro lado, as comidas processadas e embaladas são as mais apetecíveis e lucrativas de toda a indústria da alimentação, por isso todos os players continuam a apostar nestas soluções menos saudáveis e ambientais.

As comidas processadas representam 70% de toda a comida consumida nos Estados Unidos – sim, as nossas opções são fundamentais na forma como a indústria alimentar se vai readaptando ao dia-a-dia, mas elas são cada vez mais pequenas na abrangência global das escolhas da própria indústria, e o cerco tende a apertar-se cada vez mais.

Foto: Steven Depolo / Creative Commons

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