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Tag Archive | "Biodiversidade"

Nova espécie de louva-a-deus caça como um tigre (com FOTOS)


Os cientistas descobriram uma nova espécie de louva-a-deus no Parque Nacional de Nyungwe, no Ruanda. A nova espécie, Dystacta tigrifrutex – também conhecida como louva-a-deus tigre dos arbustos -, deve o seu nome à forma como as fêmeas caçam. Na versão de insecto, as fêmeas louva-a-deus, que não têm asas, procuram as presas no meio da vegetação e atacam-nas no solo.

A nova espécie de insectos foi descoberta quando um exemplar macho foi atraído para uma armadilha luminosa que foi colocada durante uma expedição científica de três semanas ao parque, refere a Verge.

Ao contrário das fêmeas, os machos desta espécie possuem asas e vivem em altitude. Pouco tempo depois de observarem o macho pela primeira vez, os investigadores foram capazes de capturar uma fêmea que, durante o cativeiro, pôs um ovo, permitindo aos investigadores estudarem todo o ciclo de vida do novo insecto.

De acordo com o estudo que deu a conhecer a nova espécie, o louva-a-deus tigre dos arbustos apenas habita nas montanhas do Parque Nacional de Nyungwe, pelo que a conservação do local deve ser reforçada.

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O spa mais insustentável do mundo (com FOTOS)


O spa é sinónimo de bem-estar físico e psíquico, mas não há nada de relaxamento e muito menos bem-estar nos serviços que o jardim zoológico de Cebu City, nas Filipinas, estão a comercializar com o nome deste tratamento clássico.

Assim, os responsáveis do zoo estão a promover um serviço que consiste em quatro pitões birmanesas a arrastarem-se pelo corpo dos clientes durante 15 minutos. O serviço é gratuito e, segundo a imprensa local, há já filas para o utilizar.

As cobras pesam 250 quilos cada e podem sufocar e matar qualquer pessoa em poucos minutos. Paralelamente, elas têm de ser alimentadas com dez galinhas, cada uma, para estarem suficientemente saciadas para evitar atacar.

Com cinco metros de comprimento – e os tais 250 quilos – é impossível aos clientes escaparem depois do “tratamento” começar. Segundo o gestor do zoo, Giovanni Romarate, a massagem das pitões é segura. “As cobras não atacam sem não tiverem sido atacadas. E utilizamos pitões porque não são venenosas”, explicou.

Numa altura em que os zoos estão a ser atacados em todo o mundo pela falta de condições dados aos animais e, inclusive, pelos shows de animais como golfinhos ou orcas, aqui fica mais um exemplo de como estes locais de pseudo-biodiversidade ainda têm de investir muito – financeira e moralmente – para se torarem verdadeiras catedrais de animais selvagens.

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Vírus gigante descoberto na Amazónia brasileira


Uma equipa de investigadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com a Universidade Aix-Marseille, em França, descobriu um novo vírus gigante nas águas do Rio Negro, na Amazónia brasileira. O vírus, estranhamente baptizado de Samba, é o maior já identificado no país: ele tem doze vezes o tamanho do vírus da dengue e 100 vezes mais material genético.

Os cientistas analisaram as amostras em laboratório e conseguiram isolar o vírus dentro de uma ameba — para se reproduzir, os vírus precisam de parasitar outros organismos. A descoberta foi publicada na última quarta-feira, no periódico Virology.

Segundo Jônatas Abrahão, professor de virologia da UFMG e principal autor do estudo, uma das possíveis explicações para o tamanho do Samba é a quantidade elevada de material genético necessária para a adaptação do vírus ao local onde ele vive. “O Rio Negro é um meio ácido, diferente de outros rios”, disse o pesquisador à revista brasileira Veja.

O vírus Samba codifica mil proteínas, é composto por 1,2 milhão de pares de bases de DNA e tem 600 nanómetros de tamanho (cada nanómetro equivale ao milionésimo de um milímetro), contra 50 nanómetros do vírus da dengue.

Pode não ser perigoso para o homem

Ainda não foi possível definir se este vírus pode trazer consequências ao homem, mas Abrahão explica que o facto de ser maior e mais complexo não o torna, necessariamente, mais perigoso. Os mimivírus (nome genérico dado aos vírus gigantes) já foram encontrados em animais e até em humanos. “Os mimivírus têm sido associados a casos de pneumonia, mas os estudos ainda não são conclusivos. Se isso for verdade, a doença deve se manifestar apenas em pessoas que já tiveram problemas imunológicos. Não acredito que um mimivírus seja a causa de uma epidemia”, afirma Abrahão.

Na sequência desta investigação, os cientistas também anunciaram a descoberta de um vírus, baptizado de Rio Negro, que infecta o Samba. Por essa característica, o Rio Negro é classificado como um virófago, nome dado a um vírus que parasita outro. Ele é capaz de diminuir a multiplicação do Samba e provocar defeitos de formação nos descendentes.

Segundo Abrahão, o Rio Negro é importante para manter o Samba em equilíbrio. “O Samba infecta e destrói as amebas com muita facilidade. Sem o Rio Negro para refrear sua multiplicação, ele acabaria por destruir todas as amebas e extinguir-se, já que não teria por onde se reproduzir”, explica.

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Maior gruta do mundo já recebe visitas turísticas (com FOTOS)


Até há poucos anos não se sabia da existência da maior caverna do mundo – mais de 8,9 km e quase 150 metros de altura em algumas partes. A formação alberga todo um ecossistema: desde novas espécies de plantas, campos de algas, pérolas e um rio que se esconde dos olhos humanos nas profundezas do subsolo.

Agora, os turistas já podem visitar e explorar a gruta, considerada como uma das mais bonitas do mundo pela BBC. A caverna, chamada Son Doong, que significa caverna do rio da montanha, fica localizada na província de Quang Binh, no Vietname, refere o Inhabitat. Son Doong foi descoberta por um agricultor em 1991, mas o homem acabou por não a conhecer porque a entrada que encontrou tinha uma queda extrema.

A gruta ficou por explorar até 2009, quando um grupo de exploradores britânicos fez a primeira incursão. O tecto da caverna ruiu em alguns pontos e permite a passagem de luz natural, criando manchas ocultas de floresta tropical. Em alguns pontos, a gruta é tão larga e alta que seria possível construir uma pequena cidade no interior.

Desde a descoberta da gruta que poucas pessoas foram autorizadas a lá entrar. Contudo, uma empresa turística, a Oxalis Adventure Tours, conseguiu agora uma autorização para organizar expedições turísticas, que deverão começar no próximo ano. No entanto, apenas foram emitidas 220 autorizações, pelo que as visitas vão ser limitadas, e cada visita vai custar cerca de €2.100.

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Novas espécies de rãs dançantes descobertas nas montanhas da Índia (com FOTOS)


Cientistas indianos descobriram 14 novas espécies de rãs nas florestas montanhosas do sul do país. De acordo com os investigadores, estas novas espécies de anfíbios são rãs dançantes, que devem o seu nome aos movimentos estranhos que executam para atrair um parceiro.

Contudo, apesar de acabarem de ter sido descobertas, estas novas espécies estão já em risco. Durante os 12 anos que os cientistas tentaram comprovar a sua existência, com marcadores de ADN e através de descrições morfológicas, o número de anfíbios diminuiu drasticamente. Estas espécies procriam depois das monções do início do ano em pequenos cursos de água rápidos. Porém, o seu habitat está a tornar-se cada vez mais seco, muito em parte devido à desflorestação potenciada pelo crescimento da população indiana.

O estudo, onde as novas espécies são listadas, publicado na revista científica do Ceilão, aumenta para 24 o número de espécies de rãs dançantes da Índia. As espécies são apenas encontradas nos Gates ocidentais da Índia, uma região montanhosa que se estende por 1.600 quilómetros desde o estado de Maharashtra até ao ponto mais a sul do país, refere o Guardian.

Apenas os machos executam este ritual de acasalamento. Quanto maior for a rã macho mais vai dançar. Os machos utilizam ainda as suas pernas extensivas para afastar outros machos concorrentes, já que o rácio dos anfíbios costuma ser de 100 machos para uma fêmea.

Estas rãs são de pequenas proporções, não maiores do que uma noz e são facilmente transportados por riachos de correntes rápidas. Assim, a época de acasalamento ocorre apenas quando o nível de água dos cursos é mais elevado. Se os cursos não transportarem água suficiente ou secarem demasiado cedo, as rãs não têm as condições ideais para acasalar.

A maior parte das 24 espécies de rãs dançantes habitam apenas uma pequena área. Segundo os cientistas, sete espécies habitam no que é descrito como habitat degradados e outras 12 vivem em locais que estão em declínio ecológico.

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Mergulhador dá aperto de mão a grande baleia-de-bossa


Masa Ushioda, fotografo japonês radicado no Havai, documentou o momento em que um amigo, com quem mergulhava, e uma grande baleia-de-bossa, também conhecida como baleia-jubarte, quase deram um aperto de mão.

“Esta baleia em particular – uma baleia fêmea-jubarte, com uma barriga branca – foi extremamente amistosa e curiosa acerca dos humanos”, conta Ushioda. “Ela estendeu-nos as suas barbatanas peitorais várias vezes e procurou o contacto físico”, refere.

“Esta baleia fêmea foi excepcional. Existem muitas baleias amistosas, mas raramente procuram o contacto físico. Portanto, este encontro foi extremamente especial. Pode ver-se pelas fotografias o quão amistosa é, a fazer pose em quase todas as fotos”, acrescenta o fotógrafo japonês.

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