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Tag Archive | "Biodiversidade"

Nova espécie de gato descoberta no Nepal (com FOTOS)


Investigadores que estudavam as populações de leopardo das neves, nos Himalaias, no Nepal, anunciaram a descoberta acidental de uma nova espécie de gato, até então desconhecida.

O pequeno felino tem aproximadamente o tamanho de um gato doméstico e foi apanhado em várias armadilhas fotográficas, entre 3.900 e 4.500 metros acima do nível do mar, durante 11 ocasiões entre 2012 e 2013. O gato foi descoberto à noite, quando rondava a montanha em busca de alimento.

“As câmaras automáticas instaladas para a monitorização de leopardos de neve rastrearam uma nova espécie de gato”, referiu Shrestha Bikram, coordenador do programa Snow Leopard Conservancy.

“Ainda não tem nome em nepalês, mas é um animal complemente novo para o país. Comparado com fotos de espécies similares encontradas noutras partes do mundo, em princípio trata-se de um gato-de-Pallas”, referiu o coordenador do projecto ao The Dodo.

Outras subespécies do gato de Pallas podem ser encontradas na Ásia central e encontram-se todas listadas da Lista Vermelha da IUCN como espécies ameaçadas.

Os conservacionistas, encorajados por estas descobertas, referem que “esta pode ser apenas a ponta do iceberg”. “Outras áreas do Nepal podem ter gatos-de-Pallas”, disse Shrestha Bikram, acrescentando que é necessário um estudo aprofundado sobre esta nova espécie.

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Esquilos perdem até metade do peso durante a hibernação


Quem observa esquilos com regularidade sabe que os pequenos animais são diabólicos – no bom sentido da palavra: saltam freneticamente de árvore para árvore, emitem guinchos excitados e agem como se tivessem assaltado uma fábrica de nozes, escondendo os despojos do roubo.

Porém, metade da vida dos esquilos passa-se de forma bastante tranquila. Durante este período de descanso é teoricamente possível manusear os animais porque, na verdade, eles não estão a dormir mas sim a hibernar.

Durante este estado de hibernação, os esquilos diminuem a temperatura corporal para cerca de 30ºC. Um esquilo em hibernação não faz nada, mas ao longo deste longo e profundo sono o metabolismo destes animais consegue consumir bastante gordura. Quando acordam, podem ter menos 50% de peso.

Contudo, os esquilos que entram neste estado profundo de inactividade não são os conhecidos esquilos que habitam os parques de cidades como Nova Iorque e são populares entre os turistas. Os esquilos das árvores não hibernam: passam os invernos a roubar nozes uns aos outros, armazenando-as ao longo do verão. Estes esquilos que hibernam podem ser encontrados no centro e oeste dos Estados Unidos e também nas regiões do norte. Normalmente, quando não estão a explorar o mundo, estes animais vivem em buracos de sítios pouco frequentados.

Os esquilos das regiões do norte podem hibernar até seis meses, com pequenos momentos muito esporádicos de actividade para comer uma noz, a seguir aos quais voltam a entrar num coma virtual.

Os cientistas ainda não perceberam muito bem, em termos evolutivos, porque é que estes esquilos hibernam, refere a Atlantic Cities. Talvez os seus corpos estejam à espera de períodos de frio extremo ou seja uma forma de armazenarem água, já que a maioria da hidratação destes animais provém das nozes e plantas que ingerem e não existem durante o inverno.

O que é conhecido pela comunidade científica é que durante a hibernação os esquilos passam por transformações extraordinárias. “O ritmo cardíaco dos esquilos diminui para uma ou duas batidas por minuto durante a hibernação e é completamente arrítmico. Se os humanos conseguissem fazer isto, morreriam”, indica Hilaty Srere, especialista nestes animais.

Durante investigações que efectuou nos anos 1990, esta cientista descobriu que os esquilos conseguem sobreviver a este período de letargia extrema ao reprogramarem os seus genes. Um esquilo em hibernação produz uma determinada proteína em maior quantidade, que por sua vez impede o sangue de coagular e matar o animal.

Foto:  david.nikonvscanon / Creative Commons

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Chernobyl: radioactividade continua a assombrar árvores e animais (com FOTOS)


Passaram quase 30 anos desde o desastre nuclear de Chernobyl, que causou uma catástrofe sem precedentes, causou danos incalculáveis na Europa, ainda sentidos hoje em dia.

Embora o sítio já não seja habitado desde essa altura, a verdade é que os animais, árvores e outras plantas continuam lá – e ainda apresentam sinais de envenenamento provocados pela radiação.

Os pássaros de Chernobyl têm o cérebro significativamente menor do que aqueles que vivem em áreas não contaminadas pela radiação. Por outro lado, há lá menos insectos ou javalis do que o habitual e as árvores crescem mais lentamente.

De acordo com um novo estudo publicado na Oecologi, decompositores – organismos como micróbios, fundos e alguns tipos de insectos – também sofreram com a contaminação.

Estas criaturas são responsáveis por um componente essencial em qualquer ecossistema, que é a reciclagem de matéria orgânica e a sua devolução ao solo. Problemas com um processo de nível tão básico, podem, de acordo com os autores do estudo, causar efeitos em todo o ecossistema.

A equipa decidiu investigar esta questão devido a uma observação peculiar. “Realizámos pesquisas em Chernobyl desde 1991 e tem-se notado uma acumulação significativa de lixo ao longo do tempo”, referiram os investigadores, de acordo com o The Ecologist.

Para além disso, as árvores na Floresta Vermelha – uma área em que todos os pinheiros ficaram vermelhos e morreram logo depois do acidente – não parecem estar melhor.

“Para além de algumas formigas, os troncos das árvores mortas estão praticamente iguais desde que os encontrámos pela primeira vez”, disse Timothy Mousseau, um biólogo da Universidade da Carolina do Sul, e principal autor do estudo.

Para saber se o aumento aparente de folhas mortas no chão da floresta – e se os pinheiros aparentemente petrificados seriam indicativos de alguma irregularidade –, Mousseau e os seus colegas resolveram fazer alguns testes de campo.

Os resultados dessas pesquisas revelaram que, em áreas sem radiação, 70% a 90% das folhas se decompõem após um ano. No entanto, em locais onde a radiação era mais activa, 60% das folhas mantêm a sua massa original.

Zona em risco de incêndio

Os estudos revelaram também que, embora os insectos tenham um papel significativo na decomposição das folhas, os micróbios e fungos desempenham uma função muito mais importante.

“A essência do nosso resultado revelou que a radiação inibia a decomposição microbiana da serapilheira sobre a camada superior do solo”, afirmou Mousseau.

Isto significa que os nutrientes não se estão a desenvolver de forma eficiente devido ao solo, o que pode ser umas das causas por trás das taxas que revelam o crescimento lento das árvores em Chernobyl.

Outros estudos revelaram também que a zona de Chernobyl está em risco de incêndio, o que será ainda um problema mais preocupante ao nível da destruição ambiental, pois os incêndios podem redistribuir os contaminadores radioactivos para zonas fora da área de exclusão.

Mousseau acrescenta que “existe uma crescente preocupação que recai sobre a possibilidade de um incêndio catastrófico nos próximos anos”.

Infelizmente, ainda não se encontrou uma solução óbvia para o problema em questão, para além da necessidade de manter um olhar rigoroso sobre a zona de exclusão para tentar extinguir rapidamente possíveis incêndios.

Agora, vários outros estudos estão a desenvolver-se em Fukushima, no Japão, para perceber se esta região está também a sofrer com uma zona microbiana morta. Veja algumas das fotos de Chernoby, 28 anos depois, ou veja a galeria abaixo.

Foto: Kyle Taylor, Dream It. Do It. / Creative Commons

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Brasil recusa proposta para proibir testes de cosméticos em animais


A proposta apresentada pela ONG Humane Society International (HSI) para acabar, de uma vez por todas, com os testes de cosméticos em animais foi negada pelo Conselho Nacional de Controlo de Experimentação Animal (Concea) brasileiro.

A União Europeia, Índia e Israel já proibiram a realização de testes de cosméticos em animais. Os Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia criaram propostas legislativas para proibir esta prática na indústria da beleza. Mas o Brasil parece ir em sentido contrário deste movimento mundial.

De acordo com a organização pró-animal, este tipo de procedimento é anti-ético, uma vez que causa dor aos animais em prol do consumo de produtos dispensáveis, que podem ser substituídos por outras técnicas já adoptadas por empresas da indústria da beleza que se desassociaram destas prática.

Apesar do parecer técnico que provava a viabilidade da proibição e a petição com dezenas de milhares de assinaturas, o Concea não aprovou a proposta, cuja votação tinha sido prometida para Outubro. Assim, esta órgão preferiu propôr um novo regulamento que obriga os laboratórios a utilizar alternativas a testes em animais, cinco anos depois de serem validadas pelo governo.

“Dois terços dos brasileiros apoiam a proibição dos testes e 170 membros do Congresso Federal também defendem a ideia. É uma vergonha que os reguladores brasileiros não consigam respeitar a opinião da população e dos seus representantes, que manifestaram de forma consistente a sua forte oposição aos testes em animais para a indústria da beleza”, explicou Helder Constantino, porta-voz da campanha Liberte-se da Crueldade, da HSI, citado pelo Planeta Sustentável.

Foto: www.understandinganimalresearch.org.uk / Creative Commons

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Como um urso pardo ensina as suas crias a trepar às árvores (com FOTOS)


Um dos papéis das mães é assegurarem-se que os seus filhos estão preparados para enfrentar o mundo quando deixam a casa dos pais. O mesmo aplica-se ao reino animal.

Este urso castanho europeu e as suas três crias foram fotografados numa aula de como subir às árvores, numa reserva natural na Finlândia. Depois de mostrar aos mais pequenos como é que se fazia foi a vez do três pequenos ursos experimentarem subir a um pinheiro.

A mais corajosa das três crias subiu até ao topo da árvore, mas as outras duas optaram por ficar no chão com a mãe ursa. A aula foi fotografada pelos fotógrafos lituanos Dalia Kvedaraite e Giedrius Stakauskas, numa visita à Reserva Natural de Martinselkonen, localizada perto da fronteira russa.

“Um urso fêmea chegou a este local com as duas crias depois vários machos se terem deslocado para outro local”, indica Dalia Kvedaraite. “Os ursos estavam muito activos e estiveram a brincar entre a vegetação. Foi então que a mãe resolveu ensiná-los a subir às árvores”, conta a fotógrafa.

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Rússia apodera-se do exército ucraniano de golfinhos


Uma elite de golfinhos altamente treinados para desempenhar tarefas militares na Marinha da Ucrânia, como a detecção de minas submersíveis ou o combate a veículos invasores, pertence agora às forças russas.

De acordo com um funcionário do oceanário de Sebastopol, na Crimeia –  um dos dois locais a nível mundial onde os golfinhos são treinados para fins militares -, a Marinha russa pretende preservar e utilizar os animais para fins militares russos.

“Os engenheiros do oceanário estão a desenvolver novos instrumentos para novas aplicações de deverão aumentar a eficiência operacional dos golfinhos debaixo de água”, indicou a fonte à agência RIA Novosti. “Os nossos peritos desenvolveram novos dispositivos, que convertem a detecção de objectos através dos mecanismos de localização dos golfinhos em sinais electrónicos. Porém, a Marinha da Ucrânia não possuía fundos para produzir esses dispositivos e alguns dos projectos tiveram de ser abandonados”, afirma o funcionário.

O programa de treino militar de golfinhos remonta aos anos 60 e estava previsto que fosse encerrado pela Marinha ucraniana em Abril deste ano. Contudo, com a anexação da Crimeia pela Rússia na última semana, os animais são agora propriedade das forças militares russas, que deverão continuar com o programa – que também treina leões-marinhos para fins militares.

A outra – anacrónica - instalação que também treina golfinhos para fins militares pertence à Marinha dos Estados Unidos e fica localizada em San Diego, na Califórnia, refere o Dodo.

Fotos: Beverly & Pack e  Official U.S. Navy Imagery / Creative Commons

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