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Tag Archive | "Biodiversidade"

Primeiros ligres brancos do mundo nasceram nos Estados Unidos (com FOTOS)


Os primeiros ligres brancos do mundo – Yeti, Odlin, Sampson e Apollo – nasceram no Myrtle Beach Safari no estado norte-americano da Carolina do Sul. Filhos de um leão branco africano e de uma tigre branca de bengala estes ligres são os primeiros exemplares brancos do mundo desta espécie híbrida, que é a maior espécie de felinos do reino animal.

Estes felinos têm seis semanas e pesam 6,8 quilogramas e ganham quase meio quilo por dia. O tio destes felinos é Hercules, com cerca de 418,2 quilogramas e 3,3 metros de comprimento, detendo o recorde do Guiness de maior felino do mundo.

O fundador e director do Myrtle Beach Safari, Bhagavan Antle, que criou o espaço há 31 anos e teve o primeiro ligre em 1988, acredita que uma das crias, Yeti poderá atingir o tamanho do tio ou até ser maior. Quando completarem dois anos, as crias deverão ter cerca de 3 metros e pesar 340 quilos. Aos quatro anos já deverão pesar pouco mais de 400 quilos.

Estima-se que existam cerca de mil ligres no mundo inteiro – a maior parte em cativeiro – mas até agora nenhum era branco. Quanto aos leões brancos existem apenas 300 e os tigres brancos ascendem apenas aos 1.200. Os ligres gostam de nadar, uma característica dos tigres, e são sociáveis como os leões.

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Preguiças movem-se tão devagar que lhes cresce algas no pêlo


As preguiças são conhecidas por ser um animal lento que passa a maior parte do tempo a dormir. Em média, este animal move-se apenas dois metros por minuto e dorme durante 20 horas por dia.

O que não se sabia até agora é que o facto de as preguiças movimentarem-se tão pouco permite que uma espécie de algas, que não se encontra em mais nenhum lado, cresça no seu pêlo. No entanto, em vez de limparem as algas, as preguiças utilizam estas algas para alimentarem as crias e para se camuflarem na selva.

A descoberta foi feita por uma equipa de investigadores da Universidade de Helsínquia, que comparou a camuflagem verde que cresce no pêlo das preguiças com a estrutura molecular das algas e concluiu que que este manto verde era, na verdade, uma espécie de algas – a trichophilus welckeri.  Esta espécie de algas cresce nas seis espécies de preguiças.

Segundo a investigadora que liderou o estudo, Milla Suutari, as algas são passadas das progenitoras para as crias poucas semanas depois do seu nascimento.

As preguiças são um animal bizarro que, graças aos seus membros, vivem a maior parte da vida das árvores. A preguiça de três dedos, por exemplo, possui uma vertebra cervical adicional que lhe permite girar a cabeça 270 graus.

O pêlo das preguiças

Não são só algas que crescem na pelagem das preguiças. O pêlo deste animal é tão longo e denso que alberga traças, besouros e baratas, bem como vários tipos de fungos.

À medida que a preguiça vai envelhecendo, a sua pele desenvolve uma espécie de relevo que propicia a proliferação destes insectos, fungos e algas.

Foto:  rvacapinta / Creative Commons

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Como foi descoberto o primeiro panda gigante?


Apesar de serem hoje um dos animais mais conhecidos do mundo, nem sempre os pandas forma célebres. Há pouco mais de 150 anos, esta espécie era apenas conhecida por uma pequena parte do mundo oriental.

O panda foi dado a conhecer à cultura ocidental em 1869 por um padre e naturalista francês, Armand David. Em 1862, este padre foi enviado para a China para espalhar o cristianismo. Sendo um naturalista, Armand David participou em várias expedições durante a sua estadia. À medida que ia recolhendo espécimenes enviava-os para o Museu de História Natural em Paris.

Este padre é conhecido por ter identificado pela primeira vez o Elaphurus davidianus – cervo do padre david, de nome comum, também conhecido por milu. Tal como o panda, este animal também é originário da China e foi descoberto por Armand David durante a estadia no país.

O missionário teve o primeiro contacto com o panda através dos caçadores que contratou enquanto estava nas montanhas a noroeste da cidade de Chendgu, na região de Sichuan. Os caçadores trouxeram-lhe um urso preto e branco. O padre terá dissecado o animal e enviado a pele para Paris.

Separadamente, Armand David enviou uma carta para Alphonse Milne-Edwards, o seu contacto no Museu. Na carta, o missionário propunha o nome latim Ursus melanoleucus  – urso preto e branco, literalmente. “Nunca vi esta espécie nos museus da Europa e é a mais bonita com que já me cruzei; provavelmente é nova para a ciência!”, afirmava o padre na carta, cita o Guardian.

O animal acabou por ser baptizado como Ailuropoda melanoleuca. A documentação enviada para pelo padre Armand David faz parte da Zooteca do Museu de História Natural de Paris, um cofre subterrâneo ao museu onde estão depositados milhões de animais conservados e dados sobre estes.

Foto:  Abi Skipp / Creative Commons

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Amazónia: cientistas já desvendaram a origem da misteriosa construção em forma de torre (com FOTOS)


A origem da misteriosa construção em forma de torre rodeada por uma espécie de cerca circular, descoberta na Amazónia peruana em Junho do último ano, já foi desvendada. As estruturas são construídas por pequenas aranhas e servem de ninho para os seus ovos.

A natureza destas estruturas era desconhecida para os cientistas até que uma pequena aranha laranja eclodiu de um ovo perto da estrutura. Os entomologistas e os aracnologistas estão agora a tentar identificar que espécie de aranha constrói estas estruturas. Embora a aranha avistada a eclodir dos ovos desta estrutura se assemelhe a uma aranha-saltadora, os cientistas indicam que não se trata da espécie uma vez que o posicionamento dos olhos é diferente.

A descoberta da origem destas estruturas brancas, semelhantes a torres, foi feita pelo fotógrafo Jeff Cremer durante uma expedição à Reserva Natural de Tambopata, no Peru, onde as estruturas foram descobertas. O primeiro a descobrir a misteriosa construção em Junho foi Troy Alexander, estudante da Georgia Tech.

Além de perceber qual é a espécie de aranha que construi estas estruturas falta ainda perceber porque é que são construídas. “Pensamos que as paredes possam ser utilizadas para capturar pequenos ácaros. Ou então para servir para servir de protecção contra as formigas, mantendo-as afastadas da torre onde estão os ovos”, indica Cremer, citado pela imprensa. A estrutura de teia pode ainda servir de camuflagem, já que se assemelha a líquenes e fungos. Mas o que sabemos é que a base da torre possui ovos de aranha”, afirma.

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Atum ameaçado vendido por €51 mil no Japão


Cerca de 230 quilos da espécie de peixe mais apreciada no mundo para o sushi, o atum de barbatana azul, foram leiloado por €51 mil (R$ 166 mil) no sábado, durante o primeiro leilão do ano do mercado de Tsukiji, em Tóquio, no Japão. O peixe foi arrematado por Kiyoshi Kimura, presidente da Sushi-Zanmai, uma popular cadeia de restaurante do país.

Em 2013, conta o Planeta Sustentável, o empresário desembolsou €615 mil (R$ 2 milhões) para ganhar o primeiro leilão de atum do ano no mercado japonês. Apesar do preço pago neste último leilão ter sido menor, ele não pode ser utilizado como referência para o estado de conservação da espécie.

À medida que o costume de comer peixe cru se espalha, também aumenta a preocupação de que o atum de barbatana azul possa estar com seus dias contados — a espécie já integra a lista de animais ameaçados de extinção.

Esta situação está a ser analisada pelo Comité Científico Internacional, um grupo independente de cientistas do governo de países como Estados Unidos e Japão, que já divulgou uma avaliação da população da espécie em 2013.

O relatório revelou que décadas de sobrepesca e má gestão resultaram numa redução de 96,4% da população do atum rabilho do Pacífico desde o século XIX. No entanto, os governos responsáveis pela gestão das pescas não adoptaram medidas de conservação adequadas. Ainda não existe, por exemplo, um limite de capturas no Oceano Pacífico ocidental, onde a maioria dos atuns rabilho do Pacífico são encontrados.

O Japão consome cerca de 80% de todo o atum azul pescado no mundo. Uma única fatia de sashimi de atum-azul pode custar mais de €15 (R$ 50).

Foto: laszlo-photo / Creative Commons

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EUA: dois tigres mantidos como animais de estimação em quintais suburbanos


Os responsáveis pela agência de vida selvagem do Arizona capturaram e recuperaram dois tigres que estavam a ser mantidos como animais de estimação em quintais da área de Phoenix.

Segundo a Associated Press, o Arizona Game and Fish Department recebeu várias chamadas de cidadãos depois de um homem ter colocado, nas redes sociais, fotos ao lado dos seus dois tigres de estimação.

Segundo Randy Babb, do departamento de vida selvagem, o primeiro tigre foi encontrado preso por uma corda, num quintal comum, na noite de Ano Novo. O segundo foi localizado três dias depois, numa casota de cão de uma moradia suburbana.

De acordo com o Huffington Post, os dois tigres são irmãos, têm oito meses e pesam 90 quilos. Ambos estão bem de saúde e foram levados para uma reserva de vida selvagem em Prescott.

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