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Tag Archive | "Biodiversidade"

Maior gruta do mundo já recebe visitas turísticas (com FOTOS)


Até há poucos anos não se sabia da existência da maior caverna do mundo – mais de 8,9 km e quase 150 metros de altura em algumas partes. A formação alberga todo um ecossistema: desde novas espécies de plantas, campos de algas, pérolas e um rio que se esconde dos olhos humanos nas profundezas do subsolo.

Agora, os turistas já podem visitar e explorar a gruta, considerada como uma das mais bonitas do mundo pela BBC. A caverna, chamada Son Doong, que significa caverna do rio da montanha, fica localizada na província de Quang Binh, no Vietname, refere o Inhabitat. Son Doong foi descoberta por um agricultor em 1991, mas o homem acabou por não a conhecer porque a entrada que encontrou tinha uma queda extrema.

A gruta ficou por explorar até 2009, quando um grupo de exploradores britânicos fez a primeira incursão. O tecto da caverna ruiu em alguns pontos e permite a passagem de luz natural, criando manchas ocultas de floresta tropical. Em alguns pontos, a gruta é tão larga e alta que seria possível construir uma pequena cidade no interior.

Desde a descoberta da gruta que poucas pessoas foram autorizadas a lá entrar. Contudo, uma empresa turística, a Oxalis Adventure Tours, conseguiu agora uma autorização para organizar expedições turísticas, que deverão começar no próximo ano. No entanto, apenas foram emitidas 220 autorizações, pelo que as visitas vão ser limitadas, e cada visita vai custar cerca de €2.100.

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Novas espécies de rãs dançantes descobertas nas montanhas da Índia (com FOTOS)


Cientistas indianos descobriram 14 novas espécies de rãs nas florestas montanhosas do sul do país. De acordo com os investigadores, estas novas espécies de anfíbios são rãs dançantes, que devem o seu nome aos movimentos estranhos que executam para atrair um parceiro.

Contudo, apesar de acabarem de ter sido descobertas, estas novas espécies estão já em risco. Durante os 12 anos que os cientistas tentaram comprovar a sua existência, com marcadores de ADN e através de descrições morfológicas, o número de anfíbios diminuiu drasticamente. Estas espécies procriam depois das monções do início do ano em pequenos cursos de água rápidos. Porém, o seu habitat está a tornar-se cada vez mais seco, muito em parte devido à desflorestação potenciada pelo crescimento da população indiana.

O estudo, onde as novas espécies são listadas, publicado na revista científica do Ceilão, aumenta para 24 o número de espécies de rãs dançantes da Índia. As espécies são apenas encontradas nos Gates ocidentais da Índia, uma região montanhosa que se estende por 1.600 quilómetros desde o estado de Maharashtra até ao ponto mais a sul do país, refere o Guardian.

Apenas os machos executam este ritual de acasalamento. Quanto maior for a rã macho mais vai dançar. Os machos utilizam ainda as suas pernas extensivas para afastar outros machos concorrentes, já que o rácio dos anfíbios costuma ser de 100 machos para uma fêmea.

Estas rãs são de pequenas proporções, não maiores do que uma noz e são facilmente transportados por riachos de correntes rápidas. Assim, a época de acasalamento ocorre apenas quando o nível de água dos cursos é mais elevado. Se os cursos não transportarem água suficiente ou secarem demasiado cedo, as rãs não têm as condições ideais para acasalar.

A maior parte das 24 espécies de rãs dançantes habitam apenas uma pequena área. Segundo os cientistas, sete espécies habitam no que é descrito como habitat degradados e outras 12 vivem em locais que estão em declínio ecológico.

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Mergulhador dá aperto de mão a grande baleia-de-bossa


Masa Ushioda, fotografo japonês radicado no Havai, documentou o momento em que um amigo, com quem mergulhava, e uma grande baleia-de-bossa, também conhecida como baleia-jubarte, quase deram um aperto de mão.

“Esta baleia em particular – uma baleia fêmea-jubarte, com uma barriga branca – foi extremamente amistosa e curiosa acerca dos humanos”, conta Ushioda. “Ela estendeu-nos as suas barbatanas peitorais várias vezes e procurou o contacto físico”, refere.

“Esta baleia fêmea foi excepcional. Existem muitas baleias amistosas, mas raramente procuram o contacto físico. Portanto, este encontro foi extremamente especial. Pode ver-se pelas fotografias o quão amistosa é, a fazer pose em quase todas as fotos”, acrescenta o fotógrafo japonês.

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Como os fabricantes de vidro estão inovar para evitar colisões de aves


Todos os anos, entre 365 milhões e 988 milhões de aves morrem, nos Estados Unidos, devido a colisões com edifícios e casas, de acordo com um relatório da BioOne. Para contornar este problema, várias empresas que fabricam janelas e vidros estão a pesquisar formas de começar a reduzir este grande número de colisões mortais. Recorrendo à inovação, claro.

Segundo o The New York Times, há cada vez mais cidades e estados norte-americanos, como São Francisco e o Minnesota, a adoptarem standards que promovem a segurança das aves. Mas isso pode não ser suficiente.

“Quase toda a gente já viu ou ouviu uma ave a bater contra um edifício. As empresas que fabricam os vidros estão a aperceber-se que existe um mercado para os produtos amigos das aves”, explicou à NPR Christine Sheppard, uma activista contra as colisões de pássaros da American Bird Conservancy.

Uma das ideias, que está a ser testada por investigadores da Fordham University, pondera acrescentar pequenas tiras verticais brancas e pretas às janelas, para evitar que as aves vão contra estas.

Durante as experiências, quando as aves entram em túneis de vento parcialmente bloqueados pelo vidro listado, elas tendem a evitar as listas. Outra ideia, menos intrusiva mas  mais cara, foi proposta pelo fabricante de vidro Arnold Glas. A empresa desenvolveu um revestimento reflexivo padronizado e ultravioleta, que tem a vantagem de ser quase transparente ao olho humano mas é detectável pelas aves.

Não são apenas as janelas que estão a causar problemas, mas também a forma como elas são usadas. As grandes fachadas espelhadas, por exemplo, são especialmente perigosas para as aves migratórias. Assim, os investigadores de Fordham estão a tentar descobrir exactamente quanto espaço elas podem colocar entre as listas, em grandes pedaços de vidro. Se eles conseguirem encontrar o “ponto G” que agrade aos arquitectos e possa repelir os pássaros, esta pode ser uma solução plausível.

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Croácia: círculos misteriosos de ervas marinhas intrigam cientistas (com FOTOS)


Certamente que já ouviu falar dos círculos e formas estranhas que por vezes aparecem em plantações de todo o mundo. Mas o que sabe sobre círculos na erva do fundo do mar? Fotografias aéreas da costa de várias ilhas na Croácia revelam círculos regulares de areia entre a posidónia oceânica, uma espécie de erva marinha endémica do Mediterrâneo.

Os círculos apresentam um diâmetro de 50 metros e a distância à costa e entre si é a mesma. As formações foram primeiramente descobertas pelo biólogo Mosor Prvan, da Sunce Association, uma organização sem fins lucrativos ambiental. “Vimos estes círculos pela primeira vez em 2013, através de fotos aéreas, enquanto trabalhávamos num projecto de mapeamento nas ilhas de Unije, Susak e Srakan”, indica o biólogo à Mashable.

À primeira vista, os círculos podem ser difíceis de identificar, mas se olhar com atenção para estes mapas do Google Maps, encontrá-los-á perto da costa. Prvan e uma equipa da organização efectuaram mergulhos para estudarem as formas.

“Inicialmente, pensámos que era uma espécie de manipulação fotográfica e decidimos mergulhar para nos assegurarmos que os círculos existiam mesmo”, explica o biólogo. “Eles tinham uma forma perfeita, como se a posidónia tivesse sido cortada com uma forma geométrica”.

Um caso semelhante, também de círculos na posidónia oceânica, na Dinamarca, foi explicado pelos cientistas em Janeiro deste ano – os círculos eram o resultado de uma substância venenosa que estava a matar a posidónia e a deixar marcas circulares no fundo do oceano.

Contudo, o caso na Croácia é diferente: os círculos são maiores e mais regulares, tanto na forma como no padrão em que aparecem. Prvan está certo de que o fenómeno é antropogénico. “Não sei qual é a causa mas penso que é potenciado pelo homem. Contactei com vários especialistas na espécie e nunca viram nada como isto. Não penso que seja uma bactéria ou uma substância venenosa”, indica.

Uma possível explicação para as formações é  a caça ilegal de peixe com dinamite. Porém, Prvan diz que esse tipo de pesca deixa marcas mais pequenas e irregulares. O fenómeno continua assim por explicar mas, de futuro, pode vir a ter impactos negativos no ambiente. “O Adriático é um dos habitats mais importantes de posidónia no Mediterrâneo”, afirma Prvan.

A melhor suspeita do biólogo é que as marcas sejam produzidas por testes militares. A posidónia é uma espécie de alga que cresce lentamente, entre dois a três centímetros por ano. Existe uma teoria entre os peritos de que quando se extrai uma quantidade tão grande de posidónia, a espécie não volta a crescer. Assim, de acordo com Prvan, o próximo passo é determinar a idade dos círculos para que o mistério possa ser resolvido.

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Leonardo DiCaprio doou €728 mil para a preservação do elefante africano


Leonardo DiCaprio voltou a fazer outra grande doação para a protecção das espécies ameaçadas. Desta vez, o actor doou €728 mil para ajudar na conservação do elefante africano e para combater a caça ilegal desta espécie.

O donativo foi feito através da sua fundação durante um evento em homenagem ao fundador e presidente-executivo da Save the Elephants, Iain Douglas-Hamilton, no último fim-de-semana. Além da DiCaprio Foundation, outros filantropos juntaram-se à causa. O dinheiro angariado vai para o Elephant Crisis Fund, uma iniciativa conjunta da Save the Elephants e da Wildlife Conservation Network, e será utilizado para travar a caça ilegal e o comércio de marfim.

“Mais de 30.000 elefantes africanos foram mortos no último ano pelas suas presas de marfim. Esta espécie magnífica enfrenta um futuro muito incerto a menos que façamos alguma coisa agora. O Elephant Crisis Fund desempenha um papel crucial na resolução deste problema complexo, através do apoio a projectos que protegem os elefantes dos caçadores, acabam com o comércio de marfim e acabam com a sua procura”, afirmou o actor durante o evento, cita o Dodo.

O Elephant Crisis Fund tinha como objectivo inicial a angariação de €3,64 milhões nos primeiros três anos de funcionamento e essa meta foi cumprida com sucesso. No evento do passado fim-de-semana foram angariados mais de €1,5 milhões, que são directamente para programas de conservação.

Foto:  oldandsol / Creative Commons

 

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