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Tag Archive | "Biodiversidade"

Desflorestação da Mata Atlântica aumentou 9% em 2013


A taxa de desflorestação da Mata Atlântica, um bioma de floresta tropical que abrando o Brasil, Paraguai e Argentina, voltou a subir em 2013, situando-se agora nos 9%. Assim, e entre 201 e 2013, foram perdidos 23.948 hectares, ou seja, 239 quilómetros quadrados nos 17 estados brasileiros da Mata Atlântica. No ano anterior, este número situou-se nos 21.977 hectares.

Segundo a nova edição de Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, restam agora 12,5% dos 1,3 milhões de quilómetros quadrados originais da mata, que começou a ser desflorestada a partir da colonização portuguesa e, sobretudo, no século XX. Tudo o que já foi perdido, explica o atlas, equivale à área de 12 cidades de São Paulo, Brasil.

Desde o início dos anos 2000 que a taxa de desflorestação tinha vindo a descer. Por um lado, Estados como o de São Paulo e Rio já pouco têm para retirar; por outro, aumentou a fiscalização e entrou em vigor a Lei da Mata Atlântica, que aumentou a protecção sobre o bioma.

Nos últimos três anos, porém, os índices começaram a subir. No período de 2011 a 2012 já havia ocorrido um aumento de 29% em relação ao período de 2010 e 2011. “Depois da redução drástica, pensámos que não haveria mais aumentos. Não é o que está a acontecer e estamos preocupados”, explicou Márcia Hirota, directora-executiva da SOS Mata Atlântica.

Foto:  Glauco Umbelino / Creative Commons

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5 rituais do reino animal que só acontecem no Verão


Para maioria de nós, o Verão é a estação do ano mais aguardada. Verão é sinónimo de férias, dias mais longos, festas e lazer. No reino animal, o Verão também é uma estação bastante aguardada e existem vários rituais entre as muitas espécies que apenas aparecem nesta estação, indica o Dodo. Indicamos-lhe cinco rituais dos animais que apenas acontecem no Verão.

1.Os pinguins-macaroni dirigem-se para terra para uma longa noite de acasalamento

Para os pinguins-macaroni ou pinguins-de-testa-amarela, como também são conhecidos, o início do Verão é sinónimo de acasalamento. Depois de seis meses nas águas gélidas do oceano, durante os quais os pinguins viajam milhares de quilómetros, os animais regressam a terra para se reencontrarem com os seus parceiros e acasalarem.

2.Os lagartos-da-lava fazem uma viajem para as praias

Para um lagarto de sangue frio, como uma espécie de réptil, conhecida como lagarto-da-lava, aquecer demasiado no Verão pode ser sinónimo de morte. Este lagarto, que vive ao longo da costa Chilena, é mais activo nos meses mais quentes do que os cientistas pensavam. Estes animais escapam aos perigos do calor fugindo para as praias, onde a temperatura é mais amena e existe brisa marinha.

3.O urso pardo canadiano come mais formigas

As formigas são dos snacks de verão favoritos dos ursos pardos, já que os pequenos insectos são ricos em gordura e proteínas. Os peritos canadianos reviram as dietas dos ursos e descobriram que os animais comem mais formigas nos meses de Julho e Agosto, como forma se suplemento alimentar a uma dieta vegetal.

4.As raposas do árctico vestem-se de negro

As raposas do árctico, conhecidas pela sua pelagem branca, desenvolvem um manto de pelo negro durante o verão, de forma a misturarem-se melhor com a tundra árctica, que fica a descoberto nesta estação. As raposas do árctico são também uma excepção entre as espécies canídeas, pois são as únicas que fazem esta troca.

5.As rãs retentoras de água dormem longas sestas na lama

As rãs retentoras de água, uma espécie comum na Austrália, tentam escapar à estação seca enterrando-se na lama do solo. Tal como os ursos e outros animais que hibernam no inverno, estas rãs entram numa espécie de hibernação durante o verão. O metabolismo dos animais abranda até que a estação molhada chegue novamente, altura que as rãs imergem da lama para acasalarem.

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A nova paixão dos portugueses pelas aves (com VÍDEO)


Quando preparava um projecto de investigação, a bióloga Verónica Bogalho percebeu que não conseguia encontrar ninhos à venda. Ou melhor, ninhos que correspondessem às suas necessidades, altamente específicas. Este foi o mote para o lançamento da Natur.Eco, uma empresa que se dedica à construção e venda de abrigos artesanais para a fauna e que é a prova de que, por vezes, as ideias mais interessantes surgem quase do nada.

“Acabei por dedicar-me a construir os ninhos que precisava naquela altura. E acabei por fazer muita pesquisa e ensaios e chegar ao que precisava. Foi daí que nasceu esta ideia”, explicou Verónica ao Economia Verde.

Para além de disponibilizar caixas-ninho para várias espécies de aves, a Natur.Eco tem abrigos para morcegos, alimentadores e kits para quem queira construir o ninho com as próprias mãos. Os preços variam entre os €10 e os €45.

Os ninhos variam de dimensão e tamanho consoante as características ecológicas da espécie, e esta é uma das vantagens da Natur.Eco, de acordo com Verónica. O facto de a empresa ter duas ornitólogas como sócias permite-lhe saber exactamente qual o melhor tipo de ninhos para uma determinada espécie. Por isso, os investigadores foram os primeiros clientes da empresa. Agora, porém, o cenário mudou.

“O cidadão comum está cada vez mais interessado nas aves e toda a fauna”, explica a empresária. A mesma opinião tem Luís Costa, director-executivo da SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), que explica que a moda do birdwatching – ou observação de aves – veio para ficar. “As pessoas podem, inclusive, por ninhos nos seus quintais ou até varandas. Os ninhos e alimentadores podem ajudar as aves em meios urbanos”, admitiu.

As caixas-ninho devem ser colocadas a três ou quatro metros de altura, num local abrigado de ventos fortes e a salvo de predadores. Estes abrigos e alimentadores são sobretudo importantes em espaços urbanos, onde as aves têm mais dificuldade em desenvolver-se.

Veja o episódio 164 do Economia Verde.

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Árvores de interesse público estão desprotegidas desde 2012


Há dois anos que a lei sobre as árvores monumentais de Portugal foi revogada e, por isso, está à espera para ser regulamentada, noticia ontem o jornal Público. A lei, originalmente aprovada em 1938, foi revogada em 2012, mas ainda estão por definir quais os critérios de classificação ou sanções a aplicar.

Assim, as árvores de interesse público estão desprotegidas: uma intervenção sem acompanhamento pode afectar a saúde e longevidade de uma árvore classificada, bem como a sua estabilidade.

“Há pelo menos umas dezenas de árvores por classificar neste momento”, diz Miguel Rodrigues. “Nos últimos anos, apesar de haver cada vez mais pessoas atentas a estas árvores, vimos que há menos interesse dos serviços centrais e dos serviços florestais para este assunto”, explicou o responsável ao Público.

Para chamar à atenção do público para o problema, a Árvores de Portugal, com outras associações, lançou uma petição online.“Cuidar deste riquíssimo património natural é, na nossa opinião, mais do que um imperativo legislativo, uma obrigação moral, de forma a preservar a memória do passado e garantir o seu futuro”, lê-se na petição.

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Namíbia, um dos lugares mais belos do mundo (com FOTOS)


O nosso Dia do Ambiente não podia acabar sem uma referência mais directa ao evento. E fazemo-lo da melhor forma que conseguimos, ou seja, através de fotografias. Desta vez, viajamos até um dos mais belos países de África, a Namíbia, à procura das suas montanhas e costa interminável.

Considerada por muitos como o destino turístico emergente do ano, a Namíbia não só é um dos locais mais tranquilos e seguros de África mas também um dos mais diversos. O país tem uma das menores densidades populacionais do mundo – 2,1 milhões de pessoas para 825.615 quilómetros quadrados – mas tem de ter atenção: o turismo irá crescer 9,1% nos próximos dez anos, e o Governo tem de ponderar não só os aspectos positivos deste fenómeno, mas também os desafios que ele acrescenta.

As fotografias da nossa galeria são da autoria de Paul Goldstein, que denominou o Norte da Namíbia como um “vazio tranquilo”. Veja as maravilhas deste país.

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Mundo está à beira da sexta extinção em massa


A perda de habitat e as alterações climáticas estão a acabar, paulatinamente, com centenas de espécies de plantas e animais. Hoje, estas são hoje extintas mil vezes mais rápido do que acontecia antes de os seres humanos existirem.

Segundo cientistas da Universidade de Duke, o mundo estará mesmo à beira da sua sexta extinção em massa. “Só depende de nós evitarmos ou não este fenómeno”, explicou Stuart Pimm, um dos líderes do estudo, no relatório publicado na revista Science.

O estudo analisou as taxas de extinção passadas e presentes e descobriu que esta taxa era mais baixa, no passado, do que imaginávamos até agora. Na verdade, o ritmo de extinção era de uma espécie a cada 10 milhões por ano. Hoje, ele é de 100 a cada 1000 por ano.

“Estamos à beira da sexta extinção”, explicou o biólogo. De acordo com o estudo, vários factores estão a levar as espécies a desaparecer muito mais rápido do que antes. O principal é a perda de habitat, ou seja, as espécies já não encontram lugares para viver por causa das alterações feitas pelos humanos no ambiente.

Há também outros factores, como as mudanças climáticas, que interferem nos locais onde as espécies podem sobreviver.

Até agora, a grande maioria da vida do mundo acabou cinco vezes, nas chamadas extinções em massa. Estas foram, muitas vezes, associadas a ataques de meteoritos gigantes.

Há cerca de 66 milhões de anos, um dessas extinções – talvez a mais conhecida – matou os dinossauros e três em cada quatro espécies na Terra. Há cerca de 252 milhões de anos, por outro lado, um evento apagou cerca de 90% das espécies do mundo.

Foto:  thedalogs / Creative Commons

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