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A arte de camuflagem dos gatos (com FOTOS)


A camuflagem é uma técnica muito útil usada pelos exércitos e caçadores, de modo a encobrirem a sua presença. Mas não foram apenas os homens que adaptaram esta ferramenta – os gatos também se conseguem revelar bastante profissionais na arte de se esconderem entre o que existe mais à mão.

Um jornal britânico desafiou os seus leitores a mostrarem as habilidades de camuflagem dos seus amigos felinos e os resultados são simplesmente impressionantes. Alguns gatos conseguem confundir-se entre tapetes e almofadas de tons idênticos ao seu pêlo, outros optam por cobertores e bonecos de peluche.

O seu gato também costuma recorrer a esta técnica para passar despercebido? Envie-nos a sua foto para info@greensavers.pt

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Indonésia: comunidade rural constrói bicicleta de 13 metros (com FOTOS)


Todos os dias partilhamos no Green Savers histórias e artigos sobre mobilidade sustentável, mas o entretenimento também tem lugar neste agregador, se estiver, nem que seja muito residualmente, ligado a este tema.

Na Indonésia, um grupo de habitantes da aldeia de Blawe, em Kediri, criou uma bicicleta com 13,4 metros de comprimento feita a partir de um tubo de ferro enferrujado.

Trata-se de uma incrível engenhoca já detentora do recorde de maior bicicleta da Indonésia. A bicicleta foi criada à mão a partir de 25,6 metros de ferro e foi identificada como sendo a mais longa do país, passando largamente a antecessora, que tinha uns meros com 2,4 metros.

Há ainda, contudo, um longo caminho a ser percorrido antes de a obra atingir o recorde mundial. Esse pertence a Mijl van Maers Werkploeg, que construiu uma bicicleta com 35,8 metros em 2011, em Maarheeze, na Holanda.

A criação holandesa tem somente o apoio de duas rodas e pode ser conduzida por duas pessoas, uma à frente e outra no fundo do veículo. Esta, porém, tem lugar para apenas um ocupante.

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Como escolher o nome ideal para o seu cão (com SUGESTÕES)


Escolher o nome do novo animal de estimação nem sempre é tarefa fácil. Uma família norte-americana comprova-o, partilhando a sua experiência – que não foi simples, nem rápida. A mãe, que se auto-intitula como a “rainha da pesquisa”, encontrou uma série de dicas sobre as melhores formas de dar nome ao novo elemento da família. A experiência é retratada no The New York Times.

Após anos de deliberação, a família decidiu adoptar um bichon havanês. Mas na hora de escolher o nome do cão, uma pequena investigação online revelou a imensa informação disponível acerca do tema. Isto viria a tornar o processo de escolha do nome do cachorro ainda mais confuso.

A mãe, Jan Hoffman, começou por deparar-se na internet com um site agregador de milhares de nomes de cães classificados em categorias como “fixe”, “querido” e “fora do comum”, tal como uma série de motivos indicados por especialistas acerca da forma como se deve apelidar os animais. Havia até regras fonéticas implícitas.

Um dos principais conselhos encontrados foi o de dar um nome com apenas uma ou duas sílabas, pois rapidamente captam a atenção do cão.

Outro conselho disponível: para ajudar o animal a distinguir o seu nome do barulho ambiente, escolha uma palavra com uma consoante sibilante ou uma mistura (um “s”, “sh” ou “zh”) ou, melhor ainda, uma consoante de comando (um “k” ou “c”).

Laura Waddell, treinadora de cães em Nova Jersey, optou pela segunda opção – ela trabalha com um lobo criado em cativeiro, ao qual chamou Tacoma. Paralelamente, deu o nome de Loki ao seu cão. “Eles conseguem distinguir faixas de frequência que nós não podemos, especialmente os cães com orelhas levantadas, que funcionam quase como microfones parabólicos”, disse ela. “A consoante rígida é um som relativamente acentuado ao qual o cão pode responder rapidamente. Acho que os sons sibilantes são mais confusos para eles.”

Alguns especialistas também aconselham a escolha de um nome que termine com uma vogal longa ou então a curta “a”.

Martin Deeley, um treinador e director-executivo da Associação Internacional de Profissionais de Caninos, na Flórida, diz preferir nomes que terminam em “i”, como Beni ou Dóli. “Acho que dá à alcunha um toque de amor”, diz ele. “Sweet torna-se Sweetie.”

Ele recomenda também que se tenha a certeza de que o nome escolhido não se confunde com uma expressão de comando. Nomes que facilmente se confundem com “senta” ou “não” devem ser postos de lado.

Outra dica: tente evitar os nomes mais populares, pois podem gerar confusão quando decidir levar o animal a passear ou a algum sítio onde haja outros cães. Mas também não escolha o nome que está moda e logo se torna cansativo ou algo excessivamente espirituoso. Garanta que escolhe um nome duradouro, com o qual dono e cão poderão viver por longos anos.

Posto isto, tenha cuidado com a vontade de os seus filhos darem ao cão o nome do desenho animado preferido que passa aos sábados de manhã.

E, finalmente, a advertência que pode originar a maioria dos desacordos: evite dar nomes de pessoas aos animais de estimação.

Segundo alguns entendidos, os donos que dão aos seus cães nomes humanos tornam-se mais propensos a cair na armadilha de antropomorfizar os animais. E, na experiência angariada, essa fórmula convida a graves problemas.

Já outros sugerem que usar nomes humanos não tem qualquer problema – é o caso de Alexandra Horowitz, que lecciona comportamento animal e psicologia no Barnard College. “Trata-se mais da maneira como encontramos uma forma de dar ao cão uma identidade, para desenhar o lugar que ele terá nas nossas vidas.”

Deeley também concorda que a questão do nome é sobrevalorizada no treino animal. “O que significa um nome para o cão? ‘Olha para mim’, ‘Segue-me’, ‘Adoro-te’, ‘Estás em apuros’ ou ‘Estou sozinho e tive saudades tuas’? Os cães lêem a linguagem corporal e o cheiro. Gira tudo em torno da voz do dono e da sua energia, não na forma como o chamam. É possível estabelecer contacto com um animal surdo.”

Mary Cody, fundadora da Aunt Mary’s Doghouse, um programa de resgate e adopção voluntário em Hope, New Jersey, chamou ao seu pastor australiano Dumia – palavra hebraica para “silencioso” – e o cão segue-a para todo o lado.

Perante o excesso de informação, a família decidiu então focar-se no próprio cachorro. O bichon havanês é originalmente natural de Havana e é muitas vezes descrito como um cão grande num corpo pequeno. É verdade – este não chegava aos 2 Kg e era muito brincalhão, curioso e infatigável. “Que rapaz tão engraçado”, pensou a família – e foi assim que o nome chegou, por fim, até eles.

O nome escolhido é uma palavra espanhola, que significa “rapaz”, com um som nítido a terminar numa vocal longa: Chico.

Às vezes a solução está bem mais perto do que poderíamos julgar. E, com tudo isto, deparamo-nos com um debate latente: a que necessidades devem servir o nome do animal de estimação, às nossas ou às do cão?

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Migração de caranguejos vermelhos é das mais espectaculares do mundo


Designado como uma das migrações mais impressionantes do planeta, o êxodo de caranguejos vermelhos na Ilha Christmas, na Austrália, é um fenómeno que continua a surpreender.

Integrando uma recente lista da CNN Travel das “10 mais espectaculares migrações selvagens”, a viagem anual dos caranguejos está a tornar-se popular na internet, com muitos internautas curiosos a procurarem informações sobre estes crustáceos e a sua jornada para o mar.

O fenómeno envolve a deslocação de milhões de caranguejos de cores vivas a abandonarem as suas casas em terra e a libertarem os seus ovos no mar. “Esta migração sincronizada assemelha-se a um rio carmesim ondulante em toda a ilha e pode durar até 18 dias”, escreve a CNN.

A migração começa geralmente no início da estação chuvosa, em Outubro ou Novembro. No entanto, as condições climatéricas adversas podem levar a um atraso no êxodo dos animais.

Como o vídeo criado pelos Parques da Austrália mostra, a migração do caranguejo vermelho é um evento gigantesco para os habitantes da ilha. Todos os anos, as autoridades e pessoas interessadas fazem grandes esforços para preparar o território para a jornada dos crustáceos, tentando que os animais cheguem ao seu destino sem sofrer qualquer dano.

Ainda assim, um número crescente de caranguejos está a morrer durante a migração anual. Além de haver um maior risco de desidratação dos animais quando são obrigados a cruzar áreas sem cobertura florestal, milhares são esmagados por veículos ao cruzar as estradas.

 Ainda assim, têm sido implementadas medidas de conservação para ajudar a reduzir o elevado número de mortes.

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Estranhos círculos de gelo surgem nos rios durante o Inverno (com FOTOS)


Durante o Inverno, na presença de determinadas condições, algo estranho pode acontecer em lagos, rios ou riachos. Tratam-se de círculos de gelo, que algumas pessoas julgam ser efeitos paranormais. Mas o fenómeno tem uma causa bastante natural.

Os círculos – ou discos – de gelo ocorrem quando o gelo se reúne no centro de uma massa de água, no meio de um remoinho. Geralmente, isso acontece nas curvas dos rios, onde a água em aceleração cria uma força denominada de “corte de rotação”, que quebra um pedaço de gelo e fá-lo girar. À medida que o disco gira, tritura o gelo em redor, tomando a forma de um círculo.

Este é um fenómeno relativamente raro. Não é propriamente comum ver um pedaço redondo de gelo a girar livremente num rio, em vez dos habituais pedaços irregulares estáticos. De qualquer forma, não é caso para alarmismos – não se trata de um círculo de gelo sobrenatural, mas sim super e bastante natural.

A ocorrência do fenómeno pode ser ainda explicada por mudanças rápidas de temperatura, afirma aqui Joe Desloges, especialista em rios e professor de geografia na Universidade de Toronto. Isto porque, ao arrefecer, a água liberta calor e leva à formação de pedaços soltos de gelo na superfície. Com a acumulação do gelo e a corrente lenta da água, ao longo do tempo forma-se um bloco denso e pesado.

É invulgar encontrar círculos de gelo perfeitamente redondos, como um já visto em Mississauga, no Canadá – contudo, não é impossível. Por isso, fique atento no resto deste Inverno.

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Reino Unido: dono de são-bernardo constrói casota que é réplica da sua própria casa


Wellington, um são-bernardo de dois anos, tem uma casota feita de tijolos e telhado de ardósia, revestida com tapetes, luzes e paredes com isolamento. À entrada da estrutura existe ainda um pátio com um caminho de pedras e estátuas de cerâmica. Tudo idêntico à casa do dono. A casota do cão custou cerca de €2.128 (R$ 5.765) e foi construída no decorrer de quatro dias e meio.

Julian Kite, 37 anos, dono do cão, passou 84 horas a criar uma réplica de quase 2 metros de altura da sua própria casa em Swadlincote, Derbyshire. Ele acabou por ocupar metade do seu quintal para alojar a megaestrutura.

Apesar do investimento, grande parte do trabalho – e dinheiro – envolvidos no projecto foram recompensados quando Kite recebeu €1.150 (R$ 3.116) numa competição nacional destinada a premiar a melhor casota de cão de Inglaterra.

Segundo a imprensa britânica, Kite tentou copiar ao máximo a sua própria casa. “É exactamente igual a uma casa tradicional – a alvenaria, os alicerces, o telhado de corte tradicional, a electricidade e as luzes externas”, afirmou.

O responsável, que se dedica à construção civil desde a adolescência, envolveu-se no negócio dos canis de luxo depois de ter sido despedido da indústria da construção, há vários anos. Por isso, até conseguiu angariar alguma publicidade para o seu negócio.

A competição Pet Pad of the Year, organizada pela empresa de seguros More Than, foi avaliada pelo veterinário Marc Abrahams e pelo apresentador televisivo Dawn O’Porter. O’Porter afirmou: “Eu adoro a ideia de o Wellington ter o seu sítio muito próprio onde passear. É tão grande e ridículo que é simplesmente genial”.

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