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Tag Archive | "curiosidade"

Como os esqueletos enterrados influenciaram a construção do Metro de Londres


Ontem, escrevemos aqui que arqueólogos descobriram uma série de esqueletos nas obras de expansão do metro da Cidade do México, deixando em standby a nova infra-estrutura e moldando, quiçá, a localização das futuras estações.

O fenómeno, porém, não se restringe à Cidade do México. Em Londres, de acordo com o livro Necropolis: London and Its Dead, a construção do The Tube – um dos mais incríveis e completos sistemas de metropolitano do mundo – foi altamente complexa. Devido, em parte, à grande quantidade de esqueletos que o solo londrino alberga.

Segundo conta a autora do livro, Catharine Arnold, a cidade está completamente cheia de corpos, cemitérios improvisados e poços criados durante a época da Peste Negra. Estes acabaram por influenciar a localização e construção das estações de metro.

A autora dá, inclusive, um exemplo claro da dificuldade com que os planeadores e engenheiros se depararam em pleno século XIX, quando arrancou a construção do metro e se solidificou a sua expansão. Há uma clara mudança de direcção na linha Piccadilly, a leste de South Kensigton. “Na verdade, o túnel curva entre as estações de Knightsbridge e South Kensington porque foi impossível furar a massa de esqueletos que permanece enterrada em Hyde Park”, explicou Arnold.

Por outras palavras: o solo está tão denso, devido à interligação entre os esqueletos das vítimas da Grande Praga, no século XVII, que as equipas de escavação do The Tube, 200 anos depois, não conseguiram sequer entrar neste terreno.

O metro desvia-se para evitar este incrível congestionamento de crânios, pernas e braços agarrados ao solo – uma geologia artificial feita a partir de pessoas. É interessante constatar, passado todo este tempo, como a cidade se foi moldado à expansão do metro, aos edifícios construídos posteriormente, e como tudo partiu das decisões tomadas há vários séculos.

Em suma: os planeadores urbanos de há 200 e 300 anos – assim como os decisores e autoridades de higiene pública – foram involuntários influenciadores da Londres actual. Podem conhecer outras das histórias do livro aqui.

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Reino Unido: o único rebanho de renas em liberdade (com FOTOS)


O único rebanho de renas em liberdade do Reino Unido habita nas Highlands escocesas. Com cerca de 150 elementos, o rebanho pode ser encontrado em dois locais distintos da Escócia – nas Montanhas Cairngorm e no Glenlivet Estate, localidades que distam cerca de 48 quilómetros.

Cerca de 50 animais podem ser encontrados nas Montanhas Cairngorm, enquanto que os restantes permanecem em Glenlivet Estate.

As renas foram reintroduzidas na área em 1952 por um criador de renas sueco, Mikel Utsi. No início, o criador começou com apenas algumas renas, que se foram reproduzindo ao longo dos anos. Actualmente, o número de renas do rebanho varia entre 130 e 150, já que o processo reprodutivo dos animais é controlado e a maioria das crias nasce no verão.

“Observando a área entre a floresta Rothiemurchus e as Cairngorms a partir da ponte ferroviária de Aviemore numa manhã fria de Abril de 1947, lembrei-me imediatamente das pastagens das renas na Lapónia”, afirma Mikel Usti, citado pela imprensa britânica.

“Em 1952, trouxe algumas das minhas renas da Suécia para a Escócia, como parte de uma experiência, para provar que podiam viver e reproduzir-se neste local”, conta Usti.

As renas costumam ser animais mansos e frequentemente durante os meses de inverno são utilizadas para puxar trenós.

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O local mais frio do planeta


O local mais frio do planeta situa-se no planalto leste da Antárctida, num cume elevado, onde as temperaturas podem descer até menos 92ºC em várias grutas durante uma noite limpa de inverno.

Os cientistas do National Snow and Ice Data Center fizeram a descoberta enquanto analisavam detalhados mapas da superfície terrestre, que foram elaborados com dados a partir de sensores remotos de satélites, incluindo o sensor MODIS, alocado no satélite Aqua da NASA, e o TIRS, colocado no Landsat 8, um projecto conjunto da NASA e do US Geologial Survey.

Os investigadores analisaram 32 anos de dados provenientes dos diferentes satélites que monitorizam a temperatura da superfície da Antárctida, refere o Live Leak. Este cume fica localizado entre o Monte Arugs e o Monte Fuji. A temperatura mais baixa foi registada em Agosto de 2010, quando os sensores dos satélites registaram temperaturas de menos 93,2 graus Celsius.

Este novo valor é mais baixo vários graus que a antiga temperatura mais baixa registada, de cerca de menos 89,2 graus Celsius. Este valor havia sido registado em 1983 na Estação Russa de Investigação de Vostok, no este da Antárctida.

Embora estes tenham sido as temperaturas mais baixas do planeta registadas pelos sensores dos satélites, os locais permanentemente habitados com as temperaturas mais baixas registadas ficam localizadas no noroeste da Sibéria, onde os valores desceram até cerca de menos 67,8 graus Celsius nas cidades de Verkhoyansk, em 1892, e em Oimekon, em 1933.

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15 cães que estragaram a foto (com FOTOS)


Curiosos por natureza – muito mais que os gatos – os cães são presenças habituais nas fotos mais engraçadas. Por outras palavras: sempre que há um cão em casa e uma máquina fotográfica por perto, a probabilidade do nosso amigo de quatro patas aparecer na foto, desfocado, é grande.

O agregador Mashable recolheu 16 fotos estragadas por cães, e é esse exercício de jovialidade animal que reproduzimos abaixo. Esta é uma outra perspectiva da presença canina em fotos – uma corrente teórica que nos leva a afirmar, convictamente, que ter cães esbugalhados e desfocados nas fotos lhes dá um outro carisma. Para melhor, claro.

E o leitor, tem alguma foto estragada e esbugalhada pelo seu cão? Envie-nos para info@greensavers.pt. As melhores receberão uma atenção especial no Green Savers.

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As estações fantasma do Metro de Londres (com MAPA)


O metro de Londres é, indubitavelmente, um dos locais mais ligados à mobilidade do mundo. Inaugurado há 150 anos, o Tube tem 270 estações activas, num percurso que ronda os 400 quilómetros.

Como é normal numa infra-estrutura tão antiga e que acompanhou o próprio crescimento de Londres – de três para nove milhões de pessoas –, o Tube inaugurou novas estações, fechou outras e chegou mesmo a não abrir algumas que já tinha construído.

É nesta faceta histórica e quase negra que entra o projecto Us Versus Them, de Dylan Maryk, um entusiasta pelo metropolitano londrino que apresentou, no início do ano, o mapa das estações fantasma do Tube.

Quem conhece o metro londrino sabe que os túneis se multiplicam. Muitos deles não podem ser acedidos, o que favorece o mapa de Maryk. Muitas das estações foram fechadas por falta de passageiros, outras acabaram por fechar devido a outras construções, mais modernas.

É aqui que o projecto de Maryk ganha uma dimensão fascinante, que relata não só o lado místico do Tube mas também a sua própria evolução ao longo de século e meio.

E se quiser entrar mesmo neste assunto, não deixa de visitar o site Abandoned Stations. Aqui pode receber a lista de estações abandonadas e, clicando no nome, inúmeras fotos – de hoje e ontem – do local. Pode ter uma garantia: algumas das fotos são assustadoras.

estacoes fantasma Londres_SAPO

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Cão de raça Labrador sobrevive a queda de 45 metros e nada até segurança (com FOTOS)


Um cão de raça labrador sobreviveu a uma impressionante queda de 45 metros, para o mar, em Stackpole, no País de Gales. Depois da queda, Spice ainda teve o sangue frio de nadar durante 40 minutos, antes de um bote salva vidas o salvar.

A cena foi vista – e parcialmente filmada – pelos donos de Spice, que chamaram a ajuda. “Spice estava a correr ao longo do penhasco e, de repente, desapareceu no horizonte. Depois ouvi alguém dizer que estava um cão na água”, explicou Tom Crowe, que estava com a sua esposa, Kylie, e filha de seis meses, Seraphina.

“Consegui vê-lo nadar, mas a verdade é que esteve cerca de 40 minutos no mar. Não sei como é que sobreviveu à queda e, depois, a tanto tempo na água”, explicou Tom.

O casal Crowe frisou ainda que esperava o pior quando a equipa de salvação lhe devolveu o cão, mas Spice rapidamente começou a correr na praia, como se nada tivesse acontecido.

“Ele estava com medo e cansado, depois de tanto tempo a nadar. Ele não tinha muita confiança em nós, mas finalmente entrou para o barco”, explicou uma fonte da equipa de salvamento.

Depois do susto, Spice foi ao veterinário, que não encontrou nada de mal no seu estado de saúde.

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