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Tag Archive | "Estados Unidos"

Seca na Califórnia é a pior do último milénio


A seca de três anos da Califórnia é a pior dos últimos 1.200 anos. Ao analisarem os efeitos cumulativos das temperaturas, baixa pluviosidade e outros factores, os cientistas dizem que esta é a pior seca em mais de um milénio.

Porém, o pior está para vir. Os investigadores defendem que secas como esta vão tornar-se cada vez mais frequentes no futuro devido às alterações climáticas.

O estudo, publicado pela American Geophysical Union e elaborado pela Universidade do Minnesota e o Instituto Oceanográfico Woods Hole, indica que as condições quentes e secas diminuíram o fornecimento de água aos reservatórios subterrâneos, rios e camada de neve da Sierra Nevada. Esta situação, aliada a uma procura cada vez maior de água pelas pessoas e explorações agrícolas, resultou numa escassez de água sem precedentes na Califórnia.

“A seca actual da Califórnia é excepcionalmente severa no contexto pelo menos do último milénio e é impulsionada pela redução da precipitação e temperaturas quentes recorde”, indicaram os investigadores na apresentação do estudo, cita o Daily Mail.

Embora haja provas sustentadas de secas de vários anos consecutivos no passado da Califórnia, os investigadores defendem que estes períodos foram intercalados com anos mais chuvosos, mesmo que o efeito cumulativo ao longo das décadas tenha sido de seca. A actual seca, não tendo sido intercalada por nenhum ano chuvoso, está a ser pior que as anteriores.

Foto: Miguel Vera / Creative Commons

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Norte-americana ganha €20.000 e gasta tudo em abrigos para cães


Tem 24 horas para gastar €20.200 euros. O que compraria? Para Samantha White, uma estudante de cosmetologia norte-americana, a resposta é clara: utilizar o dinheiro para ajudar animais em necessidade.

O TD Bank, um banco dos Estados Unidos, lançou uma campanha publicitária social e deu a Samantha White os €20.200 com apenas duas condições: tinha de gastar tudo num dia e em algo que beneficiasse a comunidade. A oferta deixou a estudante completamente surpreendida, como escreve o Dodo, pois esta foi ao banco com a impressão de que iria arranjar os cabelos dos funcionários do banco para uma ocasião especial.

Com o dinheiro na mão, Samantha – que foi escolhia com base num inquérito a que havia respondido anteriormente – deixou o banco acompanhada por nove funcionários e pela filha de sete anos. A norte-americana decidiu comprar 13.600 quilos de ração para cão, alguns brinquedos e camas e pagou as taxas de adopção de vários cães animais em abrigos.

Várias instituições animais foram apanhadas de surpresa com a quantidade de comida que lhes foi deixada por Samantha. A comida vai servir não só para alimentar os animais que vivem nestas instituições como também para alimentar animais de famílias mais desfavorecidas.

Foto: SaveDogsOnline / Creative Commons

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EUA e China alcançam acordo histórico para reduzir emissões de CO2


Estados Unidos e China, os dois maiores poluidores do mundo, anunciaram hoje um acordo negociado secretamente com vista a reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa. Assim, a China vai impor, pela primeira vez, limite à emissão de gases poluentes, e os Estados Unidos comprometem-se a reduzi-las drasticamente até 2025.

O acordo entre os presidentes Barack Obama e Xi Jingping, escreve o The Guardian, abre boas perspectivas para um acordo global na redução de emissões após 2020, na conferência das Nações Unidas, em Paris, em 2015.

A China, de longe o maior emissor de gases poluentes, concordou em limitar a poluição até 2030 – ou mais cedo, se possível. Anteriormente, o país apenas concordou em reduzir o grande crescimento dos seus níveis poluentes. Paralelamente, prometeu também aumentar o seu uso de energia limpa em 20% até 2030.

Já os Estados Unidos comprometeram-se a cortar as suas emissões em 26 a 28% abaixo dos níveis de 2005 até 2025. Recorde-se que a União Europeia já tinha concordado em reduzir as emissões de gases com efeito de estufa em 40% até 2030.

“[EUA e China] têm as maiores economias do mundo e são os maiores emissores de gases com efeito de estufa, por isso temos a responsabilidade de liderar o esforço global contra as alterações climáticas. Tenho orgulho em anunciar este acordo histórico”, explicou Barack Obama.

De acordo com Xi Jinping, este acordo “garante que as negociações internacionais sobre as alterações climáticas chegarão a [bom termo] na conferência de Paris, em 2015”. “Vamos chegar a um acordo no que toca a cooperação mais profunda em energias limpas, protecção ambiental e outras áreas”, concluiu.

Fotos: Agustín Ruiz / Creative Commons

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Uma comunidade Amish que vai além da agricultura biológica


“Na Segunda Guerra Mundial, os meus antepassados foram objectores de consciência porque não acreditámos no combate”, afirma Samuel Zook, um agricultor Amish. “Se realmente pensarmos sobre isso, quando pulverizamos as nossas plantações com agro-tóxicos é isso realmente o que estamos a fazer [a combater]. É guerra química”.

Samuel Zook faz parte de uma comunidade Amish do estado norte-americano da Pensilvânia. Os Amish são um grupo religioso cristão anabaptista que se distribui pelos Estados Unidos e Canadá. São conhecidos por viver em comunidades e pelos seus costumes conservadores, como o uso restrito de equipamentos electrónicos ou as roupas que utilizam.

Há oito anos, Zook estava quase a perder a batalha para os fungos e agentes patogénicos que consumiam as suas culturas e os pesticidas pareciam ter pouco ou nenhum efeito. Desiludido com os métodos agrícolas convencionais, Zook procurou fervorosamente por uma alternativa para salvar as suas plantações. Foi em artigos de um agricultor Amish de 18 anos do Ohio, chamado John Kempf, que Zook encontrou a solução que procurava.

Kempf é o fundador improvável da Advancing Eco Agriculture, uma consultora agrícola fundada em 2006 para promover a agricultura orgânica intensiva com uma base científica. A história de Kempf é semelhante à de Zook. Uma série de colheitas destruídas levou o jovem, com apenas o oitavo ano de escolaridade, a debruçar-se sobre as ciências. Durante dois anos o jovem estudou biologia, química e agronomia para poder salvar as suas plantações. A solução surgiu do estudo do sistema imunitário das plantas, que no caso dos exemplares saudáveis, produz uma vasta gama de compostos que são tóxicos para os agentes invasores.

“A resposta imunitária das plantas depende de uma nutrição equilibrada, tal como o nosso próprio sistema imunitário”, afiram Kempf ao Atlantic. A agricultura moderna recorre aos fertilizantes para tornar as plantas mais resistentes mas com escassos conhecimentos sobre as necessidades nutricionais de outras funções orgânicas. Através da análise da seiva das plantas, Kempf tem conseguido descobrir carências de certos minerais que pode então introduzir no solo. Uma vez que as plantas são capazes de se defenderem e o seu sistema imunitário está a funcionar em pleno, os pesticidas podem ser evitados.

A Advancing Eco Agriculture produz então suplementos nutricionais para as plantas de forma a aumentar a saúde e os rendimentos sem o recurso a químicos agrícolas prejudiciais. Entre os ingredientes dos suplementos encontram-se algas, substâncias húmicas, minerais – incluindo o cálcio, fósforo, potássio e magnésio – que têm como objectivo estimular o crescimento das plantas e melhorar a qualidade do solo.

É com estes suplementos que Zook passou a tratar as suas plantações, que já não recebem qualquer tipo de pesticidas. “Pode-se não fazer nada às plantações e receber um certificado de agricultura biológica. Por contraste, nós concentramo-nos em restaurar o equilíbrio encontrado nos sistemas naturais”, indica Zook. Embora as plantas deste agricultor Amish não sejam completamente livres de doenças, as colheitas têm sido de qualidade e Zook gosta da maneira como pratica a sua agricultura.

Foto: Mike O’C / Creative Commons

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Cão salva gato através de rara transfusão de sangue entre espécies


Buttercup, um gato laranja, chegou no último mês ao Marathon Veterinaty Hospital, na Flórida, entre a vida e a morte. Análises ao sangue determinaram que a contagem de glóbulos vermelhos era demasiado baixa e o felino teria poucas probabilidades de sobreviver sem uma transfusão de sangue imediata.

O único problema é que o gato tinha sangue Tipo B, ao passo que a maioria dos gatos nos Estados Unidos possuem sangue Tipo A. “É bastante difícil arranjar sangue Tipo B”, disse o veterinário de Buttercup, Sean Perry, ao Dodo. “Por vezes encontra-se gatos com sangue Tipo B mas o problema é que se dermos sangue Tipo B a um gato com sangue Tipo A o resultado é uma reacção anafiláctica e a morte em poucos minutos”, explica.

Então, com a esperança de salvar o gato, o veterinário efectuou uma transfusão com sangue de uma outra espécie – com o sangue de um cão dador. O sangue pertencia a um greyhound que o havia doado a um banco de sangue local para animais.

“Nestes casos é mais seguro dar sangue de cão do mesmo tipo do que dar sangue de gato de tipo diferente. O sangue de cão permite que o gato sobreviva algum tempo até se conseguir arranjar sangue do tipo adequado ou o organismo do animal recomeçar a funcionar normalmente”, explica o veterinário.

Perry indica que não é certo o que causou a diminuição de glóbulos vermelhos no Buttercup, mas desde que recebeu a transfusão, os níveis de hemácias do gato voltaram ao normal e o animal esta a recuperar bem. O veterinário indica ainda que o gato teve sorte em a transfusão ter resultado porque a troca de sangue entre espécies só é efectiva uma única vez. Ao receber sangue de cão, o organismo de Buttercup criou anticorpos e se alguma vez voltar a receber sangue canino o seu sistema imunitário vai atacar o sangue.

Embora funcione apenas uma vez, a transfusão de sangue entre espécies não acarreta quaisquer efeitos secundários para o animal que recebe o sangue. Casos como o de Buttercup são o exemplo de que tal como os humanos, também os animais devem doar sangue sempre que possível.

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EUA: Governo quer cobrar até €1.180 por licenças para fotografar e filmar em áreas naturais protegidas


O Departamento das Florestas dos Estados Unidos quer implementar taxas para fotografar e filmar em áreas protegidas do território nacional. Ao abrigo desta regulação, que está já a ser aplicada temporariamente, vai ser permitida – sem necessidade de licença – a fotografia amadora, bem como fotografia para notícias de última hora dos meios de comunicação.

Contudo, a recolha de imagens, tanto fotografia como vídeo, para fins comerciais – quer seja para blogues, reportagens ou outros fins lucrativos – vão necessitar de uma licença, que pode custar até €1.180. As multas para os infractores podem chegar aos €788.

A regulação temporária já vigora há cerca de quatro anos, mas vai ser agora efectivada em Novembro próximo. De acordo com a directora dos Serviços Florestais norte-americanos, Liz Close, “o departamento está apenas a implementar o Wilderness Act de 1964, que pretende proteger as áreas naturais e intocadas de serem exploradas para ganhos comerciais”. “Não é um problema, é uma responsabilidade. Temos de seguir os regulamentos estatutários”, indica, cita o Inhabitat.

Assim, se por acaso for aos Estados Unidos e fizer uma caminhada por uma destas áreas e tirar uma fotografia espantosa e a vender posteriormente, o melhor é que a venda por mais de €788, pois vai ser esta a multa a pagar por não ter pedido licença. Porém, a relação é de interpretação vaga, já que é ubíqua em relação às fotografias de alta resolução tiradas com smartphones. O novo regulamento também deixa ao critério do Departamento de Florestas o que é considerado como notícias de última hora ou não.

Porém, existem já várias críticas à regulamentação que o departamento quer implementar, alegando que viola a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. “As regras não fazem distinção entre fotografia comercial e jornalística. Ter de ter uma autorização para cobrir um caso ou história, quer seja notícia de ultima hora ou não, é claramente uma violação da Primeira Emenda”, critica Mickey Osterreicher, conselheiro geral da Associação Nacional de Fotógrafos de Imprensa.” Adicionalmente, já que vai ser o departamento a emitir as autorizações que considerar apropriadas, um jornalista pode ser impedido de divulgar uma história simplesmente porque o aval do departamento não foi favorável”.

Foto: panafoot / Creative Commons

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