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Tag Archive | "Estados Unidos"

Brincadeira pode levar cidade norte-americana a esvaziar reservatório com 143 milhões de litros de água


Numa altura em que a seca prolifera por vários estados norte-americanos, a cidade de Portland, no Oregon, está a estudar o esvaziamento de um reservatório com 143 milhões de litros de água.

Esta discussão é recorrente nos Estados Unidos, e o motivo é normalmente o mesmo: alguém urinou para o reservatório, que se encontra cheio de água tratada.

As câmaras registaram a acção do rapaz de 19 anos, ao início da madrugada de quarta-feira, 16 de Abril – há uma semana. Por causa da brincadeira, as autoridades estão a fazer testes de qualidade da água e uma das possibilidades é o esvaziamento do reservatório.

Em entrevista à agência Associated Press, o porta-voz da companhia local de água disse que a urina apresenta pouco risco, e que animais, rotineiramente, depositam resíduos no reservatório sem criar uma crise de saúde pública. A problema é que, agora, a empresa não quer servir água que foi deliberadamente contaminada.

“Posso estar errado sobre isso, mas a realidade é que os nossos clientes não vão receber água potável que foi contaminada por alguém que decidiu urinar no reservatório”, explicou David Shaff.

Se o descarte ocorrer, a água será drenada para o sistema de esgoto que, eventualmente, e após tratamento, será despejada no rio Columbia.

Veja aqui o vídeo, disponibilizado pela Associated Press.

Foto:  Tom Coppen / Creative Commons

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Estudo liga poluição atmosférica a taxas mais altas de suicídio


A poluição atmosférica poderá implicar taxas mais altas de suicídio, segundo uma pesquisa da Universidade do Utah, coordenada por Amanda Bakian. O estudo avaliou mais de 1.500 suicídios daquela de Salt Lake County e concluiu que, quanto mais elevada é a poluição atmosférica, maiores são as probabilidades de alguém tentar suicidar-se.

Segundo Bakian e os seus colegas, as percentagens de tentar cometer suicídio naquela área subiram 20% nos três dias seguintes a elevados níveis de dióxido de nitrogénio – que é produzido quando os combustíveis fósseis são queimados e após o fertilizante ser aplicado nos campos.

De acordo com o Pacific Standard, o estudo concluiu ainda que os habitantes do Utah têm 5% de maiores probabilidades de se tentarem suicidar depois de respirarem três dias seguidos de ar com elevados níveis de partículas inaláveis.

Este não é o primeiro estudo, porém, que liga a poluição atmosférica às taxas de suicídio – pesquisadores da Coreia do Sul e Taiwan já o tinham feito. Mas é a primeira vez que esta questão é abordada nos Estados Unidos.

O relatório ainda não foi tornado público, mas os investigadores fizeram uma pequena apresentação na American Association of Suicidology, na última sexta-feira. Parece um argumento de um livro de Stephen King, mas, se calhar, deveríamos começar a pensar melhor nestas associações.

Foto:  aguscr / Creative Commons

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Pessoas de etnia negra são mais atingidas pela poluição atmosférica


Um novo estudo da Universidade de Minnesota concluiu que os americanos de etnia negra são mais atingidos pela poluição atmosférica do que a população caucasiana – e aqui o local onde o estudo foi realizado, Estados Unidos, faz toda a diferença, como vai ver.

Ao cruzarem dados dos censos com mapas de poluição atmosférica, os investigadores concluíram que, em muitos locais do país, as pessoas de etnia negra com baixos rendimentos respiram ar mais poluído do que a população caucasiana com rendimentos mais elevados.

Em média, os indivíduos de etnia negra inalam níveis 38% mais elevados de poluição que que os indivíduos caucasianos. De acordo com os investigadores, se estas populações que respiram ar mais poluído respirassem o mesmo nível de poluição que os caucasianos, seria possível prevenir cerca de sete mil mortes relacionadas com causas cardíacas todos os anos.

Os investigadores concluíram ainda que os níveis de rendimentos interferem com a exposição à poluição. “Tanto a raça como os rendimentos contam, mas a raça conta mais do que os rendimentos”, indica Julian Marshall, professor de engenharia ambiental na Universidade do Minnesota, citado pela Atlantic Cities. “E isso é um ponto muito importante, porque quando se começa a falar nas diferenças raciais as pessoas dizem ‘isso é só nos rendimentos’”, explica.

A discrepância é tão acentuada, sublinha o estudo, que mesmo as pessoas de etnia negra com elevados rendimentos respiram maiores quantidades de ar poluído. A razão para esta ocorrência carece ainda de estudos mais aprofundados mas Julian Marshall aponta que uma explicação pode ser o facto de as pessoas de etnia negra tenderem a viver em zonas muito poluídas das cidades.

Foto:  Jacksoncam / Creative Commons

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EUA: agricultura ganha cada vez mais dinheiro, mas ele não entra no bolso dos agricultores


No último ano, o US Department of Agriculture – espécie de Ministério da Agricultura dos Estados Unidos – compilou alguns dados sobre o sector, num censo que decorre a cada cinco anos.

A primeira conclusão do estudo explica que a agricultura norte-americana ganha cada vez mais dinheiro. Em 2012, os agricultores norte-americanos venderam €285 mil milhões (R$ 927 mil milhões) em produtos, mais 33% que em 2007. Na verdade, este número não surpreende, uma vez que os preços estão cada vez mais altos, mas o estudo questiona quem está, realmente, a ganhar dinheiro neste sector – alguns especialistas dizem que não é no bolso dos agricultores que este dinheiro está a entrar – e isso explica alguns dos restantes dados do relatório.

O estudo alerta para o crescimento das grandes quintas agrícolas e desaparecimento das explorações médias. O número de pequenas quintas manteve-se em linha com os números de 2007, mas a verdade é que estas não estão a ganhar dinheiro. Quase metade – 1 milhão – das 2,1 milhões de explorações agrícolas norte-americanas dependem de um membro da família a full time, mas mesmo estas não dão dinheiro, nem nos anos agrícolas mais prósperos.

Por outro lado, o número de pessoas que identificavam outra ocupação para além da agricultura desceu 9% em relação a 2007, mas estes números também não são positivos. “Acho que este número reflecte a falta de empregos nas comunidades rurais”, explicou ao Civil Eats Katherine Ozer, directora-executiva da National Family Farm Coalition.

Agricultores estão mais velhos

O censo concluiu que os agricultores norte-americanos estão mais velhos, com uma idade média de 58 anos, e que este número tem estado a crescer há 30 anos. Ainda assim, o número de agricultores entre os 25 e os 34 anos tem subido.

“O número de jovens agricultores está a crescer, mas a faixa entre os 35 e 44 está mais baixa”, explicou Traci Bruckner, do Center for Rural Affairs.

O número de quintas agrícolas também está a decrescer em relação a 2007 – 4% -, assim como os agricultores do sexo masculino (4%) e feminino (6%). Ainda assim, há mais mulheres que dizem que a agricultora é o seu único emprego (125 mil contra 122 mil em 2007). “Há cada vez mais mulheres a seguirem uma carreira na agricultora”, explica Bruckner.

Curiosamente, estas mulheres são mais velhas, situando-se, na sua maioria, entre os 55 e 75 anos. O que significa que poderão estão a entrar na agricultura como uma segunda carreira ou para cultivar um terreno herdado.

A agricultura como uma obrigação

Segundo o jornal The Guardian, os norte-americanos cozinham cada vez menos e cozinhar tornou-se um hobby – as pessoas cozinham acompanhando os chefs na televisão. A perda de dotes culinários significa que os cidadãos norte-americanos estão cada vez mais distantes dos agricultores e, por outro lado, cerca de 40% das suas refeições são solitárias.

Por outro lado, os norte-americanos não vêem a carreira agrícola com bons olhos, e os que a escolhem são, quase sempre, obrigados a fazê-lo.

Todos estes dados têm um significado: ainda que faça mais dinheiro, o sector da agricultura, nos Estados Unidos, passa por um período de grandes desafios e terá de se reinventar rapidamente. Tal como na Europa, aliás.

Foto:  PhillipC / Creative Commons

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Europa nega entrada de alimentos transgénicos americanos


O grupo de pressão ligado à indústria da agricultura norte-americana não está satisfeito com as negociações entre os Estados Unidos e a União Europeia, alegando que Bruxelas não quer permitir a entrada na Europa de alimentos potencialmente prejudiciais à saúde – e avisa que irá contestar a decisão junto do Capitólio norte-americano, informa o Financial Times.

Numa visita a Washington durante a semana passada, Karel De Gucht, comissário europeu do Comércio, reiterou a sua oposição à importação de carne bovina tratada com hormonas para o mercado europeu, descartando a possibilidade de alterações ao regime da União Europeia relativo aos organismos geneticamente modificados.

As declarações do comissário foram fortemente criticadas por grupos agrícolas dos Estados Unidos, que esperavam que as negociações comerciais iniciadas no ano passado levassem a União Europeia a reconsiderar um conjunto de proibições, restrições e poucas aprovações a produtos agrícolas norte-americanos.

Este assunto tem sido um dos mais turbulentos nas trocas comerciais transatlânticas durante as últimas duas décadas e já se esperava que fosse um dos principais pontos de discórdia nas negociações entre os Estados Unidos e a União Europeia para se formalizar uma “Parceria de Comércio e Investimento Transatlântico”, uma vez que um dos objectivos seria conciliar as duas filosofias regulamentares diferentes.

Nota-se, nas negociações, uma diferença grande sobre a segurança alimentar, pois a União Europeia pratica um princípio da precaução no qual define restrições com mais facilidade do que os Estados Unidos, com o seu modelo tolerante na avaliação de riscos.

A política agrícola continua a ser alvo de intenso debate no seio da União Europeia e de questões polémicas nos seus estados-membros. Espera-se que, em Maio, as novas eleições para o Parlamento Europeu possa produzir uma maior oscilação a favor de populistas, muitos deles provenientes de zonas rurais e contra as medidas norte-americanas.

Foto:  Meneer Zjeroen  / Creative Commons

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Como percorrer os Estados Unidos de transportes públicos?


Quem nunca ouviu ou leu um norte-americano a elogiar o sistema de transportes da Europa? Isto tem um contexto: nos Estados Unidos o carro é rei, e dificilmente alguém consegue percorrer o País de lés-a-lés, unicamente, de transportes públicos.

É difícil, mas não impossível. A American Intercity Bus Riders Association acabou de criar um mapa que mostra todas as ligações intercidades dos Estados Unidos, incluindo de empresas como a Amtrak e Greyhound.

Segundo o mapa, é possível apanhar um comboio que nos leva de Washington, D.C. para Los Angeles, na Califórnia – são 60 horas de viagem, mas é possível! O caminho, na verdade, é bastante simples: basta gastar 18 horas de Washington Union Station para a Chicago Union Station, e depois outras 43 horas de Chicago à Los Angeles Union Station, na Soutwest Chief. Um saltinho.

O mesmo trajecto demora cinco horas, de avião, e 38 horas, de carro.

O projecto do mapa é muito interessante, mas acaba por realçar a fraca rede de transportes públicos norte-americana. Na Europa e Ásia, o comboio de alta velocidade é, de longe, o melhor meio de transporte. Nos Estados Unidos não será bem assim.

Ainda assim, se quiser explorar o continente norte-americano sem alugar um carro, veja aqui todas as suas hipóteses (abrir PDF).

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