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Tag Archive | "Estados Unidos"

Os novos nómadas americanos (com FOTOS)


Um grupo de norte-americanos abandonou a vida moderna para mover a sua casa desde os estados do Idaho até à Califórnia. Estes novos nómadas vivem dos seus instintos selvagens, percorrem caminhos remotos e movem-se à procura da melhor estação do ano ou terreno.

Quando soube desta história, o fotógrafo Adrain Chesser seguiu este pequeno grupo de pessoas e documentou os seus prazeres, deveres e trabalhos mais duros. De 2006 e 2012, ele viajou por dezenas de estados norte-americanos, atrás destes novos nómadas.

“A maioria vem do lado marginal da sociedade norte-americana”, explicou Chesser à imprensa. “A maioria são pobres, radicais políticos ou até homossexuais. E todos são pioneiros, que entram em territórios incertos à procura de algo que foi perdido há muitas gerações”.

Estas são algumas das fotos que fazem parte do livro The Return, publicado recentemente pelo fotógrafo.

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Cura para a Ébola poderá ter sido encontrada


Dois médicos norte-americanos que trabalhavam em missões no continente africano e que ficaram infectados com o vírus da Ébola terão sido salvos com um “tratamento miraculoso”. Esta “arma secreta” nunca tinha sido testada em seres humanos, apenas em macacos. Contudo, a Food and Drugs Administration (FDA), entidade reguladora norte-americana, terá aberto uma excepção ao abrigo de uma norma que autoriza a utilização de medicamentos não testados.

A CNN e a Atlantic relatam a história. Kent Brantly é médico e viu já centenas de pessoas a morrer com o vírus da Ébola. Como tal, houve uma presciência fria no seu diagnóstico feito na última semana: “Eu vou morrer”.

A condição deste médico norte-americano era grave e o seu destino mais provável teria sido a morte, tal como aconteceu a centenas de africanos. Contudo, no último sábado, as televisões norte-americanas mostraram o regresso de Brantly a Nova Iorque, para que pudesse receber uma melhor assistência. O que se viu foi o médico a regressar a solo norte-americano e a andar apenas com uma ajuda mínima, desde a ambulância até à unidade de isolação no Emory University Hospital.

“Um dos médicos disse que era um milagre”, afirmou Sanjay Gupta, que é médico no hospital de Emory e correspondente especial da CNN para assuntos médicos. “Não é um termo que os médicos gostem de utilizar levianamente”, frisou, cita a Atlantic.

Uma vez que a Ébola é uma doença sem cura e fatal em 90% dos casos, o caso de Kent Brantley é intrigante. Na reportagem para a CNN, Sanjay Gupta indicou que terá sido um soro secreto que salvou Brantley e Nancy Writebol, a outra médica norte-americana infectada com o vírus.

De acordo com o relato de Gupta, três frascos de um soro secreto experimental, armazenados a temperaturas negativas, foram enviados para a Libéria, onde estavam os médicos, na última semana, numa última tentativa de os salvar.

Brantly estava a trabalhar para a organização cristã de ajuda humanitária Samaritan’s Purse como director médico do Ebola Consolidation Case Management Center em Monrovia, Libéria. O grupo já confirmou que o médico recebeu o tratamento secreto antes de deixar o país e regressar aos Estados Unidos.

Brantly está quase recuperado graças ao tratamento secreto. Já a recuperação de Nancy Writebol não foi tão espantosa, mas a suficiente para também poder ser transportada para os Estados Unidos.

O soro secreto

O soro secreto utilizado é conhecido por zMapp e é produzido pela Mapp Biopharmaceutical. Contudo, o medicamento ainda não havia sido testado em humanos, apenas em macacos, e como tal ainda não tinha sido aprovado pela FDA. No entanto, ao abrigo de uma norma que possibilita a utilização de medicamentos não testados em humanos apenas em situações excepcionais, o medicamento pode ser administrado aos dois médicos infectados com o vírus da Ébola.

O medicamento secreto trata-se de um anticorpo monoclonal. A administração deste tipo de anticorpos está a tornar-se cada vez mais comum e o tempo tem demonstrado que é uma solução eficaz. Este tipo de anticorpos é produzido da seguinte forma: cobaias são expostas a um vírus e o seu sistema imunitário desenvolve anticorpos específicos contra o vírus. Posteriormente, os linfócitos são isolados em laboratório e multiplicados em culturas celulares. No caso do zMapp foram separadas três linhas celulares que produziram anticorpos específicos eficazes contra a Ébola. Os anticorpos foram depois adicionados a uma solução. De acordo com a farmacêutica que desenvolveu o medicamento, é possível produzir estes anticorpos em plantas de tabaco, o que acelera o processo o processo de produção, já que as culturas celulares são mais lentas.

Apesar de a aplicação do zMapp ter sido um sucesso, ainda pouco se sabe sobre o seu efeito nos humanos. Nos testes realizados com animais, a Mapp Biopharmaceutical administrou o medicamento a oito macacos com o vírus da Ébola que sobreviveram. Todos receberam o medicamento até 48 horas depois de terem sido infectados. Um macaco que foi tratado com o soro depois das 48 horas não sobreviveu. Tal significa que pouco se sabe sobre a segurança e eficácia deste tratamento – e que fora circunstâncias extremas como esta, a FDA não teria permitido a sua aplicação. Gupta suspeita que a FDA autorizou o uso do zMapp ao abrigo da isenção de uso compassivo.

O actual surto do vírus da Ébola é o maior na história da doença, tanto em termos do número de infectados como de mortes provocadas – cerca de 729 desde o final de 2013.

Foto: EU Humanitarian Aid and Civil Protection / Creative Commons

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A última oportunidade para ver a misteriosa construção de Cabo Romano (com FOTOS)


Durante muitos anos, uns edifícios bizarros isolados no extremo sul da Ilha Marco, em Cabo Romano, na Flórida, foram uma fonte de mistério. Alguns habitantes da ilha pensavam que os edifícios teriam albergado cultos secretos. Outros que as habitações eram edifícios secretos do exército e havia ainda o rumor que as construções tinham sido deixadas para trás por extraterrestres.

Actualmente, estas habitações caiadas de branco são gradualmente reclamadas pelo mar, avançando centímetros todos os dias em direcção à sua sepultura aquática. No entanto, o mistério da origem da construção foi finalmente revelado.

O edifício era na verdade uma casa de férias, equipada com painéis solares, construída na década de 1980 por Bob Lee, um produtor independente de petróleo. Este projecto, quase auto-construído por Lee, foi pioneiro ai nível da tecnologia sustentável muito antes de se ter em conta preocupações com a sustentabilidade das habitações. A casa sobreviveu mesmo a pelo menos um furacão, em 1992.

Antes de construir a versão de férias, na Flórida, Bob Lee construiu um protótipo do edifício nos terrenos da família em Gatlinburg, no Tennessee. Também esta construção sobreviveu ao tempo, mas sofre de problemas de humidade, de acordo com a filha de Bob, Janet Maples.

Até 1993, a habitação em forma de domo foi habitada por Janet Maples e o seu filho, ainda bebé. Depois do furacão, a casa, assim como muitas outras na linha costeira que foram atingidas, foi sendo gradualmente abandonada, com a família a passar cada vez menos tempo lá.  Em 2005, a habitação comprada por John Tosto, mesmo antes do furacão Wilma, que causou grandes estragos nos domos e reduziu a linha de costa, refere o Inhabitat.

Na altura da venda, Bob Lee avisou John Tosto, pelo que com a subida do nível do mar seria necessário instalar uma barreira. Uma década antes, e a família Tosto poderia ter construído o paredão, mas em 2007, o Department of Environmental Protection e o Collier County Code Enforcement Board ordenou que as casas fossem demolias, devido ao perigo que enfrentavam.

No entanto, a habitação nunca chegou a ser destruída e hoje permanece em ruínas, parcialmente submersa pelas águas do mar.

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Milão é a cidade europeia com pior trânsito (com FOTOS)


A organização de dados de tráfego Inrix utilizou dados de arquivo para criar um ranking com as piores cidades e com os piores países a nível de congestionamentos de trânsito. Entre todas as grandes cidades da Europa e dos Estados Unidos, Milão, em Itália, é a cidade com o prior trânsito, seguida de Bruxelas e Antuérpia, na Bélgica.

De acordo com o novo ranking, os condutores de Milão perdem cerca de 57 horas por ano no trânsito. Porém, são os condutores de Londres que passam mais tempo por ano nos congestionamentos, cerca de 83,4 horas. Ainda assim, a capital britânica não é a cidade com os piores congestionamentos de trânsito.

Para elaborar o ranking, a Inrix utilizou uma fórmula que inclui a comparação da velocidade de fluxos livres de trânsito em segmentos específicos de estradas com as velocidades de tráfego em tempo real registadas durante as horas de ponta. As horas desperdiçadas no trânsito foram calculadas com base no tempo passado no trânsito por comparação com as distâncias médias percorridas e o número médio de viagens realizadas por ano, refere o Daily Mail.

A Inrix concluiu ainda que o trânsito aumentou em 2013, mesmo nas cidades onde apresentava decréscimos contínuos. Também os congestionamentos aumentaram em seis dos 15 países analisados: Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Suíça, Luxemburgo e Itália. A nível global, na Europa, os congestionamentos aumentaram pela primeira vez em dois anos.

As cidades europeias e norte-americanas com os piores congestionamentos de tráfego:

  1. Milão, Itália
  2. Bruxelas, Bélgica
  3. Antuérpia, Bélgica
  4. Honolulu, Estados Unidos
  5. Los Angeles, Estados Unidos
  6. Londres, Reino Unido
  7. São Francisco, Estados Unidos
  8. Manchester, Reino Unido
  9. Paris, França
  10. Roterdão, Países Baixos
  11. Austin, Estados Unidos
  12. Nottinghamshire, Reino Unido
  13. Ghent, Bélgica
  14. Montreal, Canadá
  15. Liverpool, Reino Unido
  16. Nova Iorque, Estados Unidos
  17. Bridgeport, Estados Unidos
  18. Estugarda, Alemanha
  19. Birmingham, Reino Unido
  20. San Jose, Estados Unidos

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EUA: maior laboratório de testes com primatas libertou 110 chimpanzés


Depois de passarem uma vida inteira em cativeiro a serem utilizados para testes científicos, os chimpanzés do maior laboratório de testes com primatas dos Estados Unidos foram libertados e realojados num santuário.

No total, foram libertados 110 chimpanzés, ao abrigo de uma lei aprovada em 2013 pelo Congresso norte-americano, que prevê a reforma de chimpanzés detidos pelo Estado federal em laboratórios de testes. Estes 110 primatas que estavam em cativeiro no New Iberia Research Center, no Louisiana, foram realojados no National Chimpanzee Sanctuary, onde podem viver protegidos em liberdade, refere o Dodo.

“Estamos felizes com a chegada deste grande dia”, afirma a presidente do National Chimpanzee Sanctuary, Cathy Willis Spraetz. “Muitas pessoas e organizações trabalharam incansavelmente para assegurar que estes chimpanzés tenham uma nova vida numa reserva protegida. Os nossos sonhos para estes animais foram finalmente realizados”, indica.

Após meses de coordenação e planeamento, incluindo a construção de novas acomodações para os chimpanzés, os animais que até agora viviam em jaulas de poucos centímetros quadrados vão passar a ter 80,9 hectares para passar o resto das suas vidas.

Foto:  emeybee / Creative Commons

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Formiga venenosa com mandibulas gigantes está a invadir os Estados Unidos


Uma espécie de formiga com mandíbulas gigantes e um ferrão venenoso está a invadir silenciosamente o sul dos Estados Unidos, sem que ninguém tenha dado conta do crescimento das populações nas últimas décadas. Esta formiga utiliza o ferrão venenoso e as grandes mandíbulas, que conseguem abrir 180 graus, para se defender mas também para se impulsionar no ar.

Apenas agora, através de uma nova investigação, é que os cientistas deram conta do crescimento da população destes animais. “O facto de esta espécie estar a espalhar-se é interessante, em parte, porque estas formigas gigantes têm aumentado o seu território sem que ninguém tenha dado por isso”, indica Magdalena Sorger, da Universidade Estatal da Carolina do Norte e co-autora do estudo, cita o Daily Mail.

“Sabemos muito pouco sobre estas formigas, incluindo a forma como interagem com as espécies nativas de formigas das áreas que estão a invadir”, revela a cientista. Actualmente, existem quatro espécies nativas de formigas com mandíbulas nos Estados Unidos. Contudo, esta nova espécie – que é nativa da América do Sul – é mais agressiva que as formigas nativas. As formigas invasoras foram identificadas pela primeira vez no Alabama em 1956.

Os investigadores descobriram agora que a espécie invasora se espalhou ao longo da Costa do Golfo, pelo menos até Pensacola, na Flórida. A investigação revelou ainda que outras espécies de formigas nativas com mandíbulas também estão a alargar o seu território. Porém, os cientistas ainda não identificaram as causas de tal progressão territorial.

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