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Tag Archive | "inovação"

Projecto neo-zelandês comercializa secretária de papelão (com FOTOS)


Há cada vez mais empresas e escritórios a implementarem secretárias para trabalhar em pé, uma vez que acreditam que elas aumentam a produtividade e evitam que uma pessoa passe várias horas por dia sentada – o que faz bastante mal à saúde.

Um projecto neo-zelandês encontrou outra forma de lidar com este problema e conjugá-lo com outros dois – a falta de espaço nos escritórios e a sustentabilidade. Foi assim que nasceu a Refold, uma secretária de papelão portável para “os nómadas urbanos”.

Compacta e altamente sustentável, a Refold é já um sucesso do Kickstarter – os seus criadores pediram €20.000 (R$ 62.000) para desenvolver o projecto e arrecadaram €56.000 (R$ 175.000).

A secretária pesa seis quilos e pode ser montada em dois minutos, sem cola ou qualquer tipo de fita.

Para além de ser 100% reciclável, a secretária segue várias opções de personalização – e já tem dois artistas parceiros, ambos neo-zelandeses: Anna Johnstone e Gwil.

A Refold estará disponível para os consumidores neo-zelandeses em Janeiro de 2015 e, assim que o processo de fabrico seja lançado nos Estados Unidos, também para aquele país – o que deverá acontecer em Junho. Isto porque a equipa da Refold pretende reduzir ao máximo as emissões de CO2 e, assim, evitar viagens desnecessárias.

Segundo o Collectively, a secretária custará €88 (R$ 275), um preço algo excessivo. Eventualmente, ele será revisto em baixo nos próximos meses.

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Inovação dinamarquesa permite aquecer apenas a água que precisamos (com FOTOS)


Quando aquecemos água numa chaleira ou jarro de água eléctrico, é muito provável que muita dessa água seja desperdiçada – e, no processo, toda a energia que foi despendida para a aquecer. Para mitigar este problema, uma dupla de designers criou a Miito, uma chaleira que aquece apenas a água que queremos.

A Miito, que aquece a água por indução, é uma base que contém um electroíman e se liga à corrente. A base funciona com uma haste fina de metal com um grande pé redondo e uma ponta revestida de plástico. Para ferver o líquido, a haste é colocada no interior do recipiente, que fica sobre a base. A indução electromagnética aquece a haste de metal, e esta aquece a água.

Ao utilizar este processo, apenas a água do recipiente é aquecida. Não há excesso de água aquecida nem energia perdida – é ideal para aquecer chá, por exemplo. Para além de eficiente, o processo é bastante rápido, explica o Gizmag.

“A indução é uma forma muito eficiente de transferir energia”, explicou Nils Chudy, que desenvolveu o Miito com Jasmina Grase. “Acreditamos que uma chávena possa aquecer num minuto, mas ainda estamos a desenvolver [o aparelho]”, continuou.

Assim que o líquido começa a ferver, o Miito volta à arrefecer. Depois, a haste é retirada, limpa e colocada de volta no seu local, na base. Ainda não existe nenhuma data oficial de lançamento, mas os dois designers dizem que ela será enviada, a todos interessados, por email.

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Reino Unido testa primeiro autocarro movido a dejectos humanos (com FOTOS)


Um autocarro movido a fezes e lixo orgânico já está a circular nas ruas de Bristol e Bath, no Reino Unido. O Bio-Bus tem 40 lugares sentados e opera com gás biometano, gerado a partir do tratamento de esgotos e lixo doméstico.

O veículo ecológico pode circular até 305 km com um tanque de gás, que é produzido a partir do lixo anual de cinco pessoas, segundo o Menos Um Carro, que cita a imprensa britânica.

O seu motor tem um design semelhante ao dos motores convencionais. No entanto, a diferença está na contrapartida ecológica: o autocarro emite 30% menos dióxido de carbono quando comparado com os movidos a gasóleo.

As fezes e os restos de alimentos são tratados na estação da empresa GENeco que já fornece também residências com gás obtido destes bioelementos.

A linha é operada pela Bath Bus Company e vai do aeroporto de Bristol ao centro de Bath. O autocarro irá transportar cerca de 10 mil passageiros por mês.

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Invenção holandesa transforma Coca-Cola em água potável (com FOTOS)


Hoje em dia é mais provável que encontremos uma garrafa de Coca-Cola em qualquer ponto do Planeta do que água potável, e foi essa a teoria por trás deste equipamento desenvolvido por Martien Wubdemann, estudante de mestrado da Universidade de Amesterdão, e Helmut Smits.

A máquina chama-se The Real Thing – poderá ser um trocadilho com uma qualquer campanha de marketing da Coca-Cola – e utiliza um processo básico de destilação: ela ferve a Coca-Cola para produzir vapor de água, que é recolhido num copo em separado. E apesar de o aparelho não estar feito para ser produzido em larga escala, ele tem o dom de nos pôr a pensar nas nossas prioridades de consumo. “Não quero que todas as garrafas de Coca-Cola se transformem de volta em água, mas quero que as pessoas percebem como nós, humanos, criamos o mundo à nossa volta e fazemos perguntas”, explicou Smits.

A máquina esteve presente na Dutch Design Week – que esperamos não tenha sido patrocinada pela própria Coca-Cola ou algumas das suas marcas comercializadas. O que não deixaria de ser uma grande ironia.

Segundo Smits, a ideia para esta máquina teve como pano de fundo a forma hipotética como uma criança ou extraterrestre poderiam olhar para o mundo. Quando nos apercebemos da quantidade de água que uma Coca-Cola gasta, parece um desperdício de recursos, sobretudo quando, em algumas partes do globo, há quem mais facilmente tenha acesso a uma Coca-Cola do que a água potável.

“De repente, uma máquina que filtre Coca-Cola em água potável faz bastante sentido num mundo em que beber água potável pode ser mais difícil do que beber um refrigerante”, concluiu.

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Novo sistema promete purificar água com luz do Sol


Deshawn Henry, um estudante de Engenharia Civil da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, criou uma lente solar capaz de filtrar água. O sistema é barato e, de acordo com o jovem, tem o potencial para ajudar as comunidades com menor acesso a água potável.

De acordo com o Planeta Sustentável, Henry terá utilizado materiais baratos de uma loja de hardware para chegar à sua invenção: o resultado foi um equipamento capaz de filtrar 99,9% das impurezas de um litro de água em cerca de uma hora.

A lente aumenta a luz solar e aquece um litro de água a uma temperatura suficiente para filtrá-la. À medida que o Sol muda de posição no céu, o recipiente de água precisa ser ajustado a fim de ficar no ponto focal da lente. O processo de aquecimento elimina os agentes patogénicos presentes na água, deixando-a limpa e potável.

A ideia de Henry poderá ter potencial para ajudar a população de países menos desenvolvidos, sobretudo em África e na Ásia, uma vez que os tratamentos de água são caros. Mais de mil milhões pessoas em todo o mundo não têm acesso à água limpa, o que leva à morte de uma criança com menos de 5 anos a cada minuto.

O próximo passo do jovem norte-americano é criar uma lente maior, que conseguirá limpar uma quantidade maior de água, e tornar o equipamento mais eficiente: é que filtrar um litro de água por hora não é suficiente para dar vazão à procura de uma família de cinco pessoas.

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Perfil ambiental e funcionalidade premeiam inovações sustentáveis da Tetra Pak


A Tetra Pak foi distinguida ontem com dois prémios no World Beverage Innovation Awards que decorreu em Nuremberga, na Alemanha. A embalagem Tetra Top, com topo separável, foi distinguida com o prémio Melhor Embalagem Cartão, e as aberturas de base biológica da Tetra Pak conquistaram o galardão Melhor Abertura.

Segundo o site Protege o que é Bom, na categoria Melhor Embalagem Cartão o júri reconheceu as vantagens que a embalagem Tetra Top com topo separável oferece aos consumidores, a funcionalidade da embalagem, o seu perfil ambiental e a contemporaneidade da sua imagem. “Desenhada para facilitar a separação e reciclagem, a embalagem permite que o topo em plástico seja facilmente separado do corpo em cartão, através de simples pressão com o polegar, graças à pré-prefuração na camada exterior do cartão”, explicou o site.

Na categoria Melhor Abertura, as aberturas de base biológica da Tetra Pak foram destacadas “pela forma inovadora” como utilizam o polietileno de alta densidade (HDPE) derivado da cana-de-açúcar em substituição do tradicional combustível fóssil. A oferta global deste sistema de abertura renovável deverá alcançar os 1,7 mil milhões em 2014, o que traduz um aumento de 45% face ao ano transacto. “O sucesso destas aberturas de base biológica é visto como um grande passo no sentido de cumprir a ambição da empresa de desenvolver a primeira embalagem do setor totalmente renovável”, continuou o Protege o que é Bom.

Saiba mais sobre este prémio no agregador de desenvolvimento sustentável da Tetra Pak.

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