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Tag Archive | "inovação"

Reino Unido testa primeiro autocarro movido a dejectos humanos (com FOTOS)


Um autocarro movido a fezes e lixo orgânico já está a circular nas ruas de Bristol e Bath, no Reino Unido. O Bio-Bus tem 40 lugares sentados e opera com gás biometano, gerado a partir do tratamento de esgotos e lixo doméstico.

O veículo ecológico pode circular até 305 km com um tanque de gás, que é produzido a partir do lixo anual de cinco pessoas, segundo o Menos Um Carro, que cita a imprensa britânica.

O seu motor tem um design semelhante ao dos motores convencionais. No entanto, a diferença está na contrapartida ecológica: o autocarro emite 30% menos dióxido de carbono quando comparado com os movidos a gasóleo.

As fezes e os restos de alimentos são tratados na estação da empresa GENeco que já fornece também residências com gás obtido destes bioelementos.

A linha é operada pela Bath Bus Company e vai do aeroporto de Bristol ao centro de Bath. O autocarro irá transportar cerca de 10 mil passageiros por mês.

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Invenção holandesa transforma Coca-Cola em água potável (com FOTOS)


Hoje em dia é mais provável que encontremos uma garrafa de Coca-Cola em qualquer ponto do Planeta do que água potável, e foi essa a teoria por trás deste equipamento desenvolvido por Martien Wubdemann, estudante de mestrado da Universidade de Amesterdão, e Helmut Smits.

A máquina chama-se The Real Thing – poderá ser um trocadilho com uma qualquer campanha de marketing da Coca-Cola – e utiliza um processo básico de destilação: ela ferve a Coca-Cola para produzir vapor de água, que é recolhido num copo em separado. E apesar de o aparelho não estar feito para ser produzido em larga escala, ele tem o dom de nos pôr a pensar nas nossas prioridades de consumo. “Não quero que todas as garrafas de Coca-Cola se transformem de volta em água, mas quero que as pessoas percebem como nós, humanos, criamos o mundo à nossa volta e fazemos perguntas”, explicou Smits.

A máquina esteve presente na Dutch Design Week – que esperamos não tenha sido patrocinada pela própria Coca-Cola ou algumas das suas marcas comercializadas. O que não deixaria de ser uma grande ironia.

Segundo Smits, a ideia para esta máquina teve como pano de fundo a forma hipotética como uma criança ou extraterrestre poderiam olhar para o mundo. Quando nos apercebemos da quantidade de água que uma Coca-Cola gasta, parece um desperdício de recursos, sobretudo quando, em algumas partes do globo, há quem mais facilmente tenha acesso a uma Coca-Cola do que a água potável.

“De repente, uma máquina que filtre Coca-Cola em água potável faz bastante sentido num mundo em que beber água potável pode ser mais difícil do que beber um refrigerante”, concluiu.

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Novo sistema promete purificar água com luz do Sol


Deshawn Henry, um estudante de Engenharia Civil da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, criou uma lente solar capaz de filtrar água. O sistema é barato e, de acordo com o jovem, tem o potencial para ajudar as comunidades com menor acesso a água potável.

De acordo com o Planeta Sustentável, Henry terá utilizado materiais baratos de uma loja de hardware para chegar à sua invenção: o resultado foi um equipamento capaz de filtrar 99,9% das impurezas de um litro de água em cerca de uma hora.

A lente aumenta a luz solar e aquece um litro de água a uma temperatura suficiente para filtrá-la. À medida que o Sol muda de posição no céu, o recipiente de água precisa ser ajustado a fim de ficar no ponto focal da lente. O processo de aquecimento elimina os agentes patogénicos presentes na água, deixando-a limpa e potável.

A ideia de Henry poderá ter potencial para ajudar a população de países menos desenvolvidos, sobretudo em África e na Ásia, uma vez que os tratamentos de água são caros. Mais de mil milhões pessoas em todo o mundo não têm acesso à água limpa, o que leva à morte de uma criança com menos de 5 anos a cada minuto.

O próximo passo do jovem norte-americano é criar uma lente maior, que conseguirá limpar uma quantidade maior de água, e tornar o equipamento mais eficiente: é que filtrar um litro de água por hora não é suficiente para dar vazão à procura de uma família de cinco pessoas.

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Perfil ambiental e funcionalidade premeiam inovações sustentáveis da Tetra Pak


A Tetra Pak foi distinguida ontem com dois prémios no World Beverage Innovation Awards que decorreu em Nuremberga, na Alemanha. A embalagem Tetra Top, com topo separável, foi distinguida com o prémio Melhor Embalagem Cartão, e as aberturas de base biológica da Tetra Pak conquistaram o galardão Melhor Abertura.

Segundo o site Protege o que é Bom, na categoria Melhor Embalagem Cartão o júri reconheceu as vantagens que a embalagem Tetra Top com topo separável oferece aos consumidores, a funcionalidade da embalagem, o seu perfil ambiental e a contemporaneidade da sua imagem. “Desenhada para facilitar a separação e reciclagem, a embalagem permite que o topo em plástico seja facilmente separado do corpo em cartão, através de simples pressão com o polegar, graças à pré-prefuração na camada exterior do cartão”, explicou o site.

Na categoria Melhor Abertura, as aberturas de base biológica da Tetra Pak foram destacadas “pela forma inovadora” como utilizam o polietileno de alta densidade (HDPE) derivado da cana-de-açúcar em substituição do tradicional combustível fóssil. A oferta global deste sistema de abertura renovável deverá alcançar os 1,7 mil milhões em 2014, o que traduz um aumento de 45% face ao ano transacto. “O sucesso destas aberturas de base biológica é visto como um grande passo no sentido de cumprir a ambição da empresa de desenvolver a primeira embalagem do setor totalmente renovável”, continuou o Protege o que é Bom.

Saiba mais sobre este prémio no agregador de desenvolvimento sustentável da Tetra Pak.

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Nova técnica gera electricidade a partir de vibrações mecânicas


A energia eléctrica é normalmente gerada através de calor, movimento, transformação nuclear ou reacções químicas, mas cientistas da VTT Technical Research Center, da Finlândia, desenvolveram um novo método que envolve vibrações mecânicas.

Segundo o Gizmag, eles perceberam como armazenar a energia da vibração que ocorre naturalmente quando duas superfícies com diferentes funções trabalho são ligadas através de eléctrodos, sendo que esta energia poderá ser utilizada para electrificar aparelhos electrónicos de baixa potência.

Uma função trabalho é uma propriedade da superfície de um material que é definida como a diferença entre a energia de um electrão em descanso e o mínimo trabalho termodinâmico que é necessário para remover esse electrão do material.

Os cientistas da VTT criaram um condensador de placas paralelas com cobre e alumínio, ligado a um circuito externo. As funções trabalho das placas permitiram a carga inicial de um volt, à medida que os electrões fugiram de uma superfície para a outra.

Diferentes materiais de eléctrodos poderiam, teoricamente, produzir voltagens mais elevadas – acima de 3V ou 5V. A placa de cobre foi fixada no lugar, enquanto um motor vibrou a placa de alumínio perpendicular a ambas as chapas, de forma contínuo ou através de impulsos.

Os armazenadores de energia trabalho função têm uma grande vantagem sobre os dispositivos piezoeléctricos e electrostáticos que geram electricidade através de vibrações mecânicas para alimentar muitos sensores e implantes médicos.

Ainda de acordo com os investigadores finlandeses, que publicaram este trabalho no Scientific Reports, a nova tecnologia deverá ser implementada a escala industrial entre três a seis anos. Ainda assim, ela ainda terá de ser trabalhada e novas versões surgirão nos próximos tempos.

Foto: Nicholas Petrone / Creative Commons

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Nova incubadora insuflável pode salvar vidas nos campos de refugiados


Um recém-licenciado inglês inventou uma forma barata e eficaz de manter os bebés prematuros vivos nos campos refugiados, zonas de guerra ou outros locais onde o acesso a hospitais e material médico é escasso.

Segundo o Treehugger, a inovação de James Roberts foi inspirada num documentário sobre o conflito na Síria e já foi premiada pelo James Dyson Awards for Student Design.

“Estava a ver um programa na BBC [Panorama] sobre os refugiados sírios e [percebi] que há muitos bebés prematuros a morrer devido ao stress da guerra e falta de incubadoras ou infra-estrutura para os manter”, explicou Roberts à BBC. “E pensei numa forma de resolver esta questão”.

Desenhada para ser facilmente transportável e rápida de montar, a incubadora consiste numa folha de plástico que contém painéis transparentes insufláveis, aquecidos por um elemento cerâmico. As folhas enrolam-se no centro da incubadora que, uma vez aberta, consegue manter a sua estrutura sem colapsar.

A temperatura e humidificação são controladas por um computador arduino e por uma lâmpada fototerapêutica que ajuda a tratar a icterícia. Toda a unidade está desenhada para utilizar pouca energia e pode ser ligada a uma ficha de electricidade, gerador ou até um carro. A bateria dura 24 horas.

Denominado MOM, a incubadora tem um design modular que lhe permite substituir facilmente as partes que estejam danificadas. E também pode ser esterilizada para reutilização.

Roberats recebeu €38.000 pelo seu trabalho, dinheiro que utilizará para melhorar a incubadora. O seu protótipo actual custa cerca de €320.

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