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Descoberta de norte-americano de 14 anos aumenta produção de algas em 500%


As algas são uma fonte inesgotável de biocombustíveis, mas os métodos actuais de produção são caros e demorados – primeiro há que fazer crescer a alga e, mais tarde, extrair os lípidos oleosos e convertê-los em combustíveis.

Foi com esta perspectiva que Gregory Martin, um norte-americano de 14 anos, começou a pensar no assunto, e em pouco tempo, ele descobriu uma forma de aumentar os lípidos oleosos em 500%, utilizando menos passos que outras técnicas e melhorando a produtividade.

“O objectivo desta experiência é explorar a possibilidade de esgotar o nitrogénio de algas do meio para aumentar o rendimento dos lípidos”, explicou o jovem ao Inhabitat. “É uma evolução em relação aos métodos normais que envolvem a colheita das algas e transferi-las para um ambiente sem nitrogénios”. Com a minha técnica deverá ser possível passar por cima desta transferência a fazer crescer a cultura num único meio. Isto reduz o trabalho e custos dos materiais”.

A técnica de Gregory permite à alga permanecer num único meio enquanto consome nitrogénio – este processo é um melhoramento em relação aos métodos normais porque melhora o conteúdo do lípido e, assim, a quantidade de biocombustível produzida.

Os resultados dos primeiros testes são espantosos e muito acima do esperado, conta o Inhabitat. Ao sétimo dia, a cultura tinha aumentado a produção de algas em 300% – ao décimo dia esta percentagem tinha-se alojado nos 500%.

O projecto de Gregory está nos finalistas do Google Science, o que costuma ser uma boa notícia para o seu desenvolvimento futuro.

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Tatuagem temporária transforma suor em energia


Se já existem poucas dúvidas de que o exercício físico é excelente para a saúde, agora ele pode contribuir directamente para a sustentabilidade. Isto porque um grupo de investigadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, Estados Unidos, criou uma tecnologia que permite aos utilizadores de smartphone carregar estes dispositivos através do suor.

Para conseguir este feito improvável, os pesquisadores criaram uma tatuagem temporária capaz de transformar o suor em energia. Segundo uma apresentação feita na Sociedade Americana de Química (ACS), o dispositivo detecta o lactato, componente natural do suor e, quanto mais intenso for o exercício físico, maior será a quantidade de lactato produzida pelo corpo. Assim, durante uma actividade física intensa o corpo precisa de gerar mais energia por meio de glicólise, processo que produz o lactato.

Para tirar partido desta situação, a equipa da Universidade da Califórnia criou uma biobateria, um tipo de adesivo capaz de medir a quantidade de lactato no suor. Para além de detectar o composto orgânico, há uma enzina que retira os electrões do lactato e gera uma corrente eléctrica.

Nos testes, os pesquisadores mediram a quantidade de lactato no suor e a corrente eléctrica produzida enquanto os voluntários se exercitavam em bicicletas ergométricas com intensidades várias durante 30 minutos.

Segundo o Planeta Sustentável, os resultados foram surpreendentes. Os voluntários que se exercitavam menos do que uma vez por semana produziram mais energia do que os que o faziam de uma a três vezes por semana. Quem fazia exercícios mais do que três vezes por semana, por outro lado, produziu a menor quantidade de energia.

Isto acontece porque os mais sedentários ficam cansados mais rápido, o que faz com que a glicose aconteça mais cedo no organismo. Cada voluntário gerou cerca de 70 microwatts por centímetro quadrado de pele, mas os eléctrodos da biobateria geraram cerca de quatro microwatts – o valor não e alto, mas se a tecnologia for melhora – e será -, o carregamento de smartphones, relógios e outros dispositivos será uma realidade.

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Designers do Fundão criam copos reutilizáveis para festivais de música (com VÍDEO)


O pico dos festivais de Verão já passou – em 2015 eles regressarão para dinamizar a economia portuguesa e entreter milhares de pessoas – mas a inovação para tornar estes eventos em verdadeiros festivais de sustentabilidade terá de ser permanente.

É verdade que os eventos de música e festivais de Verão, em Portugal, têm evoluído bastante ao nível da sustentabilidade, mas uma das mais importantes mudanças na forma como estes festivais olham para as boas práticas ambientais ainda está por fazer: reduzir a exorbitante quantidade de copos de plásticos “consumidos”.

Em muitos eventos, incluindo no português Andanças, a organização proporciona um único copo ou recipiente para cada cidadão, evitando a criação de resíduos desnecessários. É essa também a intenção de Ana Sofia Malta e Hugo Moreira, dois designers do Fundão que quiserem aliar os conhecimento aprendidos na faculdade à protecção ambiental com a Bio Poli, uma startup de ecodesign que tem como produto-chave um copo reutilizável.

“Quando fomos a um festival de Verão, em Portugal, notámos que existiam milhares de copos descartáveis no chão. Um copo descartável demora 400 anos a degradar-se na natureza”, explicou Ana Sofia Malta ao Economia Verde.

“[Desenvolvemos] um copo reutilizável que os participantes podem adquirir no início do festival e, mais tarde, levar para casa e reutilizar em contexto doméstico. E é feito de plástico de origem vegetal, para ser ainda mais sustentável”, explicou Ana Sofia.

Para que os festivaleiros não fiquem com o copo na mão durante tantas horas, a Bio Poli criou uma fita que permite a colocação do copo reutilizável ao pescoço. Podem também colocá-lo na fivela das calças, através de um mosquetão de escalada.

Sediada numa antiga praça do Fundão, reconvertida em incubadora, a Bio Poli está agora a contactar promotores de festivais, que se mostraram interessados. “A produção ainda precisa de ser industrializada, pelo que procuramos um investidor. Vamos também ter uma campanha de crowdfunding”, concluiu a responsável.

Esta campanha destina-se a angariar fundos para fabricar o molde em aço, um passo importante para a futura produção dos copos. O objectivo é comercializar os copos reutilizáveis já em 2015. Conheça melhor a Bio Poli no episódio 286 do Economia Verde.

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Inovação europeia vai pôr veículos eléctricos a estacionarem-se sozinhos


Investigadores da Alemanha, Itália, Reino Unido e Suíça estão a desenvolver um sistema que permite que veículos eléctricos sem condutor possam navegar sozinhos em parques de estacionamento ou pontos de carregamento. Denominado V-CHARGE, o projecto é financiado em €5,6 milhões pela União Europeia e estará disponível nos próximos anos.

O sistema é pioneiro e permitirá aos condutores deixarem o seu carro em frente de um parque de estacionamento, utilizando uma aplicação para smartphone, para começar o sistema de estacionamento. O veículo irá então ligar-se ao servidor do parque de estacionamento e circular sozinho até ao local de estacionamento escolhido por este.

Outra das ideias do projecto é programar o carro para, estando numa garagem particular, circular sozinho até um posto de carregamento. Também neste caso, o veículo pode começar a circular a partir de uma aplicação para smartphone – o carro regressa sozinho à garagem, ficando imediatamente pronto para arrancar noutra viagem, agora com o seu condutor e proprietário.

“Queremos utilizar a tecnologia para darmos à pessoas uma melhor mistura de transporte público e privado”, explicou o gestor do projecto, Paul Furgale, ao site de ambiente da União Europeia.

Furgale, que trabalha no Instituto de Tecnologia de Zurique, acredita que a mesma tecnologia poderá ser utilizada para desenvolver um sistema autónomo de estacionamento de veículos eléctricos nas ruas das vilas e cidades. “O desafio será maior, mas se os mapas estiverem correctos, o resto da tecnologia acompanhará [a inovação]”, continuou.

A primeira versão deste sistema foi apresentada no aeroporto de Estugarda, em Abril, e deverá estar concluída em 2015. Ainda não há data, porém, para ela ser posta em prática.

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Empresa coreana utiliza exosqueleto para ajudar empregados a levantar até 100 kg (com FOTOS)


Nos últimos tempos, parte da discussão sobre a criação e manutenção de emprego centrou-se na utilização de robôs para substituir o trabalho humano. Este é um tema que, no Green Savers, já foi tratado em pelo menos duas ocasiões – computadores da IBM que estão a escrever livros e música, algo absolutamente assustador; e o reverso da medalha, que dá conta da recente decisão da Toyota em substituir robôs por humanos, aumentando a criação de emprego.

Para a empresa sul-coreana Daewoo Engineering, que se dedica à construção naval, os humanos e robôs podem ser aliados no dia-a-dia. No ano passado, a Daewoo desenvolveu um teste em que equipou os seus trabalhadores com robôs utilizáveis – exosqueletos – na sua fábrica de Okpo-Dong.

Segundo o Good, o fato de carbono, liga de alumínio e aço permite, a quem o utiliza, levantar pesos pesados, mas é desenhado de forma a que o seu peso de 28 kg não seja insuportável.

De acordo com Gilwhoan Chu, que lidera a área da I&D (investigação e desenvolvimento) da Daewoo, os resultados foram bastante positivos, tendo permitido aos trabalhadores da empresa levantar objectos até 30 kg. Com bastante facilidade, claro está.

Chu avança que o objectivo da empresa é que este valor chegue aos 100 kg. Se tal acontecer, não só é uma boa notícia para os empregados – que não vêem os robôs como rivais – mas também, eventualmente, para a segurança no trabalho.

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11 argumentos para comprar um carro eléctrico


Nos anos mais recentes, as marcas automóveis centraram-se nas questões ambientais – numa primeira fase – e de poupança para convencer os consumidores a comprar carros eléctricos. Mas há vários outros argumentos que podem ser atirados para o debate da mobilidade eléctrica – desde a revitalização de uma indústria que já conheceu melhores dias, com todo o efeito bola de neve que isso provocará na economia de um determinado país – até ao sossego citadino.

O Green Savers passou os últimos dias a elaborar uma lista não-exaustiva de razões pelas quais deveremos ter em conta comprar um carro eléctrico – ou, pelo menos, não colocar imediatamente de lado esta possibilidade. Encontrámos onze argumentos – mas facilmente poderíamos ter chegado aos 20 ou 30.

1.Variedade. Aos poucos e poucos, os veículos eléctricos começam a ter mais modelos, novas funcionalidades e grandes marcas automóveis entram neste mercado. A Volkswagen, por exemplo, lançou este Verão dois modelos, o e-Up! e o e-Golf – o primeiro está disponível a partir dos €25.700 e o segundo a partir dos €38.000. Isto deita por terra o mito de que há poucos veículos eléctricos do mercado.

2.Economia. Ainda que alguns modelos possam ser mais caros que os seus congéneres tradicionais, a verdade é que o investimento num carro eléctrico já deixou de ser de longo prazo. Agora, ele pode pagar-se em poucos anos. Por exemplo, o Volkswagen e-Up! custa €1,8 por cada 100 km, enquanto o e-Golf custa um pouco mais: €1,9 por cada 100 km. Por outro lado o IUC (Imposto Único Automóvel) está isento nos eléctricos, e a manutenção é bastante mais barata que nos veículos tradicionais. No caso das empresas, a tributação autónoma também dá uma clara vantagem para os eléctricos.

3.Autonomia. É certo que os veículos eléctricos ainda têm de evoluir muito para que sejam um carro, digamos, total, que possibilite a qualquer pessoa realizar trajectos curtos ou longos com a mesma comodidade. No entanto, a autonomia dos eléctricos tem crescido a olhos vistos. Os dois modelos da Volkswagen de que falámos recentemente têm entre 160 a 190 quilómetros de autonomia – um carro perfeito para trajectos citadinos, entre a casa e o trabalho, por exemplo, ou num curto trajecto de fim-de-semana.

4.Qualidade. A evolução dos eléctricos está agora a centrar-se na qualidade – e não na rapidez de modelos colocados no mercado. Este pormenor só tem um beneficiado: o consumidor.

5.Preço. O Volkswagen e-Up! está disponível a partir dos €25.700, um valor que seria impensável há poucos anos. A massificação das propostas dos eléctricos está a levar o seu preço para valores mais amigos dos consumidores – e isso é uma boa notícia para toda a indústria. E para o ambiente, já agora.

6.Ambiente. O primeiro grande argumento da indústria automóvel para “vender” os carros eléctricos centrava-se na sua característica de amigo do ambiente. No entanto, o argumento não colheu e é fácil perceber porquê: em plena crise económica, os consumidores mal conseguiam gerir o seu dia-a-dia, quanto mais pensar em comprar veículos que, pela sua inovação, ainda tinha preços proibitivos. Sem racionalidade económica, o ambiente de pouco vale.

7.Marketing. Finalmente, os eléctricos estão a chegar a todas as franjas da população. Há eléctricos de luxo e eléctricos para o cidadão comum, financeiramente falando. Quantos mais modelos forem colocados no mercado, mais escolha terá o consumidor e maior pujança terá o mercado. E todos ficarão a ganhar.

8.Desenvolvimento. A indústria automóvel é uma das locomotivas da economia – e Portugal sabe-o melhor que ninguém – em 2010, a produção da Autoeuropa representava 0,8% do PIB do país e 10% das exportações. Nesse mesmo ano, a empresa empregava 3.200 trabalhadores e era fornecida por 805 empresas. Uma revolução eléctrica terá também esse condão, revitalizar a economia – não só a nossa – por isso, comprar um veículo eléctrico chega a essa importantíssima vertente da sustentabilidade, a económica.

9.Investigação. À medida que novas ideias são testadas na mobilidade eléctrica – desde o carregamento dos veículos ao próprio carro – muitas das pessoas envolvidas neste processo são jovens licenciadas ou em fase de terminar os seus cursos; investigadores ou outros académicos. Investir nos veículos eléctricos é também possibilitar que milhares de jovens consigam dar os primeiros passos na sua carreira.

10.Descanso. Quando as nossas cidades forem invadida por carros eléctricos, o caro leitor nunca mais será acordado a meio da noite pelo ronronar de um ou outro motor mais potente – do ponto de vista sonoro, pelo menos – esteja ele calmamente parado no semáforo ou a acelerar pela avenida fora.

11.Imaginação. Se a autonomia é uma das questões mais valorizadas pelos automobilistas e, por isso, a sua ausência é mais criticada nos veículos eléctricos, a verdade é que as construtoras automóveis não ignoram este facto. A Volkswagen, por exemplo, desenvolveu uma parceria com a Europcar que possibilita aos proprietários de veículos eléctricos da marca alemã o aluguer de um carro com motor convencional com 20% de desconto sobre a tarifa habitual. O preço dependerá da viatura escolhida pelo cliente, mas é uma boa notícia para precisa de fazer viagens mais longas – contas feitas, não será complicado ao consumidor do eléctrico continuar a poupar com esta escolha.

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