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Tetra Pak lança primeira embalagem com materiais renováveis de origem biológica


A Tetra Pak anunciou ontem o lançamento da primeira embalagem de cartão para bebidas inteiramente produzida com materiais renováveis de base biológica. A nova embalagem Tetra Rex é a primeira do sector a utilizar polietileno de baixa densidade e sistemas de abertura em polietileno de alta densidade de base biológica, ambos provenientes da cana-de-açúcar, além de cartão certificado pelo Forest Stewardship Council (FSC).

“A excelência ambiental é uma prioridade estratégica para a Tetra Pak e um impulsionador das nossas atividades de desenvolvimento de produto”, explicou em comunicado Charles Brand, vice-presidente de marketing da Tetra Pak. “Juntamente com fornecedores, clientes e outras partes interessadas, estamos a liderar a indústria no sentido do desenvolvimento de embalagens 100% renováveis. Acreditamos que aumentar o conteúdo renovável das nossas embalagens é não apenas bom para o ambiente como oferece aos nossos clientes uma vantagem competitiva em termos de perfil ambiental global dos seus produtos.”

Desenvolvida em parceria com a Braskem, um dos principais produtores de biopolímeros, a nova embalagem Tetra Rex estará disponível para comercialização no início de 2015.

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Designers criam árvores artificiais que recolhem poluição e libertam oxigénio (com FOTOS)


As árvores limpam o ar naturalmente, mas num mundo com níveis de poluição inacreditáveis, é um risco demasiado grande deixar tudo para a Mãe Natureza. Foi esta a visão dos designers Mario Caceres e Cristian Canonico, que desenvolveram uma série de árvores que filtram o ar. Denominadas TreePods, estas infra-estruturas procuram na biomimética a forma de replicar esta característica das árvores.

Os sistemas TreePod são capazes de remover dióxido de carbono do ar e libertar oxigénio. E para além de libertar ar puro e recolher o poluído, o TreePod ainda tem painéis solares que vão armazenar a energia cinética através de um baloiço interactivo com que os visitantes podem brincar. Por outro lado, e à medida que crianças e adultos “brincam” com o baloiço, o processo de descarbonização é também explicado.

A própria estrutura é feita inteiramente de plástico reciclado e reciclável de garrafas de bebidas. O processo terá como inspiração as árvores mas também o pulmão humano. Caceres e Canonico esperam que estas “árvores” funcionem não só como exemplos de design urbano mas também sejam fontes de energia sustentável. Veja algumas fotos da estrutura, publicadas no Inhabitat.

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Little Sun já levou energia limpa a 290 mil pessoas (com FOTOS)


Cerca de 1,2 mil milhões de pessoas, em todo o mundo, não tem acesso à electricidade, sendo que a maior parte vive no continente africano. Muitas destas acabam por adquirir candeeiros de querosene, uma solução cara, inflamável e extremamente tóxica.

Segundo o Planeta Sustentável, respirar o ar de uma noite iluminada por um candeeiro de querosene é o equivalente a fumar dois maços de cigarro, pelo que o ideal será não recorrer a esta solução. Foi a pensar nisso que o designer Olafur Eliasson e o engenheiro Frederik Ottesen criaram a Little Sun, uma flor amarela que funciona com lâmpada LED portátil, recarregável com energia solar.

A Little Sun foi criada para ser uma fonte limpa e de baixo custo, ideal para comunidades pobres sem acesso a electricidade. “A luz é para todos. Ela determina o que fazemos e como o fazemos”, explicou Olafur, que confirma que este não é um projecto filantrópico, mas sim um negócio social, que visa a criação de novos empregos e melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Esta lâmpada já é comercializada em pontos de venda na Europa e Estados Unidos – custa €22 na Europa – mas a margem de lucro é mínima, para que o dinheiro seja utilizado na abertura de pequenas lojas em África, onde os comerciantes vendem a lâmpada a um preço bastante acessível.

Com este investimento social, a Little Sun gera um rendimento, ao mesmo tempo em que leva electricidade para mais famílias. A cada cinco horas de recarga solar, a lâmpada fornece luz leve suficiente para 10 horas ou forte para durar quatro horas.

A Little Sun já é distribuída em oito países africanos – Etiópia, Uganda, Quénia, Burundi, Senegal, África do Sul, Nigéria e Zimbabué. No total, já foram vendidas 85 mil lâmpadas nestes países, tendo sido beneficiadas 290 mil pessoas e 200 comerciantes. Finalmente, cerca de 4.200 toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas.

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R&D Nester: como funciona o ponta-de-lança português da inovação energética


Adivinhar o futuro é das mais complexas missões das empresas, mas a inovação é uma peça muito importante no puzzle do sucesso e contribui em doses industriais para a valorização da companhia, sector, colaboradores e, em último caso, dos consumidores.

Quando se fala de investigação e departamentos de I&D (Investigação & Desenvolvimento), o lucro é quase sempre visto como o elan que conduz a pesquisa na sua sede pelo desconhecido. Mas nem sempre é assim.

Veja-se o caso do R&D Nester, o centro de investigação montado em Lisboa pela REN e State Grid e que é o ponta-de-lança português na pesquisa ligada à energia. Neste laboratório lisboeta, o trabalho tem sido discreto mas nem por isso irrelevante.

“O mundo está a assistir ao que muitos chamam de transição energética e Portugal também será alvo dessa transição”, explicou ao Green Savers o director-geral da R&D Nester, Nuno Souza e Silva. “A tecnologia evolui significativamente: a geração de energia a partir de fontes renováveis torna-se mais eficiente e económica, os veículos eléctricos surgem com mais frequência, o armazenamento de energia continua a desenvolver-se, soluções inteligentes de medida, comunicação e controlo de rede são implementadas nas smart grids. E a figura do consumidor-produtor de energia torna-se mais ubíqua”, refere.

Nesta e na próxima década, segundo o responsável, estes são os desafios da inovação tecnológica, um caminho agora trilhado lado a lado com a preocupação “constante e crescente” com um sistema energético sustentável.

“Isso implica rever as ferramentas e processos utilizados, gerir o envelhecimento das infra-estruturas, a robustez das redes face a eventos extremos, a ciber-segurança”, continua o responsável.

A organização do mercado e dos seus intervenientes, desde o consumidor final até ao regulador, continuará a ser estudada por várias organizações mundiais, incluindo o R&D Nester, que tem actualmente em curso um conjunto de projectos que abordam estas temáticas. “Estudamos, avaliarmos, simulamos e identificamos soluções para os desafios associados, em particular numa óptica das implicações para o transporte de energia e para a gestão global do sistema”, continua.

Um dos grandes desafios é o da gestão da rede com uma maior penetração de energias renováveis. Há que garantir a robustez da rede a custos eficientes, a introdução de tecnologia inteligente nas subestações e operação do mercado em presença de armazenamento.

As renováveis como pivôs do desenvolvimento

Um dos quatro projectos trabalhados pelo R&D Nester tem como pano de fundo a melhoria da gestão de energias renováveis intermitentes, como a eólica e solar. O projecto procura actualizar e desenvolver as ferramentas que permitem ao gestor de sistema operar a rede de uma forma eficiente e segura na presença de uma crescente penetração de energias renováveis.

“Têm sido usados os dados existentes e sempre actualizados no sentido de preparar as respostas do sistema a eventos e fenómenos relacionados com a intermitência das energias renováveis, como por exemplo eventos com grande intensidade de vento, com os consequentes comportamentos dos equipamentos envolvidos”, explicou Nuno Souza e Silva.

Por outro lado, a investigação luso-chinesa procura fazer uma combinação dinâmica das diversas formas de dados que detém, no sentido de optimizar a resposta do sistema, fazendo uso de conceitos de redes neuronais.

“No solar, temos estado a desenvolver formas de estimar de forma mais precisa o comportamento dos equipamentos geradores de energia a partir [desta] fonte. Os algoritmos desenvolvidos e em desenvolvimento procuram garantir que o sistema eléctrico responde de forma eficaz, robusta e eficiente, ao menor custo possível”, explicou o director-geral da R&D Nester.

Todos os quatro projectos da R&D Nester têm em comum a transição para um sistema energético descarbonizado, através do aumento das fontes de energias renováveis – um objectivo várias vezes abordado pela Comissão Europeia. “Um dos projectos em que estamos a trabalhar procura preparar a rede para um crescente nível de energia oriunda de fontes intermitentes, no sentido de garantir o menor custo de operação, a robustez e segurança, e garantia de abastecimento”, explicou Nuno Souza e Silva.

Outra das investigações procura pensar a infra-estrutura, fazendo uso de tecnologias mais inteligentes à medida que estão disponíveis – “estas tecnologias poderão reduzir a pegada ambiental da infraestrutura”.

Há ainda um projecto que procura antecipar o papel do armazenamento nas redes – e em que se inclui a possibilidade de facilitar a maior penetração de energias de fonte intermitente; e outro onde se procura avaliar a forma de comunicação entre os diversos agentes de mercado, de modo a que este esteja preparado para suportar soluções de rede que permitem um sistema energético descarbonizado. “Estamos a falar da “gestão do lado da procura” (“demand side management”) ou veículos eléctricos”, explicou o responsável.

Projecto sem prazo de validade

Os projectos de I&D não têm prazo de validade, e o R&D Nester não foge a esta máxima. “O número de elementos de interesse e objecto de estudo [é cada vez maior], no contexto da transição energética que estamos a viver e que nos acompanhará nas próximas décadas”, explicou Nuno Souza e Silva.

Assim, o R&D Nester poderá vender serviços com base no seu know-how, das capacidades entretanto criadas e dos resultados do seu trabalho de investigação, sempre que for considerado adequado e no âmbito de eventuais acordos de propriedade intelectual estabelecidos. “Sempre que for possível criar valor para o R&D Nester e para a sociedade em geral, iremos considerá-lo”, continuou o responsável.

Por agora, uma equipa de técnicos portugueses e chineses trabalham “de forma eficaz e eficiente” projectos de pequena e grande escala, de forma a encaixarem nas redes dos respectivos países.

“Algumas questões relacionadas com a integração de energias renováveis na rede (…) fazem-se sentir na rede portuguesa de uma forma mais aguda do que na rede chinesa, uma vez que temos uma maior percentagem de energias renováveis face ao total da rede. Por outro lado, aspectos como a concepção de novas subestações que consigam integrar novas tecnologias nos seus equipamentos e na forma de operar, em linha com o desenvolvimento das chamadas smart grids, não dependem, em grande medida, da dimensão das redes em que se inserem, mas sim das funcionalidades pretendidas e necessárias. Nesse sentido há também uma grande conjugação de interesses”, concluiu.

Foto: Bert Kaufmann / Creative Commons

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Parceria entre Simtejo, ISQ e Hidromot vai aumentar eficiência energética das ETAR portuguesas


O sector da água e águas residuais representa 1% a 3% de toda a energia consumida nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, respectivamente, e apesar de em Portugal estes números não estarem disponíveis de forma exacta, a verdade é que não andarão muito longe destas percentagens.

Tal como outros em todo o mundo, o sector das águas residuais, em Portugal, tem enormes custos de operação e manutenção e um dos seus grandes desafios é optimizar os processos com vista à redução dos consumos energéticos e diminuição dos gases com efeito de estufa.

Para fazer face a este problema, a Simtejo lançou no final de 2013 o projecto Smart Water 4 Energy (SW4E), que visa desenvolver um sistema inteligente para a gestão energética das ETAR (Estações de Tratamento de Águas Residuais). E a Simtejo tem 28 a seu cargo.

“[Este projecto] veio colmatar uma necessidade de reduzir o consumo de energia eléctrica nas ETAR, tendo em vista as necessidades e desafios que estão a ser colocados a este sector”, explicou ao Green Savers Ana Nobre, da Simtejo.

O projecto, que foi apresentado esta manhã no stand da Águas de Portugal no Congresso Mundial da Água – que se realiza durante toda esta semana no Centro de Congressos de Lisboa – irá decorrer até Fevereiro de 2015, mas é provável que o prazo seja estendido durante mais alguns meses.

“O SW4E é uma ferramenta que ajuda a tomada de decisão”, continuou a responsável. “Podemos analisar o processo de consumo de energia e criar medidas de eficiência energética”. Em termos práticos, o projecto utiliza sensores que enviam resultados para um servidor de dados e, mais tarde, para um excel. Depois de analisados os resultados – e são várias as combinações de dados possíveis -, os gestores podem tomar uma decisão mais informada.

Desenvolvido por agora nas ETAR de Alcântara e Frielas, que foram seleccionadas pela possibilidade de replicar a tecnologias noutras infra-estruturas, o projecto é co-financiado pelo QREN e inclui dois parceiros estratégicos: a ISQ, que faz a auditoria e monitorização energética; e a Hidromod, responsável pelo desenvolvimento de sistemas operacionais e plataformas inteligentes de análise de dados.

Segundo Ana Nobre, as características inovadoras dos três produtos propostos irão tornar possível a monitorização em tempo real dos consumos de energia associados aos processos de tratamento de águas residuais e desenvolver uma estratégia de eficiência energética. A médio e longo prazo, quem sabe, este modelo poderá chegar a outras latitudes, além-fronteiras.

O Green Savers tem uma equipa de reportagem neste congresso. Siga-nos diariamente em www.greensavers.sapo.pt, no Facebook ou Twitter.

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A ferramenta online que poupa tempo e dinheiro ao sector do ambiente (com VÍDEO)


Joana Custódio e João Silva trabalham na Câmara Municipal de Rio Maior e monitorizam a qualidade da água do concelho. Para simplificarem o registo dos valores utilizam a Earth Indicators, uma nova ferramenta – e plataforma web – que vem colmatar a falta de tecnologia no sector ambiental.

“O objectivo é reduzir o tempo entre o levantamento de dados e a sua análise. Pretendemos que os nossos clientes consigam tomar decisões mais informadas e atempadas”, explicou ao Economia Verde Nuno Boavida, da Earth Indicators.

A ferramenta pode ser utilizada em qualquer sector que precise de monitorização ambiental – sendo uma plataforma online, ela pode transmitir dados em tempo real para qualquer parte do mundo, facilitando a tomada de decisões com base nos indicadores introduzidos.

“Há semanas de trabalho que podem ser esmagadas”, explicou João Santos, também da Earth Indicators. “O tempo de resposta a situações de emergência [também será menor]”.

Um dos sectores que já utiliza a Earth Indicators é o das salinas. “A partir do momento em que fazemos a recolha da água teríamos de a analisar, e só vários dias depois é que os dados chegavam até nós. A produção é agora mais eficiente”, explica Luís Lopes, produtor de sal em Rio Maior.

“Estamos a acrescentar inovação ao processo da evaporação. Esta é uma tecnologia importantíssima para percebermos as alterações [na produção]”, continuou o responsável.

Nuno Boavista, João Santos e Nuno Freire têm um passado ligado à engenharia informática, ambiental e civil e o Earth Indicators é o seu passaporte para pôr de lado a ideia de rumar ao estrangeiro, à procura do incerto, e fixar-se definitivamente em Portugal. E é também por isso que o episódio 298 do Economia Verde é – também – tão importante.

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