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Empresa de boleias urbanas Uber procura director-geral para Lisboa


A Uber, start-up norte-americana de transportes que está em rápida expansão em todo o mundo, procura um director-geral para Lisboa. Segundo o site da empresa, esta posição é, de longe, “a mais exigente que a Uber tem para oferecer”.

“Requer um enorme talento, coragem e liderança tal que não é fácil encontrar numa pessoa”, explica o próprio anúncio. O responsável pela função deverá liderar o desenvolvimento e crescimento de negócio da Uber em Lisboa, o que significa, também, lançar um novo meio de transporte na capital portuguesa.

Veja o anúncio.

O escolhido irá trabalhar com as equipas da Uber para lançar o projecto em Lisboa, iniciar as estratégias de marketing na cidade, desenvolver as equipas de condutores, representar a Uber nos encontros com os jornalistas, entre outros.

Os candidatos terão de ter mais de seis anos na área da consultoria, banco de investimento, marketing ou gestão operacional. Deverão também ter vocação para ser empreendedor.

A Uber permite chamar um táxi através de uma aplicação para smartphone, que depois ligará os clientes a condutores de táxi privados. Financiada pelo Google e pela Goldman Sachs, a Uber consegue perceber que carros estão mais perto da pessoa que os chamou, poupando tempo e dinheiro.

A aplicação calcula também o preço da viagem – que varia de cidade para cidade – e permite partilhar táxis com outras pessoas. No final da viagem, o condutor é avaliado. A viagem não é paga na hora – e é paga à Uber e não ao taxista, o que agiliza todo o processo.

A Uber tem já cinco serviços diferentes. O UberX, um serviço low cost realizado por carros normais; o Taxi; o Black, para carros de luxo; o SUV, que transporta até seis pessoas; e o Lux, também para carros de luxo.

Fundada por Garrett Camp e Travis Kalanick, em 2009, com o nome de UberCab, a empresa está a expandir-se rapidamente para a Europa. No entanto, a empresa está a ser alvo de críticas do lobby das empresas de táxi e, avança hoje o Financial Times, foi mesmo proibida, para já, de operar na cidade de Bruxelas, Bélgica – quem for apanhado a transportar um cliente da Uber pode pagar €10 mil.

Foto:  Yiannis Chatzitheodorou / Creative Commons

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Empresa holandesa cria tinta inteligente que ilumina as estradas (com FOTOS)


A empresa holandesa Studio Roosegaarde acabou de inaugurar uma nova estrada inteligente perto de Oss, naquele País, que pode mudar a forma como conduzimos à noite no futuro. A estrada utiliza tinta que brilha no escuro para a tornar mais segura – e pode ser vista, inclusive, como uma resposta ao contínuo desinvestimento dos Governos, incluindo do português, em iluminação nas estradas.

O conceito foi anunciado em 2012, tendo ganho vários prémios, mas só agora foi posto em prática, numa distância de 500 metros. Se o teste for bem sucedido, esta estrada inteligente pode rapidamente estar disponível em vários países, incluindo Portugal.

De acordo com os designers holandeses, a estrada é pintada com uma tinta que contém um pó especial, que carrega durante o dia. À noite, ele liberta uma luminosidade verde.

Depois de absorver a luz o dia, esta tinta pode brilhar até dez horas, o que é suficiente para todas as horas da noite. Por outro lado, as linhas são suficientemente brilhantes para que todas as estradas futuras as possam utilizar em vez de iluminação pública.

O Studio Roosegaarde explica que a tinta é uma alternativa sustentável às estradas modernas, e pode ser utilizada, inclusive, para pintar a estrada com símbolos, quando a temperatura chega a um certo ponto negativo (ver fotos).

Esta estrada interactiva está a ser desenvolvida pela Heijmans Infrastructure, que está já a planear outros desenvolvimentos no projecto, ligados sobretudo a faixas de prioridade que indicam quando os carros devem mudar de rota.

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A cervejaria que quer utilizar bicicletas para produzir cerveja (com FOTOS)


As bicicletas e cerveja são duas coisas bastante apreciadas, principalmente pela comunidade hipster. Agora, imagine a combinação das duas. Foi o que imaginaram Shawn e Aron Grose, dois irmãos norte-americanos que querem criar uma nanocervejaria sustentável, que será electrizada através das bicicletas.

Estes dois irmãos querem abrir a Windmill Pointe Brewing Company, uma fábrica de cerveja que utiliza a energia cinética produzida pelas bicicletas para produzir a bebida, em Detroit. O local para instalar a cervejaria ainda não foi escolhido pelos irmãos Grose, mas estes têm já uma campanha de crowdfunding a decorrer para angariar fundos para concretizar o projecto, que já foi testado e necessita agora de cerca de €36 mil para ser instalado.

Os mentores do projecto estimam que a cervejaria possa ser alimentada com cerca de 50% de energia solar, 25% de energia eólica e 25% de energia cinética das bicicletas. O sistema destes dois irmãos – que utiliza um programa computacional que está à espera de ser patenteado – recolhe a energia produzida por pessoas que pedalam em bicicletas fixas num acumulador.

A potência gerada é depois transferida para uma bateria e um conversor que varia entre correntes directas e alternadas de modo a que a energia possa ser utilizada para aquecer água para o processo de fermentação da cerveja.

Os ciclistas poderão ver quanta cerveja estão a produzir com a energia que geram. Quem produzir determinadas quantidades ganha cervejas de oferta. Estes dois norte-americanos já apresentaram o projecto em vários locais e, quando abrirem a cervejaria, pretendem ser transparentes com os clientes e indicarem-lhes a quantidade exacta de cerveja que produzem com a sua energia. “O nosso grande objectivo a longo-prazo é que a cerveja possa ser produzida a 100% com energia de fontes alternativas. Então, poderemos ser um modelo para a produção de cerveja sustentável”, afirma Shawn Grose, citado pelo Huffington Post.

Além de utilizarem a energia cinética na produção de cerveja, estes dois irmãos estão ainda a considerar a sustentabilidade durante outras partes do processo de produção. Actualmente, estão a estudar formas de reduzir o impacto do uso de água e a utilizar lúpulos – um cereal utilizado no fabrico da cerveja – cultivados localmente.

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Estudantes criam membrana biodegradável para substituir garrafas de água (com FOTOS)


Uma membrana orgânica biodegradável, que consegue armazenar água, foi criada em Londres por três estudantes de design industrial. O objectivo é diminuir o uso de garrafas descartáveis.

Chamada de Ooho, a bolha é criada por um processo de “esferificação”, a mesma técnica popularizada pelo chef espanhol Ferran Adriá, que tornou célebre o restaurante elBulli, em Barcelona. Através deste método, o líquido é moldado em forma de esferas, que geram uma membrana dupla, protegendo a água e a mão de quem a está a beber.

A estrutura é composta por algas e cloreto de cálcio, que criam um gel ao redor da água.

Enquanto o invólucro é criado, a água está em estado sólido – como se estivesse congelada -, sendo possível, assim, gerar uma esfera maior, que mantém os ingredientes na membrana e separados da água.

De acordo com o criador da membrana, o objectivo é diminuir o uso de garrafas descartáveis pela sociedade. “Oitenta por cento das garrafas que usamos e deitamos fora não são recicladas. Esse consumismo reflecte a sociedade na qual vivemos”, afirma Rodrigo Garcia González, que desenvolveu a Ooho com seus colegas de faculdade, Pierre Paslier e Guillaume Couche.

Garcia afirma também que, além de ser ecologicamente correcta, a “bolha” irá reduzir custos, já que a maior parte do custo para produzir água vem da própria produção de garrafas.

A Ooho pode ser produzida por apenas €0,01 (R$ 0,04), de acordo com o Planeta Sustentável.

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Células solares da Panasonic batem recorde de eficiência energética


As células solares HIT (Heterojunction with Intrinsic Thin layer), da Panasonic, atingiram um novo recorde ao nível da eficiência de conversão energética – 25,6%. A melhoria é de quase 1%, em comparação com a eficiência de 24,7% atingida em Fevereiro de 2013. Segundo a fabricante, trata-se de um novo recorde para uma célula solar de silício cristalino de “tamanho prático”.

A Panasonic classifica uma célula de “tamanho prático” como aquela que tem uma área superior a 100 centímetros quadrados. O recorde de Fevereiro do último ano foi registado numa célula com uma área de 101,8 centímetros quadrados. O novo recorde foi observado num dispositivo com 143 centímetros quadrados, refere o Gizmag.

Contudo, a Panasonic indica que este último recorde é também uma melhoria sobre o recorde anterior de 25% de eficiência para células de tamanho pequeno, cerca de quatro centímetros quadrados. Ainda assim, estes valores de eficiência energética estão abaixo dos valores registados por outros tipos de células, como as células solares multijunção e as células solares de tripla-junção de compostos concentradores, com cerca de 38,8% e 44,4% de eficiência, respectivamente.

O novo recorde de eficiência conseguido pela Panasonic foi possível devido ao desenvolvimento das propriedades da tecnologia de hétero-junção.

Foto: Mountain/\Ash / Creative Commons

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O telemóvel solar que nunca fica sem bateria


Mais conhecida pelos relógios luxuosos, que podem custar tanto como um carro em segunda mão, a TAG Heuer anunciou recentemente planos para lançar um smartphone no mercado. O novo telemóvel da marca suíça deverá ser para o mesmo segmento mercado e a TAG refere-se ao produto como um “instrumento de comunicação” que tem uma bateria infinita, graças a uma célula fotovoltaica invisível inserida no ecrã de cristais de safira.

Esta “reserva de energia perpétua”, que a empresa defende que vai ser pioneira de “uma nova era na indústria dos telemóveis, elevando os limites da autonomia dos dispositivos portáteis”, não é novidade para as empresas tecnológicas que operam nesta área. Contudo, a TAG Heuer deverá ser a primeira a produzir tal dispositivo, refere o Inhabitat.

Assim que o ecrã do telemóvel seja exposto a luz natural ou artificial, com potência suficiente para manter o nível de bateria no modo standby, a célula fotovoltaica começará a carregar a bateria do dispositivo.

De acordo com a TAG, vão apenas ser inicialmente produzidos 1.911 Meridiist Infinite Phones. Além da célula solar, o primeiro dispositivo de comunicação da empresa será inteiramente produzido em titânio, carbono e borracha, uma referência ao primeiro cronógrafo de painel concebido para aviões e carros que foi patenteado pela TAG Heuer em 1911.

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