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Tag Archive | "inovação"

Bateria portátil para telemóvel transforma movimentos do corpo em energia


Há muito que se sabe que os movimentos do corpo podem ser transformados em energia, e é esse o conceito que a Ampy, uma startup de Chicago, está a utilizar para carregar uma bateria de telemóvel.

A startup está a ser financiada por investidores de diversos pontos do mundo, através do Kickstarter, e está a ser um verdadeiro sucesso – hoje, já quase tinha triplicado os €78.000 (R$ 250.000) pretendidos, quando faltam ainda 10 dias para acabar a campanha.

O produto pode transformar uma hora de corrida, 30 minutos de ciclismo ou uma longa caminhada de 10 mil passos em energia elétrica suficiente para três horas de uso para smartphone. Estes exercícios também podem servir para dar uma carga de 24 horas num smartwatch e de até 72 horas numa pulseira inteligente, seja lá o que isso for.

A Ampy custa €65 (R$ 210) mas, quando chegar ao mercado, o que deve acontecer em Junho de 2015, o preço será de €75 (R$240). Segundo o Planeta Sustentável, o gadget é pequeno e precisa de estar sempre connosco: no braço, cintura ou bolso.

Recentemente, a empresa promoveu uma ação de divulgação do Ampy com três atletas que disputaram a maratona de Chicago. No total, foram 8.600 calorias queimadas e mais de 40 horas de bateria geradas para seus telemóveis.

A conversão da energia cinética (do movimento) para eléctrica é parecida com aquela usada em lanternas que precisam de ser apertadas algumas vezes para funcionar. Outro exemplo são dínamos de bicicletas.

A startup Ampy foi fundada por três estudantes do doutoramento em engenharia da Northwestern University, que desenvolveram o produto ao longo do último ano. Com capital vindo de competições de negócios, a empresa colocou mil unidades do Ampy nas ruas. A campanha no Kickstarter foi uma iniciativa para encontrar um business angel para dar longevidade à companhia. Mas a realidade superou a ficção e o Ampy estará brevemente nas lojas.

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Novo sensor permite monitorizar em tempo real todos os tiros disparados pela polícia


Os tiroteios policiais sempre foram polémicos nos Estados Unidos, mas nos últimos meses e semanas eles regressaram à atenção mediática de forma dramática e através dos acontecimentos de Ferguson, no Missouri, onde um polícia terá morto, aparentemente sem razão, um adolescente de 18 anos.

Para perceber o contexto de todos os tiros policiais, a start up Yardarm desenvolveu um sensor colocado na base da arma do polícia e que não só grava a acção como monitoriza a arma e envia informações, em tempo real, para qualquer local. O sensor informa a localização da arma, direcção desta quando disparada e quando foi, exactamente, retirada do coldre.

A informação encriptada é enviada para uma aplicação móvel, sendo que outros polícias têm acesso a ela em qualquer local. Segundo anunciou a empresa, a fase de testes arrancou na semana passada no Departamento de Polícia de Santa Cruz, na Califórnia, e em Carrollton, Polícia do Texas.

A empresa foi fundada depois do terrível massacre da escola de Sandy Hook, e a ideia original dos seus criadores era desenvolver uma arma inteligente que pudesse ser desactivada remotamente. No entanto, eles abandonaram os planos devido à resistência do poderoso lobby das armas nos Estados Unidos.

Segundo explica o The Huffington Post, a tecnologia é inspirada nos identificadores electrónicos de bagagem. A nova tecnologia pode ajudar os polícias a sentirem-se mais apoiados pelos seus colegas, mas também esclarecer algumas dúvidas sobre a utilização (ir)responsável de armas por parte destes.

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Australiana de 17 anos inventa purificador de água que gera energia solar


Há 780 milhões de pessoas no mundo sem acesso a água potável e 1,3 mil milhões sem energia eléctrica – esses números são há muito conhecidos, mas pouco se faz para os combater. Uma estudante australiana de 17, porém, é a excepção à regra do imobilismo e decidiu tentar puxar pelas suas competências – a paixão pela química – para criar uma solução económica para o problema.

Para tal, a jovem inventora Cynthia Lam concebeu um dispositivo amigo do ambiente, barato e portátil para purificar as águas residuais e gerar electricidade no processo, utilizando apenas a energia solar. Baptizado de H2prO, o aparelho é constituído por duas partes: uma unidade superior para purificar a água e gerar hidrogénio, e um compartimento inferior onde a água é filtrada novamente.

A água suja entra na parte superior do dispositivo e passa entre uma malha de titânio, que esteriliza a água quando activada pela luz solar. Depois, essa reacção fotocatalíctica divide a água em oxigénio e hidrogénio, sendo o último utilizado por uma célula de combustível de hidrogénio, para gerar energia.

Quando existem impurezas na água como detergentes, a H2prO também pode proporcionar mais hidrogénio, o que permite que o dispositivo gere ainda mais energia.

“No futuro, gostaria de estudar medicina ou ciências do ambiente, porque quero ser capaz de ajudar os necessitados. Há ainda um longo caminho a percorrer, mas estou feliz de ter tomado o meu primeiro passo para fazer a diferença”, explicou Cynthia na página do projecto.

Segundo o Planeta Sustentável, Cynthia é uma das 15 finalistas da Feira de Ciências do Google de 2014. Um excelente começo de vida profissional para, quiçá, uma futura investigadora que poderá um dia ajudar a solucionar alguns dos mais complicados problemas do Planeta Terra.

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Tetra Pak lança primeira embalagem com materiais renováveis de origem biológica


A Tetra Pak anunciou ontem o lançamento da primeira embalagem de cartão para bebidas inteiramente produzida com materiais renováveis de base biológica. A nova embalagem Tetra Rex é a primeira do sector a utilizar polietileno de baixa densidade e sistemas de abertura em polietileno de alta densidade de base biológica, ambos provenientes da cana-de-açúcar, além de cartão certificado pelo Forest Stewardship Council (FSC).

“A excelência ambiental é uma prioridade estratégica para a Tetra Pak e um impulsionador das nossas atividades de desenvolvimento de produto”, explicou em comunicado Charles Brand, vice-presidente de marketing da Tetra Pak. “Juntamente com fornecedores, clientes e outras partes interessadas, estamos a liderar a indústria no sentido do desenvolvimento de embalagens 100% renováveis. Acreditamos que aumentar o conteúdo renovável das nossas embalagens é não apenas bom para o ambiente como oferece aos nossos clientes uma vantagem competitiva em termos de perfil ambiental global dos seus produtos.”

Desenvolvida em parceria com a Braskem, um dos principais produtores de biopolímeros, a nova embalagem Tetra Rex estará disponível para comercialização no início de 2015.

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Designers criam árvores artificiais que recolhem poluição e libertam oxigénio (com FOTOS)


As árvores limpam o ar naturalmente, mas num mundo com níveis de poluição inacreditáveis, é um risco demasiado grande deixar tudo para a Mãe Natureza. Foi esta a visão dos designers Mario Caceres e Cristian Canonico, que desenvolveram uma série de árvores que filtram o ar. Denominadas TreePods, estas infra-estruturas procuram na biomimética a forma de replicar esta característica das árvores.

Os sistemas TreePod são capazes de remover dióxido de carbono do ar e libertar oxigénio. E para além de libertar ar puro e recolher o poluído, o TreePod ainda tem painéis solares que vão armazenar a energia cinética através de um baloiço interactivo com que os visitantes podem brincar. Por outro lado, e à medida que crianças e adultos “brincam” com o baloiço, o processo de descarbonização é também explicado.

A própria estrutura é feita inteiramente de plástico reciclado e reciclável de garrafas de bebidas. O processo terá como inspiração as árvores mas também o pulmão humano. Caceres e Canonico esperam que estas “árvores” funcionem não só como exemplos de design urbano mas também sejam fontes de energia sustentável. Veja algumas fotos da estrutura, publicadas no Inhabitat.

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Little Sun já levou energia limpa a 290 mil pessoas (com FOTOS)


Cerca de 1,2 mil milhões de pessoas, em todo o mundo, não tem acesso à electricidade, sendo que a maior parte vive no continente africano. Muitas destas acabam por adquirir candeeiros de querosene, uma solução cara, inflamável e extremamente tóxica.

Segundo o Planeta Sustentável, respirar o ar de uma noite iluminada por um candeeiro de querosene é o equivalente a fumar dois maços de cigarro, pelo que o ideal será não recorrer a esta solução. Foi a pensar nisso que o designer Olafur Eliasson e o engenheiro Frederik Ottesen criaram a Little Sun, uma flor amarela que funciona com lâmpada LED portátil, recarregável com energia solar.

A Little Sun foi criada para ser uma fonte limpa e de baixo custo, ideal para comunidades pobres sem acesso a electricidade. “A luz é para todos. Ela determina o que fazemos e como o fazemos”, explicou Olafur, que confirma que este não é um projecto filantrópico, mas sim um negócio social, que visa a criação de novos empregos e melhoria da qualidade de vida das pessoas.

Esta lâmpada já é comercializada em pontos de venda na Europa e Estados Unidos – custa €22 na Europa – mas a margem de lucro é mínima, para que o dinheiro seja utilizado na abertura de pequenas lojas em África, onde os comerciantes vendem a lâmpada a um preço bastante acessível.

Com este investimento social, a Little Sun gera um rendimento, ao mesmo tempo em que leva electricidade para mais famílias. A cada cinco horas de recarga solar, a lâmpada fornece luz leve suficiente para 10 horas ou forte para durar quatro horas.

A Little Sun já é distribuída em oito países africanos – Etiópia, Uganda, Quénia, Burundi, Senegal, África do Sul, Nigéria e Zimbabué. No total, já foram vendidas 85 mil lâmpadas nestes países, tendo sido beneficiadas 290 mil pessoas e 200 comerciantes. Finalmente, cerca de 4.200 toneladas de CO2 deixaram de ser emitidas.

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