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Tag Archive | "japão"

Cientistas japoneses desenvolvem biocombustível a partir de laranjas podres


Um grupo de investigadores japoneses desenvolveu um novo biocombustível a partir de laranjas consideradas impróprias para consumo e descartadas por produtores agrícolas. O novo combustível é considerado mais eficiente e menos corrosivo que o bioetanol.

O jornal nipónico Asahi Shinbun escreve que investigadores da Universidade de Mie utilizaram o novo biocombustível para alimentar um veículo de 14 quilos de controlo remoto numa experiência realizada em Setembro passado. “Este biocombustível tem o potencial para ser utilizado em tractores agrícolas e cortadores a gasolina”, indica Yutaka Tamaru, professor de bioengenharia na universidade e autor principal do estudo.

Os cientistas têm recorrido a laranjas de qualidade inferior, que impede que sejam comercializadas, com o objectivo de desenvolver um biocombustível que possa ser utilizado nos veículos utilizados pelos agricultores.

O biocombustível conseguido resulta de uma mistura entre um microorganismo isolado das aparas de madeira com as laranjas num tanque de dez litros. Este microorganismo consegue decompor as fibras de celulose, o principal composto das fibras das plantas, produzindo açúcar como resultado. Ao ser fermentado em conjunto com outro microorganismo, este açúcar produz um biocombustível de laranja em dez dias. Os investigadores afirmam que conseguem extrair 20 mililitros de combustível a partir de três quilos de laranja.

A equipa tem estado a experimentar sobre o possível uso de laranjas podres e impróprias para consumo, bem como outros desperdícios de laranja desde o ano passado para encontrarem uma maneira de reciclar a fruta.

Foto: Trouble Me / Creative Commons

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Japão reduz as quotas de pesca de baleia na Antárctida


O Japão vai reduzir as suas quotas de pesca de baleias na Antárctida em cerca de dois terços, acatando assim uma ordem do Tribunal Internacional de Justiça – a maior instância de justiça das Nações Unidas. Tal significa que, por ano, o Japão vai, oficialmente, poder caçar até 333 baleias nas águas da Antárctida.

Em Março do ano passado, o Tribunal Internacional de Justiça decretou que o Japão estava a abusar de uma isenção científica estabelecida na moratória internacional de 1986 sobre a caça de baleias, escreve o Discovery News. De relembrar que o Governo japonês justifica a caça anual de baleia como um propósito para fins científicos.

De acordo com a instância de justiça, o controverso programa científico, onde embarcações de pesca são subsidiadas pelo Governo para caçar os mamíferos e vender posteriormente a sua carne, servia de fachada para a caça e venda comercial dos cetáceos. Os juízes relembraram ainda que qualquer país que queira valer-se da isenção científica tem de apresentar provas para a necessidade de caça dos animais para propósitos científicos, o que não aconteceu com o Japão.

Em anos passados, as quotas de pesca de baleias do Japão rondavam as 900 baleias, só na zona da Antárctida. Este ano, a pesca já não chegou a estes valores principalmente devido à pressão internacional, mas o número ainda continua a ser elevado.

Foto: 3615_Marie / Creative Commons

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Japão: Monte Aso entra em erupção pela primeira vez em 22 anos (com FOTOS)


Localizado a mil quilómetros a norte do Tóquio, na ilha de Kyushu, o vulcão do monte Aso entrou hoje em erupção pela primeira vez em 22 anos, espalhando lava e fumo numa nuvem de cinzas de um quilómetro e levando ao cancelamento de dezenas de vôos em Kumamoto, a cidade mais próxima.

Segundo a agência meteorológica japonesa, o Aso é um dos maiores vulcões do mundo, ainda que não esteja previsto que os “transtornos” sejam muito elevados.

Em Setembro, um outro vulcão, no monte Ontake, vitimou 57 pessoas e levou ao desaparecimento de outras seis. Vários alpinistas foram atingidos por rochas que viajavam a cerca de 305 quilómetros por hora, tendo a maioria da cinza caído durante a primeira hora da explosão.

No monte Aso, a agência meteorológica japonesa limitou-se a pedir aos residentes da zona a manterem-se em casa até a nuvem de cinzas passar.

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Ateliê japonês desenha chão ondulado para maximizar entrada de luz natural (com FOTOS)


Os arquitectos japoneses são especialistas em maximizar o espaço e “brincar” com o design de forma a torná-lo mais sensível aos desafios do século XXI, e a casa de Takeshi Hosaka, ele próprio arquitecto, levou este conceito ao limite.

Localizada em Yokohama, a casa foi construída num espaço de 60 metros quadrados e socorreu-se do chão ondulado – ou curvo – para contornar as suas limitações de altura e restrições de área, permitindo, paralelamente, que a luz natural entre em todo o edifício.

Apesar de o seu exterior em cimento ser austero, a casa muda de cara no interior. Construído em madeira, as suas formas orgânicas – aberturas circulares nos tectos e chãos em “U” – tornam-na mais humanizada.

As soluções desenhadas por Hosaka são funcionais – era preciso desafiar as condições muito específicas do local, uma vez que a casa encontra-se ensanduichada por dois edifícios, a sul e norte, e uma parede de três metros, no lado este. O lado que restava, por seu lado, tem acesso limitado à vista e luz natural.

Assim, Hosaka criou um nível base que expande a área do edifício em um terço e desenhou chãos curvos para que a luz natural e os ventos cruzados pudessem entrar no espaço. Cada andar tem uma enorme abertura, com janelas gigantes para dar uma sensação de espaço, e uma escada em espiral liga os três andares. Veja o resultado final.

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Japão: comboio mais rápido do mundo deve estar a circular em 2027


Depois de ter inventado o comboio de alta velocidade, o Shinkansen, o Japão volta a inovar nos transportes férreos e desenvolveu um novo comboio que circula não em carris mas através de levitação magnética. O novo comboio com a tecnologia “L-zero” deverá estar a operar em 2027 e os testes públicos vão começar já em Novembro deste ano.

Os testes vão ser operados entre a ligação de 286 km Tóquio-Nagoya, a terceira maior cidade nipónica. O novo comboio vai permitir reduzir o tempo de viajem entre as duas cidades para 40 minutos e poderá atingir velocidades de 500km/h. Os comboios actuais que fazem a ligação entre as duas cidades não ultrapassam os 270 km/h.

Nos testes públicos a realizar o comboio começará a circular a uma velocidade de 160km/h e só depois será accionada a tecnologia de levitação magnética, onde serão atingidas velocidades de 500km/h. Quando a linha for oficialmente inaugurada haverá seis paragens – Tóqui Shinagawa, Sagamihara, Kofu, Iida, Nakatsugawa e Nagoya.

Para tornar a linha suficientemente recta para tais velocidades, a Central Japan Railway Company vai ter teve de escavar 248 km de túneis, quase cinco vezes o comprimento do Túnel do Canal da Mancha.

Embora o projecto, que está quase concluído, possa parecer megalómano, os mercados financeiros estão a reagir positivamente. O risco associados aos títulos da Central Japan Railway caiu para mínimos de seis anos e os lucros históricos registados deverão permitir pagar os €37 mil milhões que o novo comboio vai custar e que serão totalmente suportados por capital privado, refere a Bloomberg.

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Japão: radiação de Fukushima continua a afectar insectos da região


Três anos depois do desastre nuclear de Fukushima, os habitantes da região começam a regressar às suas vidas normais, mas os perigos da radiação continuam presentes e há quem continue a sentir na pele os seus efeitos, nomeadamente os insectos que vivem nas imediações da central.

Os cientistas descobriram que a radiação ainda está a afectar as larvas de borboleta, que se alimentam de folhas contaminadas com radiação. Consequentemente, estes animais têm uma taxa de sobrevivência menor e anormalidades físicas.

Os investigadores examinaram vários exemplares da borboleta azul pálida, uma espécie comum no Japão, para perceber os efeitos da ingestão de plantas crescidas nas imediações da central. Quando as larvas de borboleta se alimentam de folhas contaminadas, os cientistas notaram que a sua taxa de sobrevivência é menor e que as anormalidades físicas provocadas pela radiação são mais frequentes, nomeadamente asas mais pequenas, refere o Inhabitat.

Mas o problema não acaba aqui. Num outro estudo, os investigadores descobriram que mesmo as plantas com concentrações baixas de radiação estavam a causar problemas aos insectos. Plantas que foram colhidas das imediações da central e de locais bastante afastados, entre 16 a 20 meses após o desastre nuclear, possuíam concentrações de radiação suficientes para prejudicar as borboletas. Os cientistas encontraram também menos borboletas nas imediações da central, o que confirma a menor taxa de sobrevivência dos animais.

Foto: kampang / Creative Commons

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