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Tag Archive | "japão"

Japão: cão toma conta de quiosque (com FOTOS)


Depois de lhe termos mostrado o Maru, o cão mais sorridente do Japão e talvez até do mundo, apresentamos-lhe outro shiba inu, também do Japão, que toma conta de um pequeno quiosque e abre mesmo a janela do espaço para atender os clientes.

O quiosque, chamado Suzuki, fica localizado em Tóquio e é uma atracção para turistas e clientes regulares, que procuram a loja para comprar pequenos snacks ou tabaco, mas também para ver e fazer festas ao adorável guarda da loja.

Conheça aqui este lojista canino que ajuda o seu dono nas tarefas do quiosque.

 

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Macacos da região de Fukushima com componentes anormais no sangue


Os macacos da região de Fukushima estão a apresentar anomalias na composição sanguínea que estarão ligadas ao acidente radioactivo ocorrido em 2011, na central nuclear. De acordo com um novo estudo, os macacos japoneses estão a apresentar níveis mais baixos que os normais na contagem de glóbulos brancos e vermelhos e de hemoglobina. Os investigadores alertam que esta contagem anormal pode tornar a espécie mais susceptível a doenças infecciosas.

Além da baixa quantidade de glóbulos, os primatas apresentam ainda césio radioactivo no sangue. Os cientistas compararam 61 macacos que vivem a 70 quilómetros de Fukushima com 31 macacos que vivem na península de Shimokita, a mais de 400 quilómetros da central nuclear, refere o Guardian.

Os macacos de Fukushima tinham uma baixa contagem de glóbulos e a presença de césio. Os macacos de Shimokita tinham uma contagem sanguínea normal e não foi detectada a presença de césio radioactivo nos seus organismos.

De acordo com Shin-ichi Hayama, professora na Nippon Veterinay and Life Science University, em Tóquio, durante o Inverno os macacos japoneses alimentam-se de cascas e folhas de árvore, locais onde o césio se acumula em concentrações elevadas. Como tal, o especialista indica que são necessário mais estudos para realmente comprovar de que forma a radioactividade de Fukushima está a interferir com a saúde dos macacos japoneses da região.

Foto:  precipices / Creative Commons

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Ukai: a pesca tradicional japonesa que utiliza o corvo-marinho (com FOTOS)


No rio Nagara, no Japão, é praticado um tipo de pesca tradicional com mais de 1.300 anos, o Ukai. Este tipo de pesca recorre ao uso de corvos-marinhos que pescam os peixes, que posteriormente são vendidos pelos mestres pesqueiros.

Os corvos-marinhos que são utilizados nesta pesca ancestral são escolhidos pelos mestres e transportados pelo rio dentro de cestas tradicionais. Uma vez no rio, é atado um cordel ao pescoço do corvo, para impedir que este engula o peixe que pesca.

Os mestres do Ukai do rio Nagara fazem parte da equipa da Agência da Casa Imperial do Japão desde 1890. Oito vezes por ano, seis mestres imperiais pescam para a família imperial nipónica.

Chris McGrath é fotógrafo da Getty Imagens no Japão e tem-se dedicado à documentação deste tipo de pesca milenar. O Guardian publicou agora algumas das suas imagens. Fique a conhecer mais sobre esta técnica de pesca aqui.

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A maior glicínia do Japão (com FOTOS)


Estas fotografias que se assemelham a um céu de fim de tarde com traços de rosa e roxo são na verdade imagens da maior glicínia do Japão. Localizada no Ashikaga Flower Park, esta glicínia não é a maior do mundo, mas ainda assim espraia-se por 1.990 metros quadrados.

A maior glicínia tem cerca de 4.000 metros quadrados e fica localizada em Sierra Madre, na Califórnia.

Apesar de as glicínias parecerem árvores, são na verdade lianas que formam parreiras. Como tal, têm o potencial para crescer bastante e na maioria dos casos necessitam de um suporte para se irem sustentando. No caso desta glicínia japonesa, plantada em 1870, um suporte metálico fornece o apoio que a majestosa planta necessita, refere o Bored Panda.

A estrutura permite aos visitantes caminharem por baixo da copa rosa da glicínia e das suas abundantes flores em suspensão.

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Golfinhos de Taiji forçados a voltar para a enseada para conviver com humanos


Todos os anos, como parte da infame caça japonesa aos golfinhos, milhares de animais são encurralados na baía de Taiji Hatajiri, conhecida como “a enseada”. Alguns dos golfinhos são mortos e outros, nomeadamente os mais novos, são capturados vivos e vendidos a aquários e oceanários de todo o mundo.

Dada a controvérsia desta prática, o destino dos animais que acabam no Museu da Baleia de Taiji é um segredo bem guardado. Contudo, pequenas fugas de informação começam a permitir perceber mais sobre a vida destes animais.

Segundo um relatório da Australia for Dolphins, uma associação não-governamental que luta contra a caça de golfinhos e pequenas baleias, o museu soltou recentemente duas fêmeas de golfinho na enseada. Contudo, os animais estão longe de poder nadar livremente e voltar para alto mar.

Os dois animais foram provavelmente separados das suas crias naquele mesmo local e são agora forçados a viver como atracções turísticas, para os visitantes que invadem o local nos dias mais quentes do Verão, escreve o Dodo.

Impedidos de regressar ao oceano por redes estrategicamente colocadas, os golfinhos enfrentam interacções extenuantes com os humanos, sendo tratados como uma espécie de brinquedos para crianças e adultos.

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Japão: pressão tectónica exercida pelo terramoto de 2011 pode reactivar o Monte Fuji


Há mais de 300 anos adormecido, o Monte Fuji parece estar agora pronto para entrar em erupção. Um novo estudo, elaborado por uma equipa de investigadores franceses e japoneses, revela que o terramoto de 2011 de 9.0 na Escala de Richter – que provocou o acidente de Fukushima – aumentou a pressão tectónica no vulcão, criando as condições perfeitas para que entre em erupção.

De acordo com a autora principal do estudo, Florent Brenguier, do Instituto de Ciências da Terra de França, o estudo não diz que o Fuji vai entrar em erupção ou quando é que isso pode acontecer, mas indica que monte está em “estado crítico”. Os investigadores utilizaram 800 sensores sísmicos para estudar os vulcões no Japão de maneira a perceberem como é que eles reagem às ondas sísmicas, como aquelas que são geradas pelos sismos e explosões. As conclusões permitiu-lhes avaliar melhor o risco de erupções vulcânicas e pode vir a permitir prever as erupções com mais precisão.

Os investigadores também estudaram o “barulho sísmico”, que lhes permite criar uma espécie de ultra-som da crosta da Terra, refere o Inhabitat. Os cientistas descobriram que as regiões do subsolo que sofreram as maiores disrupções provocadas pelo sismo de 2011 não foram as do epicentro mas sim as das regiões vulcânicas, e em particular o Monte Fuji.

“As regiões vulcânicas são aquelas onde os fluidos presos na rocha – água quente, gases, magma líquido, que causam uma erupção onde ascendem à superfície – exercem as maiores pressões. As ondas sísmicas adicionam pressão a estas zonas, causando ainda mais perturbações”, explica Brenguier.

Uma erupção do Monte Fuji pode ser um grande problema para os milhões de pessoas que vivem perto da montanha, incluindo os oito milhões de habitantes de Tóquio, que seriam afectados pela cinza vulcânica. No início deste ano, as entidades governantes das áreas nas imediações do Fuji criaram um plano de evacuação que permitirá, no caso de erupção, retirar 1,2 milhões de pessoas das suas casas o mais rápido possível.

Foto: andreas_jensen / Creative Commons

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