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Tag Archive | "japão"

Ukai: a pesca tradicional japonesa que utiliza o corvo-marinho (com FOTOS)


No rio Nagara, no Japão, é praticado um tipo de pesca tradicional com mais de 1.300 anos, o Ukai. Este tipo de pesca recorre ao uso de corvos-marinhos que pescam os peixes, que posteriormente são vendidos pelos mestres pesqueiros.

Os corvos-marinhos que são utilizados nesta pesca ancestral são escolhidos pelos mestres e transportados pelo rio dentro de cestas tradicionais. Uma vez no rio, é atado um cordel ao pescoço do corvo, para impedir que este engula o peixe que pesca.

Os mestres do Ukai do rio Nagara fazem parte da equipa da Agência da Casa Imperial do Japão desde 1890. Oito vezes por ano, seis mestres imperiais pescam para a família imperial nipónica.

Chris McGrath é fotógrafo da Getty Imagens no Japão e tem-se dedicado à documentação deste tipo de pesca milenar. O Guardian publicou agora algumas das suas imagens. Fique a conhecer mais sobre esta técnica de pesca aqui.

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A maior glicínia do Japão (com FOTOS)


Estas fotografias que se assemelham a um céu de fim de tarde com traços de rosa e roxo são na verdade imagens da maior glicínia do Japão. Localizada no Ashikaga Flower Park, esta glicínia não é a maior do mundo, mas ainda assim espraia-se por 1.990 metros quadrados.

A maior glicínia tem cerca de 4.000 metros quadrados e fica localizada em Sierra Madre, na Califórnia.

Apesar de as glicínias parecerem árvores, são na verdade lianas que formam parreiras. Como tal, têm o potencial para crescer bastante e na maioria dos casos necessitam de um suporte para se irem sustentando. No caso desta glicínia japonesa, plantada em 1870, um suporte metálico fornece o apoio que a majestosa planta necessita, refere o Bored Panda.

A estrutura permite aos visitantes caminharem por baixo da copa rosa da glicínia e das suas abundantes flores em suspensão.

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Golfinhos de Taiji forçados a voltar para a enseada para conviver com humanos


Todos os anos, como parte da infame caça japonesa aos golfinhos, milhares de animais são encurralados na baía de Taiji Hatajiri, conhecida como “a enseada”. Alguns dos golfinhos são mortos e outros, nomeadamente os mais novos, são capturados vivos e vendidos a aquários e oceanários de todo o mundo.

Dada a controvérsia desta prática, o destino dos animais que acabam no Museu da Baleia de Taiji é um segredo bem guardado. Contudo, pequenas fugas de informação começam a permitir perceber mais sobre a vida destes animais.

Segundo um relatório da Australia for Dolphins, uma associação não-governamental que luta contra a caça de golfinhos e pequenas baleias, o museu soltou recentemente duas fêmeas de golfinho na enseada. Contudo, os animais estão longe de poder nadar livremente e voltar para alto mar.

Os dois animais foram provavelmente separados das suas crias naquele mesmo local e são agora forçados a viver como atracções turísticas, para os visitantes que invadem o local nos dias mais quentes do Verão, escreve o Dodo.

Impedidos de regressar ao oceano por redes estrategicamente colocadas, os golfinhos enfrentam interacções extenuantes com os humanos, sendo tratados como uma espécie de brinquedos para crianças e adultos.

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Japão: pressão tectónica exercida pelo terramoto de 2011 pode reactivar o Monte Fuji


Há mais de 300 anos adormecido, o Monte Fuji parece estar agora pronto para entrar em erupção. Um novo estudo, elaborado por uma equipa de investigadores franceses e japoneses, revela que o terramoto de 2011 de 9.0 na Escala de Richter – que provocou o acidente de Fukushima – aumentou a pressão tectónica no vulcão, criando as condições perfeitas para que entre em erupção.

De acordo com a autora principal do estudo, Florent Brenguier, do Instituto de Ciências da Terra de França, o estudo não diz que o Fuji vai entrar em erupção ou quando é que isso pode acontecer, mas indica que monte está em “estado crítico”. Os investigadores utilizaram 800 sensores sísmicos para estudar os vulcões no Japão de maneira a perceberem como é que eles reagem às ondas sísmicas, como aquelas que são geradas pelos sismos e explosões. As conclusões permitiu-lhes avaliar melhor o risco de erupções vulcânicas e pode vir a permitir prever as erupções com mais precisão.

Os investigadores também estudaram o “barulho sísmico”, que lhes permite criar uma espécie de ultra-som da crosta da Terra, refere o Inhabitat. Os cientistas descobriram que as regiões do subsolo que sofreram as maiores disrupções provocadas pelo sismo de 2011 não foram as do epicentro mas sim as das regiões vulcânicas, e em particular o Monte Fuji.

“As regiões vulcânicas são aquelas onde os fluidos presos na rocha – água quente, gases, magma líquido, que causam uma erupção onde ascendem à superfície – exercem as maiores pressões. As ondas sísmicas adicionam pressão a estas zonas, causando ainda mais perturbações”, explica Brenguier.

Uma erupção do Monte Fuji pode ser um grande problema para os milhões de pessoas que vivem perto da montanha, incluindo os oito milhões de habitantes de Tóquio, que seriam afectados pela cinza vulcânica. No início deste ano, as entidades governantes das áreas nas imediações do Fuji criaram um plano de evacuação que permitirá, no caso de erupção, retirar 1,2 milhões de pessoas das suas casas o mais rápido possível.

Foto: andreas_jensen / Creative Commons

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Maru, o cão mais sorridente do Japão (com FOTOS)


Maru é um Shiba-Inu de sete anos bastante fotogénico. Sempre com uma expressão sorridente, Maru parece ser o cão mais contente à face da terra e é talvez por isto que o seu dono o adora fotografar e filmar.

Shinjiro Ono, entusiasta canino de Tóquio, é o dono de Maru e criou várias páginas nas redes sociais para o seu cão. O sucesso foi tal que apenas na sua página de Instagram, Maru tem cerca de 800.000 seguidores, refere o Bored Panda. Regularmente, Shinjiro Ono posta vídeos e fotos do seu animal nas mais diversas actividades, para que os seguidores de Maru possam acompanhar o seu dia-a-dia.

Maru gosta principalmente de passear na praia e brincar com os seus brinquedos. Não gosta de fogo-de-artifício e de trovões – tal como a maioria dos cães. A diferença é que Maru faz tudo isto sempre com um sorriso na cara.

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Salamandra gigante passeia por Quioto com direito a escolta policial


Quando uma salamandra gigante japonesa decidiu dar um passeio pela margem do rio no início deste mês, estava longe de imaginar que acabaria com um privilégio normalmente reservado a pessoas importantes – uma escolta policial.

Tendo em conta a preferência desta espécie de salamandra por zonas frias e hábitos nocturnos, estes animais raramente são vistos e muito menos durante o dia a dar um passeio à beira rio. Como tal, o passeio desta salamandra alarmou alguns residentes de Quioto, que acabaram por telefonar para a polícia.

A salamandra gigante japonesa é uma espécie endémica do Japão e é a segunda maior salamandra do mundo, com cerca de 1,5 metros, depois da salamandra gigante chinesa. Este animal habita normalmente cursos de água doce corrente. É uma espécie aquática e nocturna. Ao contrário das outras salamandras, que perdem as guelras no início da vida, a salamandra gigante japonesa apenas eleva a cabeça fora de água para obter ar, sem se aventurar a sair da água e ir a terra.

Devido às suas características e tamanho, o avistamento do animal pelos residentes foi motivo para alarme. Quando recebeu as primeiras chamadas, a polícia de Quito pensou tratar-se de uma brincadeira. “Não só são raramente avistadas em terra, como se saírem fora de água é normalmente durante a noite. Como tal, ver uma na berma da estrada a apreciar um banho de sol é muito raro”, afirmou o porta-voz da polícia de Quioto, Fuyuki Fujino, cita o Dodo.

Depois de chegada ao local, a escolta policial ficou a observar o animal, para assegurar que ninguém o perturbava nem o animal feria ninguém.

Quando ameaçadas, estas salamandras emitem uma substância leitosa através da pele, com um cheiro bastante forte, que faz lembrar a pimenta japonesa. Se viverem em liberdade, esta espécie pode chegar aos 80 anos. A salamandra gigante japonesa é uma sobrevivente do Período Jurássico tardio, de há cerca de 140 milhões de anos.

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