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Tag Archive | "maldivas"

Maldivas: ilhas de lixo ameaçam turismo de luxo (com FOTOS)


As Maldivas são conhecidas pelas suas ilhas paradisíacas, hotéis luxuosos, águas azuis e praias deslumbrantes – e agora, também, pela ameaça das alterações climáticas, que poderá reduzir estas características a um grande e gigantesco Oceano Índico. No entanto, este cenário já não será tão azul – é que algumas das ilhas do arquipélago estão cheias de plástico – lixo plástico.

A denúncia foi feita pela cineasta Alison Teal, de 27 anos, que visitou Thilafushi – ou ilha do lixo – uma ilha artificial criada pela empresa municipal de resíduos de Malé, a capital do País.

Alison revelou estar chocada com a quantidade de garrafas de plástico que viu a flutuar no mar transparente, bem perto das praias idílicas do arquipélago. Acompanhada pelo fotógrafo australiano Mark Tipple e a colega Sarah Lee, Alison documentou esta realidade de forma a chamar a atenção para o problema dos resíduos na ilha.

Todos os dias, são criadas mais de 400 toneladas de lixo em todas as ilhas das Maldivas – um número exagerado pela indústria do turismo – e cada visitante gera 3,5 quilos de lixo por dia. Este lixo terá de ir para a algum sítio – e não existem muitos, nas Maldivas, para além do mar.

“Fiquei chocada com a quantidade de lixo que cobriu a bela ilha, que está inabitada. E isto era apenas uma ilha – nem quero imaginar o que se passa nas outras 1.200 ilhas, todas cobertas de plástico”, explicou Alison.

Veja as fotos. Conhecia esta realidade?

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Maldivas põe ilha à venda por €10,6 milhões (com FOTOS)


As Maldivas são o país que, provavelmente, mais tem debatido e colocado na agenda mediática o tema das alterações climáticas, e a razão é simples – será um dos primeiros a desaparecer com o aumento do nível médio do mar.

O Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas reportou, em 2007, que se o nível médio do mar subir uns meros 59 centímetros até 2100, uma previsão optimista, grande parte as 200 ilhas inabitadas ficariam debaixo de água – as Maldivas têm 1990 ilhas de coral, agrupadas numa cadeia de 26 atóis.

Uma destas ilhas inabitadas, porém, poderá em breve mudar o seu estatuto. Segundo a imprensa britânica, o Governo das Maldivas colocou à venda a ilha de Orivaru, um pedaço de terra em forma de panqueca, por €10,6 milhões (R$ 32,2 milhões).

Tendo em conta o que tem sido feito para combater as alterações climáticas, provavelmente será dinheiro deitado à rua por qualquer empresário ou milionário, ainda que a ilha venham com permissão para construir um hotel e spa.

Com 14 hectares e localizada a 45 minutos da capital Malé, a ilha de Orivaru é uma das 71 que pertencem ao arquipélago de Noonu Atolls e está ser vendida pelo Debutesq Group. “Não há nada na ilha. Está completamente virgem”, explicou Alan O’Connor, director-geral do grupo.

O Ministério do Turismo permitirá a construção de perto de 100 quartos e moradias com vista para o Oceano Índico. Por quanto tempo é que estas eventuais construções ficarão a salvo da água? Isso é outra questão que de pouco ou nada, provavelmente, interessará aos interessados.

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Maldivas: plâncton em stress cria espectáculo visual nas praias (com FOTOS)


Colocar uma determinada espécie de plâncton sob stress pode dar origem a um dos fenómenos mais bonitos do planeta. Foi o que aconteceu recentemente nas praias das Maldivas, que ficaram cobertas de um manto azul brilhante durante a noite.

O brilho azul deveu-se a uma massiva maré de fitoplâncton bioluminescente chamado Ligylodinium polyedrum. Estes pequenos organismos emitem luz quando estão sob stress, quer seja pelo marulhar das ondas ou pela perturbação causada na água pelas pranchas de surf ou outros objectos. Esta luz fluorescente dá origem ao que aparenta ser uma rede de estrelas azuis que são à costa, cobrindo o areal com o que aparenta ser um manto brilhante.

O fenómeno natural que ocorreu nas Maldivas foi documentado pelo fotógrafo taiwanês Will Ho, que partilhou as fotos do que pensava ser areia azul no Flickr, refere o Independent.

Este espectáculo visual – embora reproduzido de forma artificial – foi popularizado por Ang Lee no filme “A Vida de Pi”, ao usar o fitoplâncton para iluminar o protagonista que estava perdido no mar. A utilização deste e de outros efeitos visuais valeu-lhe um Óscar nesta categoria.

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Primeira discoteca subaquática abre nas Maldivas (com FOTOS)


Chama-se Subsix – uma referência ao facto de encontrar-se seis metros abaixo do nível do mar, já dentro do Oceano Índico – e é a primeira discoteca subaquática do mundo, tendo aberto oficialmente há dias.

A localização da discoteca não poderia ser mais coerente: as Maldivas, considerado o terceiro País com maiores probabilidades de desaparecer por causa das alterações climáticas, devido ao drástico aumento do nível médio do mar.

O complexo inclui ainda um restaurante, o Edge, e é apenas acessível através de barco. Tanto o bar como a discoteca pertencem ao Niyama, um resort turístico.

Segundo o Luxury Travel Magazine, o acesso à Subsix pode fazer-se por uma escadaria, a partir do restaurante. “Os clientes podem encontrar um clube de música íntimo, com janelas do chão ao tecto e vários espaços para se sentarem. Assim, podem ver os peixes e exótica vida marinha sem serem obstruídos”, explica a revista.

A estrutura da Subsix foi construída em terra e depois submergida naquele local. Antes, porém, foram feitas pesquisas ambientais e estudos de impacto na biodiversidade. O grupo que detém o resort Niyama explica que há vários anos que lança iniciativas de regeneração dos corais de recife, nas Maldivas, e que estas serão desenvolvidas também neste complexo de entretenimento.

Estes programas estabelecem a promoção do crescimento do coral a longo prazo, a re-colonização e a preservação dos recifes que rodeiam a discoteca, para as próximas gerações. O projecto é liderado pelo biólogo marinho Luke Gordon e os próprios clientes podem participar neste processo, adoptando um coral.

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Análise GS: O plano da Jamaica para fintar as alterações climáticas… e sobreviver enquanto País.


Sendo um dos países mais afectados pelas alterações climáticas, a Jamaica está a trabalhar num plano de 20 anos para mudar a face da Ilha e prepará-la para os piores riscos climáticos. Denominado Visão 2030, este plano deverá transformar a Jamaica numa nação “equipada para se preparar e responder aos impactos negativos das alterações climáticas” e construir uma “economia forte e estável”, de acordo com o documento.

Os desafios para lá chegar, porém, são exigentes e complexos. Os desastres naturais têm-se sucedido na pequena ilha das Caraíbas. De 2004 a 2008 a Jamaica foi assolada por cinco grandes tempestades, que causaram €917 milhões (R$2,1 mil milhões) de prejuízo. Em risco estão indústrias como a agricultura, que emprega 180 mil pessoas; o turismo, com 106 trabalhadores; e a indústria pesqueira, onde trabalham 100 mil pessoas.

Para além de uma situação geográfica perigosa – a praia de Negril, uma das mais conhecidas da Ilha, perde dois metros de areal todos os anos –, a Jamaica tem uma economia vulnerável. Apoiando-se em fundos internacionais, o país está a elaborar uma estratégia de redefinição do sector energético, entre outros, e um plano de adaptação às alterações climáticas.

O plano tem quatro objectivos nacionais e 31 planos sectoriais (ver imagem em baixo), que vão desde garantir a inclusão de um “ambiente natural e saudável” até à redefinição da estratégia para as alterações climáticas, redução do risco dos desastres naturais, turismo, protecção ambiental e empresa de transformação.

O plano diz que há riscos facilmente identificáveis. A capital, Kingston, a cidade histórica de Port Royal, Portmore – um distrito com mais de 250 pessoas, Old Harbour Bay e até o aeroporto internacional são alguns deles. Por outras palavras, são locais ameaçados pela subida do nível do mar.

Os cientistas do Geo-Informatics Institute, da Universidade das Índias Ocidentais, prevêem que o nível do mar suba entre dois ou três milímetros por ano até 2050, o que irá afectar uma costa de 102 quilómetros quadrados.

Quando o nível do mar subir entre um ou dois metros, ainda de acordo com estes cientistas, a tragédia será fácil de prever: todas as principais instalações junto à costa, incluindo centrais de electricidade, refinarias, aeroportos e portos serão devastadas.

“No que toca às alterações climáticas, tudo com mais de 10 metros é vulnerável. [As alterações climáticas] porão em risco todas as nossas principais instalações, ou nosso porto, em Kingston, os dois maiores aeroportos e toda a costa norte. Estamos a falar de 70% do nosso Produto Interno Bruto (PIB)”, explicou ao IPS News Maurice Mason, economista ambiental.

Só os trabalhos de protecção da Jamaica contra o aumento do nível do mar custarão €405 milhões (R$970 milhões). Depois há toda uma série de melhoramentos em infra-estruturas da Ilha, e outros investimentos ligados à sensibilização das populações ou plantação de árvores, por exemplo.

As metas de redução de importações energéticas também são desafiantes. Até 2030 a Jamaica pretende reduzir as importações de petróleo de 95 para 30%, com as energias renováveis a representarem 15% do consumo energético já em 2020.

A transição da Jamaica para a Economia Verde está em marcha. Será a Ilha bem-sucedida? Consulte a estratégia Visão 2030 e veja os planos de Jamaica para, mais que fazer a transição para a Economia Verde, garantir a sua própria sobrevivência enquanto País. E tire as suas conclusões.

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A Ilha Presidente: um documentário sobre os esforços das Maldivas em sobreviver (VÍDEO)


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