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Tag Archive | "política"

Investimento em renováveis pode aumentar factura de energia/ano dos ingleses em €1.200


O investimento em energia eólica em Inglaterra poderá levar a factura anual de energia dos consumidores a subir €1.200/ano (R$ 3.800), e ainda assim, a aumentar o número de faltas de electricidade durante o Inverno, de acordo com um relatório encomendado pela Lords Science and Technology Select Committee à Scientific Alliance.

O relatório foi publicado, porém, num timing curioso. Na semana passada, a União Europeia votou a favor da construção de uma nova central nuclear em Inglaterra, uma infra-estrutura que será financiada com o dinheiro dos contribuintes.

Coincidência ou não, a verdade é que o relatório avisa que o investimento em energia eólica irá custar €33 mil milhões (R$ 100 mil milhões) às famílias inglesas até 2030 – grande parte do investimento em eólicas será pago por estas.

Segundo a Scientific Alliance, o Governo espera ter 35% da energia eléctrica gerada por fontes renováveis até 2020, mas isso não será possível. “A confiança cega de sucessivos governos em energia renovável, intermitente e pouco confiável reduziu a margem de segurança para um nível crítico”, explicou Donald Miller, antigo presidente da Scottish Power e consultor do estudo.

“Isto levou o País para uma posição onde os cortes de fornecimento podem ser algo recorrente nos Invernos mais frios, durante vários anos”, continuou. O relatório diz que a produção energética no país terá a sua margem mais curta de sempre, cerca de 2%.

“Diz-se que a rede eléctrica nacional já está a tomar medidas extremas para aumentar estas margens, ao contratar proprietários de pequenos geradores para fornecimento de emergência”, explicou Miller.

Foto: Russell Smith / Creative Commons

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Antigo executivo de petrolíferas confirmado como novo comissário europeu do ambiente


Nem o meio milhão de pessoas que assinaram uma petição contra Miguel Arias Cañete conseguiram evitar que o político espanhol fosse nomeado comissário europeu do Ambiente. Segundo o Business Green, o antigo executivo e accionistas de duas petrolíferas espanholas beneficiou de um pacto entre o centro-esquerda e os partidos de direita, que viu a antiga primeira-ministro da Eslováquia, Alenka Bratusek, excluída para o cargo.

No entanto, e de acordo com o site, o acordo levou a que as palavras “sustentabilidade, acção climática e energia” fossem acrescentados às funções de Frans Timmermans, que foi nomeado para o cargo de Primeiro Vice-Presidente da Comissão e, na prática, é chefe de Cañete.

Como o Green Savers anunciou em Setembro, Cañete tem acções da Ducor S.L. e da Petrologis Canarias S.L. à data da sua última declaração de interesses, em 2010. A nomeação do político, que já foi ministro da Agricultura de Espanha, foi criticada por vários responsáveis da comissão do Ambiente, incluindo o alemão Jo Leinen.

Mais recentemente, uma petição lançada no Avaaz tentou pressionar a Comissão Europeia para renomear o seu responsável pela pasta do ambiente, sem sucesso. “Hoje, os deputados europeus traíram as nossas esperanças e colocaram uma ‘cabeça-de-petróleo’ à frente da Polícia Climática Europeia”, explicou Luis Morago, director de campanhas da Avaaz. “Os líderes dos socialistas e democratas quebraram as sua promessas e nenhum ouviu os eleitores europeus”.

Ontem, recorde-se, a União Europeia aprovou o financiamento público para uma central nuclear em Hinkley Point, Reino Unido, possibilitando toda uma nova tendência de construção deste tipo de infra-estruturas com dinheiros públicos.

Foto: José Loaiza / Creative Commons

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União Europeia aprova financiamento público para construção de central nuclear no Reino Unido


A União Europeia aprovou hoje o financiamento público para a construção da central nuclear de Hinkley Point, no Reino Unido, um projecto avaliado em €20,3 mil milhões e que será desenvolvido pela EDF.

Segundo o Business Green, o Colégio de Comissários votou 16-5 a favor do projecto, que precisava de 15 votos a favor para ir para a frente. Esta decisão é fundamental para que o Reino Unido dê seguimento ao seu plano de construir uma nova série de centrais nucleares, apesar de todas as questões ambientais que tais projectos levantam no seio da União Europeia – países como a Áustria, que baniram a energia nuclear do seu mix energético, deverão queixar-se da votação.

Na última semana, uma série de Organizações Não-Governamentais, incluindo a portuguesa Quercus, tinham já criticado a votação, acusando o ainda presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso de se preparar para deixar “um dos piores legados na área da energia”, uma vez que contribuiu activamente “para a redução dos apoios às energias renováveis e à eficiência energética”, promovendo “o apoio público às fontes de energia mais poluentes e menos sustentáveis”.

“Este é o tipo de decisões que afasta cada vez mais os cidadãos europeus das instituições europeias. Durão Barroso terá contribuído para uma Europa menos sustentável e menos coesa”, explicou Nuno Sequeira, presidente da Quercus.

“Se este acordo for aprovado, a Comissão ainda em funções deixará Bruxelas num carro de fuga após o assalto do século. Os contribuintes ficarão com a obrigação de pagar uma das centrais nucleares mais caras do mundo e assumir os custos, caso as coisas não corram bem, enquanto a EDF embolsará os subsídios”, concluiu Andrea Carta, da Greenpeace UE.

Foto: Rodrigo Gómez Sanz / Creative Commons

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União Europeia prepara-se para aprovar apoios públicos para construção de centrais nucleares


O ainda presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, prepara-se para deixar “um dos piores legados na área da energia”, uma vez que contribuiu activamente “para a redução dos apoios às energias renováveis e à eficiência energética”, promovendo “o apoio público às fontes de energia mais poluentes e menos sustentáveis”.

A afirmação pertence ao presidente da Quercus, Nuno Sequeira, que explica que este apoio é “contrário aos interesses de Portugal”, que pretende interligações para poder exportar energia renovável.

Segundo a ONGA (Organização Não-Governamental de Ambiente) portuguesa, a União Europeia prepara-se para permitir que os contribuintes, pela primeira vez, financiem a construção de centrais nucleares na Europa. A votação será no próximo dia 8 de Outubro, quarta-feira, poucos dias antes do actual executivo deixar as suas funções.

“Este é o tipo de decisões que afasta cada vez mais os cidadãos europeus das instituições europeias, pelo que, caso esta proposta seja aprovada no próximo dia 8, Durão Barroso terá contribuído para uma Europa menos sustentável e menos coesa”, explicou Nuno Sequeira.

Anteontem, o jornal alemão Der Spiegel publicou que a Comissão Europeia se preparava para aprovar um apoio público de valor astronómico para financiar a construção da central de Hinkley Point, no Reino Unido, colocando sobre os ombros dos contribuintes os custos económicos e ambientais.

“Se este acordo for aprovado, a Comissão ainda em funções deixará Bruxelas num carro de fuga após o assalto do século. Os contribuintes ficarão com a obrigação de pagar uma das centrais nucleares mais caras do mundo e assumir os custos, caso as coisas não corram bem, enquanto a EDF embolsará os subsídios”, concluiu Andrea Carta, da Greenpeace UE.

Foto: Nicolas Raymond / Creative Commons

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Governo aprovou ontem o plano estratégico para resíduos urbanos


O Governo aprovou ontem o PERSU 2020, o Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos para Portugal Continente, um programa que estabelece a visão, objectivos e metas globais por sistema de gestão de resíduos urbanos de 2014 a 2020.

Segundo o plano aprovado, existem três metas globais para o sector dos resíduos urbanos até 2020: reduzir de 63% para 35% a deposição, em aterro, dos resíduos urbanos biodegradáveis – sobretudo relativamente ao ano de referência – 1995 -; aumentar de 24% para 50% a taxa de preparação de resíduos para reutilização e reciclagem; e assegurar níveis de recolha selectiva de 47 kg/habitante por ano.

Veja a portaria do Diário da República na íntegra.

Os princípios gerais estabelecidos para o Plano são concretizados em oito objectivos, que fundamentam o estabelecimento das metas e medidas para os resíduos urbanos entre 2014 e 2020: a prevenção da produção e perigosidade dos resíduos urbanos; o aumento da preparação para reutilização, da reciclagem e qualidade dos recicláveis; a redução da deposição de resíduos urbanos em aterro; a valorização económica [do sector]; o reforço dos instrumentos económico-financeiros; o aumento da eficácia e capacidade institucional e operacional do sector; o reforço da inovação e o aumento do contributo do sector para outas estratégias e planos nacionais.

A portaria entrou hoje em vigor.

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Cidade turística brasileira cobra taxa ambiental de €7 por carro (com FOTOS)


Com 16.900 habitantes, a cidade de Bombinhas, no litoral de Santa Catarina, Brasil, é invadida por turistas no Verão. Todos os anos, cerca de 1 milhão de visitantes chegam à cidade, o que está a provocar distúrbios ambientais graves no local e que motivou a câmara a aprovar uma taxa de €7 (R$ 20) por cada carro que entre em Bombinhas.

O projecto lei prevê uma tarifa para entrar na cidade, a chamada Taxa de Preservação Ambiental (TPA), que já foi aprovada pelo executivo e espera agora pela constitucionalidade, que está a ser analisada pelo Ministério Público local. Se não forem encontradas irregularidades, a taxa entra em funcionamento no dia 15 de Novembro, feriado naquele país.

“O avanço da degradação ambiental é muito agressivo”, explicou Ana Paula da Silva, a prefeita da cidade, à UOL. “A tarifa é uma compensação para a cidade. Vivemos do turismo e quaremos a vinda de turistas, mas a cobrança é justa e necessária, inclusive para melhorar a infra-estrutura dos próprios visitantes”, continuou.

A verba arrecadada pela taxa será aplicada na preservação do ambiente, infra-estruturas, limpeza pública e acções de saneamento. Cerca de 70% do território é considerado área de preservação permanente, mas apenas 10% do município tem serviço de saneamento básico.

Ao chegar à entrada da cidade, os veículos serão monitorizados por um aparelho semelhante a um radar, que faz a leitura das placas para o posterior envio da cobrança à casa do visitante. O pagamento também poderá ser feito com antecedência.

A taxa deve vigorar entre 15 de Novembro e 15 de Abril e poderá ser paga pela internet, em agências bancárias e outros locais. Após a emissão da tarifa, o condutor pode entrar e sair da cidade por um período de 24 horas. Se o visitante entrar e sair apenas no fim de sua estadia, será cobrada somente uma taxa.

Os moradores e turistas que possuem imóveis na cidade estão dispensados do pagamento, assim como alguns tipos de transporte, como ambulâncias, carros-fortes e veículos oficiais; veículos prestadores de serviços ou que façam abastecimento do comércio previamente cadastrados; e transportes públicos.

Veja algumas fotos de Bombinhas.

Foto: Andreia Reis / Renato Pereira / pratiproy / Creative Commons

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