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Tag Archive | "política"

Cidade norte-americana proíbe carruagens com cavalos


A cidade de Salt Lake City, no estado norte-americano do Utah, acabou de aprovar uma lei que proíbe as carruagens a cavalo, depois de vários anos de activismo por parte dos defensores de animais.

A gota de água para a cidade colocar o assunto na ordem do dia foi a morte de um cavalo de 13 anos, Jerry, que colapsou num dos mais quentes dias do Verão de 2013. O vídeo do cavalo a cair levou a uma controvérsia que acabou com a empresa que comercializava o serviço, a Carriagem for Hire, a fechar as sua portas.

A saída da empresa da cidade foi bem recebida pela PETA e Utah Animal Rights Coalition, que pressionaram a câmara a mudar a lei para prevenir incidentes futuros.

Numa primeira fase, o município tornou os regulamentos destes serviços mais apertados, mas esta semana a proibição foi confirmada. “Acreditamos que os tempos mudaram e que os cavalos já não pertencem às nossas cidades cada vez mais atarefadas”, explicou ao Salt Lake City Gene Baierschmidt, director da Humane Society of Utah.

Esta proibição poderá levar outras cidades a decidirem-se por reformularem as suas próprias leis. Recorde-se que o mayor de Nova Iorque, Bill deBlasio, prometeu proibir as carruagens a cavalo durante o seu mandato, mas ainda nada disse sobre o tema após a sua eleição.

Foto: vxla / Creative Commons

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Pescadores que investem na pesca sustentável devem ser recompensados, diz estudo


Os pescadores que trazem benefícios sociais e económicos às comunidades locais sem danificar o ecossistema marinho devem ter mais oportunidades de pescar que os outros, de acordo com um estudo do Institute for European Environmental Policy (IEEP), uma entidade europeia independente.

Até agora, os pescadores têm tido permissões para pescar com base nos registos históricos de pesca. No entanto, uma alteração à Política Comum das Pescas da União Europeia pede aos Estados-membro que mudem a forma de criar oportunidades de pesca e o número de dias que os barcos podem ir ao mar.

Segundo o Edie, o Governo britânico – e outros – tem de decidir uma forma justa de pôr em prática estas alterações e recompensar os pescadores mais sustentáveis. “A IEEP sugere que os barcos que atinjam uma nova série de critérios ambientais, sociais e económicos recebam uma ‘quota de negócio’”, explica o agregador.

“A forma como encontramos as oportunidades de pesca tem de mudar, caso os Governos sigam as alterações [da União Europeia] para recompensar e encorajar os barcos de pesca amigos do ambiente e que tragam benefícios para as comunidades locais”, explicou o conselheiro da IEEP para as actividades marítimas, Euan Dunn.

Segundo o responsável, o ano de 2015 ficará marcado por “grandes mudaças na gestão da pesca”, com as Áreas de Protecção Marinha, a proibição de devoluções de peiexes e os novos objectivos para a pesca sustentável”.

 

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Designer brasileiro transforma material de campanha política em mobiliário (com FOTOS)


As campanhas políticas geram sempre uma quantidade incrível de lixo – brochuras, anúncios, sinais e até promessas vãs. No Brasil, depois de uma das mais concorridas e emocionantes campanhas presidenciais de sempre, o resultado foi a criação de toneladas e toneladas de material político que, mal se soube que Dilma Rousseff seria reeleita, passaram o prazo de validade.

Mas é precisamente aqui que começa o papel de Maurício de Sousa, um arquitecto e designer que desenvolveu cinco peças de mobiliário a partir de material de campanha política usado. Maurício é uma da faces do projecto Mobiliário Político, juntamente com o Mobilize Brasil e a agência de publicidade nova-iorquina J. Walter Thompson.

“Há inúmeras placas publicitárias para vários candidatos em toda a cidade, entupindo os passeios e perturbando a circulação dos pedestres. E poluindo as estradas públicas”, explicou ao Good Marcos de Sousa, editor do Mobilize Brasil.

Muitos destes materiais foram colocados ilegalmente e irão acabar nas lixeiras. Alguns, porém, estarão em breve na casa das pessoas, em forma de mesa ou banco. É essa a ideia do Projeto Mobiliário Político.

“É um exercício de reciclagem que procura olhar para o problema como uma oportunidade. É uma atitude que reflete um cidadão mais consciente, preocupado não apenas com o consumo mas com as fontes de matéria-prima e como se “livrar” do que consumimos. O simples acto de reciclar torna-o o co-autor do processo de design”, explicou Maurício Arruda.

Neste site, Maurício e os parceiros explicam como pegar nos materiais e transformá-los em mesas grandes e pequenas, chapeleiras, bancos e toalheiros. À medida que Portugal entra em novos ciclos eleitorais, seria uma boa ideia reciclarmos – literalmente – algumas das boas ideias do outro lado do Atlântico. Veja alguns dos produtos trabalhados.

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Investimento em renováveis pode aumentar factura de energia/ano dos ingleses em €1.200


O investimento em energia eólica em Inglaterra poderá levar a factura anual de energia dos consumidores a subir €1.200/ano (R$ 3.800), e ainda assim, a aumentar o número de faltas de electricidade durante o Inverno, de acordo com um relatório encomendado pela Lords Science and Technology Select Committee à Scientific Alliance.

O relatório foi publicado, porém, num timing curioso. Na semana passada, a União Europeia votou a favor da construção de uma nova central nuclear em Inglaterra, uma infra-estrutura que será financiada com o dinheiro dos contribuintes.

Coincidência ou não, a verdade é que o relatório avisa que o investimento em energia eólica irá custar €33 mil milhões (R$ 100 mil milhões) às famílias inglesas até 2030 – grande parte do investimento em eólicas será pago por estas.

Segundo a Scientific Alliance, o Governo espera ter 35% da energia eléctrica gerada por fontes renováveis até 2020, mas isso não será possível. “A confiança cega de sucessivos governos em energia renovável, intermitente e pouco confiável reduziu a margem de segurança para um nível crítico”, explicou Donald Miller, antigo presidente da Scottish Power e consultor do estudo.

“Isto levou o País para uma posição onde os cortes de fornecimento podem ser algo recorrente nos Invernos mais frios, durante vários anos”, continuou. O relatório diz que a produção energética no país terá a sua margem mais curta de sempre, cerca de 2%.

“Diz-se que a rede eléctrica nacional já está a tomar medidas extremas para aumentar estas margens, ao contratar proprietários de pequenos geradores para fornecimento de emergência”, explicou Miller.

Foto: Russell Smith / Creative Commons

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Antigo executivo de petrolíferas confirmado como novo comissário europeu do ambiente


Nem o meio milhão de pessoas que assinaram uma petição contra Miguel Arias Cañete conseguiram evitar que o político espanhol fosse nomeado comissário europeu do Ambiente. Segundo o Business Green, o antigo executivo e accionistas de duas petrolíferas espanholas beneficiou de um pacto entre o centro-esquerda e os partidos de direita, que viu a antiga primeira-ministro da Eslováquia, Alenka Bratusek, excluída para o cargo.

No entanto, e de acordo com o site, o acordo levou a que as palavras “sustentabilidade, acção climática e energia” fossem acrescentados às funções de Frans Timmermans, que foi nomeado para o cargo de Primeiro Vice-Presidente da Comissão e, na prática, é chefe de Cañete.

Como o Green Savers anunciou em Setembro, Cañete tem acções da Ducor S.L. e da Petrologis Canarias S.L. à data da sua última declaração de interesses, em 2010. A nomeação do político, que já foi ministro da Agricultura de Espanha, foi criticada por vários responsáveis da comissão do Ambiente, incluindo o alemão Jo Leinen.

Mais recentemente, uma petição lançada no Avaaz tentou pressionar a Comissão Europeia para renomear o seu responsável pela pasta do ambiente, sem sucesso. “Hoje, os deputados europeus traíram as nossas esperanças e colocaram uma ‘cabeça-de-petróleo’ à frente da Polícia Climática Europeia”, explicou Luis Morago, director de campanhas da Avaaz. “Os líderes dos socialistas e democratas quebraram as sua promessas e nenhum ouviu os eleitores europeus”.

Ontem, recorde-se, a União Europeia aprovou o financiamento público para uma central nuclear em Hinkley Point, Reino Unido, possibilitando toda uma nova tendência de construção deste tipo de infra-estruturas com dinheiros públicos.

Foto: José Loaiza / Creative Commons

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União Europeia aprova financiamento público para construção de central nuclear no Reino Unido


A União Europeia aprovou hoje o financiamento público para a construção da central nuclear de Hinkley Point, no Reino Unido, um projecto avaliado em €20,3 mil milhões e que será desenvolvido pela EDF.

Segundo o Business Green, o Colégio de Comissários votou 16-5 a favor do projecto, que precisava de 15 votos a favor para ir para a frente. Esta decisão é fundamental para que o Reino Unido dê seguimento ao seu plano de construir uma nova série de centrais nucleares, apesar de todas as questões ambientais que tais projectos levantam no seio da União Europeia – países como a Áustria, que baniram a energia nuclear do seu mix energético, deverão queixar-se da votação.

Na última semana, uma série de Organizações Não-Governamentais, incluindo a portuguesa Quercus, tinham já criticado a votação, acusando o ainda presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso de se preparar para deixar “um dos piores legados na área da energia”, uma vez que contribuiu activamente “para a redução dos apoios às energias renováveis e à eficiência energética”, promovendo “o apoio público às fontes de energia mais poluentes e menos sustentáveis”.

“Este é o tipo de decisões que afasta cada vez mais os cidadãos europeus das instituições europeias. Durão Barroso terá contribuído para uma Europa menos sustentável e menos coesa”, explicou Nuno Sequeira, presidente da Quercus.

“Se este acordo for aprovado, a Comissão ainda em funções deixará Bruxelas num carro de fuga após o assalto do século. Os contribuintes ficarão com a obrigação de pagar uma das centrais nucleares mais caras do mundo e assumir os custos, caso as coisas não corram bem, enquanto a EDF embolsará os subsídios”, concluiu Andrea Carta, da Greenpeace UE.

Foto: Rodrigo Gómez Sanz / Creative Commons

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