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Tag Archive | "política"

Secadores e jarros de água mais potentes vão ser proibidos na União Europeia


Depois dos aspiradores, agora é a vez dos secadores, jarros de água e cortadores de relva mais potentes estarem na mira da União Europeia. A instituição pretende proibir os equipamentos mais potentes para atingir os seus objectivos de eficiência energética, e os secadores e cortadores de relva são os seguintes da lista – que se prevê longa – de aparelhos a serem proibidos nos próximos anos.

Segundo a União Europeia, dezenas destes equipamentos podem começar a ser proibidos já a partir da próxima Primavera: os secadores verão a sua potência reduzida em 30%, por exemplo. Muitos críticos acreditam que, com menos potência nos seus secadores, os consumidores irão utilizá-los por mais tempo, acabando por gastar a mesma energia.

Recorde-se que os aspiradores com mais de 1.600 watts vão deixar de ser fabricados já a partir de segunda-feira e, aos poucos, desaparecerão das lojas. A partir de 2017, o limite passará para os 900 watts.

A UE sustenta a medida com a necessidade de cumprir o potencial de economia de energia de 20% previsto para 2020 – e 30% até 2030 – e diz que não existe relação entre alta potência e eficiência do aspirador.

Segundo o Daily Telegraph, as vendas de aspiradores potentes aumentaram, no Reino Unido, nos últimos dias. A lista de produtos cuja versão mais potente a UE irá retirar do mercado tem 30 nomes – será reduzida para 20 até Janeiro de 2015. Depois, a UE decidirá, caso a caso, quais os produtos que serão proibidos.

Foto: sunshinecity / Creative Commons

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Governo cancela mini-hídrica do Mondego


A secretaria de Estado do Ambiente emitiu uma declaração de Impacte Ambiental desfavorável ao projecto de Aproveitamento Hidroeléctrico de Penacova e Poiares, no rio Mondego, acabando com muitos anos de luta da população local contra a infra-estrutura.

De acordo com o Diário de Coimbra, a declaração data de 31 de Julho e inviabiliza o projecto de construção de uma mini-hídrica no rio Mondego, mais concretamente junto ao lugar de Caneiro, e que teria como finalidade construir um açude naquela zona do rio.

Durante quatro anos, autarquias e população insurgiram-se contra esta mini-hídrica, que levou à criação da Plataforma Mondego Vivo, um movimento de cidadãos, instituições e empresas contra a construção de mini-hídricas e açudes no rio Mondego.

O movimento encontrou vários argumentos contra a construção da mini-hídrica, desde impactos na animação turística, restaurantes, na praia fluvial de Palheiros, em Torres do Mondego, destruição da flora ripícola e alteração dos habitats e impacto dramático no solo sedimentar.

Esta decisão deverá ser bem recebida pela Plataforma Salvar o Tua, que pretende evitar a barragem homónima, no Alto Douro.

Foto: François Philipp / Creative Commons

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Irlanda do Norte: utilização de sacos de plástico cai 72% desde introdução de pequena taxa


A introdução de uma taxa de €0,06 (R$ 0,18) por utilização de saco de plástico, na Irlanda do Norte, está a ter os resultados pretendidos pelos Governantes locais – a exemplo do que acontece noutros países.

De acordo com o Business Green, a utilização de sacos de plástico decresceu 72% a partir de Abril de 2013, data em que a taxa foi introduzida. Os primeiros números foram anunciados pelo ministro do Ambiente local, Mark Durkan, que revelou que foram utilizados menos 215 milhões de sacos de plásticos durante este período. Por outro lado, a taxa recolheu €5,2 milhões (R$ 15,5 milhões) para reinvestir em projectos ambientais locais.

“A comunidade paga a taxa e será beneficiada por ela”, explicou o responsável. A partir de Janeiro, a taxa será aumentada em 100%, para €0,12 (R$ 0,36).

Para além da Irlanda do Norte, também a Escócia, País de Gales e, mais recentemente, a Inglaterra introduziram taxas por utilização de sacos de plástico ou planeiam fazê-lo.

Em todo o mundo, vários países e cidades têm introduzido esta ou taxas similares. Em Portugal, os Açores aprovaram no início de Maio uma taxa idêntica – ou ecotaxa – que pode chegar aos €0,05 por utilização de saco de plástico.

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Caminhar em áreas protegidas volta a ser gratuito


O Governo aboliu a polémica portaria que implicava o pagamento de um taxa pelo pedido de autorização de actividades lúdicas ou desportivas em áreas protegidas, depois de quatro anos de protestos dos utilizadores de parques naturais.

A taxa, que chegava aos €152 por caminhar num parque natural, como o da Peneda-Gerês, foi considerada desajustada pelo Governo, tendo o diploma sido revogado e substituído por um novo documento legal, que já está em vigor. A taxa era cobrada pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

“A nova portaria elimina a incidência de taxas sobre pedidos e procedimentos administrativos relativos ao uso, ocupação e transformação do solo em áreas protegidas”, explica o jornal Público.

O Governo reconheceu que a experiência da aplicação da portaria revelou que algumas das taxas ali previstas estavam a funcionar como “elemento desincentivador da utilização de práticas e outras actividades tradicionais”.

Este Verão, de acordo com o Público, alguns dos pedidos de autorização ao ICNF já não estavam a ser cobrados.

O novo diploma publicado pelo Ministério do Ambiente determina também um conjunto de isenções de pagamentos para empresas de turismo de natureza, crianças até aos seis anos e entidades públicas e privadas quando no exercício de acções de conservação. O governo estabelece ainda reduções de taxas para pessoas colectivas sediadas nas áreas classificadas, que podem ir de 30 a 60%, conforme o serviço.

Apesar de a nova portaria publicada pelo governo revogar a cobrança dos pedidos de actividades em áreas protegidas, as taxas a pagar ao ICNF não vão desaparecer totalmente. No diploma recentemente aprovado, a tutela define que deixam de ser cobrados os pedidos de autorização e outros actos legais, mas as autorizações deverão continuar a ser pagas, ainda que com um preço revisto – ainda não revelado.

Foto: francisco satierf / Creative Commons

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A adolescente norte-americana que está a chocar os amantes de animais (com FOTOS)


Kendall Jones, uma norte-americana de 19 anos, está a chocar a comunidade de amantes de animais – e não só! – com as suas fotos ao lado de hipopótamos, elefantes, leopardos, zebras, leões ou tigres… todos caçados durante safaris africanos.

Jones, que coloca todas estas fotos no Facebook, explicou que estas fotos são uma prova das suas qualidades de caça e, estranhamente, “dedicação à conservação”. “Controlar a população masculina de leões é importante em grandes áreas como estas. O financiamento destas caçadas vão para o Governo mas também para o dono da propriedade, como incentivo para ele criar leões”, explica Jones.

Quando a página da jovem no Facebook se tornou conhecida do público, foi lançada uma petição para o próprio Facebook a remover – em apenas uma semana, a petição reuniu 40 mil assinaturas.

“Para o bem dos animais, especialmente os da região africana, onde os caçadores vão só pelo gozo de matar um animal”, pode ler-se na petição.

Numa das fotos, em que Jones se encontra ao lado de um rinoceronte em vias de extinção, a jovem alega que o animal não estava morto. “O veterinário tiro sangue, amostras de DNA, mediu a cabeça e tratou de uma ferida na perna. Sou uma felizarda de fazer parte deste grande programa e ajudar a população de rinoceronte branco”, explicou.

Uma segunda petição, com origem na África do Sul, quer banir Jones de entrar no continente. Veja algumas das fotos, que o podem chocar – e, caso ache estas fotos chocantes, assine as petições.

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Tribunal espanhol dá luz verde à exploração de petróleo nas Canárias


O Supremo Tribunal de Justiça de Espanha recusou sete pedidos de várias organizações ambientalistas e permitiu a exploração de petróleo nas águas que rodeiam as Ilhas das Canárias.

Em 2012, o Governo espanhol restaurou a autorização que permitia a prospecção e exploração de petróleo ao largo da costa de Fuerteventura e Lanzarote, mas a autorização foi contestada nos tribunais por razões ambientais, mas agora a instância suprema de justiça do país deu luz verde à actividade petrolífera.

Para já, apenas a Repsol está interessada em explorar o petróleo das Canárias, mas é o suficiente para enfurecer e preocupar tanto os residentes como os operadores turísticos, que temem uma quebra no sector.

Às preocupações da população e sector turístico juntam-se a dos ambientalistas, que temem impactos nos ecossistemas marinhos. “É uma desgraça a forma como o governo está a permitir a exploração que apenas beneficia um grupo restrito de pessoas, ao passo que coloca o resto da Espanha na iminência de perder numerosos e extremamente frágeis habitats”, afirma Ricardo Aguilar, director de investigação da organização ambientalista marinha Oceana para a Europa, cita o Guardian.

“Os ecossistemas profundos das Ilhas Canárias são únicos e albergam espécies que são essenciais para o turismo e para a actividade pesqueira da zona. É irresponsável destruir estes habitats dentro de poucos anos para facilitar a extracção de uma fonte de energia finita e poluente”, acrescenta o activista.

A Repsol já indicou que a exploração vai começar no terceiro trimestre deste ano, como a extracção comercial a começar já em 2019.

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