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Tag Archive | "segurança alimentar"

Rótulos dos alimentos passam a ter novas regras


Desde segunda-feira que todos os rótulos passaram a ter informação nutricional e a lista de ingredientes completa do alimento, de acordo com a bastonária dos nutricionistas, Alexandra Bento, que aplaude a ideia.

De acordo com a responsável, esta medida deverá ter impacto positivo na saúde dos consumidores, a prazo, pelo que estes sairão beneficiados com esta nova legislação, que advém da recomendação europeia.

“Esperamos um impacto positivo na saúde dos consumidores, com informação mais clara, precisa e objectiva. Acreditamos que os consumidores possam fazer escolhas mais acertadas e, eventualmente, a longo prazo e mais esclarecidos, possam fazer a substituição de alimentos menos saudáveis para mais saudáveis”, disse à Lusa Alexandra Bento

Segundo o site Protege o que é Bom, a responsável sublinhou ainda que “a maior parte das doenças de que padecemos resulta da alimentação”. Saiba mais sobre alimentação saudável e segurança alimentar no portal da Tetra Pak.

Foto: Kurt Nordstrom / Creative Commons

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4 alimentos que podem ser fatais se consumidos crus


Muitos pensam que os alimentos, quando ingeridos crus, serão sempre mais saudáveis. Essa afirmação é verdadeira para os vegetais – hortaliças, frutas ou legumes – mas o caso muda de figura quanto estamos a falar de frango, feijão vermelho, atum e folhas de ruibarbo, segundo o agregador O Meu Bem Estar. Saiba porquê.

1.Frango

Os norte-americanos comem mais frango do que carne de vaca ou de porco por ano. Em 2013, cada pessoa comeu cerca de 83 quilos de frango, contra 56 quilos de carne e 47 quilos de carne de porco, de acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA).

Às vezes, devido à forma como é tratado nas unidades de transformação, o frango cru contém Salmonella, um grupo de bactérias que é a causa mais comum da intoxicação alimentar. Quatro a sete dias após o consumo, a bactéria infecta o trato intestinal, causando febre, diarreia, cólicas abdominais e vómitos. Isso, no entanto, é o melhor cenário.

No ano passado, o frango de duas unidades de processamento da Foster Farms causou um surto de infecção por Salmonella Heidelberg, um tipo de bactéria resistente aos antibióticos. No total, 621 pessoas em 29 estados e em Porto Rico foram infectadas. Apesar de não terem sido registadas mortes, 38 por cento das pessoas que ficaram doentes acabaram por ser hospitalizadas, com muitas a sofrerem septicemia, uma infecção no sangue que pode causar a morte.

Procure evitar comer frango cru, certificando-se de que o cozinha a uma temperatura de 165 graus no mínimo – de forma a matar a Salmonella. Além disso, não lave o frango e use toalhas de papel cozinha.

2.Feijão-vermelho 

O feijão vermelho é nutritivo, já que contêm potássio, magnésio, fibras, ferro e proteínas. Com todos esses nutrientes, é capaz de reduzir o colesterol mau, combater as doenças cardiovasculares e aumentar a sensação de saciedade.

“Designado pela sua semelhança com a forma de um dos nossos órgãos [os rins], a cor vermelha deste tipo de feijão atesta a sua elevada concentração de antioxidantes que combatem as doenças”, disse à Time Janet bond Brill, especialista em nutrição e fitness.

Mas, acredite ou não, os feijões que saem da lata não estão crus. Eles já foram cozidos, felizmente, porque se não o fossem, muitos poderiam ficar doentes. O feijão vermelho tem elevadas concentrações de fito-hemaglutinina, uma lectina que é uma toxina natural. De acordo com a Food and Drug Administration (FDA),  agência federal norte-americana que regula o uso de medicamentos, este produto químico pode causar “náuseas “, vómitos, diarreia e dor abdominal.

Apesar da fito-hemaglutinina estar mais concentrada no feijão vermelho, também pode ser encontrada nas favas, feijão catarino e feijão verde. Opte pelas versões enlatadas para evitar qualquer dano corporal.

3 Atum

Os grandes peixes acumulam nos seus tecidos gordos o mercúrio que absorvem das suas presas, na sua forma mais tóxica (metilmercúrio). Há mares, como o Mediterrâneo, que estão muito contaminados por metal, libertado pela indústria. Mas não se pode excluir o risco que representam os peixes pescados noutros mares, pois estes tendem a ser migratórios. O mercúrio pode provocar alterações graves no desenvolvimento cerebral dos fetos e dos bebés.

Considerando-se que o atum pode chegar a 4,5 metros de comprimento e pesar mais de 740 quilos, isto pode significar elevado teor de mercúrio. É comum encontrar atum no sushi e, especialmente, nas lancheiras das crianças, já que fornece ácidos gordos ómega-3 essenciais ao organismo, que contribuem para a saúde do coração.

Independentemente de saber se o atum é enlatado ou se está no estado cru, é importante saber que contém mercúrio e que consumir muito deste alimento pode causar intoxicação por mercúrio. Os sintomas geralmente são pressão arterial elevada, endometriose e dores de cabeça, assim como espasmos musculares, perda de coordenação, fraqueza, atrofia muscular e função cognitiva prejudicada.

A Agência de Protecção Ambiental norte-americana (EPA, na sigla em inglês) sugere comer apenas 300 gramas por semana de uma variedade de peixe e crustáceos, como o camarão, atum enlatado, salmão e peixe-gato, que contêm níveis mais baixos de mercúrio. O atum tem um sabor delicioso e é um alimento bastante saudável, mas é importante moderar o seu consumo para evitar envenenar-se a sério.

4.Folhas de ruibarbo

Nos Estados Unidos, muitas pessoas cultivam ruibarbo nos seus jardins, porque os talos da planta, quando cozidas com açúcar tornam-se numa deliciosa sobremesa ou recheio para tortas ou bolos. Mas as folhas desta planta podem deixar-nos doentes.

As folhas contêm níveis elevados de ácido oxálico, que também podem ser encontrados na lixívia e nos pesticidas. Os sintomas de envenenamento por ingestão de ácido oxálico incluem náuseas, vómitos, dores abdominais e hemorragia e pode levar à morte, de acordo com o National Institutes of Health.

Opte por retirar as folhas e consumir o ruibarbo de forma segura. Mas se o ruibarbo tiver sido sujeito a temperaturas negativas, é melhor deitar tudo fora – o frio provoca reacções químicas no interior da planta, libertando toxinas nos talo.

Foto: dominik18s / Creative Commons

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Nova embalagem revoluciona prazo de validade e pode poupar toneladas de alimentos


Se seguirmos à letra todos os prazos de validade das nossas embalagens vamos acabar por deitar fora 40% de tudo o que compramos todos os meses, mas a verdade é que muitos dos produtos ainda estão em condições de serem ingeridos. O resultado é “atirarmos” para o lixo cerca de nove quilos de alimentos fora do prazo de validade, no mundo ocidental.

No entanto, segundo o Grist, estas etiquetas com os prazos de validade são apenas indicações dos produtores ou distribuidores de alimentos, não quer dizer – e nunca poderia – que elas são para ser levadas à letra. Foi essa ideia que levou a designer Solveiga Pakstaite a desenhar a Bump Mark, uma nova etiqueta com o prazo de validade que nos diz – mesmo – se o alimento está ou não em condições de consumo.

A Bump Mark é feita de quatro camadas diferentes, do topo ao fundo, incluindo um plástico, gelatina, pequena folha de plástico e outra fina tira, também de plástico. Assim, a própria embalagem entra em decomposição com a comida, indicando que esta não está boa para ser consumida.

À medida que a camada de gelatina começa a decompor-se com a comida, o que resta da embalagem é uma camada que nos avisa que a comida não está em condições e deverá ser colocada no lixo. Por outro lado, se ainda estiver suave ao toque, continua em condições.

“A gelatina é comida, por isso é afectada da mesma forma da comida que está na embalagem”, explicou Solveiga Pakstaite. “E tem uma propriedade interessante quando expira o seu prazo de validade, transforma-se em líquido. Não poderia utilizar uma substância natural, mas sim uma que muda o seu estado”.

Segundo Solveiga, podemos aplicar esta embalagem a todo o tipo de produtos. Se for implementada em larga escala, esta embalagem pode reduzir a quantidade inacreditável de desperdício alimentar que existe, sobretudo, no mundo desenvolvido e ocidental. E, talvez, ajudar a alimentar mil milhões de pessoas subnutridas e que passam fome.

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Belo Horizonte: a cidade em que 9% da população é vegetariana


Muitos dos nossos leitores são vegetarianos e irão gostar, certamente, desta notícia: em Belo Horizonte, cidade brasileira com 2,5 milhões de pessoas, cerca de 9% da população diz-se vegetariana – a percentagem não fica muito longe do total do Brasil: 8% dos brasileiros diz-se vegetariano, o equivalente a mais de 16 milhões de pessoas.

Uma das provas de que Belo Horizonte está cada vez mais vegetariano está, de acordo com o Planeta Sustentável, na quantidade de restaurantes anti-carne que abriram recentemente. “É um terreno muito fértil para o vegetarianismo”, explicou Marly Winckler, presidente da Sociedade Brasileira de Vegetarianismo. “Não é por acaso que, na cidade, aumentam os serviços para este público”.

Há cada vez mais casas especializadas e uma boa variedade de locais fazem entregas sob medida para quem prefere o verde ao hambúrguer – ainda que o hambúrguer vegetariano também seja dekicioso.

Só no último ano, de acordo com o Planeta Sustentável, foram abertos cinco restaurantes 100% veganos em Belo Horizonte. Todos eles apostam no comércio de produtos livres de exploração animal, sejam para fins alimentícios, cosméticos ou vestuários.

“Queremos tornar-nos ponto de encontro para as várias tribos que defendem os direitos dos animais”, explicou Paulo Freitas, de 34 anos, um dos proprietários do Espaço Veg. Nos últimos meses o cardápio vegan ficou mais complexo, até porque muitos dos novos aderentes à causa não dispensa os cachorros quentes ou hambúrgueres.

Para além da defesa da causa animal, os belo-horizontinos valorizam também os benefícios de saúde desta opção. “O consumo de restos de animais está relacionado com o aumento do colesterol mau, pressão arterial, problemas de fígado e cardiovasculares”, explica a nutricionistas Silvana Portugal ao Planeta Sustentável.

Todos os anos, mais de 70 mil milhões de animais são abatidos para consumo em todo o mundo – o número pertence às Nações Unidas (ONU) e se pecar é por escasso.

Veja quais as divisões e subdivisões de vegetarianos – quem sabe o leitor é um novo aderente a esta forma de vida saudável?

Semivegetarianos: são avessos à carne vermelha. Consomem peixes e aves;

Ovolactovegetarianos: não comem carne de nenhum tipo, mas consomem ovos, leite e derivados;

Ovovegetarianos: este grupo aprecia ovos, mas abre mão do leite e derivados;

Lactovegetarianos: tiram os ovos da dieta, mas não o leite e seus derivados;

Vegetarianos estritos: não comem carne, ovos, leite e derivados;

Veganos: evitam todo tipo de carne, além de ovos, leite, mel e seus derivados. Ao contrário dos vegetarianos, cujo princípio é restrito à alimentação, os veganos não usam nenhum produto de origem animal. Couro, lã e seda, por exemplo, são proibidos.

Foto: Vegan Feast Catering / Creative Commons

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Artista de rua une-se a PETA para recordar o que sofrem os animais (com FOTOS)


O artista de rua nova-iorquino Dan Witz, especialista em arquitectura urbana, está a colocar pedaços de corpos de galinhas e frangos por toda a Grande Londres. O projecto está a ser desenvolvido em parceria com a organização pró-animal PETA e está relacionado com um programa contra o abate de animal, que tem o sugestivo nome de “Empty the Cages” [“Esvaziem as gaiolas”, em português].

“O reputado artista de rua Dan Witz criou estas peças para nos ligar aos milhões de animais que sofrem e morrem todos os anos para se transformar em comida”, explicou a PETA.

O projecto “Empty the Cages” pretende recolocar estes animais nos olhos do público e lembrar aos londrinos o que acontece todos os dias nas quintas e matadouros. “Também queremos relembrar que o seu destino está nas nossas mãos e que nós temos o poder de os salvar, ao escolher não consumir a sua carne”, continuou a PETA.

Veja algumas das peças de Witz e o mapa das suas localizações. Recorde também o recente apelo de Morrissey, na sua passagem pelo Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

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Morrissey inicia digressão em Lisboa com críticas à indústria da carne


O cantor inglês Morrissey criticou ontem o McDonald’s e a indústria da carne, em Lisboa, durante o seu primeiro concerto da digressão europeia, que passará por dezenas de países até finais de Novembro.

Num Coliseu dos Recreios praticamente cheio, e antes da performance de “Meat is Murder” [“Carne é crime”, em português], o ex-vocalista dos The Smiths criticou duramente a cadeia de fast food McDonald’s, enquanto por trás da banda eram transmitidos excertos do documentário “From Farm to Fridge” [“Da quinta para o frigorífico”], desenvolvido pela MFA (Mercy For Animais).

Morrissey, um conhecido activista pró-animal, fez questão de centrar grande parte do seu concerto na luta contra a indústria da carne e das touradas. Durante os logos minutos de “Meat is Murder”, Moz, como também é conhecido, virou-se de costas para o público com as mãos em cima da cabeça, em sinal de fuzilamento – então, foram projectadas as imagens mais duras do documentário da MFA: massacres de todo o tipo de animais, de vacas a galinhas e perus.

No sábado, em entrevista ao Expresso, o cantor de Manchester tinha já revelado as suas piores memórias de Portugal. “A minha única recordação é horrível”, explicou. “Estávamos no Porto e vimos um borrego esfolado na janela de um restaurante. Ficámos em choque pelo menos durante 40 minutos. Penso que nunca vi nada tão horripilante, foi como ver uma criança esfolada”, acrescentou.

Foto: Man Alive! / Creative Commons

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