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Tag Archive | "segurança alimentar"

Película alimentar biológica pode proteger melhor os alimentos que o plástico


Um novo estudo revela que o melhor material para preservar alimento pode não ser o plástico mas sim películas produzidas a partir de óleos essenciais naturais. A investigação foi publicada na revista científica Journal of Agricultural and Food Chemistry e revela que películas cobertas por óleos essenciais de cravinho e orégãos mantêm o pão fresco durante mais tempo do que o plástico convencional aliado a um conservante alimentar, conhecido como propanoato de cálcio.

A descoberta foi feita por investigadores do departamento de tecnologia alimentar da Universidade Federal de Vicosa, no Brasil, que decidiram testar os efeitos dos óleos essenciais depois de saberem das suas propriedades antimicrobianas. Reconhecendo a necessidade de novas soluções de conservação alimentar que não recorram a produtos tóxicos, a equipa de cientistas começou a equacionar a forma de introduzir os óleos essenciais nas embalagens alimentares.

Durante a investigação, os cientistas verificaram que as películas alimentares cobertas com óleos essenciais potenciavam um decréscimo na contagem de leveduras e bolores presentes num pão após 15 dias. “Os dois óleos essenciais reduzem a rigidez e aumentam a duração da película biológica que protege o pão”, escreveu a equipa de investigadores, cita o Healthy Holistic Living.

Comparados com o propanoato de cálcio, os óleos essenciais mantêm o pão fresco durante mais tempo e não se desgastam como os conservantes convencionais.

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Paperboy: vinho em embalagens de cartão poupa 67% em energia (com FOTOS)


O vidro tem muitas vantagens, uma delas é a forma como ele se pode reciclar sem perder qualidade, mas uma empresa norte-americana, a Paperboy, está a tentar entrar no mercado das embalagens de vinho com uma inovação: vinho guardado por cartão.

Segundo o Business Week, estas garrafas são 80% mais leves que as garrafas de vidro e, assim, poupam combustível no transporte e evitam emissões de CO2 desnecessárias.

A Paperboy afirma que o vinho é colocado numa embalagem de cartão em forma de garrafa e que é compostável. A inovação está aqui: trata-se de uma verdadeira garrafa e não uma caixa, o que deve deixar felizes todos os comerciantes de vinho que prezam a estética – e o valor do seu produto.

O Business Week afirma que a embalagem é sobretudo feita a partir de resíduos de papel, o que para além de ser mais leve que o vidro, como já admitimos, não deixa de ter outros impactos positivos. Esta embalagem, por exemplo, dificilmente se partirá – ao contrário de tantas outras de vidro que, dia após dia, espalham o néctar pelo chão dos supermercados, pelos armazéns ou camiões de distribuição.

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Segundo o fabricante de vinho Truett Hurst, citado pelo Business Week, um único camião de vinho com a inovação da Paperboy pode poupar 230 litros de gasóleo e evitar o envio de 619 quilos de CO2 para a atmosfera.

As garrafas de papel necessitam também de menos energia para serem feitas – menos 67% de energia, para sermos exactos. E esta é uma excelente notícia para todos – indústria do vinho, ambiente e consumidores.

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Super-bananas podem acabar com a falta de Vitamina A nos países subdesenvolvidos


Os alimentos geneticamente modificados têm os seus prós e contras, sendo mal vistos em muitas regiões do globo. Contudo, por vezes, estes alimentos modificados podem surpreender pela positiva. Investigadores de uma universidade australiana desenvolveram um tipo de banana geneticamente modificada que vai poder ser cultivadas nos países subdesenvolvidos de maneira a acabar com a carência de Vitamina A nestes locais.

Para tal, os investigadores enriqueceram as bananas normais com alfa e beta carotenos, transformando-as em super-bananas capazes de suprir as necessidades nutricionais, principalmente das crianças.

Todos os anos, mais de 650.000 crianças morrem devido à falta de Vitamina A. Contudo, estas bananas geneticamente modificadas – que estão a ser testadas em humanos nos Estados Unidos – podem ajudar a prevenir muitas mortes. A falta de Vitamina A é responsável pela cegueira de pelo menos 300.000 crianças anualmente, o que poderia ser facilmente evitado. Contudo, a escassez de alimento em muitos países da África subsariana impedem que muitas crianças recebam os nutrientes necessários ao bom funcionamento do organismo.

À vista, as novas bananas são iguais às bananas comuns, com excepção da casca que é cor de laranja em vez de amarela, refere o Inhabitat. O projecto que desenvolveu esta banana geneticamente modificada é apoiado pela Fundação Bill e Melinda Gates e foi desenvolvido na Universidade de Tecnologia de Queensland, na Austrália.

Actualmente, as bananas estão a passar por uma fase de testes de seis semanas para determinar se podem ou não ser utilizadas como uma boa fonte de nutrição. Se os testes forem bem-sucedidos, a nova super-banana pode começar a ser cultivada nos países em desenvolvimento em 2020.

Este novo alimento, é certo, vai continuar a polémica dos OGM, que claramente desaprovamos. E o leitor, qual a sua opinião sobre o assunto?

Foto:  Konstantin Zamkov / Creative Commons

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Alimentos serão os mais sacrificados com as alterações climáticas


Quando pensamos em alterações climáticas, a primeira coisa que nos vem à cabeça são os fenómenos extremos. E ainda bem que temos essa noção, uma vez que estes fenómenos serão cada vez mais constantes. Mas este não é o único perigo decorrente do aquecimento global.

Os alimentos também serão sacrificados – na verdade, e de acordo com um estudo publicado na revista Nature, eles já estão a sofrer com os efeitos da mudança climática. Assim, as plantas que fornecem à população mundial grande parte de seu consumo diário de zinco e ferro terão quantidades reduzidas destes nutrientes com os níveis elevados de CO2 previstos para 2050, de acordo com o trabalho de cientistas israelitas.

Dado que cerca de duas mil milhões de pessoas sofrem, actualmente, de deficiência de zinco e ferro, resultando em 63 milhões de mortes ano por subnutrição, a redução destes elementos representa uma série ameaça.

Alguns estudos anteriores de crescimento de colheitas em estufas e câmaras com níveis elevados de CO2 mostraram redução de nutrientes, mas foram criticados por usarem condições artificiais.

Por outro lado, explica o Planeta Sustentável, as experiências que utilizam o chamado enriquecimento de dióxido de carbono tornaram-se o padrão, por permitirem que as plantas possam ser cultivadas em campos abertos com níveis elevados de CO2. Ainda assim, estudos com este método usaram amostras de pequeno tamanho e foram inconclusivos.

Itai Kloog, da Universidade Ben Gurion, em Israel, fez um exame de sete locais – no Japão, Austrália e Estados Unidos – com concentrações na casa das 546-586 partes por milhão (ppm). Ele e a sua equipa testaram as concentrações de nutrientes nas partes comestíveis de trigo, milho, sorgo e soja, além de ervilhas.

Os resultados mostraram uma queda significativa de zinco e ferro e de proteínas no trigo, com variações dependendo do local, na faixa dos 5.1%, 6.3% e até 9.3%. Os nutrientes também sofreram diminuição no caso de legumes, segundo o Triple Pundit.

Foto:  camy west / Creative Commons

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InsectCity: quinta de insectos pode tornar Estocolmo auto-suficiente (com FOTOS)


O atelier sueco Belatchew Arkitekter tem um objectivo: tornar a cidade de Estocolmo auto-suficiente em proteínas. Para tal, o seu laboratório de projectos experimentais criou a InsectCity, que engloba o BuzzBuilding – uma quinta para a produção de insectos comestíveis.

Estima-se que em 2050 a Terra seja habitada por nove mil milhões de pessoas e a questão da produção sustentável de alimentos para estas pessoas permanece. Uma das soluções passa por encontrar uma alternativa à produção de carne e uma fonte disponível de proteínas são os insectos.

Existem cerca de 1.900 espécies de insectos comestíveis e cerca de dois mil milhões de pessoas em todo o mundo comem insectos. A produção de proteínas a partir de insectos é mais eficiente que a produção de carne – são precisos, por exemplo, dez quilos de alimentos para produzir um quilo de carne mas a mesma quantidade de alimento permite produzir nove quilos de insectos.

Em 2018, Estocolmo deverá ter 940.700 habitantes. De acordo com o Belatchew Arkitekter para produzir proteínas a partir de insectos que correspondam ao consumo de carne dos habitantes é necessário uma quinta com 500.000 metros quadrados. E, através da construção de quintas de insectos em nove rotundas da cidade o objectivo da auto-suficiência em proteínas pode ser atingido.

De maneira a permitir aos cidadãos visualizarem como pode ser a produção urbana de insectos o atelier projectou o BuzzBuilding, que ficaria localizado em Vanadisplan, oferecendo 10.350 metros quadrados de superfície para a criação de grilos. A estrutura consiste num edifício que integra o fluxo de produção dos insectos, desde os ovos aos insectos prontos a comer.

Adicionalmente, o BuzzBuilding pretende ser um santuário para as espécies ameaçadas de abelhas selvagens, que além de permitir a continuidade da espécie permite que Estocolmo seja uma cidade com abundância de fruta e florida.

A estrutura principal do protótipo é um exosqueleto em aço, revestida por um esqueleto exterior, inspirado na estrutura dos insectos. No chão da quinta haverá um restaurante, onde os insectos são preparados e vendidos. O objectivo final é tornar a produção pública.

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EUA: presos vão gerir 1,2 hectares de terreno agrícola


O centro correccional de San Diego, na Califórnia, está a construir infra-estruturas para o seu novo projecto de inclusão social e alimentação saudável, que transformará os presos em agricultores. O projecto chama-se FARM (Farm and Rehabilitation Meals) e começará por dar noções de agricultura sustentável a todos os interessados. Caso seja aprovado pelas autoridades de saúde da prisão, os alimentos serão consumidos dentro dos próprios edifícios.

Num primeira fase, serão escolhidos 20 presos-agricultores, noticiou o The Huffington Post. Estes irão trabalhar 1,2 hectares de terra e elevar hortas acessíveis, um vez que parte da população da prisão tem deficiências motoras.

“Nestes espaços vamos ensinar a comunidade a tratar de jardins, compostar e lidar com a água neste ambiente”, explicou Wehtahnah Tucker, coordenador do programa. “Vamos comprar uma cisterna, utilizar as águas cinzentas e captar água da chuva”.

Segundo os responsáveis de San Diego, a ideia de se lançaram na agricultura partiu da análise das taxas de reincidência dos presos que frequentaram estes programas – na verdade, existem apenas três prisões, nos Estados Unidos, que investem neste tipo de inclusão. Assim, estas taxas rondam os 5 a 10%, contra 61% nas restantes prisões da Califórnia.

A primeira fase do programa irá custar €2.900 (R$ 8.900) à prisão, sendo inteiramente financiada pelos grupos privados e indivíduos. Todo o programa será desenvolvido em parceria com a Wild Willow Farms, uma escola de agricultura sustentável de San Diego, e com o San Diego Community College.

“Queremos criar mais oportunidades para presos, para que eles tenham uma experiência enriquecedora enquanto cá estão. Para que, quando saírem, não voltem. Queremos que eles sejam produtivos enquanto estão presos”, explicou Tucker.

Recorde-se, como o Green Savers adiantou no início do mês, mais de 4.300 presos da Califórnia preparam-se para combater fogos– o que lhes permite atenuar a sua pena e ganhar algum dinheiro.

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