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Tag Archive | "segurança alimentar"

7 cuidados a ter na preparação da marmita


A crise económica veio mudar o comportamento alimentar dos portugueses e uma das tendências mais em voga dos últimos anos passou a ser a preparação de marmitas para o almoço. As copas e cozinhas das empresas passaram a estar cheias à hora de almoço – e não apenas para beber café –mas a nova moda, como tudo o que está relacionado com a alimentação, deve ter alguns cuidados.

De acordo com o site Protege o que é Bom, que se inspirou em dicas das Associação Portuguesa dos Nutricionistas (APN), este regresso ao passado dos hábitos alimentares saudáveis deve ser visto como uma oportunidade para os portugueses diminuírem o risco de doenças crónicas como a obsesidade.

A marmita apresenta várias vantagens em face ao consumo de refeições em restaurantes, snack-bares ou pastelarias, não só numa redução do custo associado às refeições mas também na optimização do tempo disponível para o almoço e selecção de alimentos e métodos culinários saudáveis.

“Na preparação da marmita devemo-nos orientar pelos princípios da Roda dos Alimentos. O almoço deve incluir hortícolas em quantidade generosa (na forma de sopa ou salada), carne, pescado ou ovo em parca quantidade; arroz, massa, batata ou pão em quantidades moderadas e também leguminosas”, explica o site.

Assim, devemos optar pelas carnes magras em detrimento das carnes vermelhas; pelos cozidos, grelhados e assados com pouca gordura; pela água, a bebida ideal para acompanhar a refeição; e, e para sobremesa, a fruta.

“Nas merendas da manhã e da tarde pode optar, por exemplo, por fruta, sumos de fruta 100%, bolachas do tipo Maria, bolachas do tipo água e sal, embalagens pequenas de leite UHT, iogurte ou leites fermentados, tostas, pão escuro com queijo ou compota. O importante é mesmo variar de forma a assegurar o aporte de todos os nutrientes necessários ao organismo”, continua o site.

Também em relação à segurança alimentar é necessário tomar alguns cuidados. Fique com sete conselhos que irão  reduzir o risco de contaminação dos alimentos.

1.Opte por alimentos de boa qualidade, respeite a sazonalidade e promova uma adequada higienização;

2.Os alimentos devem ser transportados em caixas hermeticamente fechadas;

3.As saladas cruas devem ser transportadas num recipiente à parte e temperadas no momento da refeição;

4.Alimentos muito perecíveis como carne picada, hambúrgueres, salgadinhos, empadas, quiches, carnes gordas, enchidos e molhos como maionese e outros molhos com ovo ou leite não são recomendados;

5.O período entre a confeção e preparação das refeições e o consumo deve ser curto;

6.O ideal é que a refeição do almoço seja guardada no frigorífico do local de trabalho; como nem sempre existe frigorífico, o melhor será transportar e acondicionar a refeição num saco térmico com placas de gelo; no local de trabalho acondicione a marmita em local fresco

7.Reaqueça os alimentos a uma temperatura superior a 65ºC.

Foto: Rubbermaid Products / Creative Commons

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Programa de distribuição de leite da Tetra Pak já chega a 64 milhões de crianças


Vários projectos de responsabilidade social na Ásia e inovações para redução do desperdício alimentar são os destaques no relatório de sustentabilidade da Tetra Pak em 2013, um documento hoje anunciado pela multinacional.

De acordo com o relatório, a empresa mantém mais de 64 milhões de crianças do ensino básico integrada no seu programa de distribuição de leite e outras bebidas nutritivas. Só em Myanmar, cerca de 45 mil alunos receberam leite seguro e embalado durante três anos.

Paralelamente, a Tetra Pak e a Tetra Laval Food for Development expandiram as suas actividades conjuntas através da Dairy Hubs – projectos de desenvolvimento empresarial na área dos lacticínios. Assim, foram estabelecidas duas estações de recolha de leite com infra-estruturas de refrigeração, no Bangladesh, que funcionam como centros de formação para produtores agrícolas locais. “Isto permitiu que a produção média diária por animal aumentasse até 80% e que o rendimento médio mensal de 2.000 pequenos produtores mais do que duplicasse de Outubro de 2010 para Dezembro de 2013”, explicou a empresa.

Na área da inovação, a Tetra Pak lançou o TetraAlcross RO Lite, que proporcionou aos pequenos e médios produtores de queijo uma solução de filtração que adiciona valor ao soro, um subproduto da produção queijeira que, no passado, era descartado como resíduo.

Saiba tudo sobre o relatório no Protege o que é Bom.

Finalmente, e no que toca aos objectivos ambientais, a multinacional de soluções para tratamento de embalagens para alimentos desenvolveu métodos fiáveis para a recolha de dados sobre o seu impacto ambiental – auditados e validados por consultores externos independentes – que revelaram que a empresa está a fazer “sólidos progressos” nas suas metas para 2020.

Em 2013, a empresa entregou 1.100 milhões de embalagens com aberturas de base biológica, produzidas a partir de plástico derivado da cana de açúcar e quase duplicando o valor de vendas registado em 2012.

Consulte a actualização do relatório de sustentabilidade da Tetra Pak e conheça outros exemplos de iniciativas da empresa.

Foto: Swedish Pavilion at Shang / Creative Commons

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A mercearia biológica que não utiliza embalagens (com FOTOS)


Não há duas sem três: depois de termos trazido para o Green Savers dois projectos de voluntariado e sustentabilidade em Austin, nos Estados Unidos, hoje regressamos à capital do estado do Texas para falar da In.gredients, uma mercearia de produtos orgânicos e locais com uma particularidade: não utiliza embalagens.

A ideia é simples e é inspirada na Unpackaged, uma loja londrina inaugurada em 2006: os clientes da In.gredients são convidados a trazer as suas próprias tupperwares ou embalagens, onde colocarão grãos, óleos ou produtos lácteos.

Se um cliente não quiser ou se esquecer de trazer estes recipientes, a In.gredients vende embalagens compostáveis. Segundo a loja, o objectivo é substituir comida pouco saudável e altamente embalada por comida natural, orgânica e local. A In.gredients organiza ainda aulas de culinária, workshops de jardinagem e espectáculos de música e arte.

“Verdade seja dita, os negócios tradicionais de mercearia não são saudáveis para os consumidores ou para o ambiente”, explicou o co-fundador da loja, Christian Lane, em comunicado. Segundo Lane, os norte-americanos deitam fora 258 milhões de quilos de embalagens alimentares para as lixeiras, todos os dias. Nem todos poderão visitar a In.gredients, mas o conceito poderá tornar-se num sucesso naquele país. Ou em Portugal, se algum empresário quiser investir na sustentabilidade do ramo alimentar.

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Os quatro princípios básicos para manipular alimentos (com LISTA)


Limpar, separar, cozinhar e refrigerar. Estes são os quatro princípios básicos para manipular os alimentos segundo a Associação Portuguesa de Nutricionistas, que elaborou a lista no site Protege o que é Bom.

Segundo a APN, estes princípios são essenciais para evitar perigos desnecessários para a saúde, a partir do momento em que mexemos em alimentos. Cada um destes conselhos tem vários sub-conselhos (se assim os podemos chamar) associados. Leia-os em baixo.

Limpar

Lave as mãos com água morna e sabonete líquido antes e depois de manusear os alimentos.

Lave todos os utensílios, equipamentos e superfícies antes e depois de os colocar em contacto com os alimentos.

Os frutos e hortícolas devem ser sempre lavados com água corrente.

Separar (a fim de evitar contaminações cruzadas)

Separe sempre os alimentos cozinhados dos alimentos crus, especialmente carne, peixe, ovos e marisco.

Prepare os legumes em local separado da carne ou peixe.

Não utilize a mesma faca nem a mesma tábua de corte para preparar alimentos crus e alimentos já confecionados.

Cozinhar

Prepare e cozinhe os alimentos o mais perto possível da hora da refeição.

Diga “não” aos alimentos mal confecionados, por exemplo, carnes mal passadas. Não coma nenhum tipo de carne crua.

Cozinhe os ovos até que a gema e a clara se apresentem firmes. Prefira receitas em que os ovos são cozinhados ou aquecidos a temperaturas adequadas.

A melhor forma de assegurar a correta confeção é utilizar um termómetro para medir a temperatura interna dos alimentos cozinhados. Certifique-se que os alimentos são cozinhados até se atingir a temperatura interna mínima de 65-70º.

Dica para saber se a carne está assada: verifique a cor do molho. Se estiver claro (vestígios de sangue ou rosado) significa que o interior ainda está cru.

No frango ou aves inteiras, espete a zona mais espessa da carne com uma faca limpa até que saia o suco que não pode conter fragmentos avermelhados ou rosados.

Refrigerar

Tenha cuidado com alimentos deixados fora do frigorífico. Alimentos perecíveis, prontos-a-comer ou restos de comida nunca devem estar sujeitos à temperatura ambiente por mais de duas horas.

Mantenha o frigorífico a uma temperatura inferior a 5º e não o encha em demasia.

Se sobrar comida, guarde no frigorífico por tempo máximo de dois dias.

Os alimentos devem ser descongelados no frigorífico ou no microondas, nunca à temperatura ambiente. Os alimentos descongelados no microondas devem ser rapidamente cozinhados. Nunca volte a congelar um alimento descongelado;

Tenha sempre atenção ao prazo de validade e siga as indicações de conservação expressas nos rótulos.

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A dura verdade da indústria da carne (com FOTOS)


Criatividade é algo que não falta ao fotógrafo Peter Augustus, cuja último trabalho faz uma crítica – construtiva – à indústria da alimentação. Denominado “Mistery Meat” – “o mistério da carne”, em português, o trabalho investiga o que está por trás de refeição que comemos todos os dias, como nuggets de frango, cachorros quentes ou hamburgueres.

Segundo Augustus, as fotos podem chocar, mas não deixam de ter uma razão de ser. O fotógrafo asume que a ideia para o projecto surgiu quando ele vivia em Hong Kong e, passando pelos talhos locais, via de tudo em exposição: cabeças de porco, olhos, intestinos ou corações.

“Mudei bastante quando vi estas lojas como um local normal, onde as pessoas iam todos os dias”, explicou o fotógrafo do Texas, Estados Unidos, ao Mashable. Veja algumas das fotos.

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EFSA rejeita prolongar data de validade de ovos para evitar intoxicações por salmonela


A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA, na sigla em inglês) rejeita aumentar o prazo de validade dos ovos, argumentando que os estudos existentes indicam que, por cada semana que se prolonga o prazo, o risco de intoxicações por salmonela aumentará em 40%.

A EFSA explicou ao El País que realizou um relatório a pedido da Comissão Europeia, que solicitou um estudo para estender os prazos de validade e  evitar o desperdício de alimentos – um problema económico, mas também social.

“A salmonela [a bactéria que causa a salmonelose] foi a principal causa de infecções alimentares na União Europeia até 2005, com 200.000 casos e um custo anual de € 3000 milhões”, indica a EFSA, cita O Meu Bem Estar.

Este impacto levou as autoridades europeias a pôr em marcha uma série de medidas que levaram a uma redução das infecções resultantes desta bactéria – produzida por ovos contaminados, mas também por outros alimentos, como a carne de porco – em 50% desde 2005. Mas estes avanços poderão cair por terra, se a medida para alargar o prazo de validade dos ovos avançar.

“Se o prazo de validade dos ovos passar dos 21 dias para os 28  dias, o risco de infecções aumentará em 40% no caso dos alimentos que não forem cozinhados e 50% no caso dos que forem cozinhados”, indica o estudo da EFSA, que se baseou “no conhecimento científico actual”.

“No pior dos cenários, se o prazo de validade recomendado for de  42 dias e passar para 70 dias – outra das possibilidades sugeridas pela comissão -, o risco é três vezes maior que o actual tanto no caso dos ovos sem serem cozinhados como nos ovos confeccionados.

Nesta categoria estão os produtos crus (por exemplo, maionese ou alguns molhos ou bebidas), assim como os ovos cozidos ou fritos. ”Manter os ovos refrigerados é a única maneira de reduzir o aumento do risco de infecções devido a um armazenamento prolongado”, explicou um porta-voz da EFSA. “Em qualquer caso, se os prazos que indicam consumir até ou consumir de preferência forem alargados mais três semanas, o risco aumentará, incluindo com o sistema de refrigeração das lojas. Isso poderá também comprometer as conquistas conseguidas até á data com “a redução de Salmonella em galinhas poedeiras, já que os ovos são a principal causa de infecções na UE”, disse o porta-voz da EFSA.

Foto: pietroizzo  / Creative Commons

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