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Tag Archive | "segurança alimentar"

As comidas que ninguém comeria se fossem chamadas pelos verdadeiros nomes


Muitos dos pratos que consumimos têm nomes pomposos que, na verdade, nada têm que ver com o verdadeiro conteúdo da refeição. Se fossem chamados pelos verdadeiros nomes, o mais provável é que não quisesse comer alguns deles. Até porque muitos deles, a começar pelo foie gras, representam um abuso incrível de animais.

Foie Gras

Esta especialidade extravagante – geralmente extraída de patos ou gansos engordados – é literalmente traduzida em “fígado gordo”, mas em francês o nome soa muito melhor. No entanto, nem todos os “fígados gordos” provêm de aves alimentadas com ração. Existem quintas que criam os animais em liberdade e são estes que escolhem o seu alimento.

Caviar

Outra extravagância cara – normalmente utilizada como entrada ou para enfeitar pratos – que na verdade são ovas de peixe curadas em sal.

Queijo roquefort

Também conhecido por queijo azul, esta especialidade de queijo francesa deve o seu nome ao local onde era originalmente produzido: Roquefort-sur-Soulzon. O apelido de queijo azul provém do aspecto azulado ou esverdeado que o queijo apresenta. Este aspecto é na verdade bolor, provocado por fungos. Durante o seu fabrico, são injectados fungos na massa, que passa por um período de maturação de três meses. São estes fungos que desenvolvem no roquefort a aparência característica com veios verde-azulados, que lhes conferem o sabor especial.

Bacon

O bacon, produto tipicamente americano mas popularizado em todo o mundo, nada mais é do que barrigas de porco fatiadas, que são fumadas, salgadas ou curadas.

Escargot

Conhecidos em Portugal como caracóis, são uma especialidade apreciada por uns e odiada por outros. Antes de serem mortos e confeccionados, os tractos digestivos destes animais são retirados. Depois de serem mortos, temperados e confeccionados, os animais voltam a ser colocados dentro da concha e são servidos.

Dobrada

Este prato típico do norte de Portugal, geralmente acompanhado por arroz e feijão, é na verdade estômago de animais, geralmente de vaca.

Gelatina

Existe em vários sabores mas é feita a partir dos mesmos ingredientes: proteínas retiradas da pele e ossos de carcaças de animais. Posteriormente estas proteínas são misturadas com outros componentes, nomeadamente os sabores e colorantes.

Salsichas

Apreciadas em todo o mundo, as salsichas consistem em tripas, naturais ou sintéticas, que são enchidas com carne moída. Esta carne provém principalmente de sobras e de gordura.

Iogurte

Este produto básico nada mais é do que leite fermentado, através das culturas de bactérias que lhes são adicionadas. Estas bactérias produzem ácido lácteo, que coagula o leite e o torna mais consistente.

Queijo fresco

O processo de fabrico do queijo produz sobras, nomeadamente coágulos e soro de leite. O queijo fresco consiste nestas duas sobras do queijo que será curado.

Foto:  fofie57 / Creative Commons

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Frangos de supermercado são cada vez mais pequenos devido à crise


Um dos grandes efeitos da crise foi a redução do poder de compra dos consumidores. A mesma quantia de dinheiro permite-lhes agora comprar menos produtos, comparando com o período anterior à crise. Contudo, não foram apenas os produtos que encareceram. Muitas marcas foram reduzindo o tamanho das suas embalagens ou diminuindo a quantidade de produto por embalagem.

Porém, esta realidade não afectou só os produtos embalados. Segundo uma investigação da imprensa britânica, um consumidor atento já poderá reparar que também o tamanho de alguns animais, como o coelho e o frango, que são vendidos inteiros, foi diminuindo ao longo do tempo em que a recessão se instalou. Mais notório que o tamanho dos coelhos é a diminuição do tamanho dos frangos que vão parar às prateleiras dos supermercados. Não só os consumidores adquirem uma menor quantidade de produto pelo mesmo preço, como também frangos mais pequenos são sinónimo de que o bem-estar destes animais está comprometido.

Quanto menor for a frango, menor é o seu período de vida. Um frango que pese cerca de um quilo ou pouco mais terá sido abatido apenas com cinco semanas de vida. Até ir parar aos supermercados, uma cenoura demora 84 dias até estar criada. As batatas demoram cerca de 125 dias. Mas estes frangos demoram pouco mais de um mês, explica uma investigação da imprensa britânica.

Mas o menor período de vida traduz-se numa outra consequência. A maioria dos aviários ingleses tem um limite quanto à capacidade de aves que consegue albergar. Esta capacidade é normalmente calculada com base no peso por metro quadrado. A capacidade de cada metro quadrado tende a ser de 38 quilos. Se, em média, uma galinha pesar 2,2 quilos antes de ser abatida para consumo, cada metro quadrado pode conter 17 galinhas – o que significa que cada galinha tem um espaço equivalente ao tamanho de uma folha A4 para viver.

Porém, se o peso final da galinha for reduzido significa que o aviário pode ter mais animais por metro quadrado, o que permite ao produtor aumentar o seu lucro, já que tem mais animais para vender. Com esta redução de peso, um aviário que antes albergava 40 mil animais pode agora abrigar cerca de 50 mil, o que é mau para as galinhas, segundo as associações de protecção animal.

“As galinhas mais pequenas são mais activas e precisam de mais espaço para se movimentarem, não de menos”, explica Tracey Jones, directora de Food Business da Compassion in World Farming. “Se as galinhas tivessem mais espaço para se movimentarem, esta maior actividade iria melhorar a qualidade das suas curtas vidas”, indica.

O custo é factor motivador desta redução de peso das galinhas. Depois de grandes aumentos no preço de outras carnes, a galinha tornou-se uma opção relativamente barata. No entanto, o aumento do preço das rações e dos custos da energia, aliados à diminuição do poder de compra dos consumidores acelerou esta tendência para criar galinhas mais pequenas e leves.

Foto:  aprilskiver / Creative Commons

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11 hábitos que parecem óptimos para a saúde, mas não são


Hoje, todos queremos ter uma vida mais saudável e equilibrada, mas nem sempre conseguimos conjugar a boa alimentação ao exercício físico adequado. Por trás das orientações básicas para ter uma dieta saudável e praticar exercício, por exemplo, escondem-se vários hábitos que não são tão benéficos como parecem.

Alguns deles têm consequências graves, outros apenas são opções que desperdiçam o potencial de uma boa dieta. O agregador O Meu Bem Estar listou 11 hábitos que nos estão a fazer mal, ainda que pensemos o contrário. Os conselhos baseiam-se numa entrevista da nutricionistas brasileira Rosane França.

1. Exagerar no consumo de alimentos “light”

Para ajudar a emagrecer ou a reduzir a quantidade de açúcar na dieta, há pessoas que optam por alimentos “light” e “diet” em quantidade excessiva. O problema é que alguns desses produtos têm deficiência em nutrientes importantes, em relação à versão normal.

“Um iogurte light, por exemplo, pode até ter menos calorias, mas tem mais soro de leite do que o leite propriamente dito e ainda são usados corantes e outros aditivos industrializados. Seria mais saudável optar pelo normal”, afirma Rosane.

2. Substituir leite de vaca por leite de soja

A não ser que se tenha intolerância a lactose, deixar de tomar leite de vaca para consumir apenas leite de soja pode ser uma ideia inconsciente, de acordo com a especialista. A bebida de soja tem fibras, proteína e vitamina B, mas não possui nem 30% da quantidade de cálcio do leite comum e o processo industrial e químico pelo qual passa pode ser prejudicial.

A nutricionista alerta ainda  para a probabilidade de essas bebidas causarem alergia, quando consumidas em excesso.

3. Substituir o refrigerante comum pelo refrigerante “light”

Se consumir regularmente refrigerantes já é prejudicial para a saúde, mas consumir a sua versão “light” é ainda pior. Além de não ter nenhum nutriente que poderá ser usado para o bom funcionamento do organismo, o líquido tem grandes quantidades de corantes e aromatizantes que causam diversos problemas de saúde.

Apesar de não ter açúcar, o refrigerante “light” acaba por ficar doce devido ao aspartame, substância associada a problemas como dor de cabeça, fadiga, ansiedade e compulsão por comida.

4. Fazer actividade física só no final de semana

Os atletas de final de semana estão expostos a mais riscos do que benefícios com a prática de actividades físicas sem uma rotina e sem acompanhamento de um profissional. Praticar exercício físico informalmente uma vez a cada sete dias não faz diferença significativa para a perda de peso ou para melhoria da saúde e ainda pode ser a causa de lesões musculares e problemas cardíacos. É importante também se exercitar durante a semana, de preferência com a orientação de um especialista.

5. Deixar de comer arroz com feijão à noite

Com medo de engordar, muitas pessoas deixam de comer o tradicional arroz com feijão – prato típico brasileiro – à noite. Mas, segundo Rosane França, restringir o seu consumo não ajuda em nada. Pelo contrário, o “feijão com arroz é a combinação proteica perfeita. Não faz mal comer à noite. Só faz mal, se a pessoa jantar às 22h00 e deitar-se às 23h00. Se a pessoa comer às 20h00 e for para a cama às 23h00,  não há problema nenhum”, afirma.

6. Optar pelo sumo em vez de comer fruta

Ao contrário do que algumas pessoas podem pensar, beber sumo de polpa de fruta não é a mesma coisa que comer uma peça de fruta. A nutricionista afirma que a melhor opção, neste caso, é comer e não beber. Isso porque, além de ingerir mais fibras, a quantidade de calorias consumidas é menor.

7. Usar protector solar em excesso e fugir do sol

Proteger a pele dos raios solares é essencial para prevenir o envelhecimento precoce e doenças cutâneas, mas exagerar na aplicação de protector solar também pode ter um feito reverso. O sol também faz bem à saúde e são médicos e investigadores que o garantem. A estrela central do nosso sistema planetário é fonte de vitamina D.

Sem este nutriente, outras doenças podem surgir, como doenças cardiovasculares e deficiências de cálcio (já que a vitamina D é importante para absorver este mineral). Rosane não é contra o uso de protector solar, mas recomenda uma exposição directa de 10 a 15 minutos ao sol de manhã (menos nocivo do que ao meio-dia)

8. Não tomar o pequeno-almoço

Algumas pessoas acham melhor não tomar o pequeno-almoço, justificando-se com o facto de ficarem enjoadas e de querem emagrecer, mas esse hábito é altamente prejudicial para o organismo. “As pessoas dormem durante oito horas e o cérebro precisa de glicose para funcionar. Se não tiver, o cérebro vai consumir massa magra (músculos)”, diz Rosane.

Para quem fica  mal disposto logo de manhã, a sugestão da especialista é esperar cerca de meia hora para tomar o pequeno-almoço.

9. Comprar qualquer pão integral

Se está escrito no rótulo que o pão é integral, então posso ficar descansado e comprar? Errado. De acordo com a nutricionista, há marcas de pão integral que usam grandes quantidades de farinha branca na receita e, por isso, não dão saciedade nem fornecem a quantidade de fibras contidas em outros produtos deste tipo.

Por isso, a nutricionista afirma que, na hora de comprar, é importante ver se o pacote traz fatias mais massudas, que são pesadas e em menor quantidade e tamanho. Se tiver este aspecto, as probabilidades de o produto ser efectivamente integral são maiores.

10. Comer muitas proteínas

Diversas dietas para emagrecer sugerem que a ingestão de proteína e a redução dos hidratos de carbono são as chave para perder peso. No entanto, Rosane França diz que o excesso de proteína no organismo não é benéfico e pode causar problemas de saúde. “É tudo uma questão de equilíbrio. A ideia de que a pessoa emagrece com uma dieta rica da proteína é falsa, porque, na verdade, ela perde água e pode ficar desidratada”, afirma.

Além de não ter efeitos a longo prazo, pois, ao consumir poucos hidratos de carbono, o corpo passa a gastar massa magra e não gordura,  exagerar no consumo de alimentos como carnes e ovos pode sobrecarregar os rins. Como se não bastasse, um estudo recente associou o excesso de proteína ao cancro em pessoas que tenham entre 50 e 65 anos de idade.

11. Tomar suplementos vitamínicos

Para quem não tem problemas de saúde que exigem esse tipo de recurso, não é necessário tomar vitaminas e suplementos alimentares. A nutricionista afirma que, com o excesso de consumo de suplementos, boa parte daquilo que o corpo não precisa é renegada, mas, antes, tudo passa pelo fígado, para ser “seleccionado”. Isso pode causar a sobrecarga do órgão, que passa a trabalhar bem mais do que o necessário.

De acordo com Rosane, grande parte do que sobra é eliminada, mas aquilo que fica armazenado ainda pode causar problemas de saúde, como a chamada vitaminose. “Com uma alimentação regrada e equilibrada, com verduras e legumes, já resolve o problema”, diz.

Foto: fred_v / Creative Commons

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França proíbe cultivo de milho transgénico da Monsanto


O Governo francês decidiu proibir o cultivo de milho transgénico da multinacional norte-americana Monsanto, que estava autorizado pela União Europeia. Segundo o jornal HiperSuper, o Governo justifica a decisão de proibir a variedade de milho Mon 810 com “os graves riscos para o ambiente e propagação de organismos danosos”.

O documento, que foi conhecido no sábado, refere várias vezes o princípio de “precaução” e as “incertezas” sobre as consequências da presença deste milho geneticamente modificado.

O executivo francês recorda ainda que este tipo de milho foi autorizado pela Comissão Europeia em 1998, com base numa directiva de 1990 que tem um nível de exigência “muito mais débil” na avaliação dos riscos.

Esta decisão surge depois de a Associação Geral dos Produtores de Milho francesa ter anunciado a intenção de alguns agricultores de recorrer, este ano, ao milho transgénico autorizado pela União Europeia.

A França tem defendido a necessidade de alterar os procedimentos europeus de autorização dos organismos geneticamente modificados (OGM), para torná-los mais exigentes e permitir que, em última instância, seja cada país a decidir.

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Banco Mundial: um terço da comida produzida mundialmente é desperdiçada


Cerca de um terço da comida produzida a nível mundial nunca é consumido, o que significa que os preços estão a ser artificialmente inflacionados e vários recursos a ser gastos em vão. A conclusão é do último relatório do Banco Mundial, que revela que entre 25% a 33% da comida produzida é desperdiçada.

Tais dados significam também que, enquanto muitos países sofrem de subnutrição, cerca de 1.520 calorias são desperdiçadas nos países desenvolvidos. “A quantidade de comida desperdiçada ou não consumida é vergonhosa. Milhões de pessoas no mundo vão para a cama com fome e, ainda assim, milhões de toneladas de alimentos acabam no lixo ou são desperdiçadas mesmo antes de chegar ao mercado. Temos de lidar com este problema em cada país de maneira a melhorar a segurança alimentar e acabar com a pobreza”, afirmou num comunicado o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim.

O relatório sublinha ainda que cerca de 56% da totalidade de comida desperdiçada ocorre nos países desenvolvidos e a maior quantidade é desperdiçada durante o processo de fabrico.

Paralelamente, o documento indica que, apesar dos elevados preços da comida, os valores globais caíram cerca de 3% no último trimestre e a tendência deverá manter-se, já que os preços dos fertilizantes também deverão diminuir e as previsões meteorológicas são positivas para as culturas agrícolas.

Foto: notfrancois / Creative Commons

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Embalagem Tetra Evero Aseptic reconhecida pelo International Forum Packaging Design


A Tetra Pak recebeu um prémio do International Forum Packaging Design 2014 (prémios iF) pela Tetra Evero Aseptic, a primeira garrafa asséptica de cartão para leite ultrapasteurizado.

De acordo com o Protege o que é Bom, a embalagem foi reconhecida por um júri composto por 50 especialistas de renome internacional, pelo seu conceito inovador, atractividade, facilidade de utilização e excepcional desempenho ambiental.

“A Tetra Evero Aseptic baseia-se num design imaginativo que combina a facilidade de utilização de uma garrafa com a proteção alimentar e as vantagens ambientais das embalagens assépticas de cartão. O ergonómico formato cilíndrico, com os painéis laterais planos, facilita a utilização tanto a adultos como a crianças, enquanto o espaço de impressão ao longo de toda a superfície da embalagem maximiza o impacto das marcas na captação da atenção dos consumidores”, explicou Lars Bengtsson, Product Group Director da Tetra Pak.

“Tudo isto é possível através de uma série de avanços tecnológicos que incluem a primeira moldagem por injeção para embalagens assépticas. A atribuição de um iF Packaging Design Award testemunha o intenso trabalho da nossa equipa de Pesquisa & Desenvolvimento” – acrescentou o responsável.

Criado em 1953, o iF Industrie Forum Design é uma organização independente que tem actuado como mediador entre o design e o mundo dos negócios. Os prémios iF estão entre as mais importantes distinções de design a nível mundial, reconhecendodo o excepcional trabalho dos profissionais no desenvolvimento, comunicação e embalagem. Este ano o iF Packaging Design Award contou com um total de 264 inscrições.

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