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Tag Archive | "Sociedade Ponto Verde"

Secretaria de Estado do Desporto e IPJ com certificação sustentável


A Secretaria de Estado do Desporto e Juventude (SEDJ) e o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) aderiram à certificação 3R6, explicou em comunicado a Sociedade Ponto Verde (SPV).

Criada pela SPV, esta certificação é dirigida a entidades que pretendam adoptar práticas ambientais mais sustentáveis na organização das suas iniciativas. Depois de cumpridos todos os requisitos, a certificação é atribuída pela Ponto Verde Serviços.

Para obtenção deste certificado, a SEDJ e o IPDJ desenvolveram ao longo do último ano um trabalho de implementação de separação dos resíduos produzidos pelos colaboradores, bem como pelos consumidores que visitam as suas Lojas Ponto JA. O objectivo é agora alargar o processo a outros espaços.

A identidade 3R6 tem o objectivo de certificar empresas, espaços e serviços que asseguram o correcto encaminhamento de resíduos. Através desta certificação, é possível assegurar às organizações que todos os resíduos produzidos nos locais por si geridos são devidamente encaminhados para o destino final mais adequado, seguindo a hierarquia de gestão dos 3Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Ao candidatar-se a este programa, a SEDJ comprometeu-se a criar e implementar as infra-estruturas necessárias à separação nos seus escritórios. Por seu turno, a Sociedade Ponto Verde, através da Ponto Verde Serviços, está a apoiar o planeamento e a preparação das condições necessárias à garantia de uma boa gestão de resíduos, contribuindo para encontrar soluções de recolha e, ao mesmo tempo, assegurar que os resíduos têm como fim a reciclagem ou outro tipo de valorização adequada.

Com o selo 3R, a Ponto Verde Serviços pretende trabalhar em conjunto com as diferentes organizações, de forma a que estas deem o seu contributo para um ambiente melhor, através da alteração das suas práticas e as dos seus fornecedores, e estimulando os consumidores a alterarem os seus hábitos.

Foto: Fotos GOVBA / Creative Commons

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Sociedade Ponto Verde já bateu à porta de mais de 500 mil lares


A Missão Reciclar, da Sociedade Ponto Verde, já percorreu 29 municípios nos primeiros seis meses, tendo entregue mais de 83 mil ecopontos domésticos. No canal HORECA (hotéis, restaurantes e cafés), foram visitados mais de 1.600 pontos de venda, em sete municípios. Ao todo, a iniciativa já bateu à porta de mais de 500 mil lares portugueses, nos distritos de Lisboa, Leiria, Setúbal e Santarém.

A Missão Reciclar, recorde-se, pretende contribuir para o aumento da taxa de reciclagem em Portugal. De acordo com os resultados obtidos através de questionário realizado a mais de 100.000 lares, cerca de 70% dos inquiridos faz a reciclagem de embalagens usadas.

Ao longo de 113 dias da acção no terreno – entre o início de Dezembro de 2013 e 16 de Maio de 2014 – a maior iniciativa de sensibilização de lares da SPV percorreu os municípios de Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Azambuja, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Rio Maior, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras, Loures, Odivelas, Amadora, Lisboa (onde irá regressar), Vila Franca de Xira, Almada, Setúbal, Sesimbra, Moita, Montijo, Seixal, Barreiro, Palmela, Cascais e Oeiras.

Foram entregues 83.000 ecobags, constituídos por três sacos das cores dos ecopontos para separação seletiva de embalagens.

Quando questionados sobre a razão para a não separação doméstica dos resíduos os cerca de 30% de não separadores apontaram, entre outras razões, a falta de recipientes próprios para o efeito (34%) e a noção do excessivo trabalho pessoal/familiar implicado (23%).

Mais de 1.600 pontos de venda visitados

Paralelamente à acção de sensibilização dos lares, a Missão Reciclar tem estado a percorrer, desde Fevereiro, os estabelecimentos de hotelaria, restauração e similares, conhecidos como canal HORECA, com o objectivo de sensibilizar e recolher informação sobre os hábitos de separação dos pontos de venda.

Entre os meses de Fevereiro e Maio foram visitados 1.600 pontos de venda nos municípios de Almada, Barreiro, Seixal, Setúbal, Sesimbra, Matosinhos e Odivelas, dos quais 78% são separadores. Os principais motivos apontados para a não separação prendem-se com a falta de motivação para a separação (57%), a distância ao ecoponto (19%) e a falta de espaço no estabelecimento para realizar essa tarefa (9%).

Depois da visita da Missão Reciclar, cerca de 75% dos estabelecimentos mostraram-se motivados a separar os seus resíduos de embalagens.

“A maturidade e os resultados já alcançados, bem como as novas metas do PERSU 2020, impõem-nos maior responsabilidade. A Missão Reciclar é um dos projetos previstos para ir ao encontro desses objetivos. Acreditamos que a visita da equipa da Missão Reciclar pode contribuir para sensibilizar e motivar a população e os estabelecimentos horeca para a separação, contribuindo para o aumento da taxa de reciclagem em Portugal», referiu em comunicado Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde.

Através da Missão Reciclar, a Sociedade Ponto Verde irá visitar 2 milhões de lares e 20.000 Horeca e entregar 340 mil ecopontos. Esta acção decorre em parceria com os Municípios e os Sistemas Municipais e pretende continuar a criar condições para que um número cada vez maior de portugueses cumpra a sua missão cívica de separar os seus resíduos de embalagem e de colocá-los no ecoponto correto, contribuindo para que estes sejam encaminhados para reciclagem.

Desde a sua criação em 1996, a Sociedade Ponto Verde já encaminhou para reciclagem mais de 6 milhões de toneladas de resíduos de embalagens, o equivalente ao peso de 3 Pontes Vasco da Gama.

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SPV garante compensação das emissões de carbono do Rock In Rio


Pela 3ª edição consecutiva, o Rock In Rio vai ser neutro em carbono, contando com a certificação 3R6  pelo encaminhamento para reciclagem dos resíduos gerados no seu recinto. Esta compensação das emissões de carbono têm o selo da Ponto Verde Serviços, que lhe atribuirá o selo Carbono Zero Premium.

Este, que será atribuído pela primeira vez a um evento de música, garante que são compensadas todas as emissões de carbono para a atmosfera, emitidas quer do público quer por parte da organização, incluindo deslocação das bandas e respectivas mercadorias, consumo de energia, deslocação de pessoas e mercadorias dos parceiros (patrocinadores e fornecedores), tratamento dos resíduos produzidos.

Para compensar as emissões que vierem a ser geradas na edição de 2014, a organização do Rock In Rio irá plantar 118 mil árvores, até 2016, em zonas ardidas de Portugal.

“O Rock in Rio foi o primeiro evento em Portugal e no Brasil a aderir ao 3R6, distinguindo-se também por ser o primeiro evento de música a neutralizar o impacto no clima com a chancela Carbono Zero Premium. A imagem que costumava ser habitual no final dos concertos, de resíduos abandonados no recinto vazio, pertence cada vez mais ao passado. O Rock in Rio foi pioneiro e tem sido um exemplo de boas práticas ambientais e é o evento onde mais se recicla em Portugal, elevando a fasquia da sustentabilidade que se pretende para os grandes eventos”, salientou em comunicdo Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde.

No total das três últimas edições do Rock in Rio-Lisboa foram encaminhadas para reciclagem mais de 80 toneladas de embalagens de plástico e metal; 37 toneladas de papel e cartão e 9 toneladas de vidro de embalagem.

Em estreita colaboração com a Sociedade Ponto Verde, na edição de 2012 foram enviados para reciclagem cerca de 32% dos resíduos produzidos, entre a montagem e a desmontagem do evento. Dos restantes resíduos, 56% foram valorizados energeticamente e 2% receberam valorização orgânica.

Ecoponto gigante “alimenta” causa social

O sucesso da estratégia de gestão de resíduos do Rock in Rio-Lisboa depende em muito da colaboração do público. Com efeito, a reciclagem de embalagens vai juntar-se à animação do recinto, sensibilizando os participantes do evento para os seus benefícios. Em troca dos resíduos de embalagens depositados pelos participantes, como copos de plástico, caixas de pizza ou garrafas de água, a Sociedade Ponto Verde irá oferecer prémios e apoiar uma ação de cariz social, contribuindo para que mais refeições cheguem a quem mais precisa.

Além de contribuírem para uma causa social e para melhorar o ambiente, ao depositarem as suas embalagens no ecoponto da Sociedade Ponto Verde todos os que se deslocarem ao Rock in Rio-Lisboa podem ainda habilitar-se a uma das t-shirts desenhadas especialmente para os festivais de música em que a Sociedade Ponto Verde vai marcar presença, nas quais os logos de emblemáticas bandas e músicos portugueses foram associados à reciclagem.

Implementado pela primeira vez no Rock in Rio-Lisboa 2008, o 3R6 uniu para sempre a história do evento à génese do selo, que garante que os resíduos produzidos nos eventos são adequadamente encaminhados para o destino final seguindo a hierarquia de gestão dos 3R: reduzir, reutilizar e reciclar. O objetivo é a redução da produção de resíduos e a maximização das quantidades enviadas para reciclagem e valorização.

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Programa de rádio junta Green Project Awards, Sociedade Ponto Verde e TSF


Código Verde é o nome da rubrica da TSF que estreou na semana passada, numa parceria da estação de rádio com o Green Project Awards e a Sociedade Ponto Verde. O programa terá emissão semanal às quartas-feiras – depois das 8h30 e das 17h30.

O Código Verde pretende falar de acções e actividades que visam preencher as necessidades actuais dos consumidores, sem comprometer o futuro das próximas gerações.

Recorde o primeiro programa.

“Falar de empresas, produtos, serviços que visam o desenvolvimento económico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente, é fundamental para se alcançar o desenvolvimento sustentável. Acreditamos que o Código Verde vai contribuir para esta missão, explicou José Manuel Costa, Presidente e CEO da GCI, uma das entidades organizadoras do Green Project Awards.

“O Código Verde será um importante complemento à informação veiculada sobre sustentabilidade, razão que levou a Sociedade Ponto Verde a fazer parte deste projecto. Queremos continuar a contribuir para a sensibilização da população e disseminação das melhores práticas”, referiu Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde, em comunicado.

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Luís Veiga Martins: “Queremos clarificar as regras de separação a quem já o faz”


A Sociedade Ponte Verde tem expectativas “muito ambiciosas” para o Projeto80, promovendo o Recicla Challenge – um desafio de escrita criativa que irá colocar os melhores participantes a reescrever a letra da música “Ray-dee-oh”, dos Azeitonas.

O Green Savers falou com o director-geral da Sociedade Ponto Verde, Luís Veiga Martins, sobre reciclagem, sensibilização ambiental e descentralização dos projectos de empreendedorismo ambiental.

Que balanço faz a SPV da primeira edição do Projeto 80?

Fazemos um balanço positivo, embora com os desafios inerentes a ser uma experiência inovadora no seu primeiro ano de realização. No ano de arranque do projecto apostou-se muito na sensibilização dos jovens para a importância do trabalho em equipa e de como este pode beneficiar a sua comunidade.

Por outro lado, houve também um grande trabalho de consciencialização para a importância da reciclagem de resíduos de embalagem e para o contributo que esta área pode ter para proporcionar um futuro melhor. No caso da reciclagem, actualmente já são enviadas para reciclagem através da SPV mais de 650 mil toneladas de resíduos de embalagens por ano. Só em conjunto é que se conseguem atingir objectivos. Este valor só é possível graças ao empenho de todos os parceiros do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens e porque quase 70% da população já faz a separação das suas embalagens usadas.

Quais as expectativas para a segunda edição?

São muito mais ambiciosas. Queremos dar continuidade ao trabalho realizado no ano anterior, aumentando a adesão dos jovens ao projecto e integrando-os mais nos objectivos. Esta edição tem estado a correr muito bem, verificando-se uma adesão muito interessante por parte dos jovens à actividade que está a ser desenvolvida pela Sociedade Ponto Verde no roadshow do Projeto 80, o Recicla Challenge.

Em que consiste o Recicla Challenge?

É sobretudo um desafio de escrita criativa, através do qual a Sociedade Ponto Verde está a desafiar os jovens a reescrever a letra da música “Ray-dee-oh”, dos Azeitonas, utilizando vocabulário do universo da reciclagem e da preservação do ambiente. Em breve, as novas versões vão estar em votação na página de facebook da Sociedade Ponto Verde, de forma a que seja possível encontrar a melhor letra para cada uma das 18 cidades que estão a ser visitadas pelo roadshow do Projeto 80.

Este é o segundo ano de patrocínio da SPV ao Projeto 80. O que vos levou a apostar neste projecto?

Com a renovação do apoio a este projeto pretendemos sobretudo incentivar o debate sobre diversos temas, como a sustentabilidade e a reciclagem. Ao impulsionar os jovens para a apresentação de projectos que sensibilizem para a proteção do ambiente e, em particular, incentivem a reciclagem de resíduos de embalagens, o Projeto 80 dá o seu apoio a um dos objectivos da Sociedade Ponto Verde para este ano: sensibilizar todos os que ainda não reciclam e clarificar as regras de separação a todos os que já separam os seus resíduos de embalagens.

Desta forma, estamos a contribuir para o aumento da taxa de reciclagem em Portugal, nomeadamente do fluxo urbano (embalagens domésticas e do pequeno comércio), indo ao encontro das metas propostas no novo Plano Estratégico dos Resíduos Urbanos.

Os jovens portugueses estão despertos para os temas ambientais?

Sim, cada vez mais. É nos jovens que depositamos as esperanças para que a consciência ambiental faça, cada vez mais e de forma natural, parte do dia-a-dia das pessoas. Por essa razão, faz todo o sentido desenvolver campanhas ou participar em projetos que cheguem junto do público mais jovem, uma vez que são não só influenciadores do processo de separação no lar, como também os futuros decisores dos seus próprios lares.

Para além do recicla Challenge, que outro tipo de informação partilham com os jovens durante o roadshow?

O programa do Roadshow Projeto 80 contempla também uma sessão onde são apresentados exemplos de boas práticas para o desenvolvimento sustentável. Para tal em todas as escolas são feitas apresentações aos jovens para sensibilizar e consciencializar aqueles que serão os decisores do futuro, através da divulgação de projetos de sucesso na área da reciclagem.

O roadshow vai visitar 18 cidades portuguesas, que representam 18 distritos. Esta descentralização da iniciativa é fulcral para o seu sucesso – e das acções dos patrocinadores?

Esta descentralização é fundamental para levar as mensagens da sustentabilidade, da preservação de recursos e do empreendedorismo a diferentes pontos do país. Independentemente do local onde habitem, o contributo de todos é fundamental.

Mas a Sociedade Ponto Verde desde há muito que tem privilegiado a sensibilização em todo o território nacional e, sempre que possível, em parceria com as autarquias e os sistemas municipais. Um exemplo desta parceria é a Missão Reciclar, um projecto de sensibilização de âmbito nacional que vai bater à porta de 2 milhões de lares portugueses de norte a sul, sensibilizando para a separação das embalagens usadas e esclarecendo junto de quem separa algumas dúvidas que ainda possam subsistir.

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Portugal: reciclagem de resíduos urbanos de embalagem cresce 7% em 2013 (com QUADRO)


Em 2013, a reciclagem de resíduos de embalagens domésticas, do pequeno comércio e HORECA cresceu 7% – ou seja, apesar da redução de consumo resultante da actual conjuntura económica, os portugueses mantêm o compromisso com a separação e reciclagem dos seus resíduos de embalagens.

A Sociedade Ponto Verde (SPV), encaminhou para reciclagem, no ano passado, mais de 382 mil toneladas de resíduos de embalagem no âmbito do fluxo urbano, materiais recolhidos na sua maioria de forma selectiva através dos ecopontos e sistemas porta-a-porta.

“Portugal pode, mais uma vez, orgulhar-se dos resultados obtidos. Ano após ano, desde o início do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE), em 1996, que a evolução tem sido muito positiva. A maturidade e os resultados alcançados impõem-nos maior responsabilidade, pelo que continuamos firmemente comprometidos com o desenvolvimento de uma sociedade de reciclagem contribuindo assim para a Economia Verde”, salientou em comunicado Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde.

No fluxo urbano – origem doméstica e pequeno comércio e HORECA – o plástico e o metal destacaram-se com um crescimento de 27%, tendo o papel/cartão aumentado 10%. Em relação ao vidro registou-se um ligeiro decréscimo (-2%).

No acumulado do fluxo urbano e não urbano foram encaminhadas para reciclagem mais de 693 mil toneladas de resíduos, um crescimento de 7% em relação a 2012.

Crise não afasta reciclagem

Não obstante a actual conjuntura, a Sociedade Ponto Verde acredita que nos próximos anos a taxa de reciclagem de resíduos de embalagens continuará a aumentar em Portugal, indo ao encontro das metas propostas no novo Plano Estratégico dos Resíduos Urbanos.

Recorde-se que, para contribuir para este objectivo, a SPV lançou, no final do ano passado, a Missão Reciclar, um projecto de sensibilização de âmbito nacional em mais de 200 concelhos. Coordenada com municípios e os sistemas municipais, ao longo de 2014 a acção vai bater à porta de 2 milhões de lares portugueses com a missão de converter todos os que ainda não reciclam em separadores totais e de clarificar as regras da reciclagem a todos os que já fazem a separação.

Desde a sua criação em 1996, a Sociedade Ponto Verde já encaminhou para reciclagem mais de seis milhões de toneladas de resíduos de embalagens, o equivalente ao peso de três Pontes Vasco da Gama.

Balanço

2013

2012

Comparação 2012/13 (p.p)
Papel/Cartão

108.896

98.948

10%

Vidro

175.145

178.216

-2%

Plástico

70.468

55.361

27%

Metal

24.416

19.301

27%

Madeira

3.570

4.625

-23%

Total

382.494

356.451

7%

 

 

 

 

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