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Tag Archive | "Sociedade Ponto Verde"

Programa de rádio junta Green Project Awards, Sociedade Ponto Verde e TSF


Código Verde é o nome da rubrica da TSF que estreou na semana passada, numa parceria da estação de rádio com o Green Project Awards e a Sociedade Ponto Verde. O programa terá emissão semanal às quartas-feiras – depois das 8h30 e das 17h30.

O Código Verde pretende falar de acções e actividades que visam preencher as necessidades actuais dos consumidores, sem comprometer o futuro das próximas gerações.

Recorde o primeiro programa.

“Falar de empresas, produtos, serviços que visam o desenvolvimento económico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente, é fundamental para se alcançar o desenvolvimento sustentável. Acreditamos que o Código Verde vai contribuir para esta missão, explicou José Manuel Costa, Presidente e CEO da GCI, uma das entidades organizadoras do Green Project Awards.

“O Código Verde será um importante complemento à informação veiculada sobre sustentabilidade, razão que levou a Sociedade Ponto Verde a fazer parte deste projecto. Queremos continuar a contribuir para a sensibilização da população e disseminação das melhores práticas”, referiu Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde, em comunicado.

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Luís Veiga Martins: “Queremos clarificar as regras de separação a quem já o faz”


A Sociedade Ponte Verde tem expectativas “muito ambiciosas” para o Projeto80, promovendo o Recicla Challenge – um desafio de escrita criativa que irá colocar os melhores participantes a reescrever a letra da música “Ray-dee-oh”, dos Azeitonas.

O Green Savers falou com o director-geral da Sociedade Ponto Verde, Luís Veiga Martins, sobre reciclagem, sensibilização ambiental e descentralização dos projectos de empreendedorismo ambiental.

Que balanço faz a SPV da primeira edição do Projeto 80?

Fazemos um balanço positivo, embora com os desafios inerentes a ser uma experiência inovadora no seu primeiro ano de realização. No ano de arranque do projecto apostou-se muito na sensibilização dos jovens para a importância do trabalho em equipa e de como este pode beneficiar a sua comunidade.

Por outro lado, houve também um grande trabalho de consciencialização para a importância da reciclagem de resíduos de embalagem e para o contributo que esta área pode ter para proporcionar um futuro melhor. No caso da reciclagem, actualmente já são enviadas para reciclagem através da SPV mais de 650 mil toneladas de resíduos de embalagens por ano. Só em conjunto é que se conseguem atingir objectivos. Este valor só é possível graças ao empenho de todos os parceiros do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens e porque quase 70% da população já faz a separação das suas embalagens usadas.

Quais as expectativas para a segunda edição?

São muito mais ambiciosas. Queremos dar continuidade ao trabalho realizado no ano anterior, aumentando a adesão dos jovens ao projecto e integrando-os mais nos objectivos. Esta edição tem estado a correr muito bem, verificando-se uma adesão muito interessante por parte dos jovens à actividade que está a ser desenvolvida pela Sociedade Ponto Verde no roadshow do Projeto 80, o Recicla Challenge.

Em que consiste o Recicla Challenge?

É sobretudo um desafio de escrita criativa, através do qual a Sociedade Ponto Verde está a desafiar os jovens a reescrever a letra da música “Ray-dee-oh”, dos Azeitonas, utilizando vocabulário do universo da reciclagem e da preservação do ambiente. Em breve, as novas versões vão estar em votação na página de facebook da Sociedade Ponto Verde, de forma a que seja possível encontrar a melhor letra para cada uma das 18 cidades que estão a ser visitadas pelo roadshow do Projeto 80.

Este é o segundo ano de patrocínio da SPV ao Projeto 80. O que vos levou a apostar neste projecto?

Com a renovação do apoio a este projeto pretendemos sobretudo incentivar o debate sobre diversos temas, como a sustentabilidade e a reciclagem. Ao impulsionar os jovens para a apresentação de projectos que sensibilizem para a proteção do ambiente e, em particular, incentivem a reciclagem de resíduos de embalagens, o Projeto 80 dá o seu apoio a um dos objectivos da Sociedade Ponto Verde para este ano: sensibilizar todos os que ainda não reciclam e clarificar as regras de separação a todos os que já separam os seus resíduos de embalagens.

Desta forma, estamos a contribuir para o aumento da taxa de reciclagem em Portugal, nomeadamente do fluxo urbano (embalagens domésticas e do pequeno comércio), indo ao encontro das metas propostas no novo Plano Estratégico dos Resíduos Urbanos.

Os jovens portugueses estão despertos para os temas ambientais?

Sim, cada vez mais. É nos jovens que depositamos as esperanças para que a consciência ambiental faça, cada vez mais e de forma natural, parte do dia-a-dia das pessoas. Por essa razão, faz todo o sentido desenvolver campanhas ou participar em projetos que cheguem junto do público mais jovem, uma vez que são não só influenciadores do processo de separação no lar, como também os futuros decisores dos seus próprios lares.

Para além do recicla Challenge, que outro tipo de informação partilham com os jovens durante o roadshow?

O programa do Roadshow Projeto 80 contempla também uma sessão onde são apresentados exemplos de boas práticas para o desenvolvimento sustentável. Para tal em todas as escolas são feitas apresentações aos jovens para sensibilizar e consciencializar aqueles que serão os decisores do futuro, através da divulgação de projetos de sucesso na área da reciclagem.

O roadshow vai visitar 18 cidades portuguesas, que representam 18 distritos. Esta descentralização da iniciativa é fulcral para o seu sucesso – e das acções dos patrocinadores?

Esta descentralização é fundamental para levar as mensagens da sustentabilidade, da preservação de recursos e do empreendedorismo a diferentes pontos do país. Independentemente do local onde habitem, o contributo de todos é fundamental.

Mas a Sociedade Ponto Verde desde há muito que tem privilegiado a sensibilização em todo o território nacional e, sempre que possível, em parceria com as autarquias e os sistemas municipais. Um exemplo desta parceria é a Missão Reciclar, um projecto de sensibilização de âmbito nacional que vai bater à porta de 2 milhões de lares portugueses de norte a sul, sensibilizando para a separação das embalagens usadas e esclarecendo junto de quem separa algumas dúvidas que ainda possam subsistir.

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Portugal: reciclagem de resíduos urbanos de embalagem cresce 7% em 2013 (com QUADRO)


Em 2013, a reciclagem de resíduos de embalagens domésticas, do pequeno comércio e HORECA cresceu 7% – ou seja, apesar da redução de consumo resultante da actual conjuntura económica, os portugueses mantêm o compromisso com a separação e reciclagem dos seus resíduos de embalagens.

A Sociedade Ponto Verde (SPV), encaminhou para reciclagem, no ano passado, mais de 382 mil toneladas de resíduos de embalagem no âmbito do fluxo urbano, materiais recolhidos na sua maioria de forma selectiva através dos ecopontos e sistemas porta-a-porta.

“Portugal pode, mais uma vez, orgulhar-se dos resultados obtidos. Ano após ano, desde o início do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE), em 1996, que a evolução tem sido muito positiva. A maturidade e os resultados alcançados impõem-nos maior responsabilidade, pelo que continuamos firmemente comprometidos com o desenvolvimento de uma sociedade de reciclagem contribuindo assim para a Economia Verde”, salientou em comunicado Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde.

No fluxo urbano – origem doméstica e pequeno comércio e HORECA – o plástico e o metal destacaram-se com um crescimento de 27%, tendo o papel/cartão aumentado 10%. Em relação ao vidro registou-se um ligeiro decréscimo (-2%).

No acumulado do fluxo urbano e não urbano foram encaminhadas para reciclagem mais de 693 mil toneladas de resíduos, um crescimento de 7% em relação a 2012.

Crise não afasta reciclagem

Não obstante a actual conjuntura, a Sociedade Ponto Verde acredita que nos próximos anos a taxa de reciclagem de resíduos de embalagens continuará a aumentar em Portugal, indo ao encontro das metas propostas no novo Plano Estratégico dos Resíduos Urbanos.

Recorde-se que, para contribuir para este objectivo, a SPV lançou, no final do ano passado, a Missão Reciclar, um projecto de sensibilização de âmbito nacional em mais de 200 concelhos. Coordenada com municípios e os sistemas municipais, ao longo de 2014 a acção vai bater à porta de 2 milhões de lares portugueses com a missão de converter todos os que ainda não reciclam em separadores totais e de clarificar as regras da reciclagem a todos os que já fazem a separação.

Desde a sua criação em 1996, a Sociedade Ponto Verde já encaminhou para reciclagem mais de seis milhões de toneladas de resíduos de embalagens, o equivalente ao peso de três Pontes Vasco da Gama.

Balanço

2013

2012

Comparação 2012/13 (p.p)
Papel/Cartão

108.896

98.948

10%

Vidro

175.145

178.216

-2%

Plástico

70.468

55.361

27%

Metal

24.416

19.301

27%

Madeira

3.570

4.625

-23%

Total

382.494

356.451

7%

 

 

 

 

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Reciclagem em Portugal: de 1996 até 2020 (com VÍDEO)


Há 17 anos, Portugal tinha 311 lixeiras e apenas uma estação de triagem de resíduos. Desde então construíram-se aterros, estações de triagem, centrais de valorização energética e unidades de valorização orgânica – e todas as lixeiras foram encerradas.

Em 1996, uma lei baseada numa directiva comunitária passou a responsabilizar as empresas pela gestão e destino final dos resíduos. É então que surge a Sociedade Ponto Verde, criada por um conjunto de empresas que já financiaram em €600 milhões a reciclagem de embalagens – e €42 milhões na sensibilização e educação dos consumidores, em campanhas como a do Gervásio ou dos Enganos (na foto).

“Cerca de 70% da população já separa os seus resíduos. Não estou a dizer que separa os três contentores, mas separa, pelo menos, um material. Existem 30% de portugueses que ainda não fazem a separação em suas casas”, explicou ao Economia Verde o director-geral da Sociedade Ponto Verde, Luís Veiga Martins.

Quando a Sociedade Ponto Verde – ou SPV – entrou na casa dos portugueses, através das campanhas televisivas, a reciclagem era ainda pouco conhecida. Agora, passados 17 anos, a SPV quer regressar a dois milhões de lares, numa campanha muito ambiciosa de que já falámos ontem.

“Ao longo de 2014, num projecto a 12 e 18 meses, [a SPV] vai visitar um conjunto de lares e identificar os lares que não separam. Para os que não o fizerem, vamos disponibilizar ecopontos domésticos [para o fazerem”, frisou Veiga Martins.

Segundo os últimos números do Eurostat, a taxa de reciclagem em Portugal já está nos 58%, no que toca às embalagens. O próximo objectivo é aumentar este número para 70% já em 2020.

Em 2012, o sector contribuiu com €71 milhões para o PIB. Mas mais importante: reciclar significa menos extracção de matérias-primas, menos consumo de energia para fabricar novos produtos, menos emissões de dióxido de carbono e mais valor acrescentado para a economia.

 

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Sociedade Ponto Verde explica reciclagem em 2 milhões de lares


A Sociedade Ponto Verde (SPV) arrancou hoje com uma das maiores acções de sensibilização alguma vez realizadas, em Portugal, no que toca à reciclagem de resíduos de embalagens.

Assim, uma equipa da Sociedade Ponto Verde irá, nos próximos meses, bater à porta de 2 milhões de lares portugueses, em mais de 200 concelhos, com a missão de converter todos os que ainda não reciclam em separadores totais (que separam todos os tipos de embalagens) e clarificando as regras de reciclagem a todos os que reciclam.

Com a iniciativa Missão Reciclar, apresentada esta manhã em Lisboa, a Sociedade Ponto Verde pretende contribuir para o aumento da taxa de reciclagem em Portugal, nomeadamente do fluxo urbano (embalagens domésticas e do pequeno comércio), indo ao encontro das metas propostas no novo Plano Estratégico dos Resíduos Urbanos (PERSU 2020).

A ação é coordenada com os municípios e os sistemas municipais, com o objectivo de continuar a criar condições para que um número cada vez maior de portugueses cumpra a sua missão cívica de separar os seus resíduos de embalagem para que estes sejam encaminhados para reciclagem.

“As embalagens usadas nas nossas casas não são lixo. A grande maioria é feita de materiais recicláveis. Quando devidamente separadas e colocadas no ecoponto, as embalagens usadas podem ganhar novas vidas e gerar valor. Por isso, a missão de reciclar deve ser de todos. A reciclagem é um acto cívico, com impacto positivo no ambiente, na qualidade de vida das populações e na economia nacional, razão que nos levou a realizar esta iniciativa”, frisou hoje Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde.

De acordo com o estudo “Hábitos e Atitudes face à separação de resíduos domésticos”, 69% dos lares portugueses fazem regularmente a separação de embalagens usadas. Com a Missão Reciclar, a Sociedade Ponto Verde pretende contribuir para o aumento dos lares separadores e da taxa de reciclagem em Portugal.

Desde a sua criação em 1996, a Sociedade Ponto Verde já encaminhou para reciclagem mais de seis milhões de toneladas de resíduos de embalagens, o equivalente ao peso de três Pontes Vasco da Gama.

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SPV já enviou para reciclagem o equivalente a três pontes Vasco da Gama (com VÍDEO)


A Sociedade Ponto Verde assinala amanhã 17 anos de actividade com vários números redondos: durante este período, foram enviadas para reciclagem perto de seis milhões de toneladas de resíduos de embalagens (fluxo urbano e não urbano), o equivalente ao peso de três pontes Vasco da Gama.

Por outro lado, e nos últimos 17 anos, mais de €600 milhões financiaram a recolha e triagem de resíduos de embalagem, um investimento que esteve a cargo das empresas aderentes e clientes da Sociedade Ponto Verde e que têm a obrigação legal de gerir os resíduos em que se transformam as suas embalagens após o consumo por parte dos consumidores.

“Muito se evoluiu ao nível da reciclagem de resíduos de embalagens desde a criação da SPV, em 1996. Fruto do trabalho e do investimento realizado, actualmente mais de 650 mil toneladas de resíduos de embalagens são enviadas por ano para reciclagem, 99% da população tem acesso à recolha seletiva e 69% da população já separa os seus resíduos de embalagens”, sublinhou em comunicado Luís Veiga Martins, director-geral da Sociedade Ponto Verde

As empresas aderentes e clientes da SPV pagaram também à indústria de reciclagem, para garantir a reciclagem de alguns materiais de embalagens (nomeadamente embalagens de cartão para alimentos líquidos, poliestireno, plásticos mistos e madeira), mais de €14 milhões. O investimento na educação dos consumidores chegou aos €46 milhões, os projectos de investigação e desenvolvimento aos €2 milhões e as acções de responsabilidade social a €1 milhão.

“Acreditamos que nos próximos anos a taxa de reciclagem irá continuar a aumentar, através do contributo dos consumidores e do empenho de todos os parceiros do SIGRE. Portugal tem condições para reciclar mais e dar resposta às metas ambiciosas definidas no PERSU, tendo sempre presente a necessidade de garantir a sustentabilidade financeira do SIGRE. A partilha de infraestruturas pelos Sistemas será um dos muitos contributos para uma maior eficiência, economias de escala e aproveitamento dos avultados investimentos que foram realizados no sector nos últimos anos”, acrescentou Luís Veiga Martins.

Prosseguindo o caminho de uma verdadeira sociedade de reciclagem, a Sociedade Ponto Verde tem previsto um conjunto de acções para mobilizar quem ainda não separa ou não está motivado para a separação.

Como funciona o Sistema Ponto Verde?

As empresas embaladoras e importadoras que colocam as suas embalagens no mercado são obrigadas, por lei, a assegurar o destino final dos resíduos em que as suas embalagens se transformam após o consumo, através da transferência dessa responsabilidade para a Sociedade Ponto Verde ou de um sistema próprio devidamente licenciado.

No circuito de distribuição não podem ser comercializados produtos cujo destino dos resíduos em que as suas embalagens se transformam não esteja devidamente acautelado, através da transferência de responsabilidade para o Sistema Ponto Verde ou através de um sistema próprio.

Nas suas casas, os consumidores finais separam as embalagens usadas por tipo de material e depositam-nas voluntariamente nos ecopontos ou estas são recolhidas porta-a-porta. As Câmaras Municipais e outras entidades em seu nome efectuam a recolha das embalagens usadas e enviam-nas para Sistemas Municipais, onde são devidamente triadas por tipo de material e segundo especificações técnicas previamente definidas;

Posteriormente, estes Sistemas Municipais disponibilizam esses resíduos devidamente triados à Sociedade Ponto Verde que, por sua vez, os encaminha para reciclagem. A indústria transformará estes resíduos em novos materiais.

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