Espinho: 77% dos resíduos do Mundial de Futebol de Praia foram enviados para valorização

No total, foram produzidas 3,2 toneladas de resíduos durante os dez dias do Mundial de Futebol de Praia realizado em Julho.

Green Savers

Durante o Campeonato do Mundo de Futebol de Praia 2015, que teve lugar em Espinho de 9 a 19 de Julho, foram produzidas 3,2 toneladas de resíduos, das quais 45% foram enviadas para reciclagem, 32% para valorização orgânica e 23% para valorização energética. Segundo a Lipor, que gere o tratamento do lixo no Grande Porto, o material encaminhado para reciclagem e valorização orgânica representou 77% do total produzido. “[Este número] demonstra as boas práticas de gestão de resíduos implementadas”, explicou a empresa em comunicado.

O processo de gestão dos resíduos produzidos no evento foi levado a cabo pela Câmara Municipal de Espinho com a colaboração da Lipor. Ambas asseguraram a colocação no espaço das infra-estruturas necessárias para a separação de papel e cartão, embalagens plásticas e metálicas, vidro e resíduos orgânicos, acompanhados da respectiva sinalética em formato bilingue.

“Os excelentes resultados obtidos demostram que foi cumprido o objectivo de promover a sustentabilidade do evento através da implementação de boas práticas de separação de resíduos e da sensibilização do público para a sua adopção”, conclui a Lipor.

Responsável pela gestão, valorização e tratamento dos resíduos urbanos produzidos pelos municípios de Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila do Conde, a Lipor trata anualmente cerca de 500 mil toneladas de resíduos urbanos produzidos por 1 milhão de habitantes.

Foto: Federação Maranhense de Beach Soccer / Creative Commons

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