Metro de Santiago do Chile vai ser movido a energia solar e eólica

A notícia foi ontem adiantada pela presidente do Chile, Michelle Bachelet, e deverá ser uma realidade no início de 2018.

Green Savers

Com cinco linhas e 100 estações, metro de Santiago, no Chile, é o segundo maior da América Latina, logo a seguir ao da Cidade do México. Também devido a esta circunstância, a notícia que lhe trazemos hoje tem importância reforçada: no futuro, esta infra-estrutura será parcialmente alimentada por energias renováveis – 60%, para sermos mais exactos.

De acordo com a presidente do país, Michelle Bachelet, o Metro de Santiago assinou dois contratos de fornecimento de energias renováveis: um com uma empresa de energia solar, que será responsável por 42% do fornecimento, e outro de energia eólica, que se encarregará dos restantes 18%.

Durante a inauguração da estação de metro do Estádio Nacional, ontem, Bachelet disse que a central solar seria construída pela californiana SunPower – que é detida, na sua maioria, pela empresa francesa Total – e deverá começar a operar no final de 2017. A quinta eólica será desenvolvida pela espanhola Elecnor e detida pela brasileira Latin America Power.

Segundo o Quartz, os dois projectos entrarãm em funcionamento em 2018 e suportarão 60% da energia total consumida pelo metro de Santiago durante 15 anos.

Foto: Javier Ignacio Acuña Ditzel / Creative Commons

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