Os cientistas acreditam ter descoberto os resquícios de um peixe gigante com 16 metros de comprimento. O fóssil mostra que a criatura – chamada Leedsichthys – viveu há 160 milhões de anos e se alimentava de plâncton.
Os investigadores da Universidade de Bristol acreditam que o peixe terá crescido nove metros em 20 anos, mas que depois de 38 anos de vida terá atingido os 16 metros de comprimento, ultrapassando os tubarões-baleia que hoje conhecemos.
A espécie foi descoberta pela primeira vez em 1886, por Alfred Nicholson Leeds. Nessa altura, foi difícil determinar o exacto tamanho do peixe, visto que os ossos foram encontrados em pequenos fragmentos. Hoje, já é possível juntar todas as partes e fazer uma reconstrução fiável deste ser.
Pensa-se então que o peixe gigante pesaria 21,5 toneladas – o equivalente a um autocarro de dois andares ou a três elefantes africanos. Com cerca de 40 anos, ele teria uma enorme boca, que funcionaria como aspirador para sugar milhares de pequenos peixes, incluindo camarões e alforrecas.
Um dos aspectos verdadeiramente fascinantes deste animal é que parece ter desenvolvido uma espécie de malha nas guelras que o ajudava a extrair o plâncton à medida que a água entrava pela boca.














