Um novo documento de política reúne duas décadas de investigação do Ngā Pae o te Māramatanga sobre os impactos das alterações climáticas na saúde e bem-estar da população Māori.
O estudo destaca, por exemplo, que quase 40% das plantações comerciais de floresta pertencem a Māori, tornando-as vulneráveis ao aumento do risco de incêndios florestais. A infraestrutura cultural também enfrenta ameaças crescentes: marae e urupā situados em zonas propensas à erosão ou em áreas baixas estão cada vez mais em risco de inundações.
O documento propõe 15 medidas políticas, incluindo a manutenção de metas consistentes de redução de emissões, que não dependam de ciclos eleitorais, e a inclusão ativa dos Māori no planeamento climático. Estas ações visam proteger tanto a economia como o património cultural e social das comunidades Māori face a um mundo em aquecimento.









