Miguel Blanco testa pranchas ecológicas nas ondas mais pesadas do planeta

Segunda-feira, 13 de outubro, foi lançado o episódio “Eco-Foam Pt. 2” (temporada 2, episódio 2), que acompanha a evolução dos materiais sustentáveis usados na construção de pranchas de surf. Nesta nova parte, Miguel leva as suas pranchas ecológicas a Havaí, Portugal e Marrocos, testando-as em ondas pequenas e também em condições desafiantes, para provar que o desempenho e a sustentabilidade podem andar de mãos dadas.

Redação

“Estas pranchas são incríveis – agora levemo-las a Jaws.” Foi com esta ambição que o surfista português Miguel Blanco partiu numa nova missão: provar que é possível surfar ao mais alto nível com equipamento ecológico e, ao mesmo tempo, contribuir para uma prática mais sustentável deste desporto.

O projeto integra-se na Impact Series sobre pranchas de surf sustentáveis, onde Miguel explora a interseção entre o surf e o ambientalismo. Ao longo dos episódios, o surfista tem encontros marcantes com pessoas profundamente ligadas à natureza, em diferentes partes do mundo, enquanto testa os limites do que é possível com pranchas sustentáveis.

Conhecido pela sua paixão por ondas grandes, slabs e sessões de free surf, Miguel decidiu pôr à prova um novo quiver de pranchas eco-friendly, produzidas pela marca Polen Surfboards. Estas pranchas são construídas com blocos reciclados de espuma PU (Polyola Blank) e resina epóxi de base biológica — materiais que garantem o selo “eco gold level”.

“Existe um certo estigma em relação às pranchas ecológicas — que não têm performance ou que não aguentam a pressão das ondas grandes”, explica Miguel, citado em comunicado. “Por isso, decidi testá-las ao limite. Fizemos tow-in, remámos e pusemo-las em ondas de alta performance. E funcionaram. No episódio dá para ver até onde levámos o equipamento e como ele reagiu às condições. Fez-me pensar: porque é que não estamos todos a usar estas pranchas?”

O teste começou em ondas pesadas como Nazaré e Jaws (Havai), passando depois para os longos pointbreaks de Marrocos, onde Miguel procurou a peça final do puzzle: perceber se estas pranchas sustentáveis conseguem também entregar a performance exigida em ondas rápidas, técnicas e longas.

“Para mim, Marrocos era o cenário ideal para fechar o círculo. Tinha mesmo de ir experimentar estas pranchas em condições onde a performance fosse determinante”, acrescenta.

O resultado desta jornada pode ser visto no teaser da série já disponível, com exibições previstas em vários festivais de cinema de surf por todo o mundo a partir de abril. Os detalhes sobre as sessões serão divulgados em breve.

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