Transição para modelo de economia circular é “enorme desafio”

O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática considerou que a transição para um modelo de economia circular representa “um enorme desafio”, com “uma forte aposta” na formação e sensibilização ambiental, envolvendo cidadãos, instituições e empresas.

Green Savers com Lusa

O Secretário Regional do Ambiente e Ação Climática considerou que a transição para um modelo de economia circular representa “um enorme desafio”, com “uma forte aposta” na formação e sensibilização ambiental, envolvendo cidadãos, instituições e empresas, foi ontem divulgado.

Alonso Miguel presidiu na terça-feira, em Ponta Delgada, nos Açores, à abertura de um seminário sobre “Segurança Ambiental e Gestão de Resíduos”, promovido pela Guarda Nacional Republicana (GNR), tendo realçado que o arquipélago atingiu em 2024 uma taxa de preparação para reutilização e reciclagem de 48%, ficando muito próxima de alcançar a meta comunitária estabelecida para 2025, de 55%.

Citado em comunicado, o governante disse que, em 2024, foram promovidas pela Secretaria 38 sessões de sensibilização ambiental na área dos resíduos, envolvendo mais de 800 participantes, além de outras 320 ações desenvolvidas no âmbito da semana de resíduos dos Açores, que abrangeram mais de 11 mil participantes.

Alonso Miguel destacou a criação do Roteiro para a Economia Circular Regional, no âmbito da qual foi desenvolvida a Agenda para a Economia Circular, o investimento de cerca de 10 milhões de euros na modernização dos Centros de Processamento de Resíduos e a implementação do sistema de depósito de embalagens não reutilizáveis de bebidas, um investimento de dois milhões de euros.

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