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Tag Archive | "Alterações Climáticas"

Nível do mar aumentou mais nos últimos 100 anos que nos 6.000 anteriores


O aumento do nível do mar ao longo do último século não tem comparação com qualquer período dos últimos 6.000 anos, tendo subido cerca de 20 centímetros, revela um estudo publicado na revista científica “Proceddings of the National Academy of Sciences”.

A investigação analisou as flutuações do mar nos últimos 35 mil anos com base nas alterações no volume de gelo na terra. A principal conclusão é o recorde histórico, invulgar, dos últimos 100 anos, com o aumento de 20 centímetros desde o início do século XX. Para o mesmo período, os cientistas identificaram também um aumento das temperaturas, que provocaram o degelo das calotes polares e a expansão térmica do mar, como principal causa do aumento do nível global do mar.

Para estudar as flutuações do mar nos últimos 35 mil anos foram recolhidas cerca de mil amostras de sedimentos no Reino Unido, América do Norte, Seychelles e Gronelândia. Foi escolhido um período de 35 mil anos uma vez que compreende um período interglaciar. O gelo formado neste período começou a derreter há 16.000 anos e o degelo completo terminou apenas há 8.000 anos. Contudo, a desaceleração nas mudanças do nível do mar não ocorreram antes dos últimos 6.000 mil anos, escreve o Guardian.

Durante os últimos seis milénios, o nível do mar foi bastante estável, até começar a aumentar na idade moderna. De acordo com Kurt Lambeck, da Universidade Nacional Australiana, que efectuou o estudo, durante estes seis milénios não se encontraram provas de oscilações de 25 a 30 centímetros em períodos de 100 anos, mas que essa tendência mudou a partir do processo de industrialização. “Nos últimos 150 anos assistimos a um aumento do nível da água à velocidade de vários milímetros por ano e nos nossos registos mais antigos não encontrámos um comportamento similar”, indicou o investigador, ligando o fenómeno ao aquecimento global.

Foto: Stefan Schinning / Creative Commons

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Quénia: igrejas combatem alterações climáticas


Ao mesmo tempo que as alterações climáticas devastam comunidades no Quénia, os líderes religiosos deste país estão a ajudar as populações a lidar com a crise localmente – pedindo urgência às nações industrializadas para assumirem as suas responsabilidades no que toca à emissão de gases com efeito estufa para a atmosfera.

“Acho que [países industrializados] são responsáveis pela maioria das emissões. Têm a responsabilidade de apoiar a adaptação às alterações climáticas e mitigação como uma obrigação moral”, defende Peter Solomon Gichira, responsável pelo programa de alterações climáticas da All Africa Conference of Churches, cita o Huffington Post. “Mas nós também temos um papel a desempenhar porque também não tivemos boas acções para com o ambiente”, acrescenta.

De acordo com os peritos em alterações climáticas, são as populações que habitam no Hemisfério Sul que sofrem as maiores consequências. As secas tornaram-se mais severas e frequentes, sendo seguidas por períodos de intensas chuvas e inundações. As temperaturas estão mais altas e os padrões meteorológicos são cada vez mais difíceis de prever.

Nas conferências, os líderes religiosos e governantes têm ouvido as explicações dos peritos em relação às alterações climáticas. “Precisamos de uma maior capacidade de adaptação que tem de ser desenvolvida com as outras nações”, afirma Patrick Maina, um padre conservacionista da Igreja Presbiteriana do Leste de África. Este padre dirige um massivo projecto de plantação de árvores nos terrenos da igreja e quintas de fiéis, na região do Grande Vale do Rift, bem como fala às populações sobre os efeitos das alterações climáticas e os pequenos gestos que podem ser feitos localmente para travar o problema.

No leste do Quénia, as comunidades estão a construir estruturas conhecidas como barragens de areia com o apoio do Comité Central de Mennonite. Na região cristã de Utooni, os habitantes estão a construir paredes de cimento ao longo do leito de um rio seco, que permite travar ou acelerar o rápido escoamento das águas pluviais para o Oceano Índico, com a ajuda da Organização de Desenvolvimento de Utooni.

Estas estruturas simples – foram construídas 231 desde 2009 – armazenam água no subsolo do leito do rio, que pode ser utilizada para irrigação, plantação de árvores e consumo doméstico ao longo do ano. Com cerca de 50 barragens de areia, que são construídas anualmente, a região é mais fresca e habitável.

No sopé do Monte Quénia, a Trade Craft East Africa, uma ONG e os Serviços Comunitários Cristão do Leste do Monte Quénia estão a ajudar os pequenos agricultores a adaptarem-se às alterações climáticas através do uso de técnicas modernas e tradicionais de previsão meteorológica. Os agricultores aprendem a prever o tempo recorrendo a práticas indígenas, como a observação do voo das libélulas, o florescimento das acácias ou o mergulho das andorinhas. Mas com os padrões meteorológicos cada vez mais difíceis de prever, os agricultores aliam as previsões científicas para saberem quando devem plantar e o que plantar. “Estes métodos resultam numa boa colheita”, refere Eston Njuti, membro de uma associação britânica cristã, que financiou o projecto juntamente com a Diocese Anglicana de Mbeere. “Os agricultores conseguem assim reduzir as ameaças das alterações climáticas”, indica.

Foto: Sallyrango / Creative Commons

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Cobertura de gelo na Antárctica é a maior dos últimos 40 anos


Desde 1970 que o gelo da região Antárctica não cobria uma extensão tão grande, de acordo com a NASA. E ainda que muitos utilizem esta informação para negar o aquecimento global, a verdade é que a NASA afirma que este fenómeno existe – exactamente – devido ao desequilíbrio climático do planeta.

De acordo com investigadores, este ganho de gelo no Pólo Sul pode ter uma relação directa com o aumento da temperatura na Terra, o que teria provocado a deslocação de ar mais frio para a região. “Sem nenhuma barreira geográfica a norte, o gelo pode expandir-se livremente se as condições de mostram favoráveis”, explicou Walt Meier, cientista da NASA.

Outra possível causa para o crescimento da cobertura glacial é o sistema de baixa pressão do Mar Amundsen, no Oceano Antárctico, que vem apresentando alterações, levando mais vento para o continente.

O Planeta Sustentável avança que várias hipóteses estão a ser levantadas para explicar este novo recorde. O que se sabe até agora, porém é que enquanto o derretimento no Árctico não pára de aumentar – são perdidos em média 20 mil metros quadrados de gelo por ano -, a Antárctica ganha mais cobertura.

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35 mil morsas trocam Árctico por Alaska à procura de comida


As focas podem nadar durante dias, mas as morsas não. Depois de apenas um dia à procura de comida nas águas do Árctico, elas espetam os seus dentes nos pedaços de gelo e dormem durante horas – depois, seguem caminho até ao Alaska à procura de comida.

Na verdade, esta situação não ocorre durante todos os períodos do ano. No Inverno, este problema não se coloca. Até há pouco tempo, também os Verões eram pacíficos, mas à medida que as temperaturas sobem nesta estação e os blocos de gelo diminuem, as morsas têm de procurar comida noutros locais.

Há muito que os cientistas suspeitam desta mudança na vida destes animais, mas há cada vez mais provas da realidade. O número de morsas encontradas no Alaska tem vindo a crescer desde 2007 e chegou aos 30 mil em 2011. Nos últimos meses, porém, já subiu novamente, para os 35 mil indivíduos.

“As morsas estão a dizer-nos o que os ursos polares nos disseram e o que muitos povos indígenas nos têm dito no alto Árctico”, explicou à Associated Press (AP) Margaret Williams, directora-geral do programa do World Wildlife Fund para o Árctico. “Todos nos dizem que o ambiente do Árctico está a mudar de forma extremamente rápida e é altura do resto do mundo tomar conhecimento disto e perceber quais as raízes das alterações climáticas”.

Foto: Polar Cruises / Creative Commons

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Maldivas: ilhas de lixo ameaçam turismo de luxo (com FOTOS)


As Maldivas são conhecidas pelas suas ilhas paradisíacas, hotéis luxuosos, águas azuis e praias deslumbrantes – e agora, também, pela ameaça das alterações climáticas, que poderá reduzir estas características a um grande e gigantesco Oceano Índico. No entanto, este cenário já não será tão azul – é que algumas das ilhas do arquipélago estão cheias de plástico – lixo plástico.

A denúncia foi feita pela cineasta Alison Teal, de 27 anos, que visitou Thilafushi – ou ilha do lixo – uma ilha artificial criada pela empresa municipal de resíduos de Malé, a capital do País.

Alison revelou estar chocada com a quantidade de garrafas de plástico que viu a flutuar no mar transparente, bem perto das praias idílicas do arquipélago. Acompanhada pelo fotógrafo australiano Mark Tipple e a colega Sarah Lee, Alison documentou esta realidade de forma a chamar a atenção para o problema dos resíduos na ilha.

Todos os dias, são criadas mais de 400 toneladas de lixo em todas as ilhas das Maldivas – um número exagerado pela indústria do turismo – e cada visitante gera 3,5 quilos de lixo por dia. Este lixo terá de ir para a algum sítio – e não existem muitos, nas Maldivas, para além do mar.

“Fiquei chocada com a quantidade de lixo que cobriu a bela ilha, que está inabitada. E isto era apenas uma ilha – nem quero imaginar o que se passa nas outras 1.200 ilhas, todas cobertas de plástico”, explicou Alison.

Veja as fotos. Conhecia esta realidade?

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Algas oceânicas podem evoluir mais rapidamente para responder às alterações climáticas


Pequenas algas oceânicas têm a capacidade de evoluir mais rapidamente para conseguirem responder às alterações climáticas, um sinal de que algumas das formas de vida que habitam nos oceanos podem ser mais resilientes do que se pensava perante temperaturas mais quentes e níveis de maior acidificação.

A conclusão é de um estudo alemão do instituto GEOMAR Helmholtz-Centre for Ocean Research, em Kiel. A investigação descobriu que um tipo de algas microscópicas consegue produzir cerca de 500 gerações por ano, mais de um apor dia, e assim sobreviver e prosperar em águas com temperaturas mais quentes e a níveis de acidificação oceânica previstos para 2100.

A evolução é um aspecto normalmente omitido nas projecções científicas que estudam os efeitos do aquecimento global no planeta nas próximas décadas, pois as alterações genéticas acontecem a um ritmo demasiado lento para que os animais possam beneficiar delas.

As algas estudadas, a Emiliania huxleyi, que na verdade são um tipo de fitoplâncton, são uma fonte principal de alimento para os peixes e para outras formas de vida oceânicas e conseguem absorver grandes quantidades de dióxido de carbono. Quando florescem, estas algas conseguem por vezes ser vistas do espaço.

“Os processos evolucionários necessitam de ser considerados aquando da previsão dos efeitos do aquecimento e acidificação oceânica no fitoplâncton”, lê-se no estudo, publicado na revista científica Nature Climate Change, refere a Reuters. Contudo, os investigadores ressalvam que os resultados verificaram são em condições laboratoriais, onde não existem predadores ou doenças.

Os cientistas afirmam ainda que as conclusões do estudo não são motivo para encarar o aquecimento global como um problema menos grave, pois outros animais marinhos de maior longevidade, como os peixes e os moluscos, não serão capazes de evoluir da mesma forma para evitar o problema.

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