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Tag Archive | "Alterações Climáticas"

Sede das Nações Unidas vai ser iluminada com espécies em vias de extinção


As paredes da sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, irão reflectir criaturas raras e em vias de extinção, de acordo com os responsáveis pela Marcha do Clima, que se realiza este fim-de-semana.

Estes animais serão projectados no sábado, 20 de Setembro, entre as 20h e as 23h – hora de Nova Iorque – e as 15h e 18h, hora lisboeta.

A acção será desenvolvida pela The Oceanic Preservation Society, uma ONG norte-americana especializada na conservação marinha e responsável pelo filme “Racing Extinction”, que segue uma equipa de activistas à medida que estes vão contando a história das alterações climáticas através da lente de uma extinção de espécies em massa.

O filme pretende chamar mais pessoas para a causa da conservação e galvanizar a população para salvar estas espécies antes que seja tarde demais.

De acordo com os conservacionistas, o Planeta estará a perder cerca de 30 mil espécies por ano, muitas delas ainda nem sequer foram descobertas pelos humanos.

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Alterações climáticas: incêndios florestais na Europa podem aumentar 200% até 2090


As alterações climáticas deverão contribuir para um “aumento dramático” dos incêndios florestais na Europa. A conclusão é de um novo estudo que indica que as temperaturas mais elevadas e secas mais prolongadas deverão provocar um aumento de 200% no número de fogos até 2090.

O estudo foi elaborado pelo International Institute for Applied Systems Analysis e pelo Joint Research Centre, que se basearam em vários cenários onde analisaram o impacto que alterações climáticas poderão vir a ter no aumento dos incêndios florestais na Europa nos próximos anos.

De acordo com os cientistas, se nada for feito para travar as alterações, em 2090 a área europeia ardida poderá aumentar em 200%, quando comprada com os dados registados entre 2000 e 2008, refere o Daily Mail.

Contudo, os investigadores afirmam que esta taxa pode também ser reduzida através de queimadas intencionais controladas, que ajudam a limpar a flora morta, que muitas das vezes é o rastilho para grandes incêndios. “Existe um grande debate sobre a eficácia dos fogos controlados como uma ferramenta de gestão das florestas”, afirma Nikolay Khabarov, que liderou a investigação. “Este estudo revela que esta prática pode ser uma opção promissora para proteger as florestas europeias dos impactos das alterações climáticas. As florestas da Europa são reservatórios vitais para a vida selvagem, biodiversidade e para o nosso lazer e bem-estar. Como tal precisamos de encontrar maneiras de as proteger”, acrescenta o investigador.

Os cientistas alertam ainda para o facto de 95% dos fogos serem provocados por acções humanas, nomeadamente descuidos ou fogo posto ou ainda fogos ao ar livre que não são convenientemente apagados.

Foto: Inhale kilz / Creative Commons

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Phoenix: recorde de chuva num único dia batido em poucas horas (com FOTOS)


A chuva torrencial que esta manhã está a atingir a cidade de Phoenix, no Arizona, já bateu todos os recordes existentes, até agora, no que toca à pluviosidade desta cidade de 1,4 milhões de habitantes. Estes valores são monitorizados há 75 anos.

Segundo está a noticiar o The Weather Channel no seu site e twitter, a precipitação já atingiu os 75 mm, batendo o recorde diário da cidade em poucas horas. Este fenómeno extremo tem como ponto de partida a tempestade tropical Norberto, que está a criar uma situação “assustadora” para uma população muito pouco habituada a este clima – o Arizona é um dos estados com menos pluviosidade dos Estados Unidos.

“O deserto já está incapaz de receber muitos mais milímetros de água, mas quando as chuvas fortes atingiram a cidade de Phoenix – desenvolvida e coberta por cimento, que não absorve água – pode ocorrer uma situação catastrófica”, explica o The Weather Channel.

“Há trovoadas e chuvas torrenciais de 50 milímetros a cada hora, numa área que não está acostumada. Há inundações graves e ameaça de derrocadas”, explicou o meteorologista Nick Wiltgen.

Para além do Arizona, também a Califórnia, Utah, Nevada e Colorado estão a passar por situações idênticas. Ontem, na Califórnia, as equipas de emergência desdobraram-se a responder a vários pedidos de auxílio de veículos na auto-estrada.

A chuva torrencial chegou a provocar uma auto-estrada de inundações, empurrou árvores e linhas eléctricas.

A Califórnia está em estado de seca desde Abril – e 94% do estado não viu uma gota de chuva desde Maio de 2013. Por isso, e apesar das inundações perigosas, a população celebrou a chuva. “Foi fantástico” – explicou Malina Hernandez à CBS Los Angeles – “É assim que deveria ser sempre: chuva, vento, chuva. Sempre a cair”.

Veja algumas fotos de Phoenix, que estão já a ser partilhadas no Twitter.

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Monções matam perto de 300 pessoas na Índia e Paquistão


Os desabamentos e inundações provocadas pelas fortes chuvas das monções mataram quase 300 pessoas no norte da Índia e no Paquistão, avançou ontem à noite a Associated Press (AP). De acordo com a agência noticiosa, a chuva cai há cinco dias sem parar em Caxemira, originando a morte de 120 pessoas naquelas que são as piores inundações na região em 50 anos.

Centenas de vilas ficaram completamente submersas, de acordo com as autoridades indianas.

No Paquistão os estragos das chuvas foram ainda maiores, levando à morte de 160 pessoas e destruição de milhares de casas, numa situação que está a ser tratada como uma “emergência nacional”.

Os esforços de resgate estão a mobilizar helicópteros e barcos, que tentam chegar às dezenas de milhar de pessoas desalojadas. “Tenho 80 anos e nunca vi inundações como estas. Se o meu bairro está assim, imagino a devastação nas outras áreas”, explicou à AP Ghulam Nabi, habitante de Srinagar. As chuvas pararam no domingo, segundo a AP.

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Consumo de carne está a provocar alterações climáticas perigosas


Comer menos carne é “essencial” para assegurar que a procura futura por carne possa ser suprida e que alterações climáticas “perigosas” podem ser evitadas. As conclusões são de um grupo de investigadores das universidades de Cambridge e Aberdeen. A equipa frisa ainda que a produção de alimentos, nomeadamente de carne, pode exceder as metas para as emissões de gases com efeito estufa em 2050, se as tendências actuais de produção continuarem.

O crescimento populacional, e uma cada vez maior tendência para dietas ricas em carne, significa que a produção agrícola crescente não vai ser suficiente para responder às necessidades alimentares para uma população de 9,6 mil milhões de habitantes em 2044, indicam os investigadores.

O aumento da desflorestação, o uso de fertilizantes e as emissões de metano pelo gado doméstico deverá fazer com que as emissões de gases com efeito estufa inerentes à produção alimentar aumentem quase 80%.

“As práticas agrícolas não estão necessariamente em falta aqui, mas as nossas escolhas alimentares sim. É imperativo encontrar maneiras de atingir os níveis mundiais de segurança alimentar sem aumentar os terrenos de pastoreio e de cultivo”, afirma Bojana Bajzelj, investigadora principal de Cambridge, cita o Daily Mail.

“A produção alimentar é um dos principais factores que contribuem para a perda de biodiversidade e um grande contribuidor para as alterações climáticas e poluição. Diminuir o desperdício alimentar e o consumo de carne, em dietas mais equilibradas, são opções essenciais”, indica a investigadora.

De acordo com o estudo, publicado na revista Nature Climate Change, as actuais tendências em produção alimentar significam que em 2050 os terrenos agrícolas ter-se-ão expandido 42% e o uso de fertilizantes aumentado 45%, por comparação com os níveis de 2009. A investigação indica ainda que durante os próximos 35 anos, cerca de um décimo das florestas tropicais intactas do mundo desaparecerá.

Os investigadores testaram no estudo um cenário hipotético onde todos os países teriam uma dieta média balanceada, sem consumo excessivo de açúcar, gorduras, carne e derivados.

Foto: Asian Development Bank / Creative Commons

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Sabia que a Europa está a queimar as florestas norte-americanas?


Se alguma vez viajar no sul dos Estados Unidos e dar conta do cheiro metálico da desflorestação, não comece a culpar inocentes. Um dos principais culpados – mas não o único – está bem perto de nós e chama-se União Europeia, de acordo com o Grist.

Em Março de 2007, a União Europeia adoptou vários e exigentes objectivos de energia e alterações climáticas para a década seguinte. Um deles dava conta da necessidade de reduzir as emissões de carbono em 20% até 2020, aumentado as renováveis para 20% de todo o portfólio de energia. Porém, a instituição subestimou a intensidade carbónica de queimar madeira para electricidade, a biomassa, pelo que a madeira foi considerada uma energia renovável.

O resultado desta nova política energética levou muitos países europeus, nos últimos sete anos, a virarem-se para a madeira para substituir o carvão. Agora que muitas destas fábricas estão a funcionar a grande velocidade, a Europa precisa de madeira para queimar, mas a Europa a 27 não é propriamente conhecida pelas suas grandes florestas. Então, onde arranjar madeira? Nos Estados Unidos.

O conceito de madeira como renovável tem razão de ser: as árvores podem ser replantadas mas, na verdade, elas não se podem comparar à energia solar ou eólica. A nossa “obsessão” pelas renováveis decorre não apenas das características finitas dos combustíveis fósseis mas também da quantidade de gases com efeito de estufa criados pela sua queima – e esta segunda preocupação pode aplicar-se à madeira.

Segundo o Grist, a madeira é a principal energia renovável da Polónia e Finlândia e detém cerca de 40% do mercado alemão. Também o Reino Unido é “apaixonado” por ela, sobretudo porque não tem um sector das renováveis verdadeiramente desenvolvido. Só no último ano, o grupo energético Drax anunciou a reconversão de três fábricas a carvão para madeira, um plano suportado por €700 milhões (R$ 2 mil milhões) de subsídios do Governo inglês.

“Depois de vários anos a elogiar a sua revolução tecnológica e de baixo carbono, os Governos europeus parece que voltaram à energia da sociedade pré-industrial”, concluiu o The Economist.

Nos Estados Unidos, há quem esteja preocupado com a importação de madeira para a Europa. Scot Quaranda, porta-voz da Dogwood Aliance, lançou uma campanha para pressionar as empresas eléctricas americanas e inglesas a pararem de queimar árvores para obter electricidade. Porém, e até que a legislação europeia mude – agora que está claro que a estratégia é errada, tem tudo para mudar – as florestas do sul dos Estados Unidos continuarão a sofrer.

Foto: webhamster / Creative Commons

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