odezhda dlya sobak mylovelypet.ru magazin odezhdy dlya sobak, kupit osheynik anti lay mozhno tut - osheynik-anti-lay

Tag Archive | "Alterações Climáticas"

Alterações climáticas: vila de Taro muda-se para a ilha vizinha


A pouco e pouco, milhares de pessoas deixam as suas ilhas de origem por locais mais abrigados da subida do nível médio do mar. Na semana passada, a Nova Zelândia anunciou ter aceite o pedido de refúgio de uma família do Tuvalu, grupo de nove atóis que está a ser afundado pelas alterações climáticas.

Hoje, a agência Reuters noticia que uma pequena cidade da Ilha de Taro, nas Ilhas Salomão, planeia relocalizar a sua população inteira para uma ilha vizinha. A Ilha de Taro encontra-se apenas dois metros acima do nível do mar, sendo que o Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas prevê que o mar suba 90 centímetros, até ao final do século, naquele local – uma estimativa conservadora.

Assim, e depois de consultar engenheiros, cientistas e planeadores urbanos, a ilha decidiu criar uma cidade de raiz, numa ilha vizinha, mudando a sua população – entre 500 a mil pessoas – em várias fases. O terreno custou €2,2 milhões e poderá albergar cerca de 5.000 habitantes, assim que esteja completa.

Algumas das infra-estruturas essenciais, como hospitais e uma escola secundária, serão construídas nos próximos cinco anos – todos as outras construções básicas, como estradas ou edifícios do Governo, terão também prioridade. Ainda assim, a mudança só ficará completa dentro de várias décadas.

“É uma cidade criada do nada”, explicou à Reuters Philip Haines, gestor de projecto da consultora BMT WBM, contratada para este efeito. “Temos de ser competentes e construir algo que dure para várias gerações. A relocalização é a única opção disponível para garantir a segurança da comunidade e permite crescimento futuro e prosperidade”.

Em Abril, o ciclone Ita provocou várias cheias nas Ilhas Salomão, matando 23 pessoas e afectando 50 mil. “Acabámos de ver o quão vulnerável é Taro aos desastres naturais”, explicou o responsável político da província de Choiseul, Jackson Kiloe. Na ilha vizinha, o cenário será ligeiramente melhor, mas o fantasma das alterações climáticas, ainda que mais afastado, continuará a pairar sobre a cabeça da população.

Publicado em Alterações ClimáticasComments (0)

Nova Zelândia recebe os primeiros refugiados mundiais vítimas das alterações climáticas


O cenário outrora abstracto de pessoas a fugirem dos seus países, que foram dizimados pelas alterações climáticas, é agora uma realidade. A Nova Zelândia aceitou recentemente o pedido de refúgio de uma família de Tuvalu, onde as alterações climáticas, que provocam o aumento do nível da água do mar, estão a afundar a ilha.

No passado, a Nova Zelândia havia rejeitado pedidos semelhantes, mas desta vez resolveu acolher os refugiados.

Actualmente, as alterações climáticas e o aumento do nível do mar são oficialmente reconhecidas como causas legítimas pela Convenção Internacional dos Refugiados para requerer refúgio num outro país. E o pedido desta família foi avaliado também à luz de outros argumentos. Segundo escreve o Inhabitat, a família vivia no país desde 2007 e tinha já laços fortes com a comunidade local.

“Esta decisão é bastante significante”, afirmou o perito em direito ambiental, Vernon Rive. “Contudo, esta aceitação não representa um passaporte de abertura para todas as pessoas que estão a sofrer as consequências das mudanças climáticas. Trata-se de um teste muito restrito baseado em circunstâncias excepcionais de natureza humana”, sublinha o perito.

A Nova Zelândia é um dos poucos países que aceita refugiados com base em argumentos humanitários excepcionais – o que foi claramente reconhecido como sendo o caso da ilha de Tuvalu que está a ser submersa.

Publicado em Alterações ClimáticasComments (0)

10 razões para ser optimista em relação às alterações climáticas


Embora as notícias sobre o aquecimento global estejam na ordem do dia e as negociações mundiais para um possível acordo para reduzir as emissões de gases com efeito estufa não decorram da melhor forma – as concentrações de dióxido de carbono na atmosfera atingiram nos meses passados níveis recorde nunca vistos nos últimos 800.000 anos –, já existem armas para combater e minimizar o impacto das alterações climáticas.

Num artigo, o Guardian elencou 10 razões pelas quais devemos estar optimistas em relação ao combate às alterações climáticas.

1.       Barack Obama e o seu plano histórico para combater as alterações climáticas

Depois de um impasse, o presidente norte-americano posicionou-se na linha da frente da agenda climática global. Em 2013, Barack Obama anunciou um plano para a redução dos gases com efeito de estufa e inviabilizou recentemente novos investimentos em termoeléctricas a carvão mineral.

2.       Encerramento de centrais de termoeléctricas na China

As notícias de crises de poluição na China já são frequentes. Sendo o maior emissor mundial de dióxido de carbono, a China anunciou no final de Julho o encerramento da primeira de quatro centrais de combustão de carvão perto de Pequim. Um plano para os próximos cinco anos prevê que a mesma medida seja tomada noutras províncias chinesas.

3.       Redução do custo da energia solar

Estima-se que, entre 2007 e 2012, os custos de produção de painéis fotovoltaicos diminuíram entre 70% a 80%.

4.       Investimentos nos combustíveis fósseis estão a diminuir

Ao lançar uma campanha para incentivar formas de energia alternativas e mais limpas, o Governo norte-americano conseguiu fazer com que muitas empresas e investidores retirassem dinheiro de investimentos com combustíveis fósseis. O movimento foi surpreendentemente mais rápido do que outras iniciativas empresariais, segundo revelou um estudo da Universidade de Oxford.

5.       Mulheres do Bangladesh trabalham como técnicas de energia solar

O Bangladesh é um país onde o crescimento no sector da energia solar é maior. São já dois milhões as casas que estão equipadas com painéis solares. As mulheres do Bangladesh, que sempre trabalharam em condições desumanas, são a grande força por trás deste sector e agora com um emprego digno.

6.       O momento das energias renováveis

Segundo a REN21, em 2013 o investimento em projectos renováveis foi de cerca de €200,5 mil milhões, cinco vezes mais que em 2004.

7.       Habitações europeias usam cada vez menos energia

Casas sustentáveis, materiais recicláveis e electrodomésticos mais eficientes que gastam cada vez menos energia e são mais amigos do ambiente têm sido grandes aliados na redução da pegada ecológica. Um estudo da Comissão Europeia revelou que o consumo residencial diminuiu 15% entre 2000 e 2011.

8.       Negócios menos poluentes

Para se tornarem sustentáveis, as empresas necessitam de investir em economia verde. Mas são ainda poucas as empresas que conseguiram reduzir a sua pegada ecológica. Pouco mais de metade das 100 maiores empresas norte-americanas conseguiram reduzir a sua pegada ecológica em 2012. Contudo, a redução feita ascendeu a 58 milhões de megatoneladas de dióxido de carbono.

9.       Escassez de petróleo

É cada vez mais difícil e caro encontrar e explorar petróleo. As grandes multinacionais petrolíferas têm investido quantidades exorbitantes para extrair combustíveis fósseis e, no futuro, pode ser economicamente inviável continuar a sua extracção.

10.   Mais carros eléctricos nas ruas

Embora a quantidade de carros eléctricos que circulam nas estradas mundiais seja ínfima por comparação com os carros convencionais, a venda destes veículos tem vindo a aumentar gradualmente ao longo dos anos. Existem cada vez mais marcas a desenvolver os seus modelos eléctricos e híbridos, o que permite a redução dos preços praticados no mercado, que ainda não são acessíveis a todas as carteiras. Ainda assim, as vendas de carros eléctricos apenas na União Europeia em 2013 aumentaram para o dobro dos veículos comercializados em 2012.

Foto:  Oooah!  / Creative Commons

Publicado em Alterações ClimáticasComments (0)

Tempo extremo vai tornar-se mais frequente


Os padrões temporais extremos, como a seca que atinge actualmente a Califórnia ou as inundações que atingiram o Reino Unido no último Inverno, vão tornar-se cada vez mais extremos, de acordo com um novo estudo.

A investigação revela que os chamados “padrões de bloqueio”, quer sejam períodos de tempo quente ou molhado, vão permanecer na mesma região durante semanas, causando ondas de calor ou cheias. De acordo com o estudo, estes padrões de bloqueio têm vindo a tornar-se mais frequentes ao longo da última década.

O estudo foi elaborado por uma equipa de climatologistas alemães, que verificaram que desde 2000 tem havido um “número excepcional de Verões com tempo extremo, alguns causando mesmo grandes danos à sociedade”, cita o Guardian.

Os climatologistas estudaram os meandros das correntes de vento a altas altitudes, que dominam o tempo a latitudes médias, através da análise de 35 anos de dados sobre as correntes eólicas, registados por satélites, embarcações e estações meteorológicas. O estudo revelou que os padrões de bloqueio que ocorrem nestas correntes de vento têm-se tornado muito mais frequentes.

“Desde 2000, temos visto um aglomerado destes eventos. Quando estas ondas de alta-altitude tornam-se quase estáticas, verificamos condições meteorológicas mais extremas à superfície terrestre”, afirma Dim Coumou, no Potsdam Institute for Climate Impact Research. “Estas condições são mais extremas para os tempos quentes”, acrescenta o investigador.

Foto:   futurephonic  / Creative Commons

Publicado em Alterações Climáticas, AmbienteComments (0)

Fotógrafo revela o impacto ambiental das cidades construídas no deserto (com FOTOS)


Richard Allenby-Pratt é um fotógrafo sedeado no Dubai, com interesse particular pela sustentabilidade, o ambiente e a ecologia. Num dos seus trabalhos fotográficos mais recentes – intitulado “Comsumption” -, Allenby-Pratt revela o impacto ambiental do crescimento exponencial no Dubai e em Abu Dhabi.

O Dubai é conhecido pelos projectos de construção massiva e pelos arranha céus que batem recordes de altura. No entanto, as duas cidades albergam projectos falhados, que começaram a ser construídos e nunca mais foram concluídos.

São estes projectos que Allenby-Pratt se dedica a documentar.  Um destes projectos é o Arabian Canal, um canal que iria transportar água ao longo de 75 quilómetros, desde a Marina do Dubai, passando pelo Aeroporto Internacional Al Maktoum e voltando a entrar no mar.  A construção está parada desde 2009 e o deserto foi gradualmente engolindo as fundações do canal.

Outro destes projectos é a Palm Jebel Ali, uma península artificial em forma de palmeira, cuja construção também foi abandonada.

O Tree Hugger publicou algumas das fotos deste fotógrafo. Fique a conhecê-las aqui.

 

Publicado em Alterações ClimáticasComments (0)

Emissões de CO2 atingiram máximos históricos em 2013


Na última semana a American Meteorologial Society  (NOAA, na sigla inglesa) divulgou o relatório do Estado do Clima em 2013, que indica que os níveis de gases de efeito estufa, o nível médio da água do mar, as temperaturas globais e as emissões de dióxido de carbono (CO2), assim como outros indicadores climáticos, aumentaram no último ano.

O relatório, elaborado por 425 cientistas de 57 países, fornece uma actualização de dados detalhada sobre os indicadores climáticos globais, eventos meteorológicos importantes e outros dados recolhidos por estações e instrumentos de monitorização do ar, gelo, terra e oceanos.

“Estes dados reforçam o que os cientistas afirmam há várias décadas: o nosso planeta está a tornar-se um local mais quente”, afirma a administradora da NOAA, Kathryn Sullivan, cita o Daily Mail. “Este relatório fornece a informação fundamental que precisamos para desenvolver ferramentas e serviços para as comunidades, negócios e nações se prepararem e criarem resistências contra os impactos das alterações climáticas”, indica a administradora.

Os climatologistas apontam o dedo aos níveis máximos históricos de gases com efeito estufa, como o CO2, metano e óxido nitroso, que são responsáveis por armazenar o calor dentro da atmosfera terrestre, tornando o planeta num local mais quente. Os níveis de CO2 no Observatório de Mauna Loa, no Havai, atingiram 400 partes por milhão pela primeira vez no ano passado – um valor histórico.

Porém, este aumento das concentrações de gases com efeito estufa não passou despercebida. Na Austrália, 2013 foi o ano mais quente de sempre. Na Argentina e na Nova Zelândia o segundo e terceiro mais quente de que há registo, respectivamente.

Como resultado do derretimento das calotes polares e de temperaturas mais quentes no Pacífico, o nível do mar continuou a aumentar.

Foto: nikosmchairas / Creative Commons

Publicado em AmbienteComments (1)

Recomendações

Blogroll