odezhda dlya sobak mylovelypet.ru magazin odezhdy dlya sobak, kupit osheynik anti lay mozhno tut - osheynik-anti-lay

Tag Archive | "Alterações Climáticas"

Emissões de CO2 atingiram máximos históricos em 2013


Na última semana a American Meteorologial Society  (NOAA, na sigla inglesa) divulgou o relatório do Estado do Clima em 2013, que indica que os níveis de gases de efeito estufa, o nível médio da água do mar, as temperaturas globais e as emissões de dióxido de carbono (CO2), assim como outros indicadores climáticos, aumentaram no último ano.

O relatório, elaborado por 425 cientistas de 57 países, fornece uma actualização de dados detalhada sobre os indicadores climáticos globais, eventos meteorológicos importantes e outros dados recolhidos por estações e instrumentos de monitorização do ar, gelo, terra e oceanos.

“Estes dados reforçam o que os cientistas afirmam há várias décadas: o nosso planeta está a tornar-se um local mais quente”, afirma a administradora da NOAA, Kathryn Sullivan, cita o Daily Mail. “Este relatório fornece a informação fundamental que precisamos para desenvolver ferramentas e serviços para as comunidades, negócios e nações se prepararem e criarem resistências contra os impactos das alterações climáticas”, indica a administradora.

Os climatologistas apontam o dedo aos níveis máximos históricos de gases com efeito estufa, como o CO2, metano e óxido nitroso, que são responsáveis por armazenar o calor dentro da atmosfera terrestre, tornando o planeta num local mais quente. Os níveis de CO2 no Observatório de Mauna Loa, no Havai, atingiram 400 partes por milhão pela primeira vez no ano passado – um valor histórico.

Porém, este aumento das concentrações de gases com efeito estufa não passou despercebida. Na Austrália, 2013 foi o ano mais quente de sempre. Na Argentina e na Nova Zelândia o segundo e terceiro mais quente de que há registo, respectivamente.

Como resultado do derretimento das calotes polares e de temperaturas mais quentes no Pacífico, o nível do mar continuou a aumentar.

Foto: nikosmchairas / Creative Commons

Publicado em AmbienteComments (1)

Alterações climáticas podem aumentar as tempestades de raios ultravioleta e a radiação


No que toca à radiação, as grandes preocupações advêm de desastres como Fukushima e Chernobyl. Mas, para a maioria das pessoas, os riscos de radiação reais provêm do sol – e o aquecimento global pode tornar este problema muito pior.

Um estudo publicado este mês revela que uma intensa tempestade de raios ultravioleta, que durou dois anos, fez com que a radiação solar aumentasse em alguma áreas – e a situação vai continuar a piorar à medida que a camada de ozono continua a diminuir.

Os investigadores tentaram estudar condições semelhantes às encontradas em Marte e, como tal, escolheram a cordilheira dos Andes que, surpreendente, é muito marciana. Ao longo de dois anos os cientistas registaram níveis elevados de raios ultravioleta, tão altos como 43 na escala UV, refere o Inhabitat. Durante um dia de Verão, com sol intenso, raramente os índices UV ultrapassam os 10. Como tal, um índice de 40 é um valor extraordinário.

A tempestade de raios ultravioleta, que ocorreu entre 2003 e 2004, foi um pico incomum causado pela diminuição do ozono a partir de uma explosão solar, que provocou ventos intensos, incêndios sazonais e várias tempestades, daí que os níveis UV não sejam tão elevados.

Contudo, as alterações climáticas estão a diminuir a camada de ozono, o que pode provocar tempestades ultravioleta mais intensas – mesmo fora dos Andes e da Antárctida. São necessários mais estudos para determinar a real gravidade do problema e as possíveis ameaças para a vida terrestre, mas os tufões, incêndios e tempestades cada vez mais frequentes e intensas podem ser apenas a ponta do iceberg no que concerne às alterações climáticas.

Foto: rospix / Creative Commons

Publicado em Alterações ClimáticasComments (0)

Neve escura: o fenómeno que está a acelerar o degelo das calotes polares


O fenómeno da “neve escura” está a ser observado desde os Himalaias ao Árctico, à medida que cada vez mais quantidade de pó, proveniente de terrenos mais secos, fuligem de incêndios e partículas ultrafinas de “carbono negro” da actividade industrial, viaja milhares de quilómetros através do vento e se deposita nas grandes calotes de gelo, tornando a neve escura.

O resultado é uma diminuição do albedo do gelo, ou seja, a sua capacidade para reflectir os raios solares. Como tal, uma neve mais escura absorve mais raios solares e derrete mais depressa, o que contribui para o aumento do nível da água do mar.

Um estudo de investigadores franceses, publicado na revista científica Nature Geoscience, revela que o manto de gelo superficial do Árctico – que perdeu em média 12,9 mil milhões de toneladas de gelo por ano entre 1992 e 2010 devido ao aquecimento global – possa estar a perder 27 mil milhões de toneladas adicionais por ano devido ao pó, o que deverá acrescentar vários centímetros ao nível da água dos oceanos até 2100.

Outras investigações revelam que o albedo do Árctico pode estar a diminuir muito mais rapidamente do que o estimado há alguns anos. Um estudo do início deste ano, publicado na revista Proceedings of the National Acedemy of Sciences, indica que o declínio do albedo do Árctico, entre 1979 e 2011, constituiu 25% do efeito de aquecimento através do dióxido de carbono durante o mesmo período de tempo, refere o Guardian.

De acordo com o glaciologista Jason Box, que coordena o projecto Dark Snow para medir o efeito do pó e outros efeitos escurecedores no manto da Gronelândia, a reflectividade do manto de gelo do Árctico tem estado perto de valores recordes mínimos desde o início do ano. Mesmo uma pequena diminuição na reflectividade pode aumentar para o dobro a média anual de perda de gelo. “Uma reflectividade baixa aquece a neve mais do que o normal. Um manto de neve escura vai assim derreter mais cedo e mais intensivamente”, explica o cientista.

Publicado em Alterações ClimáticasComments (1)

Habitantes de Kiribati podem ter de se mudar para as Ilhas Fiji devido ao aquecimento global


Quase submersos e sem terra, os habitantes de Kiribati poderão em breve ter de se mudar para as Ilhas Fiji de maneira a escaparem à subida do nível da água do mar provocado pelo aquecimento global.

Kiribati é um país da região da micronésia, composto por pequenas ilhas que estão particularmente expostas às alterações climáticas. Com a subida do nível da água do mar devido ao aquecimento global, o presidente de Kiribati, Anote Tong, começou à procura de alternativas para realojar a população do país caso o oceano engula o actual território.

Recentemente, Anote Tong finalizou a compra de 20 quilómetros quadrados de terra em Vanua Levu, uma das ilhas de Fiji, a 2.000 quilómetros de Kiribati. Este território, que é maioritariamente floresta densa, em Vanua Levu, pertencia à Igreja de Inglaterra, que o vendeu por €6,42 milhões, refere o Guardian. “Esperamos nunca ter de pôr ninguém naquela terra, mas caso se torne absolutamente necessário poderemos fazê-lo”, afirmou o presidente à Associated Press.

Kiribati tem uma população de cerca de 110.000 habitantes espalhados por 33 pequenas ilhas de pouca elevação, que perfazem uma área total de 3.5 milhões de quilómetros quadrados.

Dentro de poucas décadas, várias ilhas pequenas do Pacífico e do Índico correm o risco de ficar totalmente ou parcialmente submersas. Nestes locais, o nível do mar está a aumentar 1,2 centímetros por ano, quatro vezes mais rápido que a média global.

Foto:  DFAT photo library / Creative Commons

Publicado em Alterações ClimáticasComments (0)

Acha que pode desmentir as alterações climáticas? Um cientista oferece recompensa de €7.300 a quem conseguir


É daqueles que pensa que as alterações climáticas são uma espécie de fraude elaborada? Prove-o. É este o desafio de Christopher Keating – e se estiver à altura do desafio, este cientista está disposto a recompensa-lo com dinheiro do próprio bolso.

Keating está oferecer cerca de €7.300 a quem – maior de 18 anos – conseguir desmentir as alterações climáticas através de métodos científicos. O cientista chamou à competição The $10.000 Global Warming Skeptic Challenge e o prémio está à espera de quem consiga contrariar o consenso da comunidade científica mundial.

O cientista afirma que qualquer pessoa que consiga demonstrar cientificamente que não existem alterações climáticas é elegível para o prémio e a prova nem precisa de ser um argumento original – se os cépticos conseguirem encontrar provas em estudos já publicados apenas precisam de as submeter para ganhar o prémio.

O debate no blog de Keating está aceso, refere o Inhabitat, mas até agora ainda ninguém conseguiu responder ao desafio – e uma vez que o aquecimento global possui provas de vários milénios, provavelmente ninguém conseguirá desmentir as alterações climáticas. Contudo, o intuito do cientista não é encontrar quem consiga desmentir as mudanças climáticas mas sim provar que ninguém as consegue desmentir.

Foto:  Time to Click / Creative Commons

Publicado em Alterações ClimáticasComments (0)

Barreiras de coral das Caraíbas podem desaparecer dentro de 20 anos


A maioria das barreiras de coral das Caraíbas vai desaparecer dentro de 20 anos principalmente devido ao declínio das populações de peixes de pastagem, como os ouriços-do-mar ou os peixes-papagaio, que contribuem para a prosperidade dos corais.

O alerta é dado num novo estudo, elaborado por 90 peritos que analisaram mais de 35.000 inquéritos conduzidos em quase 100 localidades diferentes das Caraíbas desde 1970, que indica que os corais desta região do Atlântico regrediram mais de 50%.

Contudo, se as populações de peixes vitais à prosperidade dos corais forem restauradas e as medidas de protecção contra a pesca excessiva e poluição forem reforçadas, os corais podem recuperar e tornar-se mais resilientes aos impactos das alterações climáticas, sublinha o estudo da Global Coral Reef Monitoring Network, International Union for Conservation of Nature e United Nations Environment Programe.

Embora as alterações climáticas, e a consequente acidificação do oceano e a morte dos corais, seja uma grande ameaça para a região, o estudo conclui que as pressões do turismo local, da pesca excessiva e poluição são os maiores problemas. São estes factores que estão a dizimar as populações de peixes de pastagem.

Este tipo de peixes são importantes para os ecossistemas marinhos uma vez que comem as algas que sufocam os corais. O relatório indica que algumas das barreiras de coral mais saudáveis das Caraíbas localizam-se onde as populações de peixe-papagaio são maiores.

As Caraíbas albergam cerca de 9% das barreiras de coral a nível mundial, mas apenas um sexto dos antigos corais sobrevive actualmente. As barreiras, que podem ser encontradas em 38 países, são vitais para a economia da região e suportam mais de 43 milhões de pessoas, gerando mais de €2,2 mil milhões em receitas turísticas e de pesca e muitos mais milhões de euros em outros bens e serviços, refere o Guardian.

O relatório sublinha ainda que os corais que estão protegidos da pesca excessiva, bem como de outras ameaças – poluição costeira, turismo e desenvolvimento costeiro – são mais resilientes a pressões provocadas pelas alterações climáticas.

Foto: USFWS Pacific / Creative Commons

Publicado em Ambiente, BiodiversidadeComments (0)

Recomendações

Blogroll