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Tag Archive | "Alterações Climáticas"

BD portuguesa imagina o impacto das alterações climáticas em 2055


Um grupo de autores portugueses estão a preparar uma banda desenhada que pretende informar sobre as consequências das alterações climáticas em Portugal. O livro chama-se Portugal 2055 e socorreu-se de um projecto de crowdfunding para atingir os €800 necessários para a sua impressão.

Os exemplares impressos serão distribuídos pelas escolas, bibliotecas, organizações de ambiente, apoiantes ou os próprios autores do projecto. Até ao momento, de acordo com os autores, foram angariados €403 – 50% do valor – restando cerca de duas semanas até o projecto terminar.

Consulte o projecto no PPL.

A quem apoiar o projecto, os autores oferecem exemplares deste e de outro livro. Serão ainda distribuídas entradas no Museu Nacional de História Natural e da Ciência – que apoia o projecto –, reproduções de desenhos da banda desenhada e também desenhos originais.

O livro será impresso a cores e terá cerca de 80 páginas em tamanho aproximado a A4, contendo 10 capítulos em que são abordados diversos temas tais como fogos florestais, erosão costeira, ondas de calor, saúde humana, turismo, agricultura.

A BD tem argumento de Bruno Pinto e participação de ilustradores como Carla Rodrigues, César Évora, Filipe Gonçalves, Fil, Miguel Santos, Nuno Rodrigues, Penim Loureiro, Rui Alex, Sofia Pereira, Susa Monteiro ou Xico Santos.

O argumento do livro foi revisto pela equipa do professor Filipe Duarte Santos, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

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Inglaterra investe €2,9 mil milhões na protecção contra cheias


O Governo inglês anunciou ontem a intenção de investir €2,9 mil milhões (R$ 9,2 mil milhões) para proteger cerca de 300 mil habitações contra as cheias, um valor que poderá não ser suficiente para evitar a subida no nível do mar, consequência das alterações climáticas que afectam milhões de outras casas.

Segundo o The Guardian este investimento vem na sequência de dois anos castastróficos em termos de inundações e cheias: o de 2012 e, sobretudo, o último Inverno, que devastou grande parte do território britânico.

Por outro lado, ele reforça um investimento que, em 2010, foi cortado em um quarto pelo Governo de então. “Em 2010, Cameron e os seus ministros afirmavam estars gastar mais [para combater as inundações], ainda que não fosse essa a visão do Office for National Statistics, National Audit Office e até do Committee on Climate Change, conselheiro oficial do Governo para as alterações climáticas”, explica o The Guardian.

Os €630 milhões (R$ 2.000 milhões) então poupados já foram, literalmente, varridos pelas inundações de 2012 e 2014. É que as defesas contra as inundações, ainda que caras, ajudar a prevenir prejuízos entre oito a dez vezes o seu custo inicial. Já para não falar dos custos não-financeiros.

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Humanos não provocaram extinção do mastodonte


Há muito que se admitia que o ser humano teria levado o mastodonte, um antepassado do elefante, à extinção, mas uma nova investigação publicada no Proceedings of the National Academy of Sciences sugere que o animal desapareceu vários milénios antes da colonização humana do continente norte-americano, há 13 ou 14 mil anos.

O estudo foi apoiado por resultados de datação por radiocarbono, mas não consegue encontrar uma razão pela qual o mastodonte se extinguiu. Ainda assim, sugere que a mudança do habitat da floresta para a tundra poderá ajudado. É que, até aqui, julgava-se que os mastodontes teriam vivido no Árctico e Subárctico, mas os cientistas acreditam hoje que eles preferiam habitats de florestas e zonas húmidas, com folhas abundantes.

Ou seja, as regiões árcticas e subárcticas foram apenas habitats temporários para os animais, quando o clima era mais quente. Quando o habitat mudou das florestas para a tundra, há 75.000 anos, o animal extinguiu-se nesta região.

Mais tarde, eles ficaram limitados às áreas sul do continente gelado, onde acabaram por se extinguir totalmente 10.000 anos antes de o primeiro humano passar o estreito de Bering.

“Há décadas que os cientistas tentam descodificar o porquê de 70 espécies de mamíferos terem desaparecido da América do Norte há 10.000 anos. Terá sido resultado de caça excessiva ou o rápido aquecimento do pós-Idade do Gelo?”, explicou Ross MacPhee, curador do Departamento de Mamalogia do American Museum of Natural History. Agora, eles podem retirar o mastodonte da lista deste mistério.

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20ª Conferência Climática arranca hoje em Lima, no Peru


Começa hoje a 20ª Conferência das Partes (COP20) da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, que decorrerá até 12 de Dezembro na capital do Peru, Lima, e onde o grande objetivo é preparar um novo acordo global a alcançar na 21ª reunião, que terá lugar em Paris, no próximo ano.

Na COP 17, em 2011, os governos criaram a Plataforma de Durban para reforçar as acções climáticas. As negociações desta plataforma culminarão precisamente em 2015, na COP 21 de Paris, onde as partes – os Governos – vão decidir sobre a próxima fase do acordo climático global. O sucesso ou fracasso de Paris dependerá em grande parte do que se passará agora em Lima. “É aí que se vão definir os parâmetros deste acordo global”, explica ONG ambiental portuguesa, Quercus.

A COP20 acontece no rescaldo de vários momentos chaves da luta climática. “As marchas climáticas que ocorreram um pouco por todo o mundo, em Setembro; a Cimeira especial das Nações Unidas em Nova Iorque e, por fim, o recentemente divulgado 5º Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês)”, continua a Quercus.

Recorde-se que a Europa definiu, no final do mês de Outubro, as suas metas de emissões de gases com efeito de estufa entre 1990 e 2030, no sentido de alcançar uma redução de pelo menos 40% nesse período temporal. Ao mesmo tempo, definiu objectivos para 2030 relativamente às energias renováveis, eficiência energética e interligações de electricidade entre países.

Mais recentemente, os Estados Unidos anunciaram uma redução das suas emissões em 28% entre 2005 e 2025 e a China comprometeu-se a começar a reduzir as suas emissões até 2030.

“Embora as metas em causa não assegurem que o aumento da temperatura do planeta fique abaixo dos 2o Celsius (ou preferencialmente abaixo dos 1,5oC em relação à era pré-industrial – o aumento verificado até agora foi de 0,8oC), constituem sem dúvida uma intenção importante no quadro das negociações que vão decorrer. O caminho para um futuro climático seguro ainda é possível, dependendo da ambição e da natureza vinculativa dos compromissos a assumir pelos diferentes países”, explica a Quercus, que estará em Lima a partir de 5 de dezembro – faz parte da delegação portuguesa como organização não-governamental – e escreverá todas as novidades no seu blog, Facebook e Twitter.

Foto: Piotr Drabik / Creative Commons

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CGD reconhecida pela transparência e acções face às alterações climáticas


A Caixa Geral de Depósitos (CGD) foi distinguida pelo Carbon Disclosure Project (CDP) pelo seu percurso na redução das emissões de dióxido de carbono e na mitigação dos riscos das alterações climáticas, alcançando uma posição de destaque no Climate Disclosure Leadership Index do CDP.

A distinção foi anunciada no lançamento do CDP Iberia 125 Climate Change Report 2014, que acompanha a actuação das 125 maiores empresas ibéricas cotadas em bolsa no que concerne à resposta às alterações climáticas.

O CDP Iberia 125 Climate Change Report é elaborado a partir de um questionário feito a empresas da Península Ibérica. A CGD responde ao inquérito de forma voluntária desde 2009, pois não é cotada em bolsa. Pelo quarto ano consecutivo, a CGD alcançou uma posição de destaque no sector da liderança, sendo a única empresa do sector financeiro com uma classificação de 100 pontos na escala de reporte do CDP.

“Estamos perfeitamente cientes da importância do clima para o nosso negócio e como tal a Caixa continua a trabalhar nas questões ambientais”, afirmou Paula Viegas, directora de Sustentabilidade da CGD, durante o lançamento do CDP Iberia 125 Climate Change Report 2014.

Foto: ivogomes / Creative Commons

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EUA vão ajudar países ameaçados pelas alterações climáticas com €2,4 mil milhões


Barack Obama anunciou recentemente que os Estados Unidos pretendem disponibilizar até €2,4 mil milhões para ajudar os países que estão a ser afectados pelas alterações climáticas. Os fundos irão permitir a estas nações adaptarem-se às novas condições de vida, bem como a investirem em energia limpa.

Porém, a Casa Branca não vai disponibilizar o dinheiro a custo zero. Para que a quantia seja libertada, Barack Obama indicou que outros países do G20 têm de ter uma atitude semelhante e disponibilizar quantias, ainda que em valores menores, refere o Inhabitat.

Embora a acção possa parecer generosa e bem-intencionada, a abordagem escolhida é a de atirar dinheiro para o problema, invés de tomar medidas eficazes contra as alterações climáticas. Ainda assim, o dinheiro poderá permitir aos países pobres investir em formas de energia limpa e adaptarem-se a condições mais extremas.

Foto: Barack Obama / Creative Commons

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