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Perus selvagens aterrorizam subúrbios de Boston, Estados Unidos (com FOTOS)


Ontem, em grande parte do território norte-americano, celebrou-se o Thanksgiving, o Dia de Acção de Graças, uma data religiosa que comemora – e agradece – os bons momentos que as famílias passaram no ano anterior.

Uma das tradições do Thanksgiving é o peru assado à refeição, como facilmente podemos perceber pelos filmes e séries norte-americanas que relatam esta tradição.

Curiosamente, um dos subúrbios de Boston, Brookline, passou esta data a pensar em perus, mas selvagens. É que estes animais estão a aterrorizar os moradores desta pequena cidade, perseguindo pessoas e atacando os seus carros.

As queixas dos moradores já chegaram à polícia. Há cidadãos que já foram fisicamente atacados pelos perus selvagens, que podem chegar aos nove quilos e 1,2 metros de altura.

Os perus andam em grupos, de acordo com a CBS, e os cidadãos estão a organizar um encontro com as autoridades locais para discutir o problema. Entretanto, já foram dados alguns conselhos básicos aos moradores: não devem deixar-se intimidar pelos perus, não lhes devem dar de comer e, claro, devem ficar longe dos animais.

A situação é tão grave que há um polícia que, todas as manhãs, protege as crianças dos perus, no caminho para a escola.

Em 1851, os perus selvagens desapareceram do Massachusetts, devido à caça excessiva. No entanto, os esforços de criação ente 1972 e 1996 deram resultados, existindo agora mais de 20 mil perus selvagens neste estado norte-americano.

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As fantásticas fotos da segunda maior árvore do Mundo (com FOTOS)


O fotógrafo Michael Nichols passou duas semanas no Sequoia National Park, na região sul da Sierra Nevada, Estados Unidos (não confundir com a nossa conhecida Sierra Nevada andaluz), a fotografar o “Presidente”, a segunda maior árvore do mundo.

Com 3.200 anos e 75 metros de altura –o equivalente a um arranha-céus de 20 metros – o Presidente lidera um grupo de árvores que se estende por 645 quilómetros, entre os estados da Nevada e Califórnia.

A magnífica sequóia tem 2 mil milhões de folhas e quatro grandes membros, do tamanho de árvores de grande dimensão. Ainda que não seja tão grossa como outra das sequóias da Sierra Nevada, chamada General Sherman, a Presidente é maior e mais imponente.

Segundo uma equipa liderada pelo cientista Steve Sillett, da Humboldt State University, a Presidente é a segunda maior árvore alguma vez medida, superiorizando-se – não em tamanho mas dimensão – aos eucaliptos australianos e a outro tipo de sequóias.

O tamanho das sequóias gigantes está directamente relacionado com a sua idade, uma vez que as árvores nunca param de crescer, concorrendo entre si permanentemente pela conquista de Sol e água.

A sua altura e dimensão permite-lhe, por outro lado, sobreviver a desastres naturais: não são afectadas por tempestades e resistem a relâmpagos e incêndios florestais. Só mesmo através de mão humana as sequóias vergam.

A história das sequóias da Sierra Nevada será contada na edição de Dezembro da National Geographic. Veja aqui algumas fotos, actuais e antigas.

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Gato de três semanas sobrevive três dias dentro de uma estátua de Abe Lincoln


Ninguém sabe como lá foi parar, mas a verdade é que um gato de apenas três semanas passou três dias a miar dentro de uma estátua da Abraham Lincoln na Flórida, Estados Unidos, sendo salvo por um bombeiro. O gato – a quem foi posto o nome de Abe, em homenagem ao ex-presidente norte-americano – gozou ainda de atenção mediática, a partir de uma reportagem da WFMY.

Segundo Daniel Davis, da associação Humane Society, o gato poderá ter entrado por um buraco no topo da estátua, mas a verdade é que ninguém sabe como ele lá foi parar.

“Não faço a mínina ideia, alguém me disse que há um buraco ali em cima, mas eu não estou a ver como um gato de três semanas consegue lá chegar”, explicou o responsável.

Com a ajuda dos bombeiros, Davis abriu um buraco na parte de trás da estátua, tentando não destruir a obra – construída à mão. Depois, um bombeiro entrou na estátua e salvou o gato. Agora, Abe vai ficar mais uns tempos com a Humane Society, até ser dado para adopção.

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Nova-iorquinos engordaram até 2,5 quilos com passagem do Sandy


Há quem diga que todos os desastres naturais têm os seus problemas ridículos, incomparáveis aos reais momentos de pânico e desespero. O do Sandy, aparentamente, tem a ver com o aumento de peso de alguns nova-iorquinos durante este período.

Segundo o The New York Times (NYT), a passagem destruidora do Sandy pela Grande Maçã levou os nova-iorquinos a procurarem abrigo na fast food, bolachas, refrigerantes, bolos ou chocolates.

“É a prova de uma psicologia de tragédia: em tempos de crise, os nova-iorquinos descobriram que a comida preenche uma necessidade emocional, não apenas uma física”, escreve o NYT.

O jornal entrevistou alguns cidadãos nova-iorquinos, que confirmaram ter ganho até 2,5 quilos numa única semana. “Nem consigo falar disso, já não caibo nas calças”, explicou Emily Marnell, de 31 anos, que justifica o acesso de fome com a ansiedade e tédio.

Outra cidadã, Amber Katz, afirmou ter comido mais batatas fritas durante esta semana que no resto da vida. “Era todos os dias”, revelou.

Com a sua rotina destroçada, os nova-iorquinos mais afectados pelo furacão deixaram de lado as regras diárias e beberam e comeram o que quiseram, continua o NYT. Outros, que se prepararam para a passagem da tempestade e encheram os frigoríficos, não colocaram a hipótese de falta de energia – que durou vários dias. Assim, tiverem de comer rapidamente todas as compras avisadas – ou deitá-las fora.

“Enquanto esperávamos pela tempestade, todos pensávamos em fazer três coisas: ver [a série] Homeland, comer e twittar. Quando a energia falhou, ficámos com um único hobby: comer”, explicou uma residente nova-iorquina.

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Vegetarianos vivem mais tempo, diz estudo de várias décadas


Nos anos 70 e 80, foram feitos vários estudos da Universidade Loma Linda, na Califórnia, sobre milhares de fiéis da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Um deles, que analisa registos desde 1958, incidiu sobre os vegetarianos desta igreja.

Um dos primeiros resultados revelou que os vegetarianos vivem mais tempo que os não-vegetarianos. O estudo alertava ainda que o tipo de comida normalmente ingerida por um vegetariano – frutos, vegetais, nozes, legumes – pode reduzir o risco de doenças como cancro, doenças cardiovasculares ou diabetes do tipo 2, para além de existir, por parte da pessoa, um maior controlo da massa corporal e tamanho da cintura.

Vários anos depois, em 2002, o National Institutes of Health deu autorização à universidade californiana para continua a estudar os fiéis da Igreja Adventista do Sétimo Dia, para uma segunda ronda de conclusões.

O estudo ainda está a meio, mas há existem algumas conclusões relativas a 96 mil pessoas dos Estados Unidos e Canadá. E essas conclusões são muito interessantes: em média, um vegetariano (e Adventista do Sétimo Dia) do sexo masculino vive 83,3 anos. Uma mulher vive 85,7 anos. Ou seja, 9,5 e 6,1 anos a mais, respectivamente, que outros californianos.

A razão pela qual a Universidade de Loma Linda escolheu os fiéis da Igreja Adventista do Sétimo Dia para elaborar um estudo sobre vegetarianos é óbvia: esta igreja promove o vegetarianismo, desencoraja as bebidas alcoólicas, o tabaco e a utilização de drogas. Um dos membros fundadores da igreja é, de resto, John Harvey Kellogg, pioneiro na nutrição saudável e inventor dos cereais matinais.

Veja outras das conclusões:

Os vegetarianos são, em média, 13,6 quilos mais leves que os comedores de carne

Os vegetarianos e vegans são menos resistentes a insulina do que quem come carne

As pessoas magras praticam mais regularmente exercício, comem mais vegetais e evitam mais cigarros que as pessoas obesas.

Os semi-vegetarianos, que limitam a ingestão de produtos derivados de animais uma vez por semana, têm uma “protecção intermédia” contra as doenças relacionados com o estilo de vida.

A obesidade reduz o tempo médio de vida da população Afro-Americana em 6.2%. Paralelamente, as eventuais qualidades protectoras da gordura numa população mais idosa não são identificadas.

 

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Como as minas de Carvão destruiram várias comunidades nos EUA (com FOTOS)


Segundo o Huffington Post, a remoção dos topos da montanha pelas minas de carvão, na região de Appalachia, já desflorestou 560 mil hectares de colinas florestadas, acabou com cerca de 3.200 quilómetros de ribeiras e envenenou a água.

As minas de carvão foram também responsáveis pela destruição e abandono de cidades inteiras do mapa. Lindytown, onde outrora viviam dezenas de famílias, é agora um lugar isolado, onde resiste uma única família.

A oeste de Lindytown, o encerramento de uma mina causou também uma drástica diminuição da população de Blair, de 700 pessoas nos anos 90 para 50, hoje.

Segundo o agregador norte-americano, toda esta região foi – literalmente – vendida à Massey Energy – a quarta maior produtora de carvão dos Estados Unidos -, pertencendo agora à Alpha Natural Resources.

Veja as fotos da destruição e as recordações de civilização.

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