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Tag Archive | "Estados Unidos"

Europa nega entrada de alimentos transgénicos americanos


O grupo de pressão ligado à indústria da agricultura norte-americana não está satisfeito com as negociações entre os Estados Unidos e a União Europeia, alegando que Bruxelas não quer permitir a entrada na Europa de alimentos potencialmente prejudiciais à saúde – e avisa que irá contestar a decisão junto do Capitólio norte-americano, informa o Financial Times.

Numa visita a Washington durante a semana passada, Karel De Gucht, comissário europeu do Comércio, reiterou a sua oposição à importação de carne bovina tratada com hormonas para o mercado europeu, descartando a possibilidade de alterações ao regime da União Europeia relativo aos organismos geneticamente modificados.

As declarações do comissário foram fortemente criticadas por grupos agrícolas dos Estados Unidos, que esperavam que as negociações comerciais iniciadas no ano passado levassem a União Europeia a reconsiderar um conjunto de proibições, restrições e poucas aprovações a produtos agrícolas norte-americanos.

Este assunto tem sido um dos mais turbulentos nas trocas comerciais transatlânticas durante as últimas duas décadas e já se esperava que fosse um dos principais pontos de discórdia nas negociações entre os Estados Unidos e a União Europeia para se formalizar uma “Parceria de Comércio e Investimento Transatlântico”, uma vez que um dos objectivos seria conciliar as duas filosofias regulamentares diferentes.

Nota-se, nas negociações, uma diferença grande sobre a segurança alimentar, pois a União Europeia pratica um princípio da precaução no qual define restrições com mais facilidade do que os Estados Unidos, com o seu modelo tolerante na avaliação de riscos.

A política agrícola continua a ser alvo de intenso debate no seio da União Europeia e de questões polémicas nos seus estados-membros. Espera-se que, em Maio, as novas eleições para o Parlamento Europeu possa produzir uma maior oscilação a favor de populistas, muitos deles provenientes de zonas rurais e contra as medidas norte-americanas.

Foto:  Meneer Zjeroen  / Creative Commons

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Como percorrer os Estados Unidos de transportes públicos?


Quem nunca ouviu ou leu um norte-americano a elogiar o sistema de transportes da Europa? Isto tem um contexto: nos Estados Unidos o carro é rei, e dificilmente alguém consegue percorrer o País de lés-a-lés, unicamente, de transportes públicos.

É difícil, mas não impossível. A American Intercity Bus Riders Association acabou de criar um mapa que mostra todas as ligações intercidades dos Estados Unidos, incluindo de empresas como a Amtrak e Greyhound.

Segundo o mapa, é possível apanhar um comboio que nos leva de Washington, D.C. para Los Angeles, na Califórnia – são 60 horas de viagem, mas é possível! O caminho, na verdade, é bastante simples: basta gastar 18 horas de Washington Union Station para a Chicago Union Station, e depois outras 43 horas de Chicago à Los Angeles Union Station, na Soutwest Chief. Um saltinho.

O mesmo trajecto demora cinco horas, de avião, e 38 horas, de carro.

O projecto do mapa é muito interessante, mas acaba por realçar a fraca rede de transportes públicos norte-americana. Na Europa e Ásia, o comboio de alta velocidade é, de longe, o melhor meio de transporte. Nos Estados Unidos não será bem assim.

Ainda assim, se quiser explorar o continente norte-americano sem alugar um carro, veja aqui todas as suas hipóteses (abrir PDF).

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Carvalho com 1.400 anos é atracção turística em Charleston, EUA (com FOTOS)


Durante séculos, os carvalhos da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, eram utilizados para fornecer a indústria da construção naval. Ainda que, nas últimas décadas, esta prática tenha estagnado, a verdade é que não haverá carvalhos muito antigos a este do Mississippi – um rio que divide os Estados Unidos de Norte a Sul.

No entanto, a Live Oak Society descobriu um carvalho com 1.400 anos perto de Charleston, uma cidade com 125 mil habitantes na Carolina do Sul.

Segundo a Live Oak, o carvalho teria já 1.000 anos quando o Mayflower chegou a Cape Cod. O seu maior ramo tem 28 metros, outros fundiram-se como raízes, no solo. A árvore é imponente, como pode ver nas imagens, e sobreviveu a furacões, inundações, sismos e, mais importante, aos humanos.

O carvalho é hoje propriedade da cidade de Charleston e, assegura o Inhabitat, é uma das mais importantes e populares atracções turísticas da cidade.

Veja algumas fotos de Angel – o nome deste carvalho.

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Abelhas zombie descobertas no leste dos Estados Unidos


Os apicultores do estado de Vermont, nos Estados Unidos, estão habituados a ver as suas colmeias serem infestadas por ácaros, a sofrerem oscilações de temperatura extremas e ainda sujeitos à possibilidade de as colónias colapsarem. Porém, no último outono, estes apicultores enfrentaram uma realidade diferente: abelhas zombie.

De acordo com o Huffington Post, Anthony Cantrell, de Burlington, descobriu abelhas zombie na sua colmeia em Outubro, e foi a primeira vez que este tipo de abelhas foi encontrado no leste dos Estados Unidos.

Estas abelhas zombie foram descobertas pela primeira vez em 2008 por John Hafemik, professor na Universidade Estatal de São Francisco. Estas abelhas são colonizadas por uma mosca – a Apocephalus borealis – que se agarra ao seu corpo e deposita os seus ovos no interior do corpo das abelhas. Os cientistas acreditam que os ovos parasitas causam danos psicológicos, que originam movimentos erráticos espasmódicos e actividade nocturna, tal como o comportamento associado aos zombies.

Porém, estas abelhas não estão condenadas a vaguear como zombies para toda a eternidade. Normalmente, as abelhas morrem poucas horas ou dias depois de começarem a manifestar os sintomas.

Hafemik e a sua equipa têm estado a monitorizar estas abelhas zombie nos Estados Unidos. Segundo os dados recolhidos, os estados da Califórnia, Washington, Oregon e Dakota do Sul possuem abelhas zombie, mas esta é a primeira vez que estas abelhas foram encontradas em estados da costa leste.

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Energia da União Europeia custa o dobro da norte-americana


A diferença entre o custo da energia na União Europeia (UE) e seus principais parceiros comerciais está a aumentar cada vez mais. A conclusão é de um relatório que será divulgado pela Comissão Europeia esta semana e que indica que os custos da electricidade na zona comunitária ultrapassam o dobro dos preços praticados nos Estados Unidos e excedem em 20% os preços verificados na China.

Os preços do gás industrial são entre três a quatro vezes superiores aos preços norte-americanos e russos, sendo ainda de 12% superiores aos da China, aponta o relatório da Comissão a que o Financial Times teve acesso.

“Apesar de a Europa nunca ter sido um local de preços energéticos baratos, nos últimos anos a diferença de custos entre a UE e os principais parceiros económicos tem aumentado”, lê-se no relatório. O documento, que deverá ser divulgado esta semana, faz parte do pacote energético e climático que irá moldar o uso da energia no espaço europeu até 2030.

O novo pacote de medidas tem promovido o debate um pouco por todos os Estados-membros sobre a possibilidade de as políticas energéticas e climáticas, que vigoram até 2020, estarem a afectar a competitividade do bloco europeu.

Quanto aos factores que estão a potenciar este aprofundamento das diferenças de preços entre a UE e os Estados Unidos, o documento não é muito específico, indicando apenas que as diferenças aumentaram devido a várias razões, entre as quais se incluem os subsídios domésticos de alguns países produtores e o aumento da exploração do gás de xisto no território norte-americano.

Outra das conclusões referidas no relatório de Bruxelas é a possível estabilização dos preços da energia depois de 2020, seguido de uma ligeira redução, à medida que as energias renováveis vão substituindo os combustíveis fósseis.

O Financial Times indica que a Comissão deverá anunciar ainda esta semana as metas para a redução das emissões de gases com efeito estufa até 2030, bem como apresentar regulação para a exploração de gás e petróleo de xisto.

Foto:  EdinburghGreens / Creative Commons

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Japão enfrenta forte decréscimo populacional


A regeneração populacional do Japão está a diminuir a um ritmo recorde, já que o número de nascimentos é inferior ao número de mortes. Em 2013, o país perdeu 244 mil habitantes. Se a tendência continuar, o Japão poderá perder um terço da população durante os próximos 50 anos, o que pode ter um impacto negativo na economia e no mercado de trabalho.

Tal significa que 40% dos japoneses terá mais de 65 anos em 2060. Em 2013, nasceram menos seis mil bebés que no ano anterior, refere o Quartz. Porém, o envelhecimento populacional não é um problema exclusivo do Japão: segundo um relatório da ONU, 48% da população mundial habita em países onde a taxa de natalidade não é suficiente para manter a população. Toda a Europa, com excepção da Islândia, os BRIC (Brasil, Rússia e China – com excepção da Índia) e ainda algumas das economias emergentes não têm uma taxa de natalidade suficiente.

Os números relativos a Portugal também não são animadores. Segundo os últimos dados divulgados pelo Eurostat, Portugal é segundo país a taxa de natalidade mais baixa da União Europeia. Pior só a Alemanha. Os valores (última actualização) são referentes à população da UE a 1 de Janeiro de 2013. Segundo os dados, a taxa de natalidade em Portugal durante 2012 foi de 8,5 por mil habitantes. No total, o país perdeu 55 mil habitantes, dado que o número de mortes superou os nascimentos e o número de emigrantes que deixou o país foi superior às entradas.

Um outro relatório, apresentado em Novembro durante uma conferência do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida dá conta que Portugal é o sexto país mais envelhecido do mundo.

Uma excepção a esta tendência demográfica são os Estados Unidos, que apesar de ter uma taxa de natalidade baixa atrai mais de um milhão de imigrantes por ano. Desta forma, a maior economia mundial é um dos oito países cuja população deverá ser responsável por metade do crescimento da população mundial entre 2013 e 2100. Os outros sete países são a Nigéria, a Índia, Tanzânia, Congo, Uganda, Etiópia e Níger.

Foto:  Chi King / Creative Commons

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