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Tag Archive | "Estados Unidos"

Como o maior campo de sem-abrigo dos EUA fica colado a Silicon Valley (com FOTOS)


Silicon Valley representa tecnologia, inovação, empreendedorismo e genialidade. É lá que estão sedeadas empresas como Google, Yahoo, Intel, Apple ou Adobe. Mas é também a poucos quilómetros que se encontra o maior campo de sem-abrigo norte-americano, conhecido como The Jungle.

O campo é habitado por 175 pessoas e encontra-se numa zona de floresta, seca e insegura. Jornalistas do Business Insider passaram uma semana a conhecer os habitantes da The Jungle, e o resultado pode ser lido aqui com mais pormenor (em inglês).

Segundo os próprios residentes, que convidaram os jornalistas para conhecerem as suas casas, muitas das habitações são feitas de restos de madeira e produtos associados, por alguns carpinteiros desempregados que habitam o local. Um deles, chamado Troy, construiu uma elaborada casa numa árvore. Com escadas, para um acesso mais digno e seguro.

Outros residentes dormem em tendas ou pedaços de lona, tendo apenas a roupa como aquecimento. Segundo os jornalistas, este acampamento é formado por desempregados da região e tem vindo a crescer nos últimos anos, estando perto da sua ocupação máxima – no último ano, esta zona cresceu 20%.

Curiosamente, o acampamento dista poucos quilómetros da bilionária casa de Larry Page, fundador do Google e uma das pessoas mais ricas do mundo.

O problema dos sem-abrigo, em San José, não é novo. Quando ele é visto todos os dias, pela sua proximidade, por uma comunidade que lida com alguns dos orçamentos mais milionários do mundo – as tecnológicas californianas – o cenário torna-se, mais do que dramático,  trágico e macabro.

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Norte-americanos estão a conduzir cada vez menos


A circulação automóvel nos Estados Unidos teve o seu pico em 2007, depois de décadas de constante aumento no números de quilómetros percorridos. Há seis anos que, porém, estes números têm vindo a diminuir em pelo menos 47 Estados do país, de acordo com uma pesquisa do US Public Interest Research Group.

“É uma tendência dominada pela chamada geração do milénio, que tem taxas de condução muito menores”, avança o Grist.

O estudo explica que os residentes em Washington DC estão a conduzir, cada um, menos 9.292 quilómetros por ano, e lidera a pesquisa. Seguem-se o Alaska, Havai, Nova Iorque, Rhode Island e Pensilvânia.

Os jovens guiam muito menos que qualquer uma das gerações anteriores: enquanto 97% dos jovens de 19 anos tinha cartas de condução em 1983, cerca de 69% da mesma idade tinha em 2011. O número de quilómetros percorridos pela população entre os 16 e os 34 anos também desceu dramaticamente entre 2001 e 2009.

Segundo alguns analistas, esta descida na taxa de condutores e quilómetros percorridos por pessoa está relacionada com a recessão económica, mas o estudo diz que o desemprego num determinado estado não tem impacto nas tendências de condução.

Por outro lado, esta tendência também não está relacionada com o facto de cada vez mais pessoas viverem em cidades. É certo que os urbanos podem mais facilmente andar, pedalar ou socorrerem-se dos transportes públicos para se deslocarem de um local para  o outro, mas foi curiosamente nos Estados com poucas grandes cidades que a redução na utilização do automóvel foi maior.

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NSA: Centro de dados que vigia cidadãos vai usar 6,4 milhões de litros de água por dia


Uma das maiores revelações do ano diz respeito à fuga de informação sobre o programa de vigilância PRISM, da National Security Agency (NSA) dos Estados Unidos, que tem vindo a monitorizar todas as comunicações dos cidadãos norte-americanos. Muitas pessoas revelaram-se chocadas com a revelação – e ainda não sabiam elas de tudo.

Foram agora revelados mais detalhes sobre o novo Intelligence Community Comprehensive National Cybersecurity Initiative Data Center – também conhecido como o grande centro de dados que está a ser construído pela NSA em Bluffdale, Utah, nos EUA.

Sabe-se agora que o sistema de recolha e armazenamento de toneladas de informação sob a forma de telefonemas, emails e pesquisas online será um consumidor gigante de água e electricidade. De acordo com o Treehugger, a instalação de 93 mil m2 vai albergar 9.300 m2 de servidores de armazenamento de dados e vai usar 6,4 milhões de litros de água por dia, de modo a manter os servidores frescos.

O centro de dados será responsável por 1% de todos os usos de água na região e a cidade de Bluffdale está já à procura de fontes de água adicional para quando a instalação estiver concluída, em Setembro.

Os gastos de energia também não serão pequenos, tendo em conta o tamanho da estrutura. A instalação vai exigir 45 megawatts de electricidade, o que equivale ao consumo de 65 mil casas. Terá a sua própria subestação de energia e geradores de back-up movidos a diesel.

Se tudo isto já parece impressionante – e dispendioso – prepare-se para o resto: a NSA está a construir também outro centro de dados em Fort Meade, Maryland, que terá dois terços do tamanho deste mega centro de que lhe falámos. Apesar de mais pequeno, continua a ser um enorme impacto para o ambiente.

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Cientistas garantem que ouro surgiu da colisão de estrelas mortas


Todo o ouro existente no Planeta Terra foi criado pela colisão de estrelas mortas, de acordo com cientistas do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics (cFA). O precioso metal terá resultado de uma explosão de raios gama, que atirou para a Terra quantidades substanciais de elementos pesados​​.

O ouro é raro na Terra, em parte, porque também o é no universo. Ao contrário de elementos como o carbono ou ferro, ele não pode ser criado dentro de uma estrela. Assim, ele deverá ter “nascido” num evento mais violento, como uma breve explosão de raios-gama.

De resto, a observação destes raios-gama dão-nos provas, segundo os investigadores, de que este metal resulta da colisão de duas estrelas neutrão – os núcleos mortos das estrelas que já explodiram como supernovas.

Berger e os seus colegas estudaram uma explosão do raio-gama 130603B em Junho, a uma distância de quase quatro mil milhões de anos-luz da Terra. Esta foi uma das explosões deste género mais perto do Planeta Terra.

Um brilho único persistiu durante dias num local onde se deu esta explosão, significando, potencialmente, a criação de quantidades substanciais de elementos pesados, como o ouro.

“Estimamos que a quantidade de ouro produzido e ejectado durante a junção das duas estrelas neutrão pode ser do tamanho de dez massas lunares”, estimou Edo Berger, que trabalhou na investigação

Segundo uma pesquisa da Thomson Reuters, o Homem apenas retirou da Terra uma pequena parte do ouro existente – cerca de 172 toneladas. A maioria do ouro está no centro da Terra e, por agora, fora do alcance humano.

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The Farmery: produzir e vender alimentos num mesmo local é possível (com FOTOS)


E se conseguisse produzir e vender a sua comida num mesmo local? Que tal lhe parece a ideia? É nessa base que assenta o inovador projecto de agricultura sustentável de Ben Greene que pretende revolucionar os Estados Unidos – The Farmery.

Se pensarmos nas distâncias que os alimentos viajam desde o local onde são cultivados até às prateleiras dos supermercados e na quantidade de energia que é despendida nesse processo, percebemos por que faz tanto sentido a implementação de um projecto como este.

Greene prevê um sistema, com baixos custos de construção, onde se torna possível cultivar alimentos e ter um mercado para os comprar – tudo no mesmo edifício. Segundo o Treehugger, ele concebe ainda um local onde os clientes podem seleccionar e colher os próprios alimentos que quiserem levar para casa.

Utilizando um sistema de contentores empilhados, vasos suspensos e estruturas de estufa modulares, Greene já está a fazer crescer uma quantidade significativa de alimentos enquanto testa o conceito.

Numa época em que os preços dos alimentos e da energia estão em ascensão, um sistema como este poderia resultar numa fusão brilhante de quinta vertical futurista com uma escala e um modelo mais pragmáticos.

Greene espera que o seu projecto se expanda e ajude a mudar a forma como as pessoas vêm a comida.

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EUA: parques eólicos apresentam proposta controversa para matar águias


Nos Estados Unidos, alguns produtores de energia eólica parecem estar a causar o descontentamento em diversas frentes, com uma proposta polémica: a de serem autorizados, pelo governo federal, a matar águias e outras espécies protegidas com as suas turbinas.

Por todo o país, 14 projectos eólicos pediram permissão ao Fish and Wildlife Service para ferir ou matar um certo número de águias por ano. A proposta inclui quatro parques eólicos na Califórnia, um em Minnesota e outro em Oklahoma.

O projecto de Oklahoma poderia ser o primeiro no país a receber essa autorização. A empresa por detrás dele, a Wind Capital Group, quer permissão para matar até três águias anualmente, durante 40 anos, no seu parque com 94 turbinas.

A tribo de nativos americanos na região já se manifestou em protestos, tal como alguns grupos de conservação. A águia é uma figura sagrada e simbólica para os Osage e a área-alvo do projecto eólico contém uma elevada população de águias.

A administração Obama tem levado ao abrandamento das medidas de conservação da vida selvagem, de modo a facilitar o desenvolvimento da energia eólica – está a tentar desimpedir o caminho para a criação de energia renovável, apesar dos perigos para as espécies protegidas que isso acarreta.

Em 2009, a proibição de matar águias – deliberada ou inadvertidamente – foi mesmo anulada para os criadores de energia eólica. Em causa agora está o prolongamento da duração dessas autorizações de cinco para 30 anos.

Os ambientalistas, naturalmente, não querem que qualquer ave protegida seja morta em nome da energia renovável. Mas os interessados na questão colocam a seu favor o consumo excessivo dos combustíveis fósseis do planeta, apontando como um exagero o motim feito em torno das mortes dos animais.

A organização sem fins lucrativos American Bird Conservancy defende, contudo, que pássaros e energia eólica podem coexistir em harmonia – isso apenas obrigará a um trabalho árduo de pesquisa cuidadosa e regulamentos federais, trabalho que as empresas não querem ter.

Os dispositivos de criação de energia devem ser criados a pensar neste cenário, com monitorização de aves que permita reduzir a mortalidade dos animais e a perda de habitat. Depois de tantos esforços de conservação, nenhum activista quer que a águia se torne numa figura de oposição a um mundo mais ecológico.

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