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Tag Archive | "Estados Unidos"

Milão é a cidade europeia com pior trânsito (com FOTOS)


A organização de dados de tráfego Inrix utilizou dados de arquivo para criar um ranking com as piores cidades e com os piores países a nível de congestionamentos de trânsito. Entre todas as grandes cidades da Europa e dos Estados Unidos, Milão, em Itália, é a cidade com o prior trânsito, seguida de Bruxelas e Antuérpia, na Bélgica.

De acordo com o novo ranking, os condutores de Milão perdem cerca de 57 horas por ano no trânsito. Porém, são os condutores de Londres que passam mais tempo por ano nos congestionamentos, cerca de 83,4 horas. Ainda assim, a capital britânica não é a cidade com os piores congestionamentos de trânsito.

Para elaborar o ranking, a Inrix utilizou uma fórmula que inclui a comparação da velocidade de fluxos livres de trânsito em segmentos específicos de estradas com as velocidades de tráfego em tempo real registadas durante as horas de ponta. As horas desperdiçadas no trânsito foram calculadas com base no tempo passado no trânsito por comparação com as distâncias médias percorridas e o número médio de viagens realizadas por ano, refere o Daily Mail.

A Inrix concluiu ainda que o trânsito aumentou em 2013, mesmo nas cidades onde apresentava decréscimos contínuos. Também os congestionamentos aumentaram em seis dos 15 países analisados: Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Suíça, Luxemburgo e Itália. A nível global, na Europa, os congestionamentos aumentaram pela primeira vez em dois anos.

As cidades europeias e norte-americanas com os piores congestionamentos de tráfego:

  1. Milão, Itália
  2. Bruxelas, Bélgica
  3. Antuérpia, Bélgica
  4. Honolulu, Estados Unidos
  5. Los Angeles, Estados Unidos
  6. Londres, Reino Unido
  7. São Francisco, Estados Unidos
  8. Manchester, Reino Unido
  9. Paris, França
  10. Roterdão, Países Baixos
  11. Austin, Estados Unidos
  12. Nottinghamshire, Reino Unido
  13. Ghent, Bélgica
  14. Montreal, Canadá
  15. Liverpool, Reino Unido
  16. Nova Iorque, Estados Unidos
  17. Bridgeport, Estados Unidos
  18. Estugarda, Alemanha
  19. Birmingham, Reino Unido
  20. San Jose, Estados Unidos

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EUA: maior laboratório de testes com primatas libertou 110 chimpanzés


Depois de passarem uma vida inteira em cativeiro a serem utilizados para testes científicos, os chimpanzés do maior laboratório de testes com primatas dos Estados Unidos foram libertados e realojados num santuário.

No total, foram libertados 110 chimpanzés, ao abrigo de uma lei aprovada em 2013 pelo Congresso norte-americano, que prevê a reforma de chimpanzés detidos pelo Estado federal em laboratórios de testes. Estes 110 primatas que estavam em cativeiro no New Iberia Research Center, no Louisiana, foram realojados no National Chimpanzee Sanctuary, onde podem viver protegidos em liberdade, refere o Dodo.

“Estamos felizes com a chegada deste grande dia”, afirma a presidente do National Chimpanzee Sanctuary, Cathy Willis Spraetz. “Muitas pessoas e organizações trabalharam incansavelmente para assegurar que estes chimpanzés tenham uma nova vida numa reserva protegida. Os nossos sonhos para estes animais foram finalmente realizados”, indica.

Após meses de coordenação e planeamento, incluindo a construção de novas acomodações para os chimpanzés, os animais que até agora viviam em jaulas de poucos centímetros quadrados vão passar a ter 80,9 hectares para passar o resto das suas vidas.

Foto:  emeybee / Creative Commons

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Formiga venenosa com mandibulas gigantes está a invadir os Estados Unidos


Uma espécie de formiga com mandíbulas gigantes e um ferrão venenoso está a invadir silenciosamente o sul dos Estados Unidos, sem que ninguém tenha dado conta do crescimento das populações nas últimas décadas. Esta formiga utiliza o ferrão venenoso e as grandes mandíbulas, que conseguem abrir 180 graus, para se defender mas também para se impulsionar no ar.

Apenas agora, através de uma nova investigação, é que os cientistas deram conta do crescimento da população destes animais. “O facto de esta espécie estar a espalhar-se é interessante, em parte, porque estas formigas gigantes têm aumentado o seu território sem que ninguém tenha dado por isso”, indica Magdalena Sorger, da Universidade Estatal da Carolina do Norte e co-autora do estudo, cita o Daily Mail.

“Sabemos muito pouco sobre estas formigas, incluindo a forma como interagem com as espécies nativas de formigas das áreas que estão a invadir”, revela a cientista. Actualmente, existem quatro espécies nativas de formigas com mandíbulas nos Estados Unidos. Contudo, esta nova espécie – que é nativa da América do Sul – é mais agressiva que as formigas nativas. As formigas invasoras foram identificadas pela primeira vez no Alabama em 1956.

Os investigadores descobriram agora que a espécie invasora se espalhou ao longo da Costa do Golfo, pelo menos até Pensacola, na Flórida. A investigação revelou ainda que outras espécies de formigas nativas com mandíbulas também estão a alargar o seu território. Porém, os cientistas ainda não identificaram as causas de tal progressão territorial.

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Os agricultores pobres que ajudaram a mudar os Estados Unidos (com FOTOS)


Propaganda ou obras de arte? As opiniões sobre estas fotografias divergem. Tiradas durante as décadas de 1930 e 1940, elas tinham como objectivo retratar as condições de vida dos agricultores pobres que viviam no interior dos estados do Sul dos Estados Unidos.

Muitas destas fotografias foram tiradas por fotógrafos da Farm Security Administration -profissionais contratados pelo governo para produzirem “propaganda positiva” sobre o New Deal de Franklin Roosevelt, de forma a conquistar o apoio do público. O New Deal consistia numa série de programas que Roosevelt queria implementar com o objectivo de recuperar e reformar a economia norte-americana (que ainda recuperava da Grande Depressão) e ajudar os mais pobres.

Contudo, para a implementação do New Deal o então presidente dos Estados Unidos necessitava da elite política abastada e as fotografias eram uma maneira vívida de mostrar as condições de vida daquelas pessoas. Marion Post Wolcott foi uma das principais fotógrafas do projecto da Farm Security Administration. “Como fotógrafa da FSA estava determinada a mudar a atitude das pessoas ao familiarizá-las com a situação dos mais desfavorecidos, principalmente na América rural”, explica a fotógrafa num esboço biográfico da Universidade de Virgínia, citada pelo Daily Mail.

“As fotografias da FSA chocaram e fomentaram a opinião pública de forma a aumentar o apoio ao New Deal, assim como desempenharam uma parte importante na revolução social dos anos 1930”, afirma Post Wolcott.

As fotografias desta fotógrafa norte-americana retratam o legado duradouro da escravidão – a pobreza extrema, o trabalho contínuo em plantações e a subnutrição. De acordo com a Universidade de Virgínia, a tarefa de Post Walcott e dos seus colegas era “documentar tanto a necessidade como o sucesso dos programas sociais e agrícolas do New Deal por todo o país”. A pequena equipa de fotógrafos produziu 270 mil fotografias entre 1935 e 1943, que custaram €737 mil ao Governo, com um salário anual de apenas €2.211.

As fotografias originais pertencem e são preservadas pela Divisão de Fotografia e Impressões da Biblioteca do Congresso. Em 2008, a entidade tornou-as públicas através do Flickr.

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O peixe-serra raro que parece ter saído dos tempos pré-históricos


Depois de duas horas de luta, um pescador do sul da Florida e os seus companheiros de pesca capturaram um peixe pouco comum: uma rara espécie de peixe-serra. Conhecido pelo seu focinho em forma de serra, esta espécie de peixe raramente é avistada em estado selvagem.

As sete subespécies conhecidas deste tipo de peixe estão ameaçadas ou severamente ameaçadas, pelo que o seu avistamento é ainda mais raro. Contudo, um exemplar foi pescado por Dustin Richter e os seus amigos durante uma das últimas madrugadas. Por qualquer razão, o grupo fez questão de retirar o animal fora de água para documentar a captura, mas o peixe voltou a ser atirado para as águas de Boynton Beach.

“Apanhar um peixe como este acontece apenas uma vez na vida”, afirmou Richter à ABC News, cita o Huffington Post. “Conseguir ver um peixe assim já é uma sorte, mas conseguir apanhar um é ter ainda mais sorte”, considera o pescador.

Richter estima que o peixe, com cerca de 3,4 metros, pesasse mais de 220 quilos. Segundo a descrição do pescador o peixe ainda não terá atingido o estado adulto na totalidade, uma vez que os dois tipos de peixe-serra encontrados nos Estados Unidos podem crescer mais de seis metros.

Acredita-se que os peixes-serra terão evoluído de uma forma, agora extinta, de tubarões primitivos. Esta espécie de peixe utiliza o focinho em forma de serra para se defender e para desenterrar pequenos peixes e crustáceos do fundo do oceano.

Por explicar ficou, porém, o porquê de tanta luta com o peixe – sobretudo depois dos pescadores terem a noção de que se tratava de uma espécie rara. Veja algumas fotos do peixe-serra.

Fotos:  Robert Nyman /  A.M. Kuchling /  Giåm /  Lola’s Big Adventure! / SFU Public Affairs and Media Relations / brian.gratwicke / Anodoin

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Primeiro protector solar comestível já está à venda


Os dias em que vai para a praia com o protector solar atrás podem estar a chegar ao fim. A Osmosis Skincare, uma empresa de cosmética norte-americana, produziu o primeiro protector solar comestível, o Harmonised H20.

Segundo a Osmosis Skincare, o novo protector solar comestível oferece uma protecção de factor 30 duradoura, o que significa que a exposição aos raios solares pode ser mais longa sem causar queimaduras. Uma vez ingerido, as moléculas líquidas do produto espalham-se na pele, impedindo a penetração de 97% dos raios UVA e UVB, refere a imprensa britânica.

O primeiro protector solar líquido comestível será lançado brevemente, em embalagens de 100 mililitros, com um custo aproximado de €21. O produto oferece duas opções: autobronzeador e apenas protector. De acordo com as instruções médicas de utilização, devem ser ingeridos dois mililitros de produto a cada quatro horas e deve-se esperar uma hora, depois da ingestão, para que o produto faça efeito.

O Harmonised H20 requer ainda certificados dermatológicos das entidades competentes. No entanto, a empresa que o fabrica possui já vários testemunhos de utilizadores satisfeitos com o novo protector solar – é impossível, porém, comprovar a veracidade destes comentários.

O produto não está à venda no mercado português, mas nós, como cépticos militantes, torcemos sempre o nariz a estas inovações. E o leitor?

Foto:  carysphotography / Creative Commons

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