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Células solares da Panasonic batem recorde de eficiência energética


As células solares HIT (Heterojunction with Intrinsic Thin layer), da Panasonic, atingiram um novo recorde ao nível da eficiência de conversão energética – 25,6%. A melhoria é de quase 1%, em comparação com a eficiência de 24,7% atingida em Fevereiro de 2013. Segundo a fabricante, trata-se de um novo recorde para uma célula solar de silício cristalino de “tamanho prático”.

A Panasonic classifica uma célula de “tamanho prático” como aquela que tem uma área superior a 100 centímetros quadrados. O recorde de Fevereiro do último ano foi registado numa célula com uma área de 101,8 centímetros quadrados. O novo recorde foi observado num dispositivo com 143 centímetros quadrados, refere o Gizmag.

Contudo, a Panasonic indica que este último recorde é também uma melhoria sobre o recorde anterior de 25% de eficiência para células de tamanho pequeno, cerca de quatro centímetros quadrados. Ainda assim, estes valores de eficiência energética estão abaixo dos valores registados por outros tipos de células, como as células solares multijunção e as células solares de tripla-junção de compostos concentradores, com cerca de 38,8% e 44,4% de eficiência, respectivamente.

O novo recorde de eficiência conseguido pela Panasonic foi possível devido ao desenvolvimento das propriedades da tecnologia de hétero-junção.

Foto: Mountain/\Ash / Creative Commons

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O telemóvel solar que nunca fica sem bateria


Mais conhecida pelos relógios luxuosos, que podem custar tanto como um carro em segunda mão, a TAG Heuer anunciou recentemente planos para lançar um smartphone no mercado. O novo telemóvel da marca suíça deverá ser para o mesmo segmento mercado e a TAG refere-se ao produto como um “instrumento de comunicação” que tem uma bateria infinita, graças a uma célula fotovoltaica invisível inserida no ecrã de cristais de safira.

Esta “reserva de energia perpétua”, que a empresa defende que vai ser pioneira de “uma nova era na indústria dos telemóveis, elevando os limites da autonomia dos dispositivos portáteis”, não é novidade para as empresas tecnológicas que operam nesta área. Contudo, a TAG Heuer deverá ser a primeira a produzir tal dispositivo, refere o Inhabitat.

Assim que o ecrã do telemóvel seja exposto a luz natural ou artificial, com potência suficiente para manter o nível de bateria no modo standby, a célula fotovoltaica começará a carregar a bateria do dispositivo.

De acordo com a TAG, vão apenas ser inicialmente produzidos 1.911 Meridiist Infinite Phones. Além da célula solar, o primeiro dispositivo de comunicação da empresa será inteiramente produzido em titânio, carbono e borracha, uma referência ao primeiro cronógrafo de painel concebido para aviões e carros que foi patenteado pela TAG Heuer em 1911.

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Projecto português poderá revolucionar sector das pescas (com VÍDEO)


Um projecto português, liderado pelos estaleiros de Vila Real de Santo António, pretende aproveitar o calor dos motores dos navios para gerar electricidade. A ideia chama-se Eco-Cooler, destina-se a embarcações de pesca até 18 metros e permite manter o pescado fresco com o mínimo de riscos para o ambiente.

“Utilizando um sistema de refrigeração por absorção, o calor que é libertado pelos gases de escape dos motores dos navios pode ser um meio de funcionamento para o sistema de refrigeração”, explicou ao Economia Verde Paulo Chaves, engenheiro do INOV.

Essa reutilização dos gases de escape, que eram, até agora, dispensáveis, permite aumentar a eficiência energética do sistema de refrigeração. Uma solução inteligente, criada pela Nautiber e que será implementada, nesta fase, num único navio. A INOV é responsável pelo sistema que controla e monitoriza todo o processo de sistema de refrigeração, para garantir que ele funciona nas melhores condições.

Depois de testado e controlado, o sistema poderá ser adquirido por outras embarcações. Numa primeira fase, ele destina-se ao mercado português. Mais tarde, será exportado.

Depois do projecto piloto ser validado, seguir-se à sua massificação – estamos a falar de algumas centenas de instalações. Se tudo correr como esperado, o Eco-Cooler poderá revolucionar o sector das pescas.

A inovação está a ser apoiada pelo Fórum Empresarial da Economia do Mar e tem um orçamento global de €580 mil. Veja o episódio 235 do Economia Verde.

Foto:  martinwcox / Creative Commons

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Jovem norte-americano descobriu como poupar milhões com mudança de letra nos documentos


A letra “e” pode ser escrita a tinta de caneta ou de impressora. Esta vogal é a letra mais utilizada no dicionário inglês. Agora imagine-a impressa milhões de vezes – em vários formatos e documentos – e na quantidade de tinta que é necessária e nos custos inerentes.

Foi nisto que pensou Suvir Mirchandani, um adolescente norte-americano de 14 anos que desenvolveu uma solução de poupança para os Estados Unidos, que pode atingir os €269 milhões (R$ 836 milhões) anuais. Basta que as autoridades governamentais e federais norte-americanas alterem o tipo de letra utilizado nos documentos oficiais impressos.

A poupança reside na quantidade de tinta que as impressoras gastam para imprimir um documento. Estudante do liceu de Dorseyville, perto de Pittsburgh, Mirchandai chegou a esta conclusão quando imprimia trabalhos escolares e calculou quanto gastava em tinta. O projecto cresceu e o estudante acabou por apresentá-lo na feira de ciências da sua escola.

Através do software APFill, que permite gastar menos tinta e toner nas impressoras, Mirchandai calculou a quantidade de tinta gasta para imprimir as letras “e”, “t”, “a”, “o” e “r”, as mais utilizadas. O jovem baseou os seus cálculos em quatro tipos de letra – Century Gothic, Comic Sans, Garamond e Times New Roman. Posteriormente, aumentou o tamanho das letras, imprimiu-as, recortou-as e pesou-as. Depois de três ensaios, construiu um gráfico sobre a quantidade de tinta necessária para imprimir cada tipo de letra.

Mirchandai concluiu que é o tipo Garamond que permite maiores poupanças. Atendendo aos gastos em tinta dos Serviços Gerais da Administração de Obama – cerca de €342 milhões (R$ 1000 milhões) -, o estudante descobriu que se o Governo trocasse o modelo Times New Roman pelo Garamond poderia poupar até 30% em tinta – €99 milhões (R$ 307 milhões). Se os governos locais também fizessem a troca poderiam ser poupados €170 milhões (R$ 528 milhões) adicionais. No total, a poupança seria de €269 milhões (R$ 836 milhões) anuais.

A proposta do estudante ainda não teve uma resposta oficial da Administração de Obama, mas o gestor do departamento de impressões do Governo federal, Gary Somerset, considerou a proposta como “notável”, à CNN.

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Start-up indiana cria dispositivo em forma de anel que pode ajudar invisuais (com FOTOS)


Rohildev, um indiano de 23 anos, criou através da sua start-up tecnológica um dispositivo que pode revolucionar a utilização dos objectos básicos do quotidiano. Adicionalmente, o aparelho, em forma de anel, pode ser uma preciosa ajuda para os invisuais.

O produto, chamado Fin, é um dispositivo de hardware em forma de anel para utilizar no polegar e converte a palma da mão num interface gestual. O dispositivo está equipado com sensores que conseguem reconhecer com precisão cada falange dos dedos. A tecnologia de Bluetooth incorporada permite ligar o Fin a outros dispositivos, como a televisão, smartphone, computador e outros equipamentos electrónicos.

Uma vez que reconhece com grande precisão a palma da mão humana é possível atribuir diferentes funções a cada segmento dos dedos, que são executadas ao tocar com o polegar na falange pretendida. Assim, com um simples toque é possível efectuar chamadas de emergência, silenciar o telemóvel, atender uma chamada, mudar a música que está a ouvir ou mudar de canal, refere o Times of India.

Todas estas possibilidades do Fin podem ajudar a melhorar a vida dos invisuais, uma vez que com um simples toque podem marcar um número telefónico, abrir e ler e-mails ou mensagens de telemóvel, utilizar mapas interactivos e efectuar pequenos gestos básicos sem terem de sair do mesmo lugar. Para os portadores de deficiências físicas que tenham de recorrer ao uso de cadeira de rodas, o Fin também pode ser uma ajuda pois permite controlar os equipamentos, caso sejam eléctricos.

Para financiar a construção do Fin, Rohildev iniciou uma campanha de crowdfunding na plataforma Indiegogo. O objectivo inicial era angariar €72,5 mil (R$ 230 mil). Contudo, o conceito do dispositivo foi bem recebido e o projecto acabou por angariar €145 mil (R$ 460 mil), doados por 1.600 pessoas de todo o mundo que pré-encomendaram o equipamento. Cada anel Fin será vendido por €87 (R$ 277), mas o preço deverá diminuir caso o produto seja produzido em massa.

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Ex-director de arte do Facebook constrói arca de Noé à prova de tsunamis (com FOTOS)


A catástrofe natural de Fukushima, que afectou o Japão em Março de 2011, provocou um amplo espectro de reacções pelo mundo. Para Chris Robinson, que conheceu a sua esposa em Fukushima e que vive na Califórnia, o desastre natural foi algo pessoal.

Em resposta ao desastre que matou e deixou desalojadas milhares de pessoas, o ex-director de arte do Facebook e do Paypal construiu uma cápsula à prova de tsunamis, no seu quintal.

De acordo com o Inhabitat, Robinson iniciou a formulação do projecto para a cápsula – capaz de suportar a força de um tsunami – ao observar a cobertura noticiosa feita diariamente acerca do desastre de Fukushima.

Após desenhar os primeiros esboços, com o Adobe Ilustrator e consultoria de alguns engenheiros – e que confirmaram o potencial de flutuação da estrutura – começou a trabalhar na construção, que demorou dois anos.

A cápsula é feita de pedaços de madeira compensada, mede 10 metros de altura e 22 metros de comprimento.

Esta estrutura flutuante foi inspirada nas cápsulas de fuga de óleo de um artista canadiano, que constrói esferas de árvores de madeira e as pendura como se fossem quartos de hotel.

Quando o trabalho estiver finalmente finalmente concluído, as lacunas dentro do esqueleto de madeira compensada serão preenchidas com espuma flutuante e o barco será equipado com um motor eléctrico e uma calha estrutural. Serão também instalados painéis solares ligados a baterias.

Robinson referiu ao inhabitat que prevê que o seu projecto esteja concluído em Maio, e que fará um primeiro teste no Oceano Pacifico. Veja algumas das fotos.

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