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Nova técnica gera electricidade a partir de vibrações mecânicas


A energia eléctrica é normalmente gerada através de calor, movimento, transformação nuclear ou reacções químicas, mas cientistas da VTT Technical Research Center, da Finlândia, desenvolveram um novo método que envolve vibrações mecânicas.

Segundo o Gizmag, eles perceberam como armazenar a energia da vibração que ocorre naturalmente quando duas superfícies com diferentes funções trabalho são ligadas através de eléctrodos, sendo que esta energia poderá ser utilizada para electrificar aparelhos electrónicos de baixa potência.

Uma função trabalho é uma propriedade da superfície de um material que é definida como a diferença entre a energia de um electrão em descanso e o mínimo trabalho termodinâmico que é necessário para remover esse electrão do material.

Os cientistas da VTT criaram um condensador de placas paralelas com cobre e alumínio, ligado a um circuito externo. As funções trabalho das placas permitiram a carga inicial de um volt, à medida que os electrões fugiram de uma superfície para a outra.

Diferentes materiais de eléctrodos poderiam, teoricamente, produzir voltagens mais elevadas – acima de 3V ou 5V. A placa de cobre foi fixada no lugar, enquanto um motor vibrou a placa de alumínio perpendicular a ambas as chapas, de forma contínuo ou através de impulsos.

Os armazenadores de energia trabalho função têm uma grande vantagem sobre os dispositivos piezoeléctricos e electrostáticos que geram electricidade através de vibrações mecânicas para alimentar muitos sensores e implantes médicos.

Ainda de acordo com os investigadores finlandeses, que publicaram este trabalho no Scientific Reports, a nova tecnologia deverá ser implementada a escala industrial entre três a seis anos. Ainda assim, ela ainda terá de ser trabalhada e novas versões surgirão nos próximos tempos.

Foto: Nicholas Petrone / Creative Commons

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Nova incubadora insuflável pode salvar vidas nos campos de refugiados


Um recém-licenciado inglês inventou uma forma barata e eficaz de manter os bebés prematuros vivos nos campos refugiados, zonas de guerra ou outros locais onde o acesso a hospitais e material médico é escasso.

Segundo o Treehugger, a inovação de James Roberts foi inspirada num documentário sobre o conflito na Síria e já foi premiada pelo James Dyson Awards for Student Design.

“Estava a ver um programa na BBC [Panorama] sobre os refugiados sírios e [percebi] que há muitos bebés prematuros a morrer devido ao stress da guerra e falta de incubadoras ou infra-estrutura para os manter”, explicou Roberts à BBC. “E pensei numa forma de resolver esta questão”.

Desenhada para ser facilmente transportável e rápida de montar, a incubadora consiste numa folha de plástico que contém painéis transparentes insufláveis, aquecidos por um elemento cerâmico. As folhas enrolam-se no centro da incubadora que, uma vez aberta, consegue manter a sua estrutura sem colapsar.

A temperatura e humidificação são controladas por um computador arduino e por uma lâmpada fototerapêutica que ajuda a tratar a icterícia. Toda a unidade está desenhada para utilizar pouca energia e pode ser ligada a uma ficha de electricidade, gerador ou até um carro. A bateria dura 24 horas.

Denominado MOM, a incubadora tem um design modular que lhe permite substituir facilmente as partes que estejam danificadas. E também pode ser esterilizada para reutilização.

Roberats recebeu €38.000 pelo seu trabalho, dinheiro que utilizará para melhorar a incubadora. O seu protótipo actual custa cerca de €320.

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Google está a desenvolver cápsula que pode detectar cancro


O Google anunciou que está a trabalhar numa cápsula que, uma vez engolida, poderá detectar a presença de um cancro ou outras doenças, como as cardíacas. Segundo explicou a empresa em comunicado, a ideia levará a pílula a libertar, na corrente sanguínea da pessoa, nanopartículas que identificam alterações bioquímicas no organismo e que, através de sensores, transmitem essas informações a um computador portátil.

Para o Google – e comunidade médica – o diagnóstico precoce do cancro é fundamental para aumentar a taxa de sobreviventes entre os pacientes com a doença, mas há alguns tumores, como o do pâncreas, onde esse tipo de detecção ainda não é viável.

O novo projecto é conduzido pelo Google X, divisão da empresa dedicada a pesquisas em inovações.

Segundo Andrew Conrad, chefe científico do Google X, as nanopartículas da cápsula devem conter um material magnético, além de anticorpos ou proteínas capazes de ligar-se a diferentes moléculas do organismo. Assim, um dispositivo portátil usado pelo paciente poderia, por meio de sensores, recolher as informações das nanopartículas, interpretá-las e descobrir se há alguma atividade anormal no corpo do indivíduo.

Este projecto ainda está numa fase inicial e estima-se que as pesquisas serão concluídas dentro de cinco a sete anos. Recentemente, a empresa anunciou outras iniciativas na área da saúde, como lentes de contacto que ajudam pessoas a tratar o diabetes e uma colher anti-tremor desenvolvida para pacientes com Parkinson.

Foto: Deutscher Webvideopreis / Creative Commons

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Supercomputador de €125 milhões vai ajudar Reino Unido a prever clima extremo


O Met Office, responsável pela meteorologia e previsão de alterações climáticas no Reino Unido, vai investir €125 milhões (R$ 380 milhões) num supercomputador que fará da “ilha” um líder mundial na ciência climatérica, proporcionando aos investigadores mais armas para a protecção do clima extremo.

Segundo o Business Green, o computador pesa 140 toneladas e será 13 vezes mais poderoso que o actual sistema utilizado pela entidade. Terá 120 mil vezes mais capacidade de memória que um actual smartphone de gama alta e poderá efectuar 16.000 biliões de cálculos por segundo.

Este HPC (High Performance Computer – ou Computador de Alto Rendimento) irá ajudar os cientistas a melhorar as previsões de Inverno do Reino Unido e perceber os impactos específicos regionais das alterações climáticas – inundações, secas e ondas de calor.

Segundo as autoridades britânicas, o computador poderá ajudar a poupar €2,5 mil milhões (R$ 7,8 mil milhões) em estragos evitados, protegendo casas e empresas. O computador consegue fazer previsões a cada hora e pode obter informações geograficamente muito detalhadas, ajudando o Met Office a prever tempo disruptivo e eventos como inundações, ventos fortes, nevoeiro ou neve.

Os modelos de alta resolução permitem também determinar riscos específicos, como a existência ou não de nevoeiro nos aeroportos.

A primeira fase do supercomputador estará operacional em Setembro de 2015 e atingirá a sua capacidade total em 2017. “Este investimento é a prova de que o Reino Unido acredita na ciência”, explicou Greg Clark, ministro britânico das Universidades, Ciência e Cidades.

Foto: European Southern Observ / Creative Commons

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Bateria portátil para telemóvel transforma movimentos do corpo em energia


Há muito que se sabe que os movimentos do corpo podem ser transformados em energia, e é esse o conceito que a Ampy, uma startup de Chicago, está a utilizar para carregar uma bateria de telemóvel.

A startup está a ser financiada por investidores de diversos pontos do mundo, através do Kickstarter, e está a ser um verdadeiro sucesso – hoje, já quase tinha triplicado os €78.000 (R$ 250.000) pretendidos, quando faltam ainda 10 dias para acabar a campanha.

O produto pode transformar uma hora de corrida, 30 minutos de ciclismo ou uma longa caminhada de 10 mil passos em energia elétrica suficiente para três horas de uso para smartphone. Estes exercícios também podem servir para dar uma carga de 24 horas num smartwatch e de até 72 horas numa pulseira inteligente, seja lá o que isso for.

A Ampy custa €65 (R$ 210) mas, quando chegar ao mercado, o que deve acontecer em Junho de 2015, o preço será de €75 (R$240). Segundo o Planeta Sustentável, o gadget é pequeno e precisa de estar sempre connosco: no braço, cintura ou bolso.

Recentemente, a empresa promoveu uma ação de divulgação do Ampy com três atletas que disputaram a maratona de Chicago. No total, foram 8.600 calorias queimadas e mais de 40 horas de bateria geradas para seus telemóveis.

A conversão da energia cinética (do movimento) para eléctrica é parecida com aquela usada em lanternas que precisam de ser apertadas algumas vezes para funcionar. Outro exemplo são dínamos de bicicletas.

A startup Ampy foi fundada por três estudantes do doutoramento em engenharia da Northwestern University, que desenvolveram o produto ao longo do último ano. Com capital vindo de competições de negócios, a empresa colocou mil unidades do Ampy nas ruas. A campanha no Kickstarter foi uma iniciativa para encontrar um business angel para dar longevidade à companhia. Mas a realidade superou a ficção e o Ampy estará brevemente nas lojas.

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Novo sensor permite monitorizar em tempo real todos os tiros disparados pela polícia


Os tiroteios policiais sempre foram polémicos nos Estados Unidos, mas nos últimos meses e semanas eles regressaram à atenção mediática de forma dramática e através dos acontecimentos de Ferguson, no Missouri, onde um polícia terá morto, aparentemente sem razão, um adolescente de 18 anos.

Para perceber o contexto de todos os tiros policiais, a start up Yardarm desenvolveu um sensor colocado na base da arma do polícia e que não só grava a acção como monitoriza a arma e envia informações, em tempo real, para qualquer local. O sensor informa a localização da arma, direcção desta quando disparada e quando foi, exactamente, retirada do coldre.

A informação encriptada é enviada para uma aplicação móvel, sendo que outros polícias têm acesso a ela em qualquer local. Segundo anunciou a empresa, a fase de testes arrancou na semana passada no Departamento de Polícia de Santa Cruz, na Califórnia, e em Carrollton, Polícia do Texas.

A empresa foi fundada depois do terrível massacre da escola de Sandy Hook, e a ideia original dos seus criadores era desenvolver uma arma inteligente que pudesse ser desactivada remotamente. No entanto, eles abandonaram os planos devido à resistência do poderoso lobby das armas nos Estados Unidos.

Segundo explica o The Huffington Post, a tecnologia é inspirada nos identificadores electrónicos de bagagem. A nova tecnologia pode ajudar os polícias a sentirem-se mais apoiados pelos seus colegas, mas também esclarecer algumas dúvidas sobre a utilização (ir)responsável de armas por parte destes.

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