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O primeiro sistema solar integrado do mundo que gera electricidade e calor


Nos subúrbios de Sydney, Austrália, uma simples casa pode estar perto de entrar para a história da indústria da energia solar, ao ser-lhe instalado o primeiro sistema solar integrado, que gera electricidade e calor. O dispositivo, colocado no telhado da habitação, combina vários painéis solares ultrafinos com um sistema de ductos de energia solar térmica, que aquecem e arrefecem o ar do interior da casa.

As camadas superiores produzem electricidade a partir do sol, tal como se de um painel fotovoltaico normal se tratasse, ao passo que o calor que fica armazenado entre as camadas dos painéis é distribuído pela casa.

O novo sistema solar integrado foi desenvolvido pela Bluescope, uma empresa metalúrgica. O desenvolvimento e produção da nova tecnologia foram feitos com a ajuda de fundos governamentais, nomeadamente da Australian Renewable Energy Agency. “Estas primeiras instalações são um importante passo para que a tecnologia possa ser comercializada e competir com os painéis fotovoltaicos convencionais”, afirma Ivo Frischknecht, presidente-executivo da entidade governamental, cita o Inhabitat.

Este sistema solar integrado pode eventualmente reduzir os custos de energia e de instalação, melhorar a eficiência energética do edifício e reduzir os picos de procura na rede eléctrica.

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Estudantes norte-americanos desenvolvem telhas que despoluem o ar


Há muito que a poluição atmosférica é considerada um dos grandes problemas da sociedade, sobretudo nas megacidades e grandes metrópoles, mas pouco tem sido feito para acabar com este drama. Um estudo recente das Nações Unidas mostrou que apenas 12% da população mundial respira ar de qualidade, e que este é sobretudo prejudicial em países asiáticos.

Para tentar amenizar este problema, alunos da Universidade da Califórnia, no polo de Riverside, estão a desenvolver um telhado que ajuda a despoluir o ar. Nos testes de laboratório, eles revestiram as telhas de barro com dióxido de titânio, um composto comum encontrado com facilidade em diversos produtos, de tintas de parede a cosméticos.

As telhas foram colocadas dentro de uma câmara que reproduz o ambiente atmosférico, construída com madeira, tubos de PVC e teflon. A câmara foi ligada a uma fonte de óxidos de nitrogénio e a um dispositivo que lê as concentrações do poluente, formado quando determinados combustíveis são queimados a temperaturas elevadas, por exemplo pela combustão nos carros.

Segundo o Planeta Sustentável, os investigadores usaram a luz ultravioleta para simular a luz solar, o que activa o dióxido de titânio e permite que ele quebre os óxidos de nitrogénio. O resultado impressiona: as telhas revestidas retiraram entre 88% e 97% dos óxidos de nitrogénio.

Segundo a equipa de estudantes, 21 toneladas de óxidos de nitrogénio seriam eliminados diariamente se um milhão de telhados fossem revestidos com a mistura de dióxido de titânio. Eles também calcularam que custaria apenas €3,6 (R$ 11,1) para revestir um telhado residencial de médio porte.

Actualmente, existem outras telhas no mercado que ajudam a reduzir a poluição de óxidos de nitrogênio. No entanto, há poucos dados sobre alegações de que eles reduzem a poluição, explica a equipa de cientistas.

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Uma aplicação que traduzir linguagem gestual em tempo real


Estudantes da Escola de Comunicação de Berghs, na Suíça, desenvolveram uma aplicação que permite a interacção, em tempo real, entre as pessoas que utilizam a linguagem gestual para se comunicar e aqueles que não sabem compreender o significado dos gestos utilizados.

A aplicação foi premiada no Festival de Cannes, o maior e mais prestigiado evento de publicação, comunicação e marketing do mundo, e funciona com o auxílio de duas faixas electrónicas utilizadas nos antebraços da pessoa que realiza os sinais.

Denominado Google Gesture, a aplicação pode analisar o movimento dos músculos, associá-los aos gestos e enviar as informações para o smartphone, que reproduziria as palavras correspondentes em tempo real.

Veja o projecto.

Apesar de a aplicação usar “Google” no seu nome, a empresa não está envolvida no projecto. Na verdade, esta aplicação foi idealizada para uma campanha publicitária, não tendo ainda previsão de ser desenvolvida no curto prazo. Ninguém quer pegar nesta ideia?

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O autocarro eléctrico que carrega em 15 segundos (com FOTOS)


Os autocarros eléctricos são o futuro das nossas cidades. Eles serão essenciais para tornar o ar mais respirável para milhões de pessoa que vivem nas megacidades globais – ou para as milhares que vivem em locais mais pequenos mas, ainda assim, altamente habitados, como Lisboa.

Um dos grandes problemas dos autocarros eléctricos é a falta de autonomia das baterias. Um autocarro passa horas e horas de um lado para o outro, a transportar as pessoas das suas casas para o trabalho, para a escola, áreas de lazer ou, simplesmente, a mostrar aos turistas o que de bom tem a cidade.

Esta necessidade enorme de capacidade de bateria ocupa espaço e, a certa altura, precisa de tempo para carregar novamente. Se um veículo eléctrico convencional carrega totalmente em 12 horas, os autocarros eléctricos precisam de uma solução para evitar estarem metade do dia parados – eles são precisos nas estradas, não nos armazéns das transportadoras.

A pensar nesta realidade, investigadores do Swiss Federal Institute of Technology (EPFL) desenvolveram um autocarro eléctrico que se consegue autocarregar em 15 segundos, o tempo que demora para os passageiros entrarem e saírem do veículo.

As baterias destes autocarros têm o dobro da energia de um veículo eléctrico vulgar, mas são suficientemente pequenas para serem colocadas no telhado. A estação de carregamento fica situada em todas as paragens, por cima do autocarro. Quando o autocarro para, um braço robótico sai do topo do autocarro e começa a carregar, dando à bateria 15 segundos extra de carga.

O projecto, ainda que vago e pouco conhecido por parte do público, é perfeito para os autocarros que fazem paragens frequentes e pequenas – ou seja, é ideal para os centros das grandes cidades. Caso esta solução seja bem sucedida, quem sabe se a tecnologia poderá ser aplicada, também, aos automóveis privados?

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Jovem de 15 anos das Filipinas cria palmilha que ajuda a carregar iPod com os pés (com FOTOS)


O jovem Angelo Casimiro, de apenas 15 anos, inventou uma palmilha de sapato capaz de produzir electricidade suficiente para carregar pequenos dispositivos USB, como um iPod. Para tal, basta ao utilizador do aparelho caminhar. Apenas caminhar.

O aparelho é composto de materiais piezoeléctricos que, segundo Casimiro, conseguem gerar energia eléctrica quando pressionados. Durante os testes da palmilha, o jovem das Filipinas descobriru que correr por oito horas seguidas pode carregar uma bateria Li-ion de 400 mAh. Depois de inventar a palmilha, o jovem até fez um tutorial sobre como criar este carregador.

Angelo Casimiro inscreveu o seu projecto na Google Science Fair, a feira de inovação e tecnologia online para jovens entre os 13 e os 18 anos – e é por isso que a notícia chegou até nós. O vencedor irá conhecer a base de lançamentos da Virgin Galactic, nos Estados Unidos, e estará entre os primeiros a cumprimentar os astronautas, quando estes voltarem à Terra, entre outros prémios.

“Isto pode fornecer energia para aparelhos pessoais, sobretudo se vivermos em áreas remotas, sem electricidade. Pode carregar lanternas, rádios, telemóveis ou outro qualquer dispositivo USB”, explicou Angelo neste vídeo.

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Passeios do futuro podem ser aquecidos ou flexíveis (com FOTOS)


Ao contrário de Portugal, os passeios na maioria das restantes cidade mundiais são em betão ou cimento. Estes materiais têm sido os mais utilizados ao longo de vários anos porque são fortes e baratos. Um passeio nestes materiais pode durar décadas – os passeios de New Jersey, por exemplo, têm uma média de vida estimada em 75 anos.

Contudo, o betão também tem as suas desvantagens, especialmente nas cidades que têm a intenção de melhorar a circulação dos peões. As raízes das árvores podem rachar o cimento, criando perigos para os transeuntes (especialmente para os que necessitam de cadeiras de rodas e para os pais com carrinhos de bebé), e quanto mais a árvore cresce mais estragos as suas raízes provocam estragos no pavimento. A reparação costuma ser cara.

Devido a estas desvantagens, algumas cidades começaram a estudar alternativas aos passeios tradicionais. Tanto as autarquias e governos locais como as empresas tecnológicas estão a analisar novas maneiras de construir passagens para os pedestres que transcendam a mistura de cimento com agregados, conhecida como betão. Estes materiais têm ampliado não só a forma como as cidades constroem as calçadas mas também a própria noção de como um passeio pode ser.

Estes novos materiais podem melhorar a usabilidade dos passeios, gerar energia renovável e melhorar a segurança pública, ao mesmo tempo que suportam a presença das raízes das árvores que ao longo de décadas tem criado rachas nas placas de betão dos pavimentos.

Cidades como Nova Iorque ou Mineápolis, onde costuma nevar, começaram a experimentar passeios aquecidos. Embora feitas também com o tradicional betão, é encaixado um sistema vascular nestas calçadas, que transporta água aquecida através de tubos, o que permite aquecer a superfície e derreter a neve e o gelo. Contudo, os custos destes pavimentos ultrapassam os €73.000 por um pequeno trajecto, do tamanho de uma paragem de autocarros. Mas os custos com a limpeza dos passeios também são menores, assim como o risco de escorregar.

No outro extremo do espectro tecnológico existe um grande interesse em utilizar os passeios – e as pessoas que os utilizam – como fontes geradoras de energia. Uma empresa britânica, a Pavegen (ver galeria), criou um pavimento em borracha reciclada que converte a pressão dos passos dos pedestres em electricidade cinética. O material foi instalado em algumas estações de comboio, parques infantis e escritório por todo o Reino Unido e França e a energia produzida é utilizado para gerar e recolher a energia de milhares de passos, refere o City Lab.

Uma outra empresa, a Pro-Teq Surfacing, criou uma substância em spray que permite aos passeios brilharem no escuro. O material absorve e armazena a radiação ultravioleta durante o dia e liberta-a durante a noite, criando um brilho azulado. A empresa começou já a testar o spray pequenas porções dos passeios de Cambridge, em Inglaterra.

Contudo, a nova tecnologia mais popular é a borracha flexível. Normalmente, a borracha é produzida a partir de restos de pneus velhos e plásticos reciclados. O objectivo deste pavimento em borracha flexível é conter a destruição causada pelas raízes das árvores nas lajes de betão. A cidade de Santa Mónica, na Califórnia, é a pioneira na adopção dos passeios em borracha, aplicando-os desde 2000. Estes passeios possuem uma superfície mais suave com menos falhas entre as placas.

Contudo, apesar de as raízes das árvores já não racharem a superfície, em alguns casos tornam os passeios em superfícies onduladas, o que está longe do pavimento ideal. Mesmo depois de vários anos de experiências com materiais diversos e interacções de passeios em borracha tanto a cidade de Santa Mónica, como a maior parte das cidades, não encontrou um substituto à altura do betão.

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