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Tag Archive | "inovação"

A cervejaria que quer utilizar bicicletas para produzir cerveja (com FOTOS)


As bicicletas e cerveja são duas coisas bastante apreciadas, principalmente pela comunidade hipster. Agora, imagine a combinação das duas. Foi o que imaginaram Shawn e Aron Grose, dois irmãos norte-americanos que querem criar uma nanocervejaria sustentável, que será electrizada através das bicicletas.

Estes dois irmãos querem abrir a Windmill Pointe Brewing Company, uma fábrica de cerveja que utiliza a energia cinética produzida pelas bicicletas para produzir a bebida, em Detroit. O local para instalar a cervejaria ainda não foi escolhido pelos irmãos Grose, mas estes têm já uma campanha de crowdfunding a decorrer para angariar fundos para concretizar o projecto, que já foi testado e necessita agora de cerca de €36 mil para ser instalado.

Os mentores do projecto estimam que a cervejaria possa ser alimentada com cerca de 50% de energia solar, 25% de energia eólica e 25% de energia cinética das bicicletas. O sistema destes dois irmãos – que utiliza um programa computacional que está à espera de ser patenteado – recolhe a energia produzida por pessoas que pedalam em bicicletas fixas num acumulador.

A potência gerada é depois transferida para uma bateria e um conversor que varia entre correntes directas e alternadas de modo a que a energia possa ser utilizada para aquecer água para o processo de fermentação da cerveja.

Os ciclistas poderão ver quanta cerveja estão a produzir com a energia que geram. Quem produzir determinadas quantidades ganha cervejas de oferta. Estes dois norte-americanos já apresentaram o projecto em vários locais e, quando abrirem a cervejaria, pretendem ser transparentes com os clientes e indicarem-lhes a quantidade exacta de cerveja que produzem com a sua energia. “O nosso grande objectivo a longo-prazo é que a cerveja possa ser produzida a 100% com energia de fontes alternativas. Então, poderemos ser um modelo para a produção de cerveja sustentável”, afirma Shawn Grose, citado pelo Huffington Post.

Além de utilizarem a energia cinética na produção de cerveja, estes dois irmãos estão ainda a considerar a sustentabilidade durante outras partes do processo de produção. Actualmente, estão a estudar formas de reduzir o impacto do uso de água e a utilizar lúpulos – um cereal utilizado no fabrico da cerveja – cultivados localmente.

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Estudantes criam membrana biodegradável para substituir garrafas de água (com FOTOS)


Uma membrana orgânica biodegradável, que consegue armazenar água, foi criada em Londres por três estudantes de design industrial. O objectivo é diminuir o uso de garrafas descartáveis.

Chamada de Ooho, a bolha é criada por um processo de “esferificação”, a mesma técnica popularizada pelo chef espanhol Ferran Adriá, que tornou célebre o restaurante elBulli, em Barcelona. Através deste método, o líquido é moldado em forma de esferas, que geram uma membrana dupla, protegendo a água e a mão de quem a está a beber.

A estrutura é composta por algas e cloreto de cálcio, que criam um gel ao redor da água.

Enquanto o invólucro é criado, a água está em estado sólido – como se estivesse congelada -, sendo possível, assim, gerar uma esfera maior, que mantém os ingredientes na membrana e separados da água.

De acordo com o criador da membrana, o objectivo é diminuir o uso de garrafas descartáveis pela sociedade. “Oitenta por cento das garrafas que usamos e deitamos fora não são recicladas. Esse consumismo reflecte a sociedade na qual vivemos”, afirma Rodrigo Garcia González, que desenvolveu a Ooho com seus colegas de faculdade, Pierre Paslier e Guillaume Couche.

Garcia afirma também que, além de ser ecologicamente correcta, a “bolha” irá reduzir custos, já que a maior parte do custo para produzir água vem da própria produção de garrafas.

A Ooho pode ser produzida por apenas €0,01 (R$ 0,04), de acordo com o Planeta Sustentável.

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Células solares da Panasonic batem recorde de eficiência energética


As células solares HIT (Heterojunction with Intrinsic Thin layer), da Panasonic, atingiram um novo recorde ao nível da eficiência de conversão energética – 25,6%. A melhoria é de quase 1%, em comparação com a eficiência de 24,7% atingida em Fevereiro de 2013. Segundo a fabricante, trata-se de um novo recorde para uma célula solar de silício cristalino de “tamanho prático”.

A Panasonic classifica uma célula de “tamanho prático” como aquela que tem uma área superior a 100 centímetros quadrados. O recorde de Fevereiro do último ano foi registado numa célula com uma área de 101,8 centímetros quadrados. O novo recorde foi observado num dispositivo com 143 centímetros quadrados, refere o Gizmag.

Contudo, a Panasonic indica que este último recorde é também uma melhoria sobre o recorde anterior de 25% de eficiência para células de tamanho pequeno, cerca de quatro centímetros quadrados. Ainda assim, estes valores de eficiência energética estão abaixo dos valores registados por outros tipos de células, como as células solares multijunção e as células solares de tripla-junção de compostos concentradores, com cerca de 38,8% e 44,4% de eficiência, respectivamente.

O novo recorde de eficiência conseguido pela Panasonic foi possível devido ao desenvolvimento das propriedades da tecnologia de hétero-junção.

Foto: Mountain/\Ash / Creative Commons

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O telemóvel solar que nunca fica sem bateria


Mais conhecida pelos relógios luxuosos, que podem custar tanto como um carro em segunda mão, a TAG Heuer anunciou recentemente planos para lançar um smartphone no mercado. O novo telemóvel da marca suíça deverá ser para o mesmo segmento mercado e a TAG refere-se ao produto como um “instrumento de comunicação” que tem uma bateria infinita, graças a uma célula fotovoltaica invisível inserida no ecrã de cristais de safira.

Esta “reserva de energia perpétua”, que a empresa defende que vai ser pioneira de “uma nova era na indústria dos telemóveis, elevando os limites da autonomia dos dispositivos portáteis”, não é novidade para as empresas tecnológicas que operam nesta área. Contudo, a TAG Heuer deverá ser a primeira a produzir tal dispositivo, refere o Inhabitat.

Assim que o ecrã do telemóvel seja exposto a luz natural ou artificial, com potência suficiente para manter o nível de bateria no modo standby, a célula fotovoltaica começará a carregar a bateria do dispositivo.

De acordo com a TAG, vão apenas ser inicialmente produzidos 1.911 Meridiist Infinite Phones. Além da célula solar, o primeiro dispositivo de comunicação da empresa será inteiramente produzido em titânio, carbono e borracha, uma referência ao primeiro cronógrafo de painel concebido para aviões e carros que foi patenteado pela TAG Heuer em 1911.

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Projecto português poderá revolucionar sector das pescas (com VÍDEO)


Um projecto português, liderado pelos estaleiros de Vila Real de Santo António, pretende aproveitar o calor dos motores dos navios para gerar electricidade. A ideia chama-se Eco-Cooler, destina-se a embarcações de pesca até 18 metros e permite manter o pescado fresco com o mínimo de riscos para o ambiente.

“Utilizando um sistema de refrigeração por absorção, o calor que é libertado pelos gases de escape dos motores dos navios pode ser um meio de funcionamento para o sistema de refrigeração”, explicou ao Economia Verde Paulo Chaves, engenheiro do INOV.

Essa reutilização dos gases de escape, que eram, até agora, dispensáveis, permite aumentar a eficiência energética do sistema de refrigeração. Uma solução inteligente, criada pela Nautiber e que será implementada, nesta fase, num único navio. A INOV é responsável pelo sistema que controla e monitoriza todo o processo de sistema de refrigeração, para garantir que ele funciona nas melhores condições.

Depois de testado e controlado, o sistema poderá ser adquirido por outras embarcações. Numa primeira fase, ele destina-se ao mercado português. Mais tarde, será exportado.

Depois do projecto piloto ser validado, seguir-se à sua massificação – estamos a falar de algumas centenas de instalações. Se tudo correr como esperado, o Eco-Cooler poderá revolucionar o sector das pescas.

A inovação está a ser apoiada pelo Fórum Empresarial da Economia do Mar e tem um orçamento global de €580 mil. Veja o episódio 235 do Economia Verde.

Foto:  martinwcox / Creative Commons

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Jovem norte-americano descobriu como poupar milhões com mudança de letra nos documentos


A letra “e” pode ser escrita a tinta de caneta ou de impressora. Esta vogal é a letra mais utilizada no dicionário inglês. Agora imagine-a impressa milhões de vezes – em vários formatos e documentos – e na quantidade de tinta que é necessária e nos custos inerentes.

Foi nisto que pensou Suvir Mirchandani, um adolescente norte-americano de 14 anos que desenvolveu uma solução de poupança para os Estados Unidos, que pode atingir os €269 milhões (R$ 836 milhões) anuais. Basta que as autoridades governamentais e federais norte-americanas alterem o tipo de letra utilizado nos documentos oficiais impressos.

A poupança reside na quantidade de tinta que as impressoras gastam para imprimir um documento. Estudante do liceu de Dorseyville, perto de Pittsburgh, Mirchandai chegou a esta conclusão quando imprimia trabalhos escolares e calculou quanto gastava em tinta. O projecto cresceu e o estudante acabou por apresentá-lo na feira de ciências da sua escola.

Através do software APFill, que permite gastar menos tinta e toner nas impressoras, Mirchandai calculou a quantidade de tinta gasta para imprimir as letras “e”, “t”, “a”, “o” e “r”, as mais utilizadas. O jovem baseou os seus cálculos em quatro tipos de letra – Century Gothic, Comic Sans, Garamond e Times New Roman. Posteriormente, aumentou o tamanho das letras, imprimiu-as, recortou-as e pesou-as. Depois de três ensaios, construiu um gráfico sobre a quantidade de tinta necessária para imprimir cada tipo de letra.

Mirchandai concluiu que é o tipo Garamond que permite maiores poupanças. Atendendo aos gastos em tinta dos Serviços Gerais da Administração de Obama – cerca de €342 milhões (R$ 1000 milhões) -, o estudante descobriu que se o Governo trocasse o modelo Times New Roman pelo Garamond poderia poupar até 30% em tinta – €99 milhões (R$ 307 milhões). Se os governos locais também fizessem a troca poderiam ser poupados €170 milhões (R$ 528 milhões) adicionais. No total, a poupança seria de €269 milhões (R$ 836 milhões) anuais.

A proposta do estudante ainda não teve uma resposta oficial da Administração de Obama, mas o gestor do departamento de impressões do Governo federal, Gary Somerset, considerou a proposta como “notável”, à CNN.

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