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A app portuguesa que cuida das plantas por nós (com VÍDEO)


Gonçalo Cabrita adora hortas urbanas e sempre teve uma na varanda. “Sempre quis ter coisas frescas para cozinhar, mas comecei a ter falta de espaço, sempre fui um pouco preguiçoso para cuidar das plantas”, confessou ao Economia Verde.

Preguiçoso para cuidar das plantas mas não para conceber um sistema que mecanicamente o faz, ou não tivesse Gonçalo formação em robótica. Depois de desenvolver o conceito, Gonçalo percebeu que ele tinha tudo para ser comercializado e foi aí que nasceu a Coolfarm.

Esta aplicação permite cuidar de plantas à distância pelo tablet ou smartphone. “Temos uma valência muito grande da robótica e estamos a usar isso para criar um sistema revolucionário e inteligente, que está depois ligado à nossa cloud, onde armazenamos todos os dados necessários ao crescimento saudável da planta”, continuou Gonçalo Cabrita.

É na cloud que estão todas as informações que permitem à Coolfarm tratar das plantas da melhor maneira. A aplicação utiliza a técnica da hidroponia, que permite o cultivo de plantas sem solo – as raízes recebem os nutrientes através da água.

Segundo Gonçalo, o projecto é perfeito para as grandes estufas, e os primeiros contactos estão já a ser feitos. “Temos também bastantes agricultores interessados em testar o nosso produto. Eles serão os nossos primeiros clientes, irão ajudar a testar o produto e torná-lo robusto para depois nos podermos internacionalizar e crescer lá fora.

As grandes culturas hidropónicas encontram-se na Holanda, um mercado onde a Coolfarm pretende estar presente. “Queremos criar um sistema de alimentação sustentável. Os nossos solos estão a ficar gastos, devido à industrialização da agricultura, e a hidroponia resolve esse problema, uma vez que é altamente sustentável, consome menos água e recursos”, concluiu Gonçalo Cabrita, que fundou o projecto em Coimbra com três outros sócios.

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Sanitas que separam urina das fezes não são tão eficazes quanto se pensava


Nos países nórdicos, com especial enfoque na Suécia, têm sido produzidas e implementadas sanitas que permitem a separação da urina dos dejectos sólidos.

O modelo de sanita em questão chama-se NoMix e a sua produção em larga escala iniciou-se há alguns anos. Um estudo de satisfação posterior revelou que cerca de 80% dos utilizadores estavam satisfeitos com o novo modelo, entre 75% a 85% estavam satisfeitos com o design, higiene, cheiro e conforto do assento conferido pelas sanitas NoMix.

Contudo, estes níveis de satisfação podem não ser inteiramente verdadeiros. Tove Larsen, um engenheiro químico que tem estado a estudar a implementação das sanitas NoMix em apartamentos, escolas e bibliotecas, indica que embora o inquérito aponte para a satisfação da maioria dos consumidores, “quanto mais as sanitas são utilizadas, mais críticos são os utilizadores em relação à tecnologia”, que segundo a opinião deste engenheiro ainda não está completamente aperfeiçoada.

No seu estudo, Larsen denota vários problemas aparentes da nova tecnologia. Os homens têm de se sentar para que o sistema funcione ou teria de haver urinóis separados. Os resíduos da urina podem acumular-se nas canalizações, que necessitam de ser limpas regularmente para não entupirem. E nas casas de banho públicas o sistema raramente é utilizado da forma correcta. Neste último caso, as mulheres são relutantes em sentarem-se devido a questões de higiene.

Outros utilizadores consideram difícil a posição que se tem de adoptar para que os dejectos possam ser separados. Já as crianças têm dificuldades em acertar no compartimento certo, o que requer uma maior limpeza das sanitas, escreve o Tree Hugger.

Devido a todos estes problemas, a empresa que estava a fabricar estas sanitas parou a sua produção, o que pode condenar a tecnologia.

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Propano desenvolvido pela primeira vez através de processo renovável


Um gás usado para abastecer carros e aquecer as casas foi criado pela primeira vez através de um processo renovável, avança hoje um estudo publicado no jornal Nature Communications.

O propano, principal componente do gás natural liquefeito (GNL ou LPG, em inglês), apenas tinha sido produzido, até agora, através de combustíveis fósseis, mas uma equipa de cientistas do Imperial College, Londres, conseguiu demonstrar, com sucesso, o processo de fazer propano através de glucose, usando uma versão da bactéria E coli geneticamente modificada.

“Já podemos desenvolver um produto que até agora apenas estava disponível através dos combustíveis fósseis e que é idêntico ao químico. E deverá funcionar da mesma forma”, explicou Patrik Jones, autor do estudo, ao The Guardian.

Só no Reino Unido, cerca de 160 mil carros andam a GNL, sendo muito deste convertido em motores a gasolina ou gasóleo. O GNL também tem benefícios ambientais, gerando menos 20% de emissões de gases com efeito de estufa que a gasolina. De acordo com Jones, o objetivo agora é desenvolver propano utilizando energia solar.

O trabalho apenas produziu pequenas quantidades de propano, mas é a prova de um conceito que pode ser produzido sem a necessidade das duas fontes normais de produção: petróleo refinado ou o processo de gás natural. “Não é algo para ser utilizado hoje pela indústria, mas é importante e significativo”, explicou Jones.

“Os combustíveis fósseis são um recurso finito e à medida que a nossa população continua a crescer vamos ter de encontrar novas formas de aumentar a procura de energia. É um desafio muito grande, porém, desenvolver um processo renovável e que seja, paralelamente, barato e economicamente sustentável”, continuou.

“Neste momento, as algas podem ser utilizadas para fazer biodiesel, mas não é comercialmente viável, uma vez que o processo de armazenagem e processamento requer muita energia e dinheiro. Por isso escolhemos o propano, uma vez que pode ser separado do processo natural com pouca energia e será compatível com as infra-estruturas existentes, para uma utilização simples”, concluiu o investigador.

Foto: Rennett Stowe / Creative Commons

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Cientistas norte-americanos vão gravar todos os sons do mundo


Um grupo de investigadores decidiu dar início a um dos projectos mais ambiciosos de sempre: gravar todos os sons do mundo – de aviões a morcegos, aves, ondas e, caso fosse possível, até o Bosão de Higgs.

“Tenho vários amigos que são físicos e costumo dizer-lhes que se tivesse um microfone suficientemente pequeno conseguiria gravar o Bosão de Higgs”, gracejou ao Mashable Bryan Pijanowski, um dos responsáveis pelo projecto.

Durante um ano, Bryan e outros investigadores irão medir sismos, o gado que existe perto destes locais, as frentes frias ou os sons dos morcegos. Pijanowskyi é “ecologista de paisagens sonoras”, um termo que ele próprio inventou há três anos e que pode ser traduzido por uma nova abordagem aos sons que nos rodeiam.

Para o investigador, o som tem de ser visto como um todo: em vez de olhar para a forma como uma simples espécie de sapos chama por outro indivíduo, os ecologistas da paisagem sonora estudam a forma como todos os sons de um único espaço interagem, desde o chamamento do sapo até ao tráfego automóvel perto ou relâmpago que acabou de cair.

“Existem ritmos da natureza, periódicos e vão em crescendo durante as estações”, explicou Pijanowski sobre a forma como as aves cantam da manhã. Ele acredita que ouvir os sons como um todo pode dar-nos noções importantes sobre o estado do mundo e da natureza.

No início do ano, Pijanowski lançou o Soundscape Project, desenhado para gravar todos os sons do mundo num único dia. O objectivo era criar uma banda sonora de toda a vida na Terra, algo nunca antes feito.

Agora, o projecto ganhou uma dimensão ainda maior. Conheça-o melhor neste artigo do Verge (em inglês).

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Descoberta de norte-americano de 14 anos aumenta produção de algas em 500%


As algas são uma fonte inesgotável de biocombustíveis, mas os métodos actuais de produção são caros e demorados – primeiro há que fazer crescer a alga e, mais tarde, extrair os lípidos oleosos e convertê-los em combustíveis.

Foi com esta perspectiva que Gregory Martin, um norte-americano de 14 anos, começou a pensar no assunto, e em pouco tempo, ele descobriu uma forma de aumentar os lípidos oleosos em 500%, utilizando menos passos que outras técnicas e melhorando a produtividade.

“O objectivo desta experiência é explorar a possibilidade de esgotar o nitrogénio de algas do meio para aumentar o rendimento dos lípidos”, explicou o jovem ao Inhabitat. “É uma evolução em relação aos métodos normais que envolvem a colheita das algas e transferi-las para um ambiente sem nitrogénios”. Com a minha técnica deverá ser possível passar por cima desta transferência a fazer crescer a cultura num único meio. Isto reduz o trabalho e custos dos materiais”.

A técnica de Gregory permite à alga permanecer num único meio enquanto consome nitrogénio – este processo é um melhoramento em relação aos métodos normais porque melhora o conteúdo do lípido e, assim, a quantidade de biocombustível produzida.

Os resultados dos primeiros testes são espantosos e muito acima do esperado, conta o Inhabitat. Ao sétimo dia, a cultura tinha aumentado a produção de algas em 300% – ao décimo dia esta percentagem tinha-se alojado nos 500%.

O projecto de Gregory está nos finalistas do Google Science, o que costuma ser uma boa notícia para o seu desenvolvimento futuro.

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Tatuagem temporária transforma suor em energia


Se já existem poucas dúvidas de que o exercício físico é excelente para a saúde, agora ele pode contribuir directamente para a sustentabilidade. Isto porque um grupo de investigadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, Estados Unidos, criou uma tecnologia que permite aos utilizadores de smartphone carregar estes dispositivos através do suor.

Para conseguir este feito improvável, os pesquisadores criaram uma tatuagem temporária capaz de transformar o suor em energia. Segundo uma apresentação feita na Sociedade Americana de Química (ACS), o dispositivo detecta o lactato, componente natural do suor e, quanto mais intenso for o exercício físico, maior será a quantidade de lactato produzida pelo corpo. Assim, durante uma actividade física intensa o corpo precisa de gerar mais energia por meio de glicólise, processo que produz o lactato.

Para tirar partido desta situação, a equipa da Universidade da Califórnia criou uma biobateria, um tipo de adesivo capaz de medir a quantidade de lactato no suor. Para além de detectar o composto orgânico, há uma enzina que retira os electrões do lactato e gera uma corrente eléctrica.

Nos testes, os pesquisadores mediram a quantidade de lactato no suor e a corrente eléctrica produzida enquanto os voluntários se exercitavam em bicicletas ergométricas com intensidades várias durante 30 minutos.

Segundo o Planeta Sustentável, os resultados foram surpreendentes. Os voluntários que se exercitavam menos do que uma vez por semana produziram mais energia do que os que o faziam de uma a três vezes por semana. Quem fazia exercícios mais do que três vezes por semana, por outro lado, produziu a menor quantidade de energia.

Isto acontece porque os mais sedentários ficam cansados mais rápido, o que faz com que a glicose aconteça mais cedo no organismo. Cada voluntário gerou cerca de 70 microwatts por centímetro quadrado de pele, mas os eléctrodos da biobateria geraram cerca de quatro microwatts – o valor não e alto, mas se a tecnologia for melhora – e será -, o carregamento de smartphones, relógios e outros dispositivos será uma realidade.

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