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Tag Archive | "mudança de mentalidades"

Trio britânico cria sapatos coloridos feitos de lixo encontrado nos rios (com FOTOS)


Três estudantes londrinos criaram uns ténis coloridos feitos exclusivamente de materiais encontrados nos rios ingleses. O material, sobretudo plástico, foi utilizado para criar um sapato que pretende, sobretudo, chamar a atenção para as grandes quantidades de lixo que não são devidamente encaminhadas para reciclagem.

Denominado “Everything you buy is rubbish” (“Tudo o que compras é lixo”, em português), o projecto inclui ainda posters satíricos que mostram os efeitos negativos da cultura de consumo.

Segundo a imprensa britânica, uma primeira vista de olhos aos ténis pode enganar: eles parecem feitos a partir de materiais novos e sofisticados, tendo sido postos à venda por preços exorbitantes em qualquer loja de desporto.

No entanto, eles são exactamente o oposto. Charles Duffy, William Gubbins e Billy Turvey criticam os consumidores, que deitam fora acessório que ainda estão em bom estado, mas também as marcas, que fazem produtos com tempo de vida cada vez menor.

“Com o desenvolvimento do plástico surgiu uma promessa, que este material revolucionário poderia mudar as nossas vidas. Mas ele tornou-se no centro das nossas vidas e ambiente, e está cada vez mais indistinto e inseparável da natureza”, explicam os designers.

Veja os sapatos.

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Português é a quarta língua mais utilizada do Twitter


Quando lançámos o Green Savers, há três anos e meio, sempre fizemos questão de nos estendermos para o Facebook e Twitter, uma vez que a tecnologia é uma das mais poderosas ferramentas de inclusão social – e das que nos permite chegar a mais pessoas e ajudar, mais facilmente, a mudar mentalidades.

Hoje, as redes sociais são meios privilegiados para transmitir informações ligadas à sustentabilidade, cidadania ou boas práticas ambientais. E em português, como dizem os dados da Gnip, uma empresa norte-americana que analisou vários dados desde 2006 e que concluiu que a língua de Luís Vaz de Camões e Jorge Amado é a quarta mais utilizada nesta rede social – os dados da Gnip analisaram a língua que os utilizadores colocaram como a principal no seu perfil.

O gráfico que pode ver abaixo dá conta da grande popularidade do Twitter em termos globais, mas também nos dá a entender a quantidade de conversas em português desta rede social. A língua portuguesa apenas perde para a inglesa (em primeiro lugar), japonesa (segundo) e espanhola (terceiro) no ranking global. Seguem-se o indonésio, árabe, francês, turco, russo e coreano.

Este quadro explica também como os grandes eventos impacto o serviço do Twitter. O enorme aumento de utilizadores que seleccionaram o árabe como língua preferida, por exemplo, coincidiu com os acontecimentos dos últimos anos no Médio Oriente.

Em termos percentuais, tendo em conta todas as línguas utilizadas do Twitter, o português subiu dos 0,03% em 2006 para os 0,31% (2007), 0,52% (2008), 1,48% (2009), 2,55% (2010), 4,26% (2011), 6,02% (2012). Em 2013, esta percentagem desceu para os 5,10%.

O inglês, com 51,02%, continua a ser a língua mais utilizada do Twitter, seguido do japonês (14,8%), espanhol (13,43%), português (5,10%) e indonésio (3,25%).

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Foto:  JefferyTurner / Creative Commons

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Como o Google e Facebook estão a provocar o pânico na indústria dos serviços financeiros


Não satisfeito em ser a maior rede social do planeta, o Facebook entrará em breve no segmento financeiro e está a trabalhar a todo o vapor para lançar nas próximas semanas um ramo de serviços financeiros, sob a forma de remessas e dinheiro electrónico. Para que o serviço comece a funcionar na Europa falta apenas a aprovação do Banco Central da Irlanda. Quando o aval for dado, os utilizadores europeus da rede social de Zuckerberg vão poder guardar dinheiro no Facebook e utilizá-lo para pagamentos e trocas cambiais e comerciais.

A entrada do Facebook num mundo até agora dominado pelas gestoras de fundos e bancos de investimento veio lançar o pânico neste sector, já que a entrada da rede social pode ser apenas o início da expansão de outras gigantes tecnológicas para o meio. Num evento organizado pelo Financial Times (FT), uma executiva de topo do ramo financeiro afirmou que o seu maior receio era a entrada da Google na gestão de activos. “Isso iria completamente retirar-nos do terreno de jogo”, afirmou, refere o jornal britânico.

Já em 2009, a Google lançou a Google Wallet, um sistema de pagamentos móveis que permitem aos utilizadores armazenar cartões de crédito, débito e outro tipo de cartões numa aplicação. Em Janeiro deste ano, numa reunião de apresentação de resultados, o CEO da Apple, Tim Cook, sugeriu a possível entrada da tecnológica para os serviços financeiros, ao afirmar estava “intrigado” pela indústria dos pagamentos móveis.

Nick Finegold, co-presidente do Banco Espírito Santo Investimento, acredita que é apenas uma questão de tempo até que os grandes grupos que até agora apenas operavam no domínio da internet se expandam para a gestão de activos. “É virtualmente para mim impossível pensar numa indústria [a financeira] que seja mais vulnerável ao império Google”, afirmou o gestor ao FT. “A indústria de gestão de activos é, numa forma, terrível e é perfeita para a disrupção. Existem dados suficientes no Visa e Google para ameaçarem qualquer negócio que tenha actividades de mercado. Esperemos que o Google não compre a BlackRock”, indica Finegold.

Na China, muitas tecnológicas iniciaram já a sua expansão para o mundo dos serviços financeiros. A Alibaba, a maior empresa de comércio electrónico chinesa, lançou no último ano um fundo que angariou €47 mil milhões nos primeiros 12 meses de actividade. A Tencent, a quarta maior empresa tecnológica do mundo, que opera a partir da China, lançou também um fundo que é gerido pela China AMC, uma das maiores gestoras chinesas, em Janeiro. Nos primeiros 40 dias de actividade, o fundo angariou €5,8 mil milhões.

Existe, porém, a esperança das empresas financeiras que as tecnológicas tenham de lutar para ganhar a confiança os investidores institucionais e do retalho, devido a questões de privacidade. Mas esta confiança, há muito ganha pelas empresas financeiras, pode não ser suficiente para lidar por a concorrência de outros sectores. Num recente estudo, a consultora financeira PricewaterhouseCoopers indica que a incapacidade do mundo financeiro em acompanhar os desafios tecnológicos vai criar oportunidades para grupos como a Apple, Twitter e Amazon.

Foto:  Carlos Luna / Creative Commons

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NASA convida a selfie global para comemorar do Dia da Terra


Se tantas pessoas fazem selfies – fotos de si próprias, feitas por um telemóvel – por dia, por que não fazerem uma pelo planeta Terra? É esta a proposta que a agência espacial norte-americana, NASA, está a fazer a todos nós: celebrar o planeta com uma imagem muito peculiar, que será divulgada em Maio.

A ideia passa por criar uma selfie global composta por autorretratos de gente dos quatro cantos do mundo, incentivando as pessoas a terem consciência ambiental. A proposta tem como pano de fundo o dia 22 de Abril, de amanhã a oito, dia em que se comemora do Dia da Terra.

Para participar, basta escolher uma paisagem bonita – pode ser um parque da cidade, montanha, rio, lago ou qualquer outro lugar próximo do leitor –, esticar o braço com o telemóvel e apontar para o rosto e a paisagem ao fundo. Depois, deve colocar-se a foto nas redes sociais. Para identificar melhor o lugar, o leitor pode fazer o download do logo oficial da acção, imprimi-lo e usá-lo durante a selfie.

Não se esqueça de marcar a publicação com a hashtag #GlobalSelfie. Desta forma, a NASA poderá monitorizar todas as imagens publicadas para a campanha e criar um mosaico de fotos com a forma do planeta. As redes sociais participantes são Instagram, Facebook, Twitter, Google+ e Flickr.

A celebração acontece também por causa do lançamento ao espaço de cinco missões, da NASA, para a observação da Terra em apenas um ano. A missão número 17 já está em órbita, tirando fotos do planeta diariamente para ajudar a responder desafios críticos actuais, como as alterações climáticas, aumento do nível do mar, eventos climáticos extremos e falta de água potável.

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Connect4Climate oferece prémio de €11 mil ao melhor documentário sobre alterações climáticas


Até 1 de Abril, a Action4Climate convida os jovens cineastas e amantes do cinema a realizar um documentário sobre as alterações climáticas, que mostre a perspectiva das faixas etárias mais jovens sobre as mudanças do clima.

O documentário deve ter entre um a 12 minutos e deve também abordar a forma como as mudanças associadas ao aquecimento global e outras questões climáticas influenciam o quotidiano dos jovens e as medidas que podem ser tomadas para sensibilizar a população para estes problemas.

O concurso está dividido em duas categorias por faixas etárias: dos 14 aos 17 anos e dos 18 aos 35 anos. A participação pode ser feita a título individual ou em grupos, com o máximo de cinco elementos. A melhor curta da categoria 14-17 anos leva para casa equipamento de vídeo profissional, ao passo que a categoria 18-35 anos habilita-se a um prémio de €11 mil (R$36 mil). O segundo e terceiro classificado desta categoria recebem €7.300 e €3.600, respectivamente.

Os documentários distinguidos serão ainda inseridos em circuitos de festivais de cinema e disponibilizados na plataforma MTV Voices.

O júri do concurso será presidido pelo realizador italiano Bernardo Bertolucci. Entre os membros do júri estão ainda outros nomes conhecidos da sétima arte: Fernando Meirelles, Wim Wenders, Marc Forster e Atom Egoyan.

A Action4Climate é um projecto lançado em 2011 pelo Banco Mundial, Global Environment Facility e pelo Ministério do Ambiente Italiano, com o objectivo de criar uma plataforma aberta e participativa que envolva os jovens num debate global acerca das alterações climáticas, de modo a impulsionar uma maior acção local direccionada para este tema.

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12 animais a preto e branco (com FOTOS)


Durante dois anos, Alex Teuscher pesquisou e fotografou animais a preto-e-branco – às escuras e com um jogo de sombras absolutamente artístico. Segundo Teuscher, os animais fotografados estavam todos num zoológico de cidade e o tom sinistro pretende, por isso, retratar a sua própria existência nestes locais.

O fotógrafo tirou mais de 200 imagens de animais, sobretudo de jardins zoológicos da Suíça e Singapura.

“A maioria destas fotos foram tiradas no zoo de Singapura, bastante famoso, e na Suíça. Numa fase inicial, elas eram apenas imagens típicas de animais. Passado algum tempo, porém, decidi dar-lhes alguma expressão, sobretudo nos olhos”, explicou o fotógrafo suíço.

“O meu objectivo era mostrar a emoção e magnificência destes animais, captando um pouco da sua alma. O preto e branco, na minha opinião, realça-lhes a personalidade”, continuou.

Veja algumas das fotos que retratam o sentimento dos animais em cativeiro.

 

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