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Nova Iorque: escola primária adopta ementa vegetariana


Uma escola primária em Queens, Nova Iorque, adoptou uma ementa inteiramente vegetariana, servindo assim às crianças pratos que incluem tofu e chili vegetariano.

A Public School 244 é a primeira escola pública da cidade a incorporar um menu totalmente vegetariano. O grupo pelo bem-estar animal People for the Ethical Treatment of Animals (PETA), por outro lado, refere mesmo que esta será a primeira escola pública norte-americana com ementa vegetariana.

O director das escolas de Nova Iorque, Dennis Walcott, afirmou-se já orgulhoso da escola “pioneira”.

A escola de Queens foi inaugurada em 2008 e recebe 400 alunos, inclusive da pré-primária. Esta decisão tem como pano de fundo a vontade em oferecer uma alimentação saudável às crianças. A escola começou por servir um almoço vegetariano três vezes por semana, aumentando de seguida a periodicidade para quatro vezes semanais. Recentemente, toda a ementa se tornou vegetariana, incluindo o pequeno-almoço.

O director da escola, Robert Groff, explicou que a fundação da escola se baseia “na saúde e nutrição e em ensinar às crianças a fazer escolhas saudáveis, ​​na crença de que serão mais bem-sucedidas academicamente e nas suas vidas”.

A transição não foi difícil para os alunos, dos quais 70% são asiáticos e indianos e já traziam as suas próprias refeições vegetarianas para a escola. “A nossa cozinheira chefe também é vegetariana, assim como uma das mães da escola”, disse Groff.

As refeições têm a mesma quantidade de requisitos obrigatórios de proteína, à semelhança das carnes em outras escolas públicas, avança o Huffington Post.

“Sabemos que, quando os alunos comem uma dieta saudável, são capazes de se concentrar melhor”, disse Amie Hamlin, directora executiva da New York Coalition for Healthy School Food. “Os seus sistemas imunitários ficam mais fortes, por isso adoecem menos, vêm mais à escola e são capazes de se concentrar e, portanto, aprender melhor.”

O director da escola revelou que as ofertas alimentares incluem quesadillas de feijão preto e cheddar, servidas com salsa e batatas assadas. De abrir o apetite, não?

Foto: Sob licença Creative Commons

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Ateliê quer disfarçar central eléctrica com montanha verde (com FOTOS)


Fundada nos anos 60, a central eléctrica de carvão de Wedel, na Alemanha, vai dar lugar a uma nova infra-estrutura, gerida pela sueca Vattenfall e que produzirá electricidade para a cidade vizinha de Hamburgo, mas também para a Holanda e Dinamarca.

A arquitectura desta nova infra-estrutura está agora a ser pensada, e a proposta do ateliê AZPA é irreverente: uma montanha verde que disfarce os edifícios e os torne em atracção local e espaço de lazer.

“Porque é que as centrais de energia têm de parecer, sempre, centrais de energia?”, perguntam os Arquitectos da AZPA, que pegam na localização da estrutura, perto do rio Elba, para devolver a natureza a um local que já foi uma imponente floresta.

A ideia inicial passa por erigir uma grande estrutura têxtil verde, que crie uma imediata barreira vegetal. Com o tempo, esta estrutura seria substituída por vegetação vertical.

Para além de plantas trepadeiras, o objectivo é plantar árvores à volta do terreno, sendo que, neste processo, as espécies mais altas e que crescem mais rápido serão escolhidas. Esta barreira visual verde poderá, também, capturar CO2.

“[A proposta] resolve o conflito entre a ecologia natural e o ambiente feito pelo Homem”, explica a AZPA (Alejandro Zaera-Polo Arquitectura). Veja algumas das fotos do projecto.

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Português pôs 51 mil brasileiros a doar órgãos (com VÍDEO)


O publicitário português João Coutinho criou uma campanha que apela aos fãs do Sport Clube Recife, clube de futebol da cidade homónima, a serem doadores de órgãos. A campanha chama-se Immortal Fãs, foi criada para apelar aos adeptos do clube para serem os primeiros fãs imortais. Como? Doando órgãos e, assim, “continuarem vivos”.

Apesar da linguagem publicitária e que apela à clubite, a verdade é que a campanha foi um enorme sucesso em todo o Brasil, chegando a notícia a outras partes do globo.

Hoje, no Brasil, a maior dificuldade no processo de doação é o “sim” da família, explica Karina Monteiro, do Centro de Doação do Recife.

A campanha atingiu números impressionantes: 51 mil fãs do Sport declararam-se doadores de órgãos – este número é superior ao número de espectadores próprio estádio do Sport, o Ilha do Retiro. Em Recife, o número de doadores de órgãos aumentou 54% num único ano, batendo todos os recordes anteriores.

Os adeptos do Sport são alguns dos mais fanáticos do Brasil. Agora, eles estão a permitir que a lista de pessoas à espera de um transplante de órgão se aproxime do zero, no Recife.

A campanha foi desenvolvida pela agência de publicidade Ogilvy Brasil, de São Paulo, e já ganhou um prémio internacional – Clio de Prata. É também uma das favoritas para ganhar um Leão no conceituado Festival de Publicidade de Cannes, que se realiza em Junho na cidade francesa.

Esta é uma excelente forma de perceber como a criatividade pode ajudar à mudança de mentalidades. Veja um vídeo da campanha.

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Aparelho inovador dispara sementes quando a poluição atmosférica aumenta (com FOTOS)


Esta é uma das mais incríveis inovações que já ouvimos falar: foi criado um novo conceito para a detecção de poluição do ar com uma abordagem muito diferente de tudo o que já se viu anteriormente. Trata-se da Eco Seed Sowing Machine, um mecanismo que faz nascer flores nos locais mais poluídos.

Existem já dispositivos com sensores incorporados, que alertam para a presença de poluentes atmosféricos através de sons, cores ou mapeamento de dados acessíveis a uma escala mundial. Mas estas novas máquinas, criadas pelo artista Michael Jantzen, são algo completamente inovador.

O dispositivo movido a energia solar contém no seu interior milhares de sementes de flores. Quando os sensores detectam altos níveis de poluição, a máquina liberta pequenas quantidades dessas sementes. Se a poluição do ar for registada continuamente, então a máquina também continua a lançar as suas sementes.

O efeito é que, quanto mais poluída uma zona estiver, mais flores vão crescer na área em torno do dispositivo – o que adverte para a necessidade de uma melhor qualidade do ar local de uma forma bonita e artística.

Segundo o TreeHugger, Jantzen caracteriza as suas máquinas como “uma resposta simbólica de arte pública para a degradação ambiental”, mas se forem realmente implementadas, elas podem ser muito mais do que isso.

Os dispositivos movidos a energia solar podem tornar-se numa ferramenta de análise da qualidade do ar em diversos locais do mundo, recolhendo os dados e mapeando-os de modo a revelar as tendências de poluição e os pontos que precisam de uma acção interventiva mais urgente. Como bónus, teríamos mais campos floridos a embelezarem as paisagens.

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Ecologista indiano que plantou 550 hectares sozinho quer criar outra floresta


Há cerca de um ano demos-lhe a conhecer a história de um activista indiano, Jadav Payeng, que plantou 550 hectares de floresta sozinho, na Índia. O homem tornou-se um exemplo brilhante do que uma única pessoa pode fazer para tornar o mundo num lugar melhor. Mas como se esta acção por si só não bastasse, Payeng está agora a pensar dedicar os próximos 30 anos da sua vida à plantação de mais uma floresta.

A história deste homem começou em 1979, quando tinha 16 anos e assistiu à morte em massa de animais que não tinham floresta que os protegesse, na região de Assam, no norte da Índia. Começou então a plantar vegetação, de modo a transformar a paisagem – décadas mais tarde, o ecossistema por si criado é agora refúgio seguro para uma variedade imensa de pássaros, veados, rinocerontes, tigres e elefantes, espécies duramente atingidas pela galopante perda de habitat em toda a região.

Juntamente com a esposa e os três filhos, Payeng faz a sua vida na floresta que plantou, criando vacas e vendendo o leite na cidade. Mas a sua missão de vida vai ainda só pela metade: o ecologista revelou que pretende plantar mais 526 hectares de floresta.

“Pode demorar mais 30 anos, mas eu estou optimista”, disse Payeng em entrevista à imprensa indiana. “Sinto-me triste quando vejo as pessoas a derrubarem árvores. Temos de salvar a natureza ou então vamos todos morrer.”

Os longos anos de trabalho solitário deste homem não só transformaram uma paisagem estéril numa fonte de vida, como também revelaram que uma única pessoa dedicada é capaz de melhorar o mundo.

“Os meus esforços não foram em vão”, diz ele. “Eu posso viver uma vida muito humilde, mas sinto-me satisfeito por ter sido capaz de estimular muitas pessoas que amam a natureza.”

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Londres: ciclistas vestem-se de polícias para abrandar condutores


Alguns ciclistas de Londres, no Reino Unido, estão a comprar roupas de grande visibilidade e muito idênticas às dos polícias, como forma de abrandar os condutores com pressa – e melhorarem a sua seguraça.

A vestimenta amarela fluorescente, muito parecida com os coletes policiais – inclusive com os reflectores azuis e brancos – têm escrito: POLITE notice THINK BIKE, como pode ver abaixo. Na verdade, a palavra polite parece police, que significa “polícia”.

“As pessoas que compram estes coletes não são estúpidas, na verdade, elas compram-nos exactamente para parecerem polícias. Os ciclistas não estão a quebrar a lei nem a tentar fazer-se passar por polícias”, explicou Nicky Fletcher, directora-geral da Equisafety. Fletcher é também a designer por trás destes do design dos coletes.

A venda destes coletes multiplicou-se rapidamente, à medida que as revistas de ciclismo e blogs foram falando deles. Antes de os colocar no mercado, porém, a Equisafety perguntou à polícia londrina se os fatos eram legais. Com o “sim” do comandante, a empresa começou a comercializar os coletes.

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